Notas iniciais
OIOIOOI!!!1
Nem demorei e o cap. é gigante.
Tô melhorando. u_______u
;
Boa leitura e obg obg obg :DD

Duas da tarde, Bandit permanecia dormindo;

Fico pensando onde ela teria passado a madrugada, sendo que era impossível que ela fosse falar que estava grávida à Lyn-Z às 6 ou 7 da manhã de sábado.

Eu e Frank conversamos muito e decidimos ir à minha antiga casa, conversar com minha ex-esposa. Sim, (graças a Deus) todos os papéis foram adiantados e conseguimos uma separação rápida e sadia.

Quando eu e Frank estávamos prontos para sair, peguei as chaves na mesa de canto; Ouvi passos e resmungos, virei meu rosto para o pequeno corredor e vi Bandit esfregando os olhos, com cara de sono;

-Bom dia, meu amor – tentei, sorrindo sem jeito; Ela abaixou as mãos e me olhou séria; - Vamos falar com a Lindsay.

Ela fingiu que não me ouviu e virou o rosto, andando até a geladeira e tirando um prato com pedaços de pizza de queijo e uma caixa de suco de laranja; Suspirei pesadamente e olhei para Frank que estava na porta, com os braços cruzados e a olhando com o cenho franzido.

-Ele falou com você, sua puta – me assustei com seu grito e arregalei os olhos; Bandit ficou boquiaberta por uns instantes e logo mostrou o dedo do meio à Frank;

-Mas que porra vocês! –eu disse bravo e ambos me olharam surpresos – Dá pra pararem de agir como criança? Frank, ela está carregando SEU filho e, é minha filha, não vou admitir que a desrespeite. E Bandit, pode me odiar o quanto quiser, mas ainda sou seu pai e mando em você. Agora, vai lavar o rosto e vamos JÁ falar com sua mãe.

-Falar o que? Que você dormiu com meu namorado?! –Largou o copo cheio sob o balcão, se aproximando – Fodam-se vocês. –seguiu pro banheiro.

-Eu juro que vou me matar – bufei e Frank se aproximou;

-Eu já disse que aquele filho não é meu. –Frank disse cruzando os braços;

-Você nunca disse isso.

-Mas ele ou ela não é meu.

-O que está insinuando? Bandit é uma garota tímida, nunca teria relações com um cara do qual não confia.

-Tímida. Hunf. Você quem pensa. – Frank riu e saiu do apartamento, me deixando boquiaberto.

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Após muita teimosia, consegui convencer Bandit à seguir conosco à casa de Lindsay; É até estranho falar que a casa é só dela, mas enfim, não está mais em meu nome.

Difícil mesmo foi suportar os dois no carro. Meu. Deus.

Bandit chorava gritando que nos odiava, Frank ficava bravo repetindo que o filho não era dele, e eu procurava um bom poste para bater o carro e morrer.

Assim que Lindsay abriu a porta, ficou nos encarando surpresa; Bandit se jogou em seus braços, começando com o choro; Sempre fui um homem/pai muito paciente, ainda mais quando se trata do meu bebê.

Mas uma hora cansa. Muito.

Pedi à Frank que levasse Bandit para cima, antes que ela gritasse “papai roubou meu namorado”; Ele o fez; Emburrado, mas fez.

-Gerard, achei que não nos veríamos tão cedo – Lyn-Z sorriu trancando a porta enquanto eu pendurava meu casaco – Eu estava preparando um café.

-Vejo que cheguei em boa hora. – eu disse e ela riu doce; Fomos à cozinha, e sentei-me à mesa, vendo-a terminar o café na pia. Havia reparado que ela fez muitas mudanças na decoração da casa; Ao menos na sala e na cozinha, que foram os únicos lugares que vi até agora. – A casa está...Muito bonita.

-Err...Pois é! Eu achei que era melhor dar uma repaginada nela... Aqui está – colocou a xícara grande à minha frente, e a sua ao lado, logo se sentou. –Acho que não devo ficar muito surpresa... Já deve saber que a Bandit...

-Está grávida? Sim. Adivinha quem bateu na minha porta, chorando e com um monte de malas? –eu disse bebericando o café quente, queimando a língua– Merda!

-Desculpe, não queria jogar o “peso” pra cima de você –sorriu sem graça – Se Frank veio, então vamos conversar sobre o bebê, certo?

-Bebê? Er...É, é, também. – coloquei a xícara de volta à mesa, colocando as mãos nos joelhos; — Temos um assunto muito importante a tratar.

-Tenho mesmo algo haver com isso?

-Sim. Por quê? Tem algo melhor pra fazer hoje?

-Não. Nem mesmo disse isso, Gerard.

-Não acredito que colocou nossa filha pra fora de casa, estando grávida e um frio do caramba.

-Eu sabia que ela iria correr pros seus braços. Como sempre fez. – ergueu a xícara frente seu rosto e tomou um gole; Seu rosto estava rosado e seus olhos brilhavam; Colocou a xícara na mesa novamente, me encarando. – Ela sempre preferiu você. Mimou-a demais.

-Eu sei. Me arrependo muito disso. – dei de ombros brincando com o fundo da xícara; - Mas pelo menos não seria considerado culpado se algo de ruim acontecesse com ela.

-Tem certeza? –ela apertou os olhos e voltei meu olhar à ela; Uma expressão irônica tomou seu rosto.

-Pare, Lindsay.

-Não fiz nada, querido.

-Isso é sério. Eu não fui o culpado disso tudo, você sabe disso.

-Disso tudo o que? Do fim do nosso casamento? Ou da nossa filha grávida?

-Como você pode...!? Porra! VOCÊ arrumou um amante. VOCÊ começou essa merda toda – segurei meus cabelos apertando-os com raiva; Ela sorriu balançando a cabeça – Que merda, Lindsay!

-Eu sei que você tem uma amante. Há um bom tempo atrás, mexi no seu celular e vi umas mensagens de uma tal de Fran. Diminutivo de Francine ou o que? –dizia e arregalei os olhos;

-Mas...O que? Como assim? Nunca te vi mexendo no meu celular. –franzi a testa e ela revirou os olhos;

-Não lembro direito da mensagem, faz um tempo. Mas depois de ler “Eu também te amo”, para mim ficou bem claro. Acho que foi uns dois dias antes de você se mudar.

-Espera – tomei um gole rápido de café – Idai? Já estávamos praticamente separados! Foi depois da gente t-

-Acha que sou idiota?! –gritou e fiquei surpreso; Ela apertou os lábios e esfregou a testa, ondulando uma mexa do cabelo com os dedos - Não se ama alguém de um dia pro outro! E eu te conheço, Gerard. Você não é desse tipo!

-Lyn-Z – comecei calmo – Falaremos disso quando estivermos todos juntos, está bem?

-Não. Não quero ouvir – funga, se levantando da cadeira e levando a xícara à pia; Massageei as têmporas;

Tentar falar com as mulheres está cada vez mais difícil.

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Subi cada degrau com temor; Sabe-se lá o que Bandit faria se me visse novamente. Fiquei até surpreso que ela não abriu o berreiro que começou a falar certas coisas indevidas. Lindsay queria lhe matar, porém eu disse que conversaria com ela.

Abri a porta do quarto vendo Frank encostado à mesinha do computador, e Bandit sentada na cama; Ambos estavam quietos e sérios.

-Você não disse nada pra ela, disse...?! –Frank perguntou hesitante; Fechei a porta e me aproximei deles;

-Acha que se eu tivesse dito, estaria esse silêncio e calmaria?

-Não.

-Quando vocês vão embora? –Bandit disse e Frank resmungou.

-Quando resolvermos está situação. – eu disse – Isso se sua mãe não te expulsar novamente. Ai você terá que morar comigo.

-Nem pensar! –ela disse brava; Mantive uma expressão comum, porém me doía muito ser rejeitado pela minha própria filha.

-Tá brincando, né Gerard?! Eu aceito morar com você, mas não quero essa vad-...Garota por perto! – Frank disse e franzi a testa.

-Não me lembro de ter te convidado pra morar comigo, Iero.

-Há! Toma na cara, seu troxa!

-Cala a boca, sua filha da p-

-Hey! Chega! – passei a mão nos cabelos; Está ficando impossível agüentar isso. São duas crianças mesmo! –Vamos logo falar com a Lindsay. Vamos contar tudo.

-Tudo?! – dizem praticamente ao mesmo tempo;

-Sim. Vamos descer, agora. Melhor acabar com isso de uma vez.

...

Estávamos os quatro sentados na sala; Eu estava completamente nervoso, com a certeza que Lindsay gritaria muito, jogaria toda a mobília na minha cabeça, e me xingaria de nomes que até Deus duvida.

-Será que vocês... –Lindsay dizia, porém seu celular interrompeu-a; -Só um minuto, já volto –pegou-o no bolso do jeans e foi pra cozinha.

-Tenho medo. –murmurei para Frank que estava ao meu lado;

-Não vai fazer isso sozinho, eu estou aqui, amor – tocou meu ombro, me dando um beijo calmo; -Deixa comigo.

-Eca! Precisam fazer essa nojeira na minha frente? Hãm, isso que eu chamo de falta de vergonha na cara. –Bandit disse e nós paramos;

-Você fica quietinha aí, sua mal amada. – Ainda preciso dizer que o Frank quem disse isto?

Enfim, Frank quem disse isto.

-Bandit, eu quero que cale a boca e deixe-nos conversar com sua mãe, me entendeu? –“pedi” gentilmente.

-Claro, papai – revirou os olhos; Suspirei e vi Lindsay voltar e se sentar.

-Pronto, ligação do trabalho, desculpem –sorriu – Digam.

-Bom, tudo começou quand-

-Eu e Gerard estamos transando.

MAS PELO AMOR DE DEUS.

PELO AMOR DE DEUS.

O QUE DÁ NA MENTE DE UMA PESSOA DESSAS?

Olhei irado à Frank;

Primeiro por ele ter começado dessa forma, segundo por ter me interrompido, e terceiro por ter falado da nossa relação como se eu fosse uma foda casual pra ele.

­-M-Mas o que?! Que brincadeira é essa? –Lindsay riu nervosamente, respirei fundo contando até dez mentalmente;

-Eu e Gerard nos amamos muito e vamos morar juntos, nos casaremos e teremos muitos filhos. Precisamos que você aceite essa sua filha delinqüente de volta, para morarmos juntos. E esse filho não é meu! – Frank novamente; Oh God. Por que ele não é mudo?!

-Gerard – Lindsay me olhou chocada, ao mesmo tempo que séria – Que loucura é essa?! V-Vocês...Isso é verdade? Bandit, você sabia disso?!

-Descobri ontem de noite – deu de ombros;

-Gerard! Como você pode fazer isso sabendo que sua filha ama o Fr-

-AMO NADA! –Bandit interrompe.

-Há, agora não me ama né?! Eu que nunca te amei – Frank gritou e os dois começaram uma discussão;

Respirei fundo apoiando a cabeça nas mãos; Olhei para Lindsay e ela ainda estava com os olhos petrificados, respiração acelerada;

-Lyn-Z... – toquei seu ombro, nem sabia o que dizer; A "mamãe e o papai'' ainda gritavam energicamente; Lindsay me olhou, apertando os lábios pintados de vermelho, e fez uma careta; Pequenas linhas apareceram em sua testa e ela soluçou;

-E-Então... Era “Fran” de “Frank”?! Me trocou por um homem? Desde quando você é gay? – disse elevando o tom de voz;

-E-Eu sou bi! E nunca te traí, Lindsay...Quero dizer...Olha, uma noite, faz um bom tempo, ouvi você no celular com outro homem. Ai eu saí e fui pra um bar, então conheci Frank e...Estava muito frágil e aconteceu...V-Você sabe... – eu dizia extremamente nervoso, ela afastou o lábio inferior e passou a mão nos cabelos negros;

-CLARO QUE EU NÃO SEI – se colocou de pé – O que faria se eu chegasse em casa dizendo que estou com uma mulher?! Por Deus, Gerard. Esse garoto tem vinte e poucos anos. Eu e você passamos praticamente a vida toda, até agora, juntos! Como pôde trocar uma vida por uma noite?

-NÃO É NADA DISSO – fiquei de pé frente à ela, vendo grossas lágrimas em seus olhos; - Eu amo o Frank.

-N-Não... –seus lábios estavam pálidos e tremeram um pouco; Ela colocou as mãos no rosto, se pondo a chorar; — SAIAM DA MINHA CASA AGORA. EU QUERO QUE VOCÊS TODOS MORRAM.

-Lyn-Z...

-SAÍ. AGORA.

-Por que você está...Olha, não nos amamos faz tempo, não é?! Eu sei que deve ser um grande choque, mas VOCÊ começou isso. N-Não há vítimas. – disse incerto, ela me olhou com raiva, as sobrancelhas próximas; Seus cílios estavam colados e as bochechas vermelhas; Reparei que Frank e Bandit não discutiam mais.

-ACONTECE QUE EU AINDA TE AMO, PORRA.

Notas finais
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:O
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Comenta? *O*
Todo comentário é importante. u_u
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A fic tá meio novelinha, huh? HEUAHEUAH' U.U
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Ps: Logo terminarei de responder os reviews, I promise õ/
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Até o próximo chap! ^3^
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