Homunculus
1 - Capítulo Um - O Começo De Uma Aventura -
Notas iniciais
- Que droga All !
- O que eu fiz de errado !? – All perguntou aos escândalos pulando como louco.
- Você esqueceu do cálcio ! – Disse a ele.
- Hã ? – Ele deu uma parada para observar o circulo de transmutação. – É verdade. – All colocou a mão direita atrás da cabeça e sorrindo discretamente. – Foi mal.
- Tudo bem. – Disse rindo. – Pegue o cálcio...
- Vou pegar – All andou pelo corredor até chegar em uma sala, então o perdi de vista.
Meu nome é Edward Elric, meu irmão é Allphonse Elric e nós dois somos alquimistas. Estava ensinando All a transmutar uma vaso personalizado, tínhamos acabado de chegar de uma viagem, meu braço mecânico estava só os pedaços, não sei como...
- EDWARD ! – Parei me pensamento com uma chave de fenda na cabeça e o grito fino da Windy.
- Isso doeu sua jumenta ! – Gritei de volta.
- Era pra doer mesmo ! – Gritou ela. – Olha isso ! – Disse ela pegando meu braço mecânico. – Você destruiu todinho ! Olha só Ed eu não vou concertar ou criar braços mecânicos para você, esse já é o quinto desde que você perdeu o braço, por sorte sua perna está ótima...
- Acho que não... – Disse a ela rindo. – Um parafuso grande soltou e eu o perdi.
- IDIOTA ! – Desta vez eu levei um lindo soco na cara. – Foi o parafuso central, ele liga seu pé a sua perna ! Pode rançar tudo, eu vou concerta essa merda.
Tirei meu braço e minha perna mecânica e fiquei deitado no sofá.
- Cadê o All ? – Perguntou Windy na porta com meu braço e minha perna nas mãos.
- Eu ? – Pergunto All com a armadura quebrada na parte da cintura.
- MAIS O QUE !? – E lá se foi meu braço na direção da cabeça do All que pulou para fora do corpo e fico parada no chão.
- Windy ! – All Gritou em desesperos ! – Se fosse mais pra baixo você poderia ter quebrado meu selo de sangue.
- E na próxima eu vou quebrar mesmo ! – Gritou Windy. – Vem cá ! – Ordenou ela indo em direção do All.
- Sai fora Windy ! – Disse All correndo para os fundos com a Windy doida atrás dele.
Fechei meus olhos e fiquei pensando em uma porta enorme com um olho no meio e com algo da forma humana mais sem rosto ou pele da cor branca. Abri meus olhos vendo All sendo carregado pela cintura por Windy que estava estressada com minha perna e meu braço nos ombros.
Ei ! – Gritei. – E eu !?
- O que tem você !? – Gritou Windy do lado de fora.
- Eu não ando sua retardada. – Disse. – Eu precisaria de duas pernas para isso.
- Problema teu. – Disse ela com seus gritos para o All diminuindo a cada segundo.
(POV’s Lust)
- Os garotos Elric estão em casa... – Disse aos meus irmãos.
- Grande coisa. – Disse Envy sentado em um canto. – O dia esperado d’aquela-pessoa não está nem perto, e eu não ligo para os Elric.
- Pare de ser tão invejoso Envy. – O pirracei.
- Sim, sou invejoso, por isso sou a inveja sua vadia de quinta. – Rebateu Envy.
- Eu sou a Luxuria, Lust, não a Prostituição. – Disse a ele.
- E se eu quiser posso muito bem ser os Elric. – Envy disse enquanto se levantava, uma linha de raios finos passava por todo seu corpo até se tornar em um garoto baixinho loiro do braço e da perna mecânica.
- Lust... – Disse Gluttony. – Posso come-los ?
- Comer quem Gluttony ? – Perguntei a ele.
- Os irmãos Elric. – Ele respondeu.
- Não querido... – Falei rindo passando a mão na careca de Gluttony. – Aquela-pessoa precisa dos dois para o dia especial.
- Mais estou com fome Lust ! – Gritou Gluttony.
- Cala a boca seu guloso ! – Gritou Envy. – Você é muito criança.
- Cala a boca você ! – Disse Gluttony levando uma da suas enormes mãos para a cara do Envy.
- Vai querer me encarar Gluttony ? – Disse Envy em pé. – Sou mais velho e mais rápido.
- Sério ? – Disse Gluttony colocando o dedo na boca em forma de curiosidade, então ele abriu a boca e uma lança indígena sai de dentro em direção ao Envy, até atravessar sua cabeça e fazer ele cair no chão sangrando.
- Seu idiota ! – Ouvi a voz de Envy, então ele se levantou com um enorme buraco na cabeça. – Isso não tem graça. – Então começou a surgi raios no local do ferimento e vez com que a cabeça dele curasse.
- Os dois parem ! – Ordenei. – Aquela-pessoa tem planos e precisamos nos preparar, algo muito grande vai acontecer...
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