Hogwarts lê: The Cursed Child
1 Prólogo
Notas iniciais
Desde já, tenham uma boa leitura.
Hogwarts era sem dúvidas uma das maiores escolas de magia e bruxaria de todos os tempos. Ganhava ainda mais reconhecimento com o jovem Harry Potter, que cursava seu sexto ano e parecia extremamente infeliz.
No quinto ano perdera seu padrinho. O luto continuava ali. Como se não fosse o suficiente e, depois do seu repentino ataque de fúria na sala do Diretor, ele ainda descobre sobre uma profecia e sobre coisas a que estavam escondendo dele todos os seus anos.
Mesmo assim, Harry continuava a seguir em frente. Havia um novo professor de poções, Snape estava a lecionar DCAT, Dumbledore parecia mais fraco e misterioso do que nunca.
Harry, mesmo com tantos problemas na mente, ainda se contentava com o que havia ao seu lado: seus amigos. Estava caminhando com eles em direção ao salão principal, quando todos notaram a movimentação repentina que se seguia ali.
— Vamos ver. — Hermione falou e arrastou Ron e Harry com ela. O trio entrou com esforço no local, e qual foi sua surpresa ao notarem que a Ordem da Fênix estava bem ali, parados. Remus Lupin ganhava atenção dos antigos alunos, porém, tentava se esquivar. Moody parecia mais macabro e estranho, e vez ou outra lançava olhares para um livro e uma carta que jaziam em sua mão.
— Silêncio! — a voz de Dumbledore cortou o salão. Todos os alunos foram se dispersando. O Diretor andou até os velhos amigos, ao seu escalço Minerva e Snape. O professor de nariz de gancho lançou um olhar cortante ao trio, que tratou de se sentar.
— Dumbledore, recebemos isto na sede hoje. — murmurou Remus. Moody entregou o pacote. Dumbledore abriu a carta e a cada palavra que lia, mais risonho ficava. Aquilo era sem dúvidas, algo muito curioso e dissimulado.
— Receio que essa carta esteja dizendo a verdade de fato. Sinto a magia nela. — Dumbledore falou e olhou Snape, como se pedisse sua opinião. O professor estava, sem dúvidas, curioso.
— Eu sinto também. — disse Snape a contragosto. Não sabia o que aquela história poderia levar. — Não vai confiar nisso, não é mesmo?
— Porque não? Vamos ver... — Alvo pegou o livro e o examinou. Não havia traços de magia negra. Ele folheou o conteúdo, vendo que estava em branco. Foi ai que caiu uma nova carta.
Minerva pegou o papel e o abriu. Isso ocorria na frente dos alunos das casas, que pareciam tão confusos quanto eles. A carta estava endereçada a toda Hogwarts. Isso chamou a atenção da Ordem.
— Devemos...?
— Certamente.
Dumbledore pegou o papel e foi para frente do salão. Após explicar aquele acontecimento confuso, e apresentar algumas das pessoas presentes ali — Remus, Moody, Molly, Arthur, Tonks e Gui — ele abriu o papel, que foi tomando forma com uma letra fininha e caprichosa.
Olá alunos e professores,
Neste livro está simplesmente escrito toda a história depois da história. De certo ficaram confusos, eu entendo, mas logo irão descobrir do que se trata.
Será lido para toda a Hogwarts. A história ocorre mais de vinte anos no futuro. O nome do livro por sua vez foi nomeado Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.
Peço a todos que não tenham duelos ou discussões, e que a paz se prevaleça até o final do livro. O objetivo é simples: passar uma simples lição, e quem sabe mudar um pequeno detalhe.
E antes que alguém fale que mexer com o tempo é perigoso, deixe-me responder: Eu sei. Eu testei. Eu me ferrei. Não precisa ficar me dando lição de moral.
O livro funcionará de maneira simples: a cada capítulo lido, um novo aparece depois. A partir do momento que terminarem a leitura da carta, podem começar a ler.
Espero que tenham uma boa leitura.
A.S.P.
Dumbledore terminou e um brilho no olhar dele se passou. Alguns alunos murmuravam. Harry por sua vez afundou na cadeira.
— Ótimo, mais essa. — disse ele e ouviu Tonks falar:
— Harry, fique calmo. Se esse livro fala sobre o futuro, poderemos saber o que ocorreu com a guerra. — ela disse e deu um sorriso compreensível. Hermione concordou.
— Harry, Tonks tem razão. — Gina falou de modo simples. O Potter lhe mandou um sorriso.
— Bom, parece que teremos muito o que fazer. Quem quer se o primeiro a ler? — Dumbledore perguntou. Alguns alunos da Sonserina protestaram. Snape mandou-lhes um olhar matador. Aos poucos o salão foi se acalmando.
— Alvo, tem certeza? — Minerva perguntou.
— Certeza absoluta professora. Quem se dispõe a ler? — perguntou novamente. Viu uma aluna da Corvinal, Luna Lovegood, a única a não protestar, levantar a mão.
— Eu leio Diretor. — disse ela. Dumbledore lhe entregou o livro e ela logo se ajeitou na cadeira. — Capítulo 1: Epílogo ou Prólogo?
Notas finais
Espero que tenham gostado. Um grande beijo e até o próximo!
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