Hit Me Like A Man.
14 O fim do início e o começo do "para sempre".
Notas iniciais
E AÍ, GENTE!
Chego chegando com uma notícia triste... É o último capítulo! Mas não desanimem, semana que vem tem o epílogo maravilhoso que eu já estou escrevendo.
Após um bloqueio criativo torturante, consegui chegar com esse capítulo para vocês. Só digo: o final tá que tá.
Para quem perguntou sobre meu novo projeto de Naruto: já está no ar! O nome da fanfic é Forsaken, procurem no meu perfil ou vejam direto daqui: http://fanfiction.com.br/historia/401986/Forsaken/. Para os que esperavam boas gargalhadas com a nova fanfic: ela é um drama. Mas garanto que está envolvente. E quem sabe o meu terceiro projeto de Naruto não seja uma comédia de novo?
Enfim, boa leitura e eu sentirei a falta dessa xodó que é Hit me like a man.
Chego chegando com uma notícia triste... É o último capítulo! Mas não desanimem, semana que vem tem o epílogo maravilhoso que eu já estou escrevendo.
Após um bloqueio criativo torturante, consegui chegar com esse capítulo para vocês. Só digo: o final tá que tá.
Para quem perguntou sobre meu novo projeto de Naruto: já está no ar! O nome da fanfic é Forsaken, procurem no meu perfil ou vejam direto daqui: http://fanfiction.com.br/historia/401986/Forsaken/. Para os que esperavam boas gargalhadas com a nova fanfic: ela é um drama. Mas garanto que está envolvente. E quem sabe o meu terceiro projeto de Naruto não seja uma comédia de novo?
Enfim, boa leitura e eu sentirei a falta dessa xodó que é Hit me like a man.
Eu tenho medo de fins de semana. Não, não é tipo “fim-de-semana-fobia”, é tipo medo do que pode acontecer. Há três semanas, eu não tinha Naruto. Há duas semanas, eu ainda não tinha Naruto, e agora... Agora que eu tenho ele para mim, lá vamos nós num dos maravilhosos fins de semana malditos. Por que nunca podemos passar o fim de semana cada um em sua casa? Não que eu fosse querer ficar longe de Naruto, mas se é para acontecer discórdia, que seja porque eu provoquei. E dessa vez eu não estou tramando nada, juro.
Irmãos, o fim está próximo, Uchiha Sasuke não está tramando nada. Oremos. Eu estava em meu quarto com Naruto, arrumando minhas coisas para voltar para casa de vez já que essa foi minha última semana na faculdade. Sorri ao lembrar de como Naruto surtou quando eu lhe contei. – ESTÁ LOUCO? QUER DIZER QUE EU VOU PASSAR CINCO DIAS NA SEMANA SEM VOCÊ? – Ele disse. – Own. – Fui até ele e apertei suas bochechas. – Falando desse jeito você parece que é o uke da relação. – Fiz um muxoxo. – Para de graça. – Repreendeu-me meu... Ah... Alguma coisa. Balancei a cabeça para espantar as lembranças quando eu escutei a porta sendo fechada atrás de mim. Virei-me crendo que ia ver Naruto, mas não, quem estava na porta era nada mais nada menos que Gaara. – O que faz aqui? Que eu saiba você não tem mais motivos para visitar a faculdade. – Falei seco. Às vezes eu me esforço para ser legal com as pessoas, mas não tenho a mínima intenção de ser simpático com o defunto ruivo. – Eu vim te parabenizar, Sasuke. – Disse ele se sentindo o íntimo. – Não é todo dia que alguém manipula a pessoa que ama e trama contra o ex-namorado dela. – Sorriu. – Você sabe que Naruto odeia mentiras? – Ele já sabe toda a verdade Gaara, e sabe qual é o melhor? Ele não terminou comigo depois disso. – Dei um sorriso de velha no melhor estilo “hm, mas tu se fodeu hein”. – Terminar? Vocês tem um compromisso sério? Estão namorando? – Perguntou Gaara. – Estamos indo com calma. – Expliquei na esperança de acabar essa conversa aqui. Nunca recuei para briga, mas sabia que não iria prestar se Naruto entrasse no quarto e pegasse qualquer coisa fora de contexto. – Com calma... Ele não vai namorar você, Sasuke. – Gaara andou até a cama de Naruto, pegando uma camisa que estava estendida sobre a cama do mesmo. – Ele namorou comigo durante três anos, e nos um ano e meio que ficamos separados, ele não quis saber de ninguém. Você acha mesmo que ele vai assumir um compromisso com você? Não me faça rir. O coração de Naruto ainda é meu. – Ontem à noite eu confessei meus sentimentos a ele e vice-versa. Fizemos amor, Gaara. Não transamos como vocês deviam fazer. Nós. Fizemos. Amor. – Minha mão estava coçando para dar na cara de Gaara, mas me controlei e continuei a falar. – Ele já te tocou como se tivesse medo de que você sumisse? Te olhou como se você fosse a coisa mais preciosa da vida dele? Não? Porque é assim que ele me olha. Posso estar errado sobre os sentimentos de Naruto, afinal pessoas mentem, mas eu o amo mais que a minha própria vida. E não é você que vai estragar isso. Gaara tomou realmente a blusa de Naruto para si, e sentou-se na cama do meu loiro, rindo como se não houvesse amanhã. – Quantos anos você tem, Sasuke? Quatorze? Que pensamento mais besta. – Ele riu mais um pouco. – Naruto é um homem. Naruto não faz amor. Ele não quer um namorico de flores e chocolate. – Só por que meu namoro com você não foi assim, não é? – Perguntou Naruto, entrando no quarto. – Você está certo Gaara, eu e Sasuke ainda não temos um compromisso, mas ele já é meu e eu sou dele. E é muita audácia sua vir pisar nessa faculdade somente para discutir com o meu Suke. Sasuke está indo agora para minha casa. Aliás, já terminou de arrumar as coisas, amor? – J-já! – Por que eu gaguejei? Fechei minha mochila nervosamente rápido e saí do quarto com Naruto, deixando Gaara no quarto. Ao chegar no portão do campus, vi ali todos os meus amorzinhos. Hinatinha-chan, Sai, Kiba, Sakura e Sasori. – O que vocês estão fazendo aqui? – Perguntei. – Você acha MESMO que só você e Naruto iriam para a casa dele? – Sasori estava digno de uma “bee” parado com a mão na cintura. – Mas tu ainda é muito ingênuo. – Pelo menos eu já sei quem é o uke da relação. – Sussurrei, fingindo não estar falando com Sasori. – Uke? O que é isso? – Perguntou o virjão. – VOCÊ NÃO SABE O QUE É UKE? – Hinatinha se espantou. – Sasori, você é a vela ou o candelabro? – Ahn? – O ruivo ainda parecia confuso. – Você é o envelope ou a carta? – Foi a vez de Kiba perguntar. Sasori continuava confuso. – Tu é a água ou o copo, Sasori?! – Sakura perdeu a paciência. – CARALHO. VOCÊ DÁ OU VOCÊ COME? – Ah... Isso... Ainda não chegamos nos finalmente. Sabe, não somos um certo casal de coelhos que mal acabaram de se resolver e transaram. – Sasori ironizou. – Ih, alguém chama a costureira porque o cabelo de menstruação perdeu a linha! – Zombei. – Agora vamos logo que eu não tenho o dia todo.
Entrei no quarto de Naruto, no banco do carona. Meu pseudo-namoradinho estava ao volante e eu mal pude conter um sorriso. Eu me sentia tão completo! – PERA AÍ NEGADA. Meu novo amigo Lee vai estar na casa do Naruto? – Perguntei. – Claro! Você acha que esqueceríamos ele? Não vamos deixar o Sasori sozinho. E seu irmão também vai estar lá, Suke. Afinal, alguém tem que me comer nesse fim de semana. – Comentou Sai. Desisto das pessoas do meu círculo de amizade. O caminho até a casa de Naruto foi rápido e eu tenho que dizer que obriguei todo mundo a escutar Nicki Minaj. Como definir a casa de Naruto? Posso dizer que meus sogros tem ótimo gosto para decoração. Ok estou ficando gay demais. A casa era toda em cores fortes, como laranja, amarelo e vermelho e dali eu já tenho uma ideia da obsessão de Naruto com a cor laranja. Entrei fazendo a tímida, mas logo me soltei quando meu sogro e minha sogra apareceram na sala. – Sasuke! E olá meninos que eu não conheço. – Cumprimentou meu sogro. – Ah... Pai, menos mico. – Pediu Narutinho. – E a Sakura você conhece. – Apontou para a pomba lesa. – SAKURA, MENINA! HÁ TANTO TEMPO EU NÃO TE VEJO, SE NÃO FOSSE PELA TESTA EU JAMAIS TE RECONHECERIA. – Falou sogrinha. – Mãe, pai... Estou tentando conter a vergonha alheia, por favor, ajudem. – Naruto estava ficando cada vez mais vermelho e minha barriga já estava doendo de tanto prender a risada. – Enfim, aqueles dois ali são Hinata e Kiba. – Apontou para a Hinatinha e o cachorro. – E esse é o Sasori, logo mais o namorado dele estará aí e o irmão do Sasuke também. Aquele ali é o Sai e... Acho que acabaram as apresentações. – Então isso aqui será uma grande suruba? – Perguntou Minato. –PAI! EU JÁ FALEI SOBRE A VERGONHA ALHEIA! – Não aguentei e me pus a rir. Mas eu ri de me abaixar no chão e chorar. – Sasuke, você está bem? São as drogas? – Calma, senhor Uzumaki! É que é muito engraçado ver o Naruto com vergonha. – Expliquei-me, limpando uma lágrima imaginária do canto do olho esquerdo. – Mas e aí gente, cadê a comida dessa casa? E não me peça educação Naruto. – Ah que bom que você está com fome, Sasuke-kun! Vamos todos para a sala de jantar principal. – Kushina se animou. Deixamos as mochilas na sala de estar e fomos para a sala de jantar. A sala era realmente mais bonita do que eu imaginava, acho que eu não quero sair daqui nunca mais. Kushina nos serviu e eu comi com gosto. Eu troquei alguns olhares furtivos com Naruto durante o almoço, mas nada muito significativo até chegar a hora da sobremesa. – E então filho, como anda seu namoro com o patife do Gaara? – Perguntou Kushina. Dez pontos para a sogrinha! Que o massacre continue. – Ah mãe, sobre isso... – Por que está sem jeito? Já falei que se ele partir seu coração de novo, eu parto a cara dele! – Ameaçou Minato. Eu amo essa família. – PAI, MÃE! Me deixem falar pelo menos uma vez sem me interromper ou me fazer passar vergonha! – Pediu meu lindinho. – Eu não estou mais com o Gaara. – Tão rápido?! Mas eu sabia! Sabia! Gaara não é homem para você, meu filho. – Sogrinha alisou a cabeça de Naruto. – Você devia arranjar alguém como... Como... O Sasuke-kun! Sabe, ele é tão educado, é de boa família, fora o fato que se vocês ficassem juntos eu poderia fofocar mais com a Mikoto! E o seu pai e o Fugaku-san seriam amigos de novo. – Os olhos de minha sogra brilhavam e ela estava quase caindo da cadeira de empolgação. – Mas é sobre isso que eu quero falar. – Explicou Naruto. – Eu deixei passar uma semana com uma dúvida enorme, eu estava realmente muito confuso, – Ele levantou-se da mesa. – não sobre meus sentimentos, sobre isso eu tenho certeza. Como todos sabem eu namorei Gaara durante três anos e tentamos reatar agora, porém não deu certo. Alguém maravilhoso me mostrou quem Gaara realmente é. E esse alguém maravilhoso despertou sentimentos em mim em uma intensidade tão grande que eu mal pude acreditar que realmente dava para sentir isso sem meu peito explodir. Sasuke-kun... – Minha sogra soluçou de felicidade. -... Namora comigo? Sem pressa de futuro ou de planos exagerados, só namora comigo. Eu não sabia o que responder. Ou melhor, sabia, mas a resposta simplesmente não saia da minha boca! Eu estava congelado na mesa de jantar. Todos me olhavam com expectativa, esperando pela resposta que definiria minha relação com Naruto, o que é o que eu sempre quis. – Eu... – Tentei falar. -... Você realmente ama me fazer passar vergonha! Seu palhaço. Eu aceito namorar com você, mas, por favor, não me faça pagar um mico desses de novo. Babaca. – Xinguei Naruto, mas confesso que levantei para lhe dar um abraço. – BEIJO! BEIJO! BEIJO! – Todos os presentes da sala entoavam em couro. Logo, Itachi e Lee que entraram pela porta da frente, também estavam junto aos outros, para fazer minha desgraça. – BEIJO! BEIJO! BEIJO! Olhei para Naruto sem jeito... Não, corrigindo-me: Olhei para meu namorado. Naruto me olhou como quem diz “Fazer o que, né? Já que está no inferno, abraça o capeta” e me abraçou pela cintura. Eu, como a magnânima diva do recinto, abracei seu pescoço. Ok, eu ando muito gay ultimamente. Delicadamente, Naruto selou seus lábios nos meus. Não foi como os outros beijos. Esse era completamente novo, ao mesmo tempo que era familiar, como se eu tivesse feito isso a vida toda e tivesse acabado de ter feito pela primeira vez. Entende? Nem eu. Mas é o que Naruto significa. Significa tudo e qualquer coisa que me faça feliz. E onde está a bicha má que eu era? Agora, eu realmente não sei. A língua de Naruto pediu passagem e eu prontamente cedi. Não nos beijamos com avidez ou luxúria, pela primeira vez, eu soube o que é um beijo de puro amor. Aquele beijo que geralmente vem antes do “felizes para sempre” e eu não poderia imaginar beijo melhor. Com um selinho eu e Naruto nos separamos e como se alguém ligasse um som, eu voltei a escutar o mundo a minha volta. Todos batiam palmas e eu ouvi até alguns assovios que eu presumi ser da parte de Kiba, mas eu não ligava. Eu estava perdido na minha imensidão azul favorita: os olhos de Naruto. – Estou tão orgulhosa! – Gritou sogrinha. – Preciso ligar para Mikoto! – Vocês não sabem o quanto eu rezei para isso! – Comentou Hinatinha vindo me abraçar. – Parabéns Sasuke-kun! Estou feliz de ter feito burrada, mas ajudado. – Sorriu – Vem cá sua catiroba maldita! Eu te amo! – A abracei de novo. – Te amo! Te amo! – Segura os ânimos aí Suke, se não meu cunhadinho vai ficar com ciúmes. – Zoou meu irmão e apertou a mão de Naruto. – Se magoar meu irmão, eu te caço até no inferno. – Meu casal favorito! – Gritou Sasori. – Amo vocês, caras. O resto do pessoal nos parabenizou e eu não estava entendendo mais nada! Parecia até que eu e Naruto iríamos nos casar de fato. Eu estava feliz como nunca estive e o sorriso do Naruto demonstrava o mesmo. Então assim é o amor... Tudo parece tão colorido. Deus, eu estou gay demais! Daqui a pouco vou querer ser decorador de interiores. – Vocês tem o resto da tarde livre para fazerem o que quiserem. Ou melhor, o fim de semana para fazer o que quiserem! Quem quiser ir descansar, pegue suas bolsas e escolha dentre os quartos no andar de cima, o que eu acho que não vai ser problema já que vocês parecem viver em uma grande orgia aqui. – Comentou Minato. – PAI! – Reclamou meu namorado. – Ok! Ok! Não está mais aqui quem falou... – Meu sogro saiu de cena. – Vamos subir? – Perguntou Sasori olhando para Lee. O sobrancelhudo assentiu... Hum, prevejo tretas.Sasori. Subi para o quarto de mãos dadas com Lee. Isso de ser supostamente gay é muito novo para mim. Sim, supostamente. Eu não fico olhando bunda de homens, nem bíceps e tríceps... Só com o Lee, então, não sou gay. Sou algo como... Foda-se, deu para entender. Quando fechamos a porta, eu estanquei. Como todo mundo sabe, quando um casal fica sozinho no quarto geralmente acontecem... Coisas. O tipo de coisa que eu nunca fiz com um homem, ou seja, sou um virgenzinho em apuros. – Sasori-kun? Você esta bem? – Perguntou meu namorado. – Claro. Apenas nervoso. – Respondi tentando ser natural. Lee deu a volta por meu corpo e me abraçou por trás, subindo na ponta do pé para apoiar seu queixo em meu ombro. Recebi um beijo no pescoço e me arrepiei. – Nós não vamos fazer nada que você não queira ou não esteja pronto para fazer. Lembra-se de como foi nosso primeiro beijo? Então, só faremos quando for sua vontade. – Lee me tranquilizou. Realmente, nosso primeiro beijo foi tão especial... Acho que foi o que me levou a namorá-lo.
#Sasori flash back. – Carro do Sasori há uma semana.#– Olá. Sou Sasori, vim te buscar para lhe mostrar a verdade sobre Gaara. – Sorri, encontrado em meu quarto. O tal de Rock Lee era estranho, mas não um estranho incômodo, eu diria até que era fofo. Espera! O que eu estou pensando? Fofo? Fofo uma ova. Ele é homem, homens não são fofos. – Eu sou Lee. Prazer. – O garoto me cumprimentou timidamente. Ok foda-se isso de homens não são fofos, esse cara é uma gracinha. – Por favor, entre. – Abri a porta do carro e ele tomou o lugar do banco do carona. Dei a volta pelo veículo e sentei no banco do motorista. – Está nervoso? – Não tanto quanto pareço estar. – Ele olhou em meus olhos. Não que eu esteja fascinado ou coisa assim, longe disso, mas nossa... Agora que eu pude ver seu rosto desse ângulo tão privilegiado posso dizer que além deu gracinha, ele é bonito. – O que foi? Estou com algo nos dentes? – Ele riu. Nossa, que risada mais bonitinha. – Nada... É... Você é bonito. – QUAL O MEU PROBLEMA? ELE VAI QUEBRAR MINHA CARA. Não, espera... Se ele é gay, ele não vai se importar, não é? – Nossa, como você é direto. – Ele riu mais um pouco. – Você também é muito bonito, mas eu tenho um namorado.“Por enquanto.”, eu quis responder. Cocei a nuca sem graça e me lembrei que eu não tinha ligado o carro ainda. Gênio. Liguei o carro e comecei o caminho até a casa de Sasuke. Estou nervoso mais do que deveria, minhas mãos estão soando no volante, por quê? Parei em um sinal vermelho. – É... E então, há quanto tempo está com Gaara? – Limpei as mãos na calça. – Seis meses. – Ele respondeu. – Mas Gaara é meio esquivo às vezes. Nem sempre que ele pode sair, sempre tem algum compromisso muito importante ou está doente. Sinceramente eu penso que ele mente para mim algumas vezes, mas acho que sou cego de amores para não perceber se é verdade ou não. O sinal abriu e eu apertei o volante mentalizando na estrada. Cego de amores? Cego a ponto de não perceber que o cara está realmente mentindo para ele? Pelo amor de Deus! – Eu não sei se devo te falar algo agora... Mas ele mente para você, Lee. Pode apostar que mente. – Falei. – Sempre desconfiei, só acho que não quero acreditar porque criei uma certa dependência dele. Não consigo imaginar nada no meu dia sem ele, sabe? Chega a doer pensar em perder ele, mas... Se ele estiver mentindo mesmo, como você diz, eu não vou perdoar e terei que, ao invés de imaginar meus dias sem ele, viver. – Estacionei na rua do Sasuke. – Você é bem maduro, Rock Lee. – Elogiei. – Queria ter a cabeça no lugar que nem você. – E o que te deixa com a cabeça bagunçada? – Curioso filho da puta. – No momento? Você. – POR QUE CARALHOS EU ESTOU SENDO SINCERO? – Eu não sou gay, Rock Lee, mas desde que eu pus meus olhos em você estou achando um homem fofo e bonito. – Hm... Mesmo? – Ele corou. – Mesmo. – Confirmei. – E então... É... Me beija?- Ele pediu ou ele mandou? Estou confuso. – Sei que pode ser difícil porque você não é gay, mas eu realmente também te achei bonito. Se não estiver pronto, não faça agora. Encarei Lee. Ele é tão fofo, eu o beijaria se minha cabeça não estivesse rodando nesse exato momento. Meu corpo agiu por impulso, quando eu vi já tinha a cabeça dele entre as mãos e estava mais perto do que o limite de “espaço pessoal” permite. Eu sentia a respiração de Lee bater contra meu rosto e aposto que ele sentia o mesmo. Que graça. – Então... – Ele sussurrou. – Então. – Repeti. Virei seu rosto um pouco para o lado e fui beijando sua bochecha, cada vez mais perto da boca. Quando cheguei a meu pote de ouro, olhei pela última vez nos olhos de Lee antes de fechar meus olhos e colar minha boca na dele. A boca de Lee era macia e quente, do jeito que eu sempre sonhei que a da garota que eu amasse seria. Mas no fim das contas, seria mesmo uma garota? Pedi passagem com a língua e ele cedeu bem devagar, o que me rendeu alguns arrepios. Explorei e mapeei a sua boca, tão doce e boa que eu mal pude reagir quando a mão de Lee parou em minha nuca. Puxei mais seu rosto de encontro ao meu para aprofundar o contato. Quando o beijo acabou, eu estava ofegante. – É melhor nós irmos... A tarde vai ser longa. – Avisei para Lee. Saí do carro e dei a volta para o lado do banco do carona, abrindo a porta para ele. Sasuke atendeu a porta e disse que tínhamos que ficar ali mais um pouco. Obedeci e ficamos lado a lado na varanda de meu amigo, mas ficamos lado a lado de mãos dadas. – Aconteça o que acontecer, não saia do meu lado, por favor. – Pediu ele. – Nem que você quisesse. #Fim de flashback do Sasori# Lee ainda estava com o queixo apoiado em meu ombro esperando uma reação minha. Virei-me de frente para meu namorado e abracei sua cintura. – Sabe, estou te chamando de namorado mentalmente, mas isso me lembra que eu não cheguei a pedir. – A boca de Lee se escancarou. – Rock Lee, não te conheço há muito tempo e não estamos juntos há seis meses, mas eu te prometi que eu não ia sair do seu lado e eu não quero sair nunca. Então, namora comigo? Por favor. – E precisava pedir por favor? – Ele riu. – Namoro quantas vezes quiser e todo dia de novo. Só cumpra sua promessa que está de bom tamanho. – Beijei meu amor. Sim, meu amor. Não posso dizer que o amo pois ainda está muito cedo, mas tenho certeza que meu coração nunca vai bater desse jeito por ninguém.Peguei suas mãos e levei até meu peito, parando o beijo. – Está sentindo isso? É assim só com você. – Sorri fraco. – Nunca achei que diria isso para um homem, mas acho que estou perdidamente apaixonado por você. – Você é um bobo que me deixa mais bobo ainda. – Lee me deu um beijo de esquimó. – Cara, nós somos muito gays. – Somos, somos sim. – Confirmei. – Agora vem ser gay aqui comigo nessa cama. – Sou um viado virgem, mas tenho atitude! Hã, está achando que eu sou bagunça? Me joguei na cama e puxei Lee comigo. Deitamos de frente um para o outro e eu apoiei minha cabeça no cotovelo. Realmente, esse garoto é lindo. – Opa. – Disse ele após subir minha camisa um pouco, deixando minha barriga a mostra. Seus dedos roçaram perto do meu umbigo e minha barriga de contraiu. – Opa de novo, essas coisas acontecem. – Botei minha mão na nuca de Lee e o puxei para mim. Tomei seus lábios lentamente, com toda a luxúria que eu podia demonstrar. Confesso que não foi difícil, meu corpo parece queimar quando eu estou perto de Lee. Chupei seu lábio inferior ao fim do beijo. Tirei a mão na nuca de Lee e passei por todo seu corpo, ele tremeu. Seu corpo era perfeitamente desejável e eu estava imaginando como seria passar a boca em todos os lugares, pequenos lugares, de seu tronco e pernas. Puxei Lee para o meio da cama e sentei-me em seu colo. Seus olhos brilhavam em algo parecido como admiração. Eu sei que eu sou o virgem, mas tenho tanto medo de machuca-lo... Levantei a barra de sua blusa e ele me ajudou a tirá-la. Seu tronco era um pouco bronzeado, seu corpo magro fazia harmonia com as feições não tão másculas... Venho dito e repetindo: ele é lindo. – Por favor, se em algum momento eu te machucar, me diz que eu paro na hora. – Pedi e ele assentiu. Abaixei-me até minha boca encostar em seu pescoço, Lee respirava com dificuldade. Então, quer dizer que eu também o deixo assim... Beijei seu pescoço com cuidado e carinho, o fazendo arfar. Estou maravilhado com as reações dele. Com uma mão massageei sua nuca, enquanto descia meus lábios por seu pescoço até chegar a seu peito. Usei a mão livre para excitar um de seus mamilos, Lee só suspirava baixo. Quando ele menos esperava, abocanhei o pequeno botão rosado. – Hm... S-Sasori... Kun. – Sorri e passei a língua sobre seu mamilo, o eriçando mais ainda. Tirei a mão de sua nica e direcionei-a até o outro mamilo, provocando-o. Lee já não escondia seus baixos gemidos. – Hm... Ah! Com satisfação pude escutar seu muxoxo quando abandonei a pele sensível e excitada para morder seu abdome com força. Os dedos de Lee entrelaçaram em meu cabelo e eu soube que estava fazendo tudo certo. Não é desesperador como eu pensei que seria. Passei a língua por sua barriga algumas vezes, antes de chegar ao meu ponto de interesse. Usando todo o autocontrole que eu ainda tinha, abri o botão da calça de Lee. Ele apoiou-se sobre os cotovelos para olhar o que eu iria fazer, tsc, como se ele não soubesse. Abri seu zíper e puxei a calça. Ali, marcado na cueca branquíssima, estava a ereção crescente de meu namorado. Com toda coragem que eu tive, já que nunca vi outro homem excitado, puxei a cueca também... Nossa, estou me sentindo ainda mais gay por meu próprio membro latejar pela visão. Minha calça ficou mais apertada ainda quando eu vi que Lee estava perfeitamente corado. – Eu vou cuidar bem de você. – Eu disse antes de beijar sua ereção. Lee arfou, o que me deu incentivo para continuar. Botei seu membro na boca com cuidado para não machucar, afinal, nunca chupei um pau na vida. Coloquei dentro da boca o máximo que eu podia aguentar e chupei, contraindo as bochechas com força e fazendo Lee gemer meu nome audivelmente. Pois é, alguma coisa eu estou fazendo certa. Subi e desci a cabeça rapidamente, o corpo de Lee dava pequenos solavancos e ele gemia feito um gatinho. Parei de chupar e passei a língua algumas vezes, como se o membro de Lee fosse um picolé de fato. – Sasori-kun, me dê dois dedos seus. – Meu namorado pediu. Subi uma de minhas mãos para perto de seu rosto, sem parar de chupá-lo. Lee imitou todos os meus movimentos em meus dedos e tirou-os da boca. – Me prepare. Quando Lee abriu suas pernas mais um pouco, entendi o que ele quis dizer. Ok, agora eu estou nervoso. Parei de chupá-lo e me afastei um pouco, deixando-o abrir as pernas ainda mais. Pela primeira vez tive a visão da pequena entrada de Lee... Deus, isso é pecado! Apertei meu dedo contra o ânus de Lee e vi meu dedo ser engolido lentamente. Puta que pariu, quase gozei só com a visão. Meu namorado gemeu languidamente. Com a mão livre abri minha própria calça e a desci o máximo que eu pude, o aperto dentro de minhas roupas estava quase gritante. Movimentei o dedo mais rapidamente e percebi que Lee não sentia dor nenhuma, então pus o segundo dedo também com carinho. O fato de que Lee parecia muito acostumado com aquele tipo de invasão não me agradou nem um pouco, mas fazer o que né, eu pedi para namorar com ele sabendo muito bem que virgem ele não era. – Por favor, venha logo. – Ele pediu. Tirei os dedos de dentro dele e ele gemeu baixo. – Mas antes, uma coisa. – Lee mexeu-se eu saí e cima dele. – Encoste na parede por favor. – Fiz o que ele pediu e, para minha surpresa, fui maravilhosamente chupado por ele. – Vamos nos livrar dessas roupas incômodas não é? – Puxou minha calça e minha cueca. – Agora temos certeza que vai deslizar perfeitamente. – Piscou para mim. Deus! Quando Lee havia se tornado tão pervertido? Continuei imóvel sentado com as costas na parede, só para ver Lee passar uma perna para cada lado de meu corpo e direcionar meu membro direto para sua entrada. Ele é tão apertado... – Deus! Lee... Você é tão gostoso. – Gemi. Minha consciência já tinha quase se esvaído. Vi o sorriso travesso que tomava seu rosto quando finalmente eu estava totalmente dentro da cavidade apertada e quente de meu namorado. Ele segurou em meus ombros antes de começar a se mover. Quando ele impulsionou seu corpo para subir, minhas mãos foram instintivamente para suas ancas o fazendo descer de novo. Nossos gemidos tomaram o quarto. Os movimentos iam gradualmente aumentando a velocidade eu me controlava cada vez mais toda vez que acertava o ponto especial de Lee e ele se contraía. – Sasori, me bate! – Ele pediu. Nunca fui sádico, mas como o clima estava tão bom, não pude recusar um pedido tão necessitado e espalmei minha mão em seu traseiro. – Ah... Você é tão gostoso! Tão grande! Eu me sinto tão cheio... As insanidades que Lee profanava eram música para meus ouvidos e eu já estava perto do ápice. – Por favor Lee, fique de quatro. – Pedi. – Eu não vou aguentar muito tempo. Meu namorado parou com seus movimentos insinuantes e saiu de meu colo, ficando de quatro na cama e balançando a bunda para mim. – Vem cá, vem. – É hoje que eu fico maluco. Fiquei de joelhos em e encaixei atrás de Lee, segurando seu quadril. Mais fácil que da primeira vez, meu membro escorregou para o interior de Lee, acertando diretamente seu ponto máximo de prazer. Agora que eu estava no comando, pretendia acertá-lo mais vezes.
Comecei a estoca-lo com força, agora que eu sabia que não iria doer de jeito nenhum, sem dó e nem piedade. Lee rebolava como uma puta e eu perdia a sanidade cada vez mais. Tudo que eu conseguia ver se tingia dos tons mais variados de cores e eu estava me sentindo completo dentro de meu namorado. Meus gemidos já roucos estavam tão altos que eu duvido que todos os do andar inferior já não tinham escutado. Mas quem se importa? O que importa é que agora eu estou unido com Rock Lee de todos os modos. – Lee, eu vou... – Não consegui terminar a frase. – Eu sei! Eu também! – Gemeu ele. Com mais algumas estocadas usando todas as forças que eu tinha, me desfiz dentro de Lee enquanto o mesmo sujava os lençóis da belíssima casa dos Uzumaki. – Eu te amo. – Disse ele, quase desfalecido deitado de bruços no colchão. – E eu te amo mais. – Respondi antes de cair ao seu lado e apagar.
Notas finais
E aí? Ficou bom? LEMBRANDO QUE: o epílogo ainda reserva muitas surpresas. E PÕE SURPRESA NISSO, HEIN. Quem aí vai ler Forsaken? Espero por vocês lá! Beijos e até semana que vem.
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