Histórias da Ecomoda.
227 Binyap x Ecomoda
No aeroporto:
Marcela pega sua mala, e vai para a área dos pontos de taxi. Ela espera por alguns minutos e encontra um taxi vazio.
—Boa noite senhora!
—Boa noite, vamos para a rua 16 condomínio San José.
—Sim senhora! O taxista liga o carro e segue viajem.
No hospital:
—NÃO.... POR FAVOR, NÃO.... NÃO FAÇA ISSO! EU TE PEÇO! Betty se revirara de um lado para outro.
—Moça, ei moça acorda! A enfermeira balança Betty.
—NÃÃÃÃÃO! Betty acorda assustada gritando.
—Você está bem? A enfermeira fala pegando um copo de água.
—Sim. estou... Betty passa a mão no rosto.
—Tome, isso ira lhe fazer bem!
—Obrigada! Betty fala tomando dois goles generoso da água.
—Quer falar do seu pesadelo? Dizem que quando não contamos ele acontece... jajajajaaj
—Aí moça não fala isso nem brincado! Eu sonhei que meu marido e o doutor Valência estavam brigando e que o doutor Valência puxava uma arma para o meu marido!
—Nossa isso foi mesmo terrível! Mas calma foi só um pesadelo, é melhor voltar a dormir.
—Sim, obrigada! Betty se deita mais uma vez e fecha os olhos tentando forçar o sonho.
Em outro quarto:
Daniel estava sentado na cama do hospital, quando uma enfermeira entra.
—Daniel, aqui está a sua refeição. A mulher fala colocando um prato de sopa em uma mesinha e aproximando de Daniel.
—Obrigado, mas não tenho fome!
—Precisa comer tudo para poder sair daqui!
—E ir para a cadeia? Obrigado, prefiro ficar aqui mesmo.
A enfermeira que já era uma senhora idosa, dá um sorriso para Daniel passa mão no rosto de Daniel e fala.
—Mas o que aconteceu com seu rosto? Ela fala ao perceber que seu ouvido saía um pouco de sangue.
— Isso é o resultado da última visita que saiu daqui. Daniel fala passando a mão na orelha.
—Como assim meu filho, a última pessoa que passou aqui foi o doutor...
—Dylan!
—A senhora corre até o banheiro pra pegar um pedaço de papel pra limpar o sangue.
Daniel passa a mão nos cabelos e as lembranças vem em sua mente.
Minutos a trás:
Daniel estava deitado quando a porta abre e Dylan entra.
—Não precisa se levantar! Eu vim só trazer um recado. Dylan fala.
—Que? Daniel fala levantando a cabeça e pra sua surpresa recebe um grande soco no ouvido.
—Isso é pra lembrá-lo o que lhe espera na prisão! Dylan fala ao limpar a mão com um pouco de álcool e sair do quarto.
De volta ao tempo atual:
A enfermeira deita a cabeça de Daniel no travesseiro e limpa o sangue que saia do ouvido.
—Esse homem é um monstro, não vou deixar que entre mais sozinho.
—Não se preocupe, eu vou ficar bem.
Na Ecomoda;
Aura Maria vai até a presidência.
—Com licença, doutor Armando o senhor Halit está aqui e quer falar com o senhor!
— A certo, vou atende-lo na sala de reuniões, por favor leve café pra nós!
—Sim senhor! Com licença.
Armando pega duas pastas e seguia para a sala de reuniões quando seu pai o chama.
—Armando!
—Sim?
—Esse senhor Halit, é o dono da Byniap, certo?
Sim papai! Somos sócios!
—Sócios?
—Sim, eu comprei algumas ações da Byniap.
—Mas como...
—Seu Roberto, depois o Armando explica, vamos nos concentrar aqui. Fala Nicolás
—Certo, mas quero saber direitinho disso.
Armando abre a porta da sala de reuniões e vê Aura Maria e Halit.
—Olá Halit, como está? Armando fala sorrindo para o amigo.
—Armando, como vai? E a Betty? os dois trocam um aperto de mão caloroso, depois se sentam.
—Com licença eu já trago os cafés. Aura Maria fala saindo da sala.
—Ela está bem, mas vai ficar alguns dias no hospital...
—Sim, soube que seu filho nasceu, parabéns.
—Obrigado, mas Halit eu te chamei aqui pra te falar sobre o lançamento.
No apartamento de Marcela:
Marcela entra apressada, ela corre para seu quarto, e pra sua surpresa Marcelo estava sentado em cima da cama.
—Meu Deus!!
—Nossa, essa não era a recepção que eu esperava! Marcelo se levanta e abraça Marcela.
—Desculpa mi amor, eu me assustei! Marcela fala nos braços de Marcelo.
— Calma mi amor, eu estou aqui. O que você precisa?
—Eu preciso de um tempo, um tempo pra descansar, estou tão cansada!
—Venha, vamos deitar-nos um pouco! Marcelo pega Marcela nos braços e a leva pra cama.
Na Ecomoda:
—Deixa-me ver se entendo direito, vamos dividir os gatos dessa coleção em 20,20,60 é isso? Halit pergunta desconfiado.
—Isso mesmo.
—E onde a Byniap entra?
— Com os acessórios de couro, e a imprensa internacional.
—E a Ecomoda?
—Além de nossos modelos exclusivos temos algumas parcerias com empresas de beleza, que irá financiar o nosso desfile.
—Entendi, e quanto a Ecomoda está disposta a fornecer suas peças para a Byniap?
—Quanto for necessário, nos também temos que fornecer peças para todas as nossas franquias, aumentamos em 100% nossas exportações e fabricação de nossas peças, olha digo com toda a certeza Halit que esse lançamento, será o maior lançamento de todos os tempos da Ecomoda.
Halit toma um gole de seu café, depois se levanta da mesa de reuniões. Ele anda de um lado para o outro, passa a mão na cabeça e responde. _ Onde eu devo assinar? Porque o negócio está fechado, a Byniap vai participar do desfile, mas com uma condição.
—E qual seria?
—Nós gostaríamos de ser a única empresa parceira da Ecomoda em todo continente asiático.
—O mercado asiático nos ainda não exploramos... qual o seu interesse?
—Simples, com o couro da Byniap e as peças exlusivas da Ecomoda, seremos a maior empresa do mundo em vestuário, se dominarmos o mercado asiático. O que você acha, fechamos o negócio? E a Byniap irá custear cerca de 60% de todos os lançamentos daqui pra frente. E aí Armando o que você me diz?
Armando se levanta e fala: _ fechado!
Os dois apertam as mãos fechando o grande negócio para ambas as empresas.
Na sala da presidência:
Nicolás e Mario terminam de fazer os cálculos dos salários dos empregados da empresa.
—Pronto! Terminamos seu Roberto. Nicolas fala ao se aproximar de Roberto com uma folha nas mãos.
—Isso é o que devemos aos funcionários? Roberto fala assustado.
—Sim Roberto!
—Mas essa folha salarial está o triplo de quando eu era presidente.
—Sim seu Roberto, sabemos, mas depois que a Betty e o Armando assumiram a empresa, aumentou o número de funcionários e os salários dos empregados também subiram. Nicolas fala tomando suco.
—Entendi, mas me digam temos dinheiro pra isso tudo? Ou melhor a Terra moda tem dinheiro pra isso?
Nesse momento a porta da sala de reuniões abre e Armando sai de dentro com um grande sorriso.
—E ai irmão, qual é o motivo de tanta felicidade?
—Além de ter uma esposa linda uma família maravilhosa? Armando pergunta sorrindo.
—Sim além disso!
—Consegui fechar um grande negócio para a Ecomoda!
—Como assim meu filho?
—Vocês já vão saber, a Aura Maria está terminando de fechar o contrato.
—Certo, mas me diga Nicolás, vamos conseguir pagar a folha de pagamento desse mês?
—Sim seu Roberto, o dinheiro da terra moda dá e ainda sobra jajajajaja.
—Que alívio, em saber disso. E mais que uma empresa que começou de uma forma clandestina mais uma vez vai salvar a Ecomoda.
—Papai, deixe disso, a terra moda deixou a muito tempo de ser uma empresa clandestina, o seu Hermes e o Nicolas estão fazendo um trabalho de excelência com a empresa.
—Isso é verdade!
—Mas e aí cabeção que negócio maravilhoso é esse?
No apartamento de Marcela:
Marcela dormia tranquila no peito de Marcelo, os dois tinha feito amor e a moça dormia tranquila.
Marcelo ao perceber que Marcela estava desmaiada em seu peito, tratou de se levantar devagar colocando um travesseiro. Depois ele se levantou e foi em direção a cozinha. Ao passar pela sala de jantar, ele viu uma garrafa de whisky e resolveu se servir da bebida.
Ao tomar o primeiro gole, ele viu a bolsa de Marcela jogada no chão, e se lembrou da conversa que teve com ela pouco antes da moça dormir.
—Mi amor, você vai mesmo levar esse dinheiro para o médico, e se ele trair o seu irmão?
—Tenho que tentar, o que não pode acontecer é do meu irmão continuar preso.
—Entendo, e quando você vai levar esse dinheiro?
—Daqui a pouco... estou tão cansada... Marcela falou e pouco tempo depois dormiu.
—Hum.... vejamos quanto dinheiro tem nessa bolsa. Marcelo fala pegando a bolsa de Marcela.
Ele acha rapidamente o dinheiro, depois de contar ele fala.
Hum... 60 Mil pesos. Acho que ela não vai notar se sumir vejamos uns 10 mil. Jajajajajaja.
Marcelo pega o dinheiro e corre pegando suas calças no chão ele coloca no bolso, depois coloca a calça em um canto.
—Mi amor.... Marcela fala assustando Marcelo.
—Oi mi amor, que susto.
—Por que você não estava na cama?
—Eu vim beber água, mas peguei um whisky no seu bar me desculpe.
—Aí mi amor, não se preocupe, esse whisky está ai desde que... de repente Marcela se cala.
—Desde que você terminou com o Armando, não é mesmo?
—Sim...
Marcelo abraça Marcela e fala. _ Não se preocupe, não foi você quem perdeu e sim ele. Eu te amo. Ele lhe dá um beijo quente nos lábios de Marcela.
—Mi amor eu preciso ir.
—Eu vou com você
Continua.....
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