Hikikomori?
16 Meu medo!
Parte 1
Enquanto treinava Yoko parecia nervosa com alguma coisa. Eu treinava meus movimentos com espada, mas não consegui me concentrar por causa disso. Gardênia estava sentada debaixo de uma sombra feita por uma grande árvore e acompanhava com os olhos cada passa que a sacerdotisa fazia. Teve ate momentos que pensei que ela iria arrancar seus cabelos.
“Que merda! Como eu pude me esquecer de algo tão importante? Comente um erro serio.” Ela sussurrava para se mesmo enquanto andava para o lado e para o outro.
Me perguntava o que tinha acontecido, pois essa é a primeira vez que a vejo daquele jeito.
Cada vez que ela andava aparecia uma áurea negra como se tivesse uma amaldiçoando alguma coisa.
“Y-Y-Yoko!?” Eu estende minha mão para ela. Entretanto, ela olhou para mim com um olhar amedrontador. Em resposta daquele olhar hesitei alguns passos. Com um olhar de caçadora, ela começa a andar na minha direção. Pensei em fugir para salvar minha vida, mas minhas pernas tremiam diante da “morte” e não consegui move-las.
“Gardênia, venha comigo!” Ela falou com um tom amedrontador.
Ela segurou na gola da minha camisa e me arrastava para algum local. Eu perguntava para onde estávamos indo, mas ela insistia em manter segredo. Ela ruía as unhas de sua mão e murmurava algo. Fui arrastado por todo o caminho sem saber onde iríamos chegar. Fiquei com medo de ter cortado minha traseira nas pedras, mas algo eu tinha certeza, não sabia onde estava. Estávamos em frente a um castelo velho. Provavelmente não morava ninguém ali, no início eu pensei nisso, mas pela que a sacerdotisa disse logo mudei de idéia. Eu não sabia por que chegamos ali. Por que eu tinha uma sensação ruim em relação ao castelo toda vez que o olhava? Aquilo me dava um calafrio que fazia eu querer dar meia volta.
A noite daria para gravar um ótimo filme de terror dentro desse castelo, fora os filmes de maldições também.
Parte 2
Estávamos dentro do castelo. Eu andava com cuidado por que não sabia o que poderia aparecer ali. Os móveis empoeirados desmontava que não morava ninguém ha anos. Por que eu tinha uma sensação ruim? Cuidadosamente eu olhava o local, mas isso me fez ficar um pouco para trás e isso não era algo que queria. Eu acelero os passos até acompanha-los, o castelo não era grande e mais ao fundo havia uma escada que levaria ao segundo andar. No primeiro andar haviam 3 portas que não averigüei que me fizeram ficar curioso, apesar disso sou um pouco medroso. A maior parte de baixo é a sala de estar que tem um grande lustre quebrado no teto.
A sacerdotisa andava firmemente no chão como soubesse onde estava pisando. A elfa andava enquanto comia. Sera que ela só sabe comer? Elas não demonstravam estar com medo. Nós estávamos no segundo andar com um chão de madeira em alguns locais e outros de tijolos. Que combinação era aquela? A madeira estava podre, um peso bruto poderia fazer a pessoa ir abaixo e apesar disso Yoko andava firmemente, sem pisar com cuidado. Eu olho para a elfa e ela do mesmo jeito!? Naquele momento eu duvidei da minha masculinidade, eu era o mais medroso dos três, soltei até um suspiro ao percebe isso...
Nós íamos mais a fundo. Chegamos no 3ª andar e um arrepio me deixou nervoso. A atmosfera gelada fez parecer em um filme de terror. Enquanto andava fiquei um pouco atrás e isso era um mal sinal. É sempre o ultimo o primeiro. Sempre quem se separa é o primeiro a sumir. Olhava para os lados e mesmo em um dia tão claro aquilo era assustador. Mas, então, uma sensação de que alguém estava trás de mim apareceu. Não só isso, havia 4 sombras na parede e só havia nos 3 de nós, certo?!
“Y-Yoko...” Falei estremecendo a voz.
Ela não me escutou.
Então eu gritei seu nome... em meu coração...
(Oh, brasão meu. Oh contratante querido, eu sei que não estou preparado para o brasão, mas nesse momento me permita uma habilidade que der para comunicar mentalmente com as pessoas... Por favor, Por favorzinho, só nesse momento... Eu lhe imploro!)
Depois da minha oração comecei a andar duro pelo corredor.
“Yoko...”
“Estamos quase chegando.”
Onde? Pra que? Olha para mim porra antes que eu defeque nas calças... Eu lhe imploro. Meu sangue soava frio, mas ainda nem era de noite. Olha a paisagem do lado de fora e o sol já estava se pondo. A sombra ganhou mais destaque na parede, era de um homem adulto que não tinha pernas! Ele estava flutuando!? Meu coração foi a mil.
“Chegamos!” Nesse momento ela se vira. Ela arregala os olhos e demonstrou uma cara de surpresa. Gardênia mordia sua maçã.
A sacerdotisa colocou um sorriso no rosto.
(Salve-me...) Eu gritava por socorro, no meu coração.
Ela deu meio giro e ficou em frente a porta de madeira na sua direita.
Ela me ignorou!?
Lentamente ela foi levando seu pé direito e então...
*BOOM*
A porta é arrombada e jogada longe.
Ela tá fugindo!?
“Ora, sua vadia! para de brincar com os sentimentos do menino!” A voz dela foi ouvida depois de entrar no quarto.
“..?”
Passei a entender mais nada.
Parte 3
Todo o meu corpo estava tremendo. Estava sendo em um sofá confortável, em minhas mãos havia um copo com água e açúcar para me acalmar. A água caia mais fora do que dentro da minha boca.
A culpa de tudo isso? A culpa era de uma garota gótica com os olhos hipnotizantes rosa. ela é do tipo de pessoa que gosta de assustar os visitantes.
“Desculpa, desculpa!” A gótica se desculpava enquanto coçava seu hematoma(calombo) feito por Yoko.
Enquanto me acalmava escutava as conversas das duas e elas demonstravam ser bastante próxima.
Ela disse que ela só queria brincar com os novos visitantes e aproveitou do mais fraco. Seu nome era Angra. Ela era uma bruxa que morava no castelo. Ela tinha habilidades ilusórias e foi isso que ela usou em mim.
“Yokozinha, quem seria esse rapaz? Seu namorado? Isso significa que você conseguiu desencalhar, não é? Você agora vai poder perder a virgindade, não é? Ela a provocava freneticamente a sacerdotisa.
“Não é nada disso! Estou ajudando a treina-lo e perceba que não estou só com ele!”
A bruxa olhou desinteressada para mim após ouvir a resposta dela.
(Levei um fora!? Vem mundo e vai mundo, meu fracasso com mulheres contínua o mesmo... )
Lentamente ela vai se aproximando do meu rosto. Vendo seu rosto mais de perto percebo um pequeno detalhes em seus olhos. Em suas pupilas havia uma pequena cruz que de longe não podia ser visto facilmente. A cruz tinha uma cor mais escura.
*nif, nif*
Ela cheirava o ar ao meu redor!?
Após abrir seus olhos, colocou um sorriso no rosto.
“Esse também é virgem!”
“Ê? O que ela ta di--”
Eu não tinha como negar aquilo. apesar que já tinha visto muitas mulheres nuas... na tela do computador. Me deu um desânimo.
Logo, então, quando ela viu minha cara de desânimo ela falou.
“Aqui tem 3 garotas virgens, qual você escolherá?”
O que ela esta dizendo? Espera! Ela se colocou também, então ela era virgem? Como? Hã? O que? Era informação demais para uma pessoa. Me deu um embrulho na cabeça.
“Ele não vai escolher nenhuma por que não estou a venda!”
A sacerdotisa deu cascudo na bruxa que fez aparecer um outro calombo.
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