Highschool Of The Dead
9 O Novo Plano da Saya!
Notas iniciais
Primeiramente quero pedir mil desculpas por essa demora... Desculpem mesmo, estava meio desinspirada... kkkk'
Eu quero agradecer a todos os leitores por acompanharem a minha humilde Fanfic e um agradecimento especial para Hiroko Nana e para guicmit por favoritarem a história.. Estou muito feliz!!! ^-^
Quero também explicar que alguns dos motivos pela demora foi a minha "desinspiração", semanas de aula muito corrida (provas, trabalhos e outras coisas típicas de escolas) e o último motivo, mas o mais importante é que eu estou fazendo uma outra Fanfic no tema "Naruto".
Gostaria muito que vocês dessem uma olhadinha básica, mas por enquanto ainda não foi publicada, quero deixar alguns capítulos adiantados para não ficar com essa mesma demora que eu sei que vocês amam (Sqn')... Kkkkk'
Deixando de enrolação, aqui está o capítulo e espero que gostem!!
Ainda está tudo escuro, apenas com a luz da Lua clareando a vila, quando a Rei acorda com barulhos de disparos.
- Takashi... – Diz Rei enquanto me chacoalha tentando fazer com que eu levante – Takashi acorda! Está acontecendo alguma coisa lá fora... – Ela diz preocupada enquanto eu apenas fico resmungando.
- Takashi, Rei! – Diz Saeko entrando no quarto desesperada.
- Que merda está acontecendo? – Pergunto quando finalmente esqueço a preguiça e me sento na cama esfregando os olhos até que escutamos disparos e eu dou um pulo.
- Os zombies conseguiram entrar na vila! – Grita Saeko indo em direção ao quarto da Saya.
- Vem Takashi! – Grita Rei me puxando pelo braço.
- Como isso aconteceu Saeko? – Pergunto preocupado e ao mesmo tempo confuso.
- Não tenho tempo pra explicar, temos que ajudar logo! – Ela grita enquanto todos entram no quarto da Saya.
Quando entramos a Saya estava dormindo apenas de calcinha e sutiã, então não pude deixar de ficar corado. Eu desviei os olhos, mas mesmo assim a Rei fez questão de tampá-los com suas mãos delicadas.
- Isso não é hora de ter ciúmes Rei. – Diz Saeko revirando os olhos.
- Você fala isso porque não é com seu namorado. – Retruca Rei.
- Isso não é hora de vocês discutirem. – Digo intervindo na briga das duas.
A Saya acorda com o barulho e se surpreende com todos ali, ela se espreguiça e percebe que está somente de lingerie, então ela grita tão alto que eu acho, acho não, tenho certeza, que todos os zombies do mundo escutaram. Depois desse super grito, ela se esconde debaixo das cobertas e fica corada, então finalmente, a Rei tira a mão dos meus olhos.
- O que está acontecendo? – Pergunta Saya confusa e ainda corada.
Após a pergunta se ouve novamente alguns disparos.
- Acho que isso responde a sua pergunta. – Diz Rei.
Nesse momento o Kouta entra no quarto.
- Achei vocês! O que está acontecendo? – Diz Kouta olhando para todos nós e quando o seu olhar chega em Saya ele cora – Sa-sa-saya...
- Idiota! Não diga uma palavra! – Diz Saya ainda em baixo das cobertas.
Depois disso, a Srta. Shizuka, a Alice e o Zeke chegam no quarto.
- Calma Zeke, vai ficar tudo bem. – Diz Alice com o Zeke no colo dando pequenos latidos.
- Meninos, o que está acontecendo? Por que esses disparos? – Pergunta Srta. Shizuka.
Todos começam a falar desordenadamente até que a Saya se irrita e grita:
- Calem a boca cassete! – Todos ficam mudos e engolem em seco – Que porra aconteceu para todo mundo invadir o meu quarto desse jeito? – Todos começam a falar até que ela nos interrompe de novo – Droga! Um de cada vez! Saeko o que houve? – Ela diminui o tom de voz na ultima parte.
- É o seguinte, os zombies conseguiram entrar na vila, e antes que vocês me perguntem, não, eu não sei como, só sei que as pessoas estão conseguindo atrasá-los, mas precisam de nossa ajuda e precisamos descer lá em baixo e acabar com esses malditos! Saya onde estão nossas armas? – Pergunta Saeko.
- Estão ali no armário. – Diz Saya apontando para o armário.
- O.K.! Rei, Takashi e Kouta, peguem suas armas, temos que ajudar os habitantes! – Diz Saeko e todos nós vamos em direção ao armário e pegamos nossas armas de costume, menos o Kouta, que estava acostumado com sua arma à laser, mas pegou a espingarda devido nossa situação de não poder usar nada eletrônico.
- Pessoal não morram! Acabem com aqueles monstros desgraçados! – Saya diz enquanto faz um sinal positivo com o polegar para nós.
- Pode deixar. – Eu digo sorrindo de canto.
- Tomem cuidado! – Diz Alice preocupada e Zeke da um latido.
- Contamos com vocês! – Acrescenta a Srta. Shizuka.
Descemos as escadas correndo deixando a Saya, a Alice, o Zeke e a Srta. Shizuka no quarto. Corremos o mais rápido possível até chegarmos no portão da vila. Assim que chagamos, vimos muitas pessoas tentando proteger a vila, e reconhecemos o Senhor Aburame, o dono da pousada e até a senhora da barraquinha de ramen estava lá. Eu, a Saeko, a Rei e o Kouta fomos com tudo, matávamos um por um com a ajuda das pessoas.
- Toma essa seu maldito! – Disse a Senhora da barraquinha de ramen depois que acertou a cabeça de um zombie com um disparo de uma pistola calibre 31 e eu não pude evitar de rir, afinal, era uma senhora com no mínimo 60 anos falando aquilo, foi uma cena muito engraçada.
Depois de algum tempo, conseguimos empurrar os zombies para fora e então, o Senhor Aburame e o dono da pousada conseguiram fechar o portão e tudo acabou.
- Conseguimos pessoal! – Disse o Senhor Aburame.
- Agora me expliquem uma coisa... – Dizia Saya chegando com a Srta. Shizuka, com a Alice e com o Zeke vindo atrás – Como essa merda aconteceu?
- Calma Saya, você esta exaltada demais. – Dizia a Srta. Shizuka tentando acalmá-la.
- Eu também quero saber. – Disse Saeko.
- Bom... – Explicava o Senhor Aburame – Eu acordei no meio da noite com batidas muito altas no portão, então pensei que fosse algum sobrevivente querendo abrigo, igual no caso de vocês. – Ele aponta para nós – Mas quando abri o portão, uma moça me empurrou para trás e fez com que caíssemos no chão, ela estava em pânico até que ela foi mordida por um zombie. Eu não sei como os eles conseguiram subir até aqui, mas depois que essa moça entrou, começou a surgir um monte de zombies atrás dela e assim, eles chegaram na vila, ainda bem que não fui mordido, graças aquela mulher, mas sinto um remorso por ela, se eu tivesse sido mais rápido – Ele diz batendo na cabeça – Isso não teria acontecido. Depois que eles foram entrando eu pedi por socorro e as pessoas foram chegando com armas e então eu fui pegar um bastão de vassoura na minha casa, é a única arma que eu tenho. Depois vocês chegaram e foi isso ai. – O Senhor Aburame termina sua explicação apontando para as dezenas de zombies mortos.
Todos ficamos quietos por um tempo até que o dono da pousada resolve quebrar o silêncio.
- Bom, essa noite realmente foi cansativa, já que terminamos vou me recolher... – Diz ele saindo – Boa noite pessoal! – Ele diz, mas antes de sair de vista a Saya o chama.
- Onde o senhor pensa que vai? – Ela o olha com um olhar desafiador.
- Ora, para casa, lógico. – Ele responde sem entender a pergunta.
- Antes temos que dar um jeito nisso aqui espertinho! – Diz Saeko entendendo o que a Saya quer.
- Ninguém quer um cemitério de zombies no portão de sua vila. – Acrescenta Rei.
Todos ficam reclamando juntos.
- É eu sei, eu também não vou gostar de encostar nesses monstros sujos e malditos, mas não vou gostar mais ainda de acordar com o cheiro e essa paisagem maravilhosa – A Saya diz de forma irônica apontando para os cadáveres.
Depois de um tempo com as meninas implorando, todos os moradores concordaram em se livrar dos mortos.
Quando todos os mortos estavam agrupados, antes de abrir o portão, a Saya jogou uma bombinha (que não faz muito estrago) por cima do muro, para garantir que os zombies fossem seguir o som.
- Kouta, acho que essa sua bombinha que me deu falhou, já faz mais de dez segundos e ela ainda não explodiu. – Disse Saya.
- Cuidado é melhor tampar os ouvidos, elas não fazem estrago mas fazem barulho. – Alertou Kouta e a Saya concordou.
Assim que passou 20 segundos a bomba explodiu, e mesmo com meus ouvidos tapados, acho que eu fiquei surdo com esse barulho.
Todos ficaram reclamando até que a Saeko lembra:
- Rápido, abram logo esse portão!
Dois homens abriram o portão e rapidamente todos nós empurramos os cadáveres para fora. Depois, os mesmos homens fecharam o portão e a Rei disse:
- Finalmente, acho que por hoje é só, obrigada pessoal!
Todos se despediram e foram cada um para suas casas. Nós voltamos para a pousada e cada um foi para o seu quarto, nem damos “Boa Noite”, já que todos estavam exaustos e queriam ir logo pra cama. Eu com certeza não iria dormir daquele jeito, então eu fui pro banheiro e tomei um banho rápido, sai enrolado na toalha e a Rei foi a próxima, vesti somente minha cueca e fui pra cama, depois de cinco minutos a Rei sai do banheiro com um short curto e um top. Ela estendeu nossas toalhas e veio pra cama. Ela deitou-se no meu lado.
- Boa noite, amo você. – Eu disse entrelaçando meus braços em sua cintura e a puxando para mais perto.
- Boa noite, eu também te amo. – Ela disse acariciando meus braços.
Ficamos abraçados até depois de uns cinco minutos o sono chegou e dormimos.
Não demorou muito tempo para amanhecer, afinal, passamos a noite lutando e o resto que sobrou para dormir não foi muito. Eram aproximadamente dez e meia da manhã quando acordei. Sentei na cama e me espreguicei, a Rei ainda estava dormindo, ela estava dormindo de um modo tão angelical que senti pena em acordá-la, então fiz o mínimo de barulho possível para não acordá-la e fui em direção ao banheiro. Tomei um banho e me vesti ali mesmo, não queria correr o risco de ser pego só de toalha. Sai do quarto já vestido com uma calça jeans e uma blusa preta. Me sento delicadamente ao lado de Rei e fico a observando.
- Takashi, Rei? — Pergunta Alice abrindo a porta do quarto cautelosamente e sorri ao me ver — Takashi, a Saya me pediu para que eu viesse acordá-los. Então como você já acordou, estamos esperando vocês lá em baixo.
- O.K. Alice! Não iremos demorar. — Digo e depois dou um sorriso amigável enquanto Alice fecha a porta.
Olho para a Rei e começo a acariciar seu rosto.
- Rei, acorde! Já está tarde.
- Takashi... — Disse Rei se espreguiçando — Só mais cinco minutos!
- Temos que levantar, quer dizer, você precisa levantar! — Digo rindo.
- Me obrigue! — Ela ri também e eu lanço um olhar desafiador para ela — Takashi... Nem pense! Isso não vale! NÃO!!! — Mas já era tarde. Eu havia pulado em cima dela e comecei a fazer cócegas em sua barriga.
- Ta...Ta... Takashi!! Pare!! Eu vou levantar!! — Gritava Rei rindo e tentando se soltar, mas suas tentativas eram inúteis.
- Eu não ouvi direito. — Digo com uma cara sapeca e rindo também.
- Eu. Vou. Levantar! — Ela falava pausadamente para não gaguejar.
- O.K.! Agora eu entendi. — Digo rindo e paro de fazer cócegas.
- Então, não vai sair de cima de mim não?
- Ah! Foi mal. — Coço a nuca envergonhado e saio de cima dela.
- Takashi você fica tão bonitinho envergonhado! — Ela diz e me abraça, eu apenas dou um sorriso e retribuo o abraço.
- É melhor eu ir tomar logo um banho. — Disse Rei se afastando do abraço — Encontro vocês lá em baixo.
- O.K., mas por favor, não demore. Tenho a impressão de que a Saya irá nos matar! — Digo com uma expressão assustada.
- É mesmo, quando Saya Takagi está irritada, sai de baixo. — Rei diz rindo pegando a toalha e indo em direção ao banheiro.
- Tchau, até daqui a pouco! — Digo saindo do quarto.
Desço as escadas correndo e vou para o restaurante da pousada. Encontro o pessoal sentados na segunda mesa terminando de fazer o pedido e me aproximo deles me sentando ao lado de Saya e ela me da um beliscão.
- Ai Saya! — Resmungo.
- Assim você aprende a não se atrasar! — Ela diz fazendo bico e cruzando os braços.
- Me desculpe Saya! — Faço uma carinha de "cachorro que caiu da mudança" — Me da um desconto vai! Eu passei a noite matando zombies.
- O.K. Takashi, sem problemas. — Ela diz e da um sorriso e eu retribuo.
- Takashi... — Diz Saeko — Nós pedimos panquecas, omeletes, waffles e suco de laranja, tudo bem pra você?
- Tudo ótimo! Estou morrendo de fome! — Faço uma cara de fome e todos riem.
- Só não vai comer mais que o Kouta! — Disse Alice brincando e Zeke da um latido.
- Nossa Alice-chan! Até você? — Disse Kouta fazendo bico e Alice ri.
- Boa garota Alice! — Disse Saya fazendo um sinal positivo com a mão e todos começam a rir.
O garçom chega com as comidas suculentas e nos serve, enquanto conversamos sobre coisas aleatórias. Passando uns cinco minutos a Rei chega e se senta conosco.
- Até que enfim Rei! — Fala Saya.
- Desculpem a demora, eu estava mesmo com sono. — Ela diz bocejando — Afinal essa noite foi complicada.
Todos concordam com a cabeça e voltam a comer.
Depois que terminamos de comer a Saya pagou e fez um gesto para que nós à acompanhasse.
- Vamos para o meu quarto. — Apenas concordamos com a cabeça.
Fomos em direção ao quarto da Saya e quando entramos ela apontou para a cama e nós nos sentamos. Depois ela fechou a porta e começou a andar de um lado para o outro, logo vi seus olhos marejarem e então eu levantei e dei um abraço nela. Depois do abraço ela começou a chorar e fiquei sem reação.
- Calma Saya, não chore, não gosto de te ver assim... — Falava acariciando os cabelos dela de forma confortante — Na verdade, ninguém gosta.
Todos levantaram e se juntaram ao abraço.
- Me desculpem pessoal... — Dizia Saya ainda chorando — Eu não sei mais o que fazer em relação a essa droga!
- Não importa o que houver, sempre estaremos juntos O.K.? — Disse Saeko.
- Obrigada pelo apoio pessoal, e me desculpem pelo meu surto... — Disse Saya se afastando do abraço coletivo e secando suas lágrimas — Mas agora eu preciso pensar em algo, e com esse apoio moral de vocês, acho que já tenho algo em mente.
- Fala ai seu novo plano espetacular. — Disse Rei e todos riram.
- Não sei se é bem espetacular... — Disse Saya colocando a mão no queixo — Mas acho que deveríamos procurar as famílias sobreviventes desse apocalipse, como a do Takashi, da Saeko e da Rei. Respectivamente, pois primeiro devemos pegar a mãe do Takashi por ela ser mais indefesa em relação ao pai da Saeko, que é ótimo em lutas marciais, e ao pai da Rei que é o chefe da polícia e pode estar em segurança.
Todos concordaram com a cabeça e sorriram, menos Kouta e Alice. Infelizmente a mãe e o pai do Kouta morreram quando ele era pequeno, então ele já havia superado, mas o fato dos seus avós terem sidos mortos pelos zombies ainda o incomodava. E os pais de Alice também haviam sido mortos por aqueles monstros, mas Alice era forte e tentava superar isso.
- Alice, não fique assim querida... — Consolava a Srta. Shizuka — Nem você Kouta. Esses zombies irão ter o que merecem. — Todos nós sorrimos em forma de consolo.
- Obrigado pessoal. — Disseram Kouta e Alice em uni som.
- O.K. galera! — Disse Saya batendo palmas e indo em direção ao guarda-roupa — O que estão esperando? Saiam já do meu quarto e vão arrumar suas coisas! Esse é o fim do nosso descanso.
Todos nós resmungamos e fomos em direção aos nossos quartos... A tortura voltou. Na verdade ela nunca foi embora, apenas nos distanciamos um pouco, mas chegou a hora de virar esse jogo.
Mãe, estamos indo. — Pensei e fui arrumar minhas coisas.
Notas finais
Gostaram ? *o*
Espero que sim ^-^
Por favor deixem reviews no que eu tenho que melhorar, tirando o fato da demora... rsrs'
Beijos e até o próximo!
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