Highschool Of The Dead

7 Chegada na Vila - Parte I


Notas iniciais
Ohayo Minna!
Queria pedir desculpas pelo atraso, que foram por duas razões:
1° Eu estava desmotivada.
2° Eu estava com preguiça.
Mas peço desculpas do fundo do meu coração com os poucos leitores que eu tenho...
Queria também agradecer a daiana12chan que deixou um review, isso me deixou empolgada *-*
Deixando de enrolação...
Boa Leitura!

Quando chegamos lá em cima e entramos na Vila, um homem com mais ou menos trinta anos fechou novamente o grande portão.

- Olá crianças, sou o Senhor Aburame, e vocês são? – Disse o homem apontando para cada um de nós.

- Eu sou o Takashi, ela é a Saya, a Rei, a Saeko, o Kouta, a Alice e a Srta. Shizuka. – Digo para o Senhor Aburame e depois ouço o Zeke latir – Ah! E esse é o Zeke – Digo acariciando sua cabeça.

- Bom agora que fomos formalmente apresentados, o Senhor poderia nos informar sobre a situação dessa Vila? – Perguntou Saya.

- Bom, assim que soubemos desse... – Dizia o Senhor Aburame meio duvidoso.

- Digamos que é um vírus. – Completou Saya.

- O.K.! Assim que soubemos desse vírus, nós fechamos imediatamente os portões para a segurança da Vila.

- Vocês ignoraram os habitantes que se encontravam lá fora? – Perguntou Rei um pouco irritada.

- Não, absolutamente, quando alguém nos pedia ajuda, nós primeiro olhávamos a situação em volta e depois abríamos o portão. – Disse o Senhor Aburame passando a mão pela cabeça e Rei apenas assentiu.

- O.K., como exatamente vocês descobriram esse vírus. – A Saya continuava com o interrogatório, mas eu a interrompi.

- Bem, não tem outro lugar para continuarmos com esse interrogatório – Saya me fuzilou com o olhar – Quero dizer... Com essa conversa?

- A certo! Desculpem-me, vocês gostariam de ir à minha casa? – Perguntou o Senhor Aburame.

Todos concordaram com a cabeça.

-Bem, então me sigam, por favor. – Ele deu um breve sorriso.

Então todos nós seguimos o Senhor Aburame e chegamos até uma modesta, mas bonita casa.

- Entrem. – Disse o Senhor Aburame quando abriu a porta e fez um gesto convidativo com a cabeça.

Todos entraram.

- Podem se sentar, querem alguma coisa?

- Não obrigada, apenas quero algumas respostas. – Disse Saya.

Eu pude perceber o Senhor Aburame engolir em seco.

- Saya, não seja tão... – Saya me fuzilou com o olhar novamente – Tão... Nada! Esqueça.

- Bom, Senhor Aburame, como eu ia perguntando, como vocês descobriram esse vírus?

- Além das reportagens que vimos na televisão, alguns de nossos habitantes, infelizmente, foram atingidos por esse tal vírus, mas com isso, nós conseguimos nos prevenir, pois eles foram atingidos lá fora, e por alguma razão aqueles...

“Malditos, desgraçados, filhos da puta” — Pensei.

- Monstros. – Eu completei.

- Aqueles monstros não conseguem subir aqui para a Vila, ainda bem, portanto, isso não nos causou muito dano.

- Atualmente, existem quantos habitantes aqui na Vila?

- Bom, se eu não me engano, acho que são umas... – O Senhor Aburame pensou um pouco antes de responder – Cem pessoas ou menos.

-Uou! Só isso mesmo? Acho que tem mais pessoas na casa da Saya. – Disse Kouta.

- Pior que é isso mesmo Kouta. – Disseram Saeko e Rei juntas.

- Espera ai, agora que eu estou reconhecendo, você é a filha do governador Takagi? – Disse o Senhor Aburame apontando para a Saya.

- Sim eu sou, mas por que essa intriga? – Disse Saya abaixando a cabeça.

- Ele prometeu abrigo e comida para todos, e é por isso que a grande maioria da população do país está indo para lá.

- E consequentemente estão morrendo pelo caminho. – Murmurou Saya, mas alto o suficiente para conseguirmos ouvir.

- Bom, já que estamos aqui nessa Vila, o Senhor sabe onde podemos nos hospedar? – Perguntou Saeko tentando mudar de assunto, pois tanto eu quanto todos do grupo sabíamos que o assunto “Pai da Saya” fazia com que o clima ficasse tenso, principalmente depois de hoje, quando tive que segurar o soco furioso que o Sr. Takagi iria dar na filha, sem nenhuma piedade.

- Pelo que eu sei, existe uma pousada muito pequena e bem modesta, já que não recebemos muitos visitantes ou turistas, mas ela é bem aconchegante.

- Onde fica? – Perguntou a Srta. Shizuka.

- Daqui a duas ruas à esquerda. – Respondeu o Senhor Aburame.

- É deve dar pro gasto. – Disse Kouta se espreguiçando.

- Idiota! – Murmurou Saya e não pude impedir um riso.

- Então vamos indo, obrigada pela informação Senhor Aburame. – Disse Rei fazendo um gesto para levantarmos e irmos embora.

- De nada, qualquer coisa, estarei a disposição. – Disse o Senhor Aburame com um sorriso simpático no rosto.

- Tchau! – Todos disseram.

Fomos em direção à duas ruas à esquerda como o Senhor Aburame dissera, mas no caminho encontramos uma barraquinha de Ramen e resolvemos parar para comer um pouco.

- Boa Noite, irão querer o que? – Perguntou uma senhora.

- Por favor, cinco tigelas de ramen com carne. – Respondeu a Srta. Shizuka – E duas tigelas menores de ramen com carne também.

- O.K.! Sairá em um minuto. – Disse a senhora com um sorriso simpático.

- Só quero ver como pagaremos por isso. – Falei desempolgado.

- Takashi, esqueceu que antes de sairmos da minha casa eu peguei alguns suprimentos? – Saya falou com um tom confiante – Nesse caso, os suprimentos que eu falo, além de roupas e comido, eu também peguei dinheiro, e posso afirmar que foi uma grande, grande, grande... – Ela fez questão de repetir várias vezes – Grande quantia.

- Mas se você disse que trouxe comida, não seria melhor se nós não acabássemos com a comida primeiro e depois gastarmos a sua grande, grande, grande quantia de dinheiro? – Perguntei.

- É que eu pensei que seria melhor comermos a comida quando estivéssemos em uma viajem com o ônibus, ou sei lá. – Ela dizia tentando se achar certa, mas eu sabia que tinha razão.

- Isso poderia ser uma boa idéia se o Kouta não comesse tudo. – A Saeko falou tentando evitar uma possível competição.

- O que?! – Kouta perguntou indignado o que fez todos rirem — Mesmo estando quieto no meu canto, eu acabo sendo motivo de risada. – Kouta fez bico e cruzou os braços.

- Ora Kouta, não fique assim. – Disse Alice enquanto ria sem parar com seu amigo inseparável, Zeke, em seu colo lambendo sua mão.

Passaram-se alguns minutos e todos estavam conversando, quando a senhora chegou e nos entregou as tigelas de ramen.

- Aqui estão seus ramens – A senhora falou enquanto colocava as tigelas em cima do balcão.

Agradecemos pela comida e todos comeram. Após algum tempo, todos haviam terminado e a Saya entregou o dinheiro para a senhora que ficou muito agradecida, a Saya tinha deixado uma boa gorjeta, afinal os ramens estavam realmente ótimos.

Fomos para a pousada e quando chegamos lá, alugamos cinco quartos. Eu e a Rei ficamos em um mesmo quarto, a Srta. Shizuka, a Alice e o Zeke ficaram em outro, o Kouta ficou sozinho em outro e por fim, a Saya e a Saeko que também ficaram juntas em um mesmo quarto.

A princípio, a moça que estava na recepção, não queria nos deixar entrar com o Zeke, mas depois de algum tempo de persuasão, ela não teve outra escolha senão nos deixar entrar, afinal éramos os únicos clientes dali e iríamos alugar cinco quartos, era um ótimo negócio.

Finalmente subimos e cada um foi para o seu quarto.

Quando eu e a Rei chegamos no quarto, fui tomar banho e quando terminei e Rei foi a próxima. Enquanto a Rei estava no banho, me sequei e vesti minha cueca e minha calça de moletom cinza, meu pijama típico para apocalipses zombies.

Rei saiu do banheiro somente de calcinha e sutiã, por isso, não pude deixar de notar aquele corpo escultural, mas foi tarde de mais quando percebi que tinha ficado corado, a Rei já tinha percebido e estava rindo discretamente de canto. Mas esse sorriso parou e ela se sentou na cama com um olhar triste. Não pude deixar de notar que alguma coisa a estava preocupando, quer dizer, além de estarmos em um apocalipse zombie onde tudo a qualquer hora pode acabar, o que mais poderia a estar preocupando?

- Rei, o que houve? – Falei me sentando ao lado dela.

- Estou preocupada Takashi... – Ela faz uma breve pausa antes de continuar – O que acontecerá agora? O que acontecerá com esse mundo?

- Eu não sei. – Respondi com a cabeça baixa, eu realmente não sabia, e estava na mesma situação que ela, o que será que vai acontecer? – Eu só sei de uma coisa, se for pra eu morrer, fico feliz que seja ao seu lado. – Digo sorrindo pra ela.

- Takashi... – Disse Rei fechando os olhos mas deixando escapar uma lágrima, então eu não pensei duas vezes antes de abraça-la, naquele momento a única coisa que queria fazer era conforta-la.

Deitamos juntos na cama e eu nos ajeitei, coloquei a cabeça da Rei sobre o travesseiro e puxei o cobertor por cima de nós, então eu finalmente me deitei também e ficamos abraçados, eu estava acariciando o cabelo da Rei enquanto ela fazia cafunés em minha nuca, que eu não conseguia evitar de ficar arrepiado com seu toque. Depois de um tempo, somente nos carinhos, nós nos encaramos e eu cheguei mais perto de seu rosto dando-lhe um selinho nas bochechas e depois no pescoço dela, que também ficou arrepiada, por último, eu dei um selinho nos lábios dela que foi abrindo a boca para aprofundar o beijo, nossas línguas dançavam em sincronia e eu senti a mão dela no meu pescoço pegando nos meus cabelos e me puxando mais para si. Depois daquele longo beijo, nós ficamos abraçados e após alguns minutos acabamos por adormecer.

Notas finais
E ai, o que acharam ?
Deixem seus reviews por favor *-*