Hidden of the past
2 Welcome to Lang Wood
Notas iniciais
1998
No Departamento de Inteligência e Investigação Geral, DIIG, a Agente Franks andava ansiosamente pelos corredores a procura do Agente Especial DiNozzo, tinha uma notícia que poderia agrada-lo. Estava tão entusiasmada que nem percebeu a presença do agente Karther, até esbarrar nele.
− Desculpe-me Ben.
− Tudo bem Meghan, mas aonde vai com tanta pressa?
− Estou procurando o Agente DiNozzo. Você o viu?
− Ele estava na seção de documentações, estudando alguns casos.
− Ah, obrigada Ben.
Na seção de documentação o Agente Especial DiNozzo checava as fichas dos últimos casos que o departamento havia apurado.
− Hayde! Preciso falar com você.
− Diga linda!
− Não me chame assim! Não significa que só por a gente sair às vezes pode me tratar assim dentro do nosso trabalho. Eu sou a sua chefe!
− Okay então, me desculpe… chefe. O que você quer me falar?
− Tem um homem aqui esperando pra falar com nós, ele disse que tem um caso proposto para a DIIG, e que é muito sigiloso.
− Onde ele está?
− Na minha sala.
− Diga a ele para esperar uns 5 minutos.
– Você tem 2 minutos.
Na sala da Agente Franks um homem aguardava ansiosamente para poder falar com a agente Franks e o agente especial DiNozzo.
− Ola, soube que o senhor quer falar comigo e minha chefe. Sou o Agente DiNozzo.
− Prazer Agente DiNozzo, sou Dr. Weasley.
− Médico?
− Psicólogo.
− Então, do que se trata o assunto? − falou Meghan indo se sentar em uma cadeira que ficava a frente do Dr. Weasley.
− Vocês, obviamente, conhecem o hospital WiderCraff?
− Mas é claro quem não conhece. − Comentou o agente DiNozzo, se perguntando o que um hospital teria, para ser um motivo de investigação.
− Vou ser bem direto. Estão acontecendo sumiços muito estranhos no hospital, a polícia já foi chamada a mais de meses, mas nunca acontece nada.
− E como você sabe disso? − Questionou a agente Franks com olhar de descrença − Porque eu não me lembro de nenhuma ocorrência desse tipo e também nunca foi dito isso em mídia alguma.
− Aí é que esta. Quase nunca sobra ninguém para denunciar. Primeiro somem os pacientes do hospital, depois seus familiares até não restar ninguém para denunciar.
DiNozzo e Franks ainda olhavam com olhar de descrença para o Dr. Weasley, e ele percebendo isso logo se apressou a dizer.
− Por favor, eu preciso que me ajudem. O meu pai foi um dos pacientes deste hospital e agora estou sendo ameaçado por eles. Vocês são minhas únicas esperanças.
− Fiquei interessado Dr. Wesley, eu e minha equipe adoramos mistério.
− O senhor então vai ajudar?
− Pode contar conosco.
− Essa não é uma decisão sua. − Disse Meghan irritada com Hayde. − É claro que ajudaremos Dr. Weasley.
− Podem me chamar de Derick.
…
Do outro lado da porta o agente Ensei ouvia cada palavra proferida dentro daquela sala.
Ensei é um dos melhores agente naquela agência e é claro não iria permitir que DiNozzo tomasse a frente dele novamente.
− WiderCraff? Acho que não.
Saiu em disparada pelos corredores entrou no elevador e apertou o botão para para−lo e discou um número.
− Chefe Winter quero falar com você. Pode vir aqui?… Tudo bem estarei te esperando.
...
O hospital WiderCraff sempre foi uma das maiores referências de Lang Wood, sempre com ótimos médicos e funcionava em qualquer momento do dia ou da noite.
O Sr. Harris, o atual dono do hospital, sempre se dedicou ao máximo para o bom funcionamento do hospital, mas agora a administração do hospital está ficando cada vez mais difícil. Há alguns anos atrás o hospital perdeu quase ¼ de seus funcionários e junto a isso hospital também perdeu metade do seu território − uma parte está totalmente abandonada − e a outra funciona normalmente.
Alison era uma das atendentes do hospital, era uma boa funcionária e sempre estava a disposição, além de ter uma bela memória, o que a ajudava muito em seu trabalho. O hospital geralmente não recebia muitos pacientes a noite, só quando havia uma emergência que os paciente procurava pelo hospital.
Quando Alison já estava se preparando para ir embora ela viu uma mulher chegando. A mulher estava com seu filho no colo e andava apressada. Ela colocou o menino em um dos bancos que havia lá e foi em direção a Alison. Ela parecia atônita.
− Oi, você poderia me ajudar, eu trouxe o meu filho, ele é aquele ali sentado no banco, ele está com dificuldade de respirar. Por favor?
− Tudo bem. – Alison rapidamente pegou o telefone − Dr. Richard, pode descer aqui em baixo, urgente?
Alison foi até o menino e tentou acalma-lo pedindo para que ele controlasse sua respiração e depois de segundo o Dr. Richard aparece com seu assistente.
Chegando lá, seu assistente, rapidamente, pega o cilindro de oxigênio que eles traziam e colocou a cânula no nariz do menino.
− Obrigado − Disse a mãe do menino entre os soluços de desespero
− Por nada senhora. Pode me acompanhar, por favor? − Falou Alison indicando o caminho a mulher.
− Mas e o meu filho?
− Ele estará bem nas mãos do Dr. Richard. Venha. − Depois de um tempo Alison se lembrou de que não sabia o nome dá mulher
− Me desculpe, qual é seu nome?
− Debby.
− Sou Alison.
Chegando a sala que Alisson conduziu Debby ela foi se sentar em uma cadeira localizada a frente de uma mesa.
− Está melhor? Precisa se acalmar um pouco.
No ala de crianças estava o Dr. Richard e seu mais novo paciente.
− Ola, sou o Dr. Richard. Como se chama?
− Gabriel Anderson.
− Está se sentindo melhor?
− Sim doutor. Só estou sentindo uma irritação nos pulmões.
− Então, acho melhor passar a noite no hospital para ficar em observação. Pode aguardar um momento aqui com ele? – O Dr. Richard indicou seu assisntente cm um movimento da cabeça.
− Tudo bem.
O Dr. Richard foi até a sala onde a mulher estava, chegando lá entrou e se apresentou à Debby.
− Tenho péssimas notícias. O seu filho terá que ficar aqui está noite para observação. Ele esta com ataque de Asma.
− Tudo bem. Posso ficar aqui com ele?
− Não será possível, regras do hospital, mas poderá vim amanhã a partir das 7 horas.
− Mas não posso deixar ele aqui sozinho.
− Ele ficará bem.
− Ele tem mais alguém na família, além de você?
− Não, sou só eu.
− Vá para casa e descanse.
− Tudo bem.
Ao sair da sala o Dr. Richard pegou seu celular, que estava no bolso, e discou um número.
− Tenho mais uma para você. Gabriel Anderson. − E desligou o celular.
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