Hidden of the past
5 Initiating investigations
Notas iniciais
O agente Hayde havia chegado mais cedo na DIIG, como Meghan o pediu. Chegando, foi direto para a sala dela.
− Diga olá para o mais novo escritor de Lang Wood, Daniel Grint.
− Você é idiota? O que você fez? Não devia ter se exposto assim, comprometerá as investigações. − Meghan estava furiosa, ela ia em direção a Hayde e ele se afastava a cada passo que ela dava.
− Calma Meghan eu só achei que precisaríamos ter um infiltrado dentro do hospital.
− Ele tem razão, Meghan.
Hayde se assustou, havia entrado na sala e nem percebeu que Derick estava parado ao lado da porta.
− Derick? Quando você chegou aqui?
− À uma hora atrás.
− O que faz aqui?
− Vamos começar o caso hoje, Meghan me chamou.
− Ahn... − Hayde disse como se analisasse alguma coisa. − Ok.
− Primeiro temos que encontrar arquivos de todas as pessoas desaparecidas, procurei ontem, mas não encontrei nenhum que esteja relacionado ao hospital. Entraremos em contato com a Interpol para ver se conseguimos algum registro. Mas já temos uma vantagem, como Derick foi ameaçado pelo hospital usaremos isso a nosso favor.
− Como uma ameaça pode ser favorável a alguém? − Disse Derick com a cara de assombro.
− Derick, Derick, Derick! − Hayde exclamou com cara de desapontado. − Tem muito que aprender!
− É simples, os deixam fazer o que fazem normalmente e… pronto. Os pegamos. – Falou Derick com um sorriso simpático no rosto.
− Derick deixa eu te explicar uma coisa, no sistema de investigações criminais, a coisa não é tão simples.
− Desculpe Hayde, mas investigações não é o meu forte − Disse Derick rindo.
− Mas é claro que não, o senhor é psicólogo, mas o seu conhecimento da mente humana já vai nos beneficiar Doutor, pode ter certeza. − Falou Meghan confiante.
− Sem formalidades comigo Agente Franks. − Disse Derick sorrindo para Meghan.
− Ok, mas digo o mesmo para você. − Falou Meghan retribuindo o sorriso o que deixou Hayde com um ar de desaprovação e começou a mexer em seu notebook.
− Enfim! – Hayde falou dando uma pausa enfática. − Vamos começar. Já que já temos um infiltrado dentro do hospital, que no caso sou eu, temos que usar isso para juntar o máximo de informações. Derick, você terá uma sombra a partir de hoje. Não podemos arriscar. Seu sumiço seria… lamentável.
– Uma sombra?
– Sim. Um agente que irá te seguir por todo momento. – Hayde estava mexendo em seu notebook e nem olhou para Derick.
– Eu sei o que você quis dizer com sombra, mas não quero alguém me seguindo.
– Tudo bem, mas saiba que você corre perigo de sequestro a qualquer momento.
– Não pode ser só um localizador?
Meghan e Hayde se entreolharam.
– Sim. Pode ser um localizador.
– Ok. – Meghan agora estava pegando sua bolsa. – Irei até a policia local, para solicitar que qualquer ocorrência feita sobre WiderCraff deve ser imediatamente encaminhada a DIIG.
– O que eu faço? – Derick perguntou.
– Vá com Hayde até a seção de tecnologia para pegar o seu rastreador. Após isso, ajude Hayde a verificar a lista de desaparecidos que a Interpol irá mandar. Nós vemos em 2h.
...
Hayde e Derick foram até a seção de tecnologia, como Meghan havia mandado:
Chegando lá Hayde foi até um compartimento cheio de gavetas e começa a procurar os dispositivos de localização.
– Sabe Hayde, andei percebendo um clima entre você e a Meghan… Vocês tem um caso?
– A gente já saiu algumas vezes, mas nada demais.
– Compreendo. Então não rola nada entre vocês?
– No momento não, por quê?
– Nada de mais. Só estava curioso.
– Você está interessado na Meghan?
– Não sei. Ainda não a conheci direito, mas à acho bem atraente.
Hayde quase deixou a caixas que segurava caírem no chão.
– É verdade – Disse Hayde suando frio.
– Então quer dizer que por você, eu poderia chamar a Meghan para sair?
“Não” – Pensou Hayde. – “A Meghan é minha”
– Mas é claro, nós não temos... nada.
– Tudo bem.
– Aqui está. – Hayde estava segurando um dispositivo minúsculo entre os dedos. – Você só precisa colocar em um local discreto. E é preciso informa-lo que você deve estar em um local onde tenha sinal. Evite ficar em lugares como gaiolas de faraday ou elevadores.
– Compreendi.
– Vamos. Meghan odeia quando pede algo e demoramos a fazer… Devia tomar nota disso.
Derick nada disse apenas seguiu Hayde para fora da sala.
...
Em WiderCraff a Sra. Anderson chegava tranquilamente no hospital, já ansiosa para visitar seu filho, e vai direto a recepção.
– Olá, posso ajudar?
– Sim, eu vim fazer uma visita a meu filho.
– Claro. Qual é o nome?
– Gabriel Anderson.
– Um minuto, por favor.
Beth checou todas as fichas do computador, e achou algo estranho.
– Sinto muito senhora, mas não há nenhum paciente com esse nome aqui.
– Deve ser algum engano, nos estávamos aqui ontem à tarde. Foi o Dr. Richard que o atendeu, pode dar mais uma olhada?
– Claro, um momento.
Beth novamente checou todas as fichas e fez uma expressão como se visse algo interessante e se virou para a mulher.
– Me desculpe senhora, mas esse nome não está registrado no sistema.
Debby tentou não se desesperar e não acreditou no que acabou de ouvir, pensou que foi apenas um engano, e quando virou seu rosto avista Alison passando, sente um enorme alivio, pois foi a mesma que atendeu ela e seu filho, e desesperadamente corre em sua direção.
– Alison!Alison!
Mas já era tarde demais, Alison entrou em uma sala e quando Debby tentou abrir ela estava trancada, mas Debby não desiste e dá chutes e soco na porta.
– Alison! Abre essa porta. Onde está meu filho?
Beth se aproximou tentando segura-lá, mas foi em vão, então chamou dois seguranças.
– Detenham está mulher, ela está descontrolada.
Rapidamente os seguranças a repreenderam, segurando seus braços.
Debby se contorcia para escapar dos seguranças, estava realmente descontrolada.
– Eu peço, por favor, que a senhora se retire daqui agora – Disse Beth tentando manter a calma.
– Eu não saio daqui sem o meu filho.
– Senhora eu já disse que não há nenhum paciente aqui com o nome de Gabriel Anderson.
Fale com o autor