Heroes Of Sand

2 1 - I'll Stand By You


Notas iniciais
Cap um pessoal.. amanhã eu posto o 2 ok? Bjão gente obrigada por tudo

1 — I’ll Stand by You

São Paulo – 15 de abril de 1994

POV Jimmy

- Amor você pode trocar a fralda do Mário? – Bia gritava na cozinha enquanto fazia nosso jantar. Zacky ria da cena

- Se eu fosse você Bia, não deixava seu filho nas mãos desse maníaco!

- Cala boca tá? Ele é meu filho também! E eu cuido muito bem dele! – Levantei e fui buscar Mário no quarto. Zacky me seguiu

- Sabe Jimmy... – ele me observava – Fiquei lembrando esses dias de tudo que passamos nos últimos anos. Acho que eu correria todo o risco novamente se fosse preciso

- Ah claro, eu esqueci que você é um pombo, quer ser livre e tal – debochei dele

- Eu falo sério seu idiota! E agora que eu tenho a Melissa, as coisas melhoraram demais pra mim e pra Rô – ele disse sorrindo. Segurei Mário em meus braços.

- Eu espero não ter que correr risco algum por um bom tempo. Chega gordo, eu quero descansar, quase morri várias vezes. Agora vou cuidar do meu filho

- Pode ser... Mas as coisas nunca são fáceis pra nós Jimmy. Por que seriam agora? – ele cruzou os braços

- Oi meus amores! Como estão se saindo? – Bia chegara com aquele sorriso que eu amava. Zacky pegou Mário dos meus braços e o levou para a sala

- Vou salvar o mini Rev de vocês! – eu ri

- Vem cá – puxei a para mim e ela sorriu. Beijei seus lábios, era demais sentir aquilo.

- Jimmy vamos com calma amor, o Zacky está aí né – ela disse, mas eu não me importei, eu a beijava com intensidade e ela retribuía – Eu te amo meu Rev

- Eu te amo demais tecladista – ela tirou minha camisa e eu subia seu vestido e...

- Gente o mini Rev tá com fome! O que eu dou pra ele? – Zacky berrara da sala

- Mais será que a gente não tem mais tempo nem pra nós? – eu disse nervoso

- Amor, cuidar de um bebê não é fácil – ela disse me abraçando, beijou meus lábios mais uma vez, beijou minha tatuagem como ela sempre fazia.

- Eu sempre vou estar com você tá? – ela se arrepiava a cada toque meu em seu corpo

- Eu te amo meu Rev, muito mesmo. Você é minha vida e...

- GENTE! O MENINO TÁ COM FOME! – Zacky continuava gritando

- Mais que porra Zacky, a gente já vai! – eu gritei

- Vou ver o Mário... – ela me beijou e saiu do quarto. Sorri. Olhei pela janela e vi como minha vida mudara, em pouco tempo eu estava casado, tinha um filho e uma mulher incrível. Mas como sempre, a vida não seria justa comigo e eu veria coisas que não gostaria nem em pesadelos.

- Cala boca Jimmy... Isso é tudo da sua cabeça – disse comigo mesmo. Seria? Talvez sim, talvez não, mas dizem que a história nunca termina, ela se repete. Afastei esses pensamentos idiotas da minha mente e fui ver meu filho.

São Paulo 17 anos depois – 20 de março de 2012

POV Mário Sullivan

- Filho, vem jantar meu amor! – minha mãe me chamara da cozinha. A voz dela era linda. Eu estava tocando violão no quarto, tentava aprender uma música do Avenged Sevenfold, minha banda favorita. Era incrível como aqueles caras eram bons, mas o meu favorito era o baterista, um tal de The Rev. A melhor parte era poder tê-lo morando na minha própria casa.

- Mário, sua mãe tá chamando pro jantar filho – meu pai entrara no meu quarto. Eu o admirava demais. Queria ser como ele em tudo.

- Pai, eu estou tentando tirar Dear God no violão, acha que eu consigo? – eu lhe disse entusiasmado e ele sorriu

- Você é um Sullivan, é talentoso filho. Você pode conseguir tudo o que quiser! – ele me abraçou. Admiro a atitude de meu pai e meus tios de montarem a banda para homenagear Matt.

O Avenged Sevenfold era composto por, Arin, Zacky, Brian, Johnny e meu pai. Eles faziam muito sucesso e tinham fãs pelo mundo todo. Já fui em várias turnês deles, mas eles decidiram parar. Até hoje recebiam homenagens em programas e eventos de rock. Eles se reúnem às vezes para relembrar os velhos tempos. Olho á minha volta e vejo uma foto que tirei na última turnê deles, a Buried Alive Tour.

- No que está pensando? – meu pai pegou o violão das minhas mãos

- Como tenho orgulho de você... – eu disse sorrindo. Ele me abraçou, dedilhou a introdução de Dear God e depois piscou pra mim

- Também tenho orgulho de você mini Rev – sorri

- Eu não vou chamar vocês dois de novo! – minha mãe entrara no quarto. Meu pai era refém da minha mãe e aqueles dois se amavam tanto que dava até raiva. Ele a puxou para sentar no colo dele, ela o beijou

- Vocês podiam me poupar dessa cena né? – brinquei. Eles riram. Talvez eu não tivesse percebido como era bom ser filho deles. Eu tinha sorte em ser um Sullivan.

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Os anos passaram e ela continuava com o mesmo desejo: vingança. Cada dia mais estava linda, atraente e fatal. Ela não esquecera seus inimigos e iria até o fim atrás deles.

A mulher estava sentada na rua sem saída junto com seu amante

- Você vai continuar?

- Eu fiz uma promessa... Quero ele morto e toda a família também!

- Pode ser perigoso e você tem passagem pela polícia. Quer voltar para aquele inferno?

- Eu já estou no inferno querido... Só quero levar comigo o que é meu

- E por onde começar?

- Atacando os mais fracos, é claro! Filhos são almas tolas, inocentes e fáceis de roubar

- Sabe Silver, às vezes você me assusta

- Você ainda não viu nada amor... – sussurrou as palavras com ódio e delírio na voz.

Notas finais
*----* reviews? socos? tiros? HAUAHS