Heiwa No Mahou
3 Capítulo Extra - A História de Magy Inko
Elfos tem um grande controle de magia, e sua marca em seu rosto amplifica mais sua magia. É com isso que Magy criou sua magia Criacionism.
Magy vivia numa vila pobre de elfos. Elfos são os melhores e mais inteligentes quando o assunto é magia, e com essa vila não era diferente. Adultos brincavam com as crianças usando sua magia, mágicos, teatros e etc.
Ela sempre adorou a magia e vivia fascinada por ela, por isso sempre leu e cresceu lendo sobre como aprender magia. Aos seus seis anos ela já conseguia usa-la, criou a partir de um pouco de argila, um boneco que se mexia sozinho e interagia com as pessoas, como se tivesse vida própria. Seu irmão achava aquilo incrível e seus pais tinham muito orgulho dela.
Porém, mesmo a magia não pode fazer tudo ser um grande mar de rosas.
Numa noite escura, onde só se podia ver a luz da lua cheia, uma tribo de Feralman selvagens e furiosos atacaram a vila em um ataque surpresa. Começaram jogando fogo em tudo e todos. Os que correram para ver o que era tinham suas cabeças cortadas, braços retirados, estripados.
Magy ficou presa com o fogo e seu pai tentou defende-la bravamente, porém a força dos feralmans era tamanha para suas magias. Sua mãe e seu irmão fugiram. Seu irmão chorando olhou para trás e viu Magy gritar de dor e sofrimento, ele fechou os olhos e correu com sua mãe.
Magy então desmaiou, sem esperança, em meio ao fogo e sangue, sua morte era certa. Os feralmans foram embora, seu ataque surpresa foi um sucesso. Então a chuva começou.
Magy havia morrido.
A luz da lua estava iluminando seu cadáver sendo apagado pelo fogo com a chuva.
Magy abriu seus olhos. Mas como se ela havia morrido?
Ela olhou para o lado e viu uma mulher encapuzada, tocando em seu rosto e dizendo:
“Você tem um proposito muito maior do que esse, minha querida. Você pode purificar esse mundo cruel e violento, que cria os fracos para serem mortos. Veja isso como um presente valioso. ”
Então uma marca começou a surgir em seu rosto, brilho saia dela, até que quando terminou, a marca estava tão preta quanto a noite que ali estava.
A mulher estava prestes a ir embora, talvez para nunca mais se verem. Quando menos esperou, Magy estava de joelhos, cambaleando e com lagrimas em seu rosto, então questionou.
“Q-Quem... quem é você? ”
“Eu sou aquilo que vocês chamam de Dona Morte. Eu sou o fim. A destruidora de mundos. Eu sou aquela que não suporta mais ver as vidas criadas apenas para chegarem até mim. ”
Disse a moça de capuz.
“Se era só isso que você havia para perguntar, já está respondido. Aqui perto há uma vila, você devia procurar abrigo lá. Agora, até logo. ”
A moça desapareceu.
Magy então levanta, se limpa, olha para uma poça de água formada pela chuva, vê sua marca no rosto.
Ela chora, grita. Mas no fundo ela sabia que de nada adiantava, pois, chorar não vai mudar sua triste realidade.
Anos depois Magy havia se tornado expert em sua própria magia, porém nunca se expos muito a outras pessoas. Os moradores da vila na qual fugiu odiavam os elfos, talvez inveja de suas magias?
Esses anos que se passaram ela criou um plano, criar uma criatura tão forte e poderosa, sem custo de tempo da magia. Criar uma vida a partir de sua magia. Criar sua esperança.
Ela foi até o cemitério, roubou órgãos, roubou materiais necessários para sua criação, juntou tudo e colocou seu sangue de elfa. A criação estava quase perfeita. Usou a criacionism, no local aonde um dia foi sua vila, e lá estava ele, sua maior criação, viva.
Magy finalmente iria purificar o mundo que tanto a fez sofrer.
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