Hedonismo

18 Para tudo.


Notas iniciais
Buuuuuuuuaaaaaaaaaa não me matem! Andei tao enrolada q atrasei 1 dia e ainda odiei o cap! N consegui fazer a sena Matt x Tai entre outras coisa, Buuueeee! Vou esperar meu nervoso passar e escrever este lemon. V_V Alguem me indica uma fick boa de lemon pra eu me inspirar? Ta osso. Já tenho as posições e ideias, mas n fica no clima entendem?

Como assim namorado?

Primeiro achei fofinho, gatomon tinha um namoradinho. Mas depois a ficha caiu.

—--- O que? Espera... Você...?
Eu juro que eu queria perguntar. Mas sabe quando a sua mente vai muito mais rápido que a realidade a sua volta? Minha mentezinha suja e perturbada viajou por áreas nada puras do que Gatomon deveria estar fazendo da vida, comecei ate a cogitar e especular digimons que poderiam fazer casal com ela e ate mesmo V-mon me veio em mente!!

Mas não tenho tempo de perguntar nada por que logo Hikari volta (de sei la onde) com o pequeno bebe indo “xeretar” na sacola que Taichi havia me entregado, e eu não tenho outra reação a não ser puxar com todas as minhas forças.

—--- Calma Takeru. O que ouve com você? ---- ela me encara e eu travo sem conseguir responder. E logo sinto a sacola ser tomada de minhas mãos. ---- Me da isso Gatomon!

—--- O que são estas coisas? ---- arranco dela. ---- Ei.

—--- Nada que um digimon possa saber.

—--- Mas já estão apelando pra isso? Acabou a graça ou... ---- a voz ranheta me encara com aquele par de olhos verdes vibrantes. Como Agumon conhecia estas coisas? Estes digimons estão estranhos... Muiiito estranhos.

—--- Não seja grosseiro Agumon. Deixa ele. É a curiosidade e não falta de criatividade. ---- o líder pontua e logo todos na sala descobrem o que tinha na sacola. Bem não exatamente, mas podiam ter uma noção. Só sei que travo e não penso mais nada ate que Hikari muda o assunto. Amo esta garota.

—--- Maninho. Temos de dar um nome para o bebe. Me sinto mal, mas como posso registra-lo? Não quero registrar ele como se não tivesse um pai mas...

—--- É... eu sei. ---- ele se joga no sofá, parecia não querer falar do assunto por nada no mundo; era o “elefante no meio da sala” na vida destes dois. ---- Sem falar que ele não é bem um ser humano. Isso vai dar o maior problema...

—--- Mamãe falou que... Você sabe. Aquela tática.

—--- Jura? Ela quer fazer isso? E o papai? O que ele acha disso.

—--- Ficou muito irritado mas...

—--- Entendi.

—--- Patamon, vamos? ---- ordeno e ele já voa no meu ombro e saímos, não queria ficar ouvindo era assunto de família; e em falar de assunto de família...
A minha própria não estava das melhores.

Tinha brigado feio com meu irmão, e apesar de agora as coisas estarem muito melhores eu não conseguia parar de ter esta sensação de que havia algo de muito errado acontecendo. Era como se eu só estivesse pegando fragmentos de algo muito maior, ou como se eu estivesse sento excluído de tudo de alguma forma.
Sempre que me encontrava com algum veterano sentia que este me escondia algo grande. Eu nunca conseguia contato com eles por um grande periodo, eles sempre pareciam muito ocupados ou simplesmente me ignoravam.

Mas eu sempre achei que fossemos uma familia.

—--- Tentomon estava vendo o que esta mudando no organismo dos digimons. ---- ela caminha no muro ao meu lado, pontuando como se pudesse ler a minha mente. ---- Ele ficou muito curioso sobre o caso da Hikari, mas o “papai” é um tipo vírus; os danos de um tipo vírus podem fazem qualquer coisa e se foi no digimundo... Ajuda. Como o próprio Beelzebumon disse, se você e o Daisuke ficarem no digimundo as configurações de dados podem fazer funcionar e ate podem gerar um bebezinho bem fofinho e com as caracteristicas de ambos como: personalidades, aparecia fisica e ate algumas coisas que vocês sabem por vivencia poderia passar. Mas no casso de digimons puros como eu não é assim... Na verdade ele esta vendo esta parte.

—--- Gatomon... ---- queria perguntar umas mil coisas, tudo o que ela me falou era muito interessante e abrangente. Mas apenas uma coisa estava na minha mente. ---- ...quem é o seu namorado?

—--- Por que isso é importante?

—--- Só estou curioso.

—--- Ata. É o...

—--- Tak te achei! ---- o ruivo chega gritando e logo assusta Gatomon. Que ódio!

—--- Day o que faz aqui? ---- queria esmurra-lo por atrapalhar mas... era o Daisuke né. ---- Já estava voltando. Deixei umas coisas na sua casa e...

Travo ao ver quem vinha pelo corredor.

Digimons nunca morrem.

Os longos cabelos cor de palha amarrados bem na pontinha, olhos verdes e um longo e pontudo chapéu com seu característico emblema de crânio. Empunhava seu cajado em forma de um estranho sol e trajava um longa capa rasgada. Era ele.

Só podia ser ele.

SIM ERA ELE!

Ignorei Daisuke completamente e acabei derrubando Patamon longe quando corri ate ele o abraçando como uma criança que ve o papai noel pela primeira vez. ---- Você esta vivo como pode isso?

Claro que ele era mais amigo de Hikari, mas não quer dizer que não estava feliz em vê-lo novamente.

—--- Quem é este digimon? ---- o ruivo resmunga desgostoso.

Ignorei Daisuke mesmo.

Estava muito feliz em revelo. ---- Gatomon sua cretina, por que não me contou?

—--- Bem... o vi depois que o começou o caso da Hikari ai o hibrido nasceu e tivemos muitos problemas; um atras do outro voce nao tem ideia. Não deu tempo, e depois esqueci completamente. ---- a folgada explica caçando uma das orelhas, mas eu estava feliz de mais para achar qualquer coisa ali ruim.

—--- Quem é este digimon? ---- ele insiste mas logo desiste indo embora com as mãos nos bolsos.

Não posso culpa-lo, eu nem estava mais o vendo ali; estava animado de mais por ver que um amigo caído em batalha havia retornado. Realmente digimons nunca morrem.

—--- Demorei um pouco para chegar a esta faze novamente. Mas vejo que você também evoluiu de faze Takeru. Em qual esta... Treinamento?

—--- Antes eu era criança agora sou adolescente. Meu irmão já é quase um adulto; ate mora sozinho. ---- explico entre risos, vendo a inocência dele; de fato éramos espécies diferentes. As coisas tinham outros nomes.

—--- Entendi. Vim ver o hibrido... Quando Gatomon me contou fiquei surpreso. ---- sua voz se mantinha a mesma, suave e graciosa.

—--- Acho que o mundo ficou. Mas me diga uma coisa... é você mesmo? Com memórias e tudo? Tipo... ---- fico o encarnado um pouco ele tinha quase a minha altura e parecia com um ser humano comum.

—--- Sim. Genai me ajudou com um becape.

—--- Que legal. Fico muito feliz.

—--- Posso ver. ---- acho que ele sorriu, não sei. Não tem como saber com o manto que cobria sua boca. ---- Mas o garoto que estava aqui ficou magoado. Você o ignorou.

—--- Ah! Nossa que coisa eu...

—--- Pode ir Takeru. Quando terminarmos aqui ele vai passar os dados a Tentomon ai vamos ate a sua casa. Tudo bem? ---- Gatomon parecia querer me expulsar para ficar sozinha com ele eu respeito o fato. Dou um aceno de cabeça e saio.

Fico pensando no fato de ele ter retornado e como os digimons eram diferentes de nós; eles não morriam, por tanto não se reproduziam. Mas... Nos últimos meses ouvimos falar de digimons que absorviam outros digimons e pegavam suas habilidades. Então... Será que eles estavam... Mudando?
E se estavam... Por que?

Chego a casa de Daisuke ainda a pensar em tudo abrindo a porta como se fosse a minha casa. ---- Ops desculpa eu. ---- fico sem graça com minha própria gafe, mas Jun apenas sorri.

—--- Entra logo, você já é de casa. ---- ela me cumprimenta e logo posso ver que Cody estava na sala me sentado a seu lado daquele modo dele quieto de ser.

—--- E então... Esta tudo bem entre nós? ---- tento parecer amigável e sorrio mas ele me encara, então desço o olhar vendo Armadilomon brincar com Patamon. Como uns digimons poderiam ser tão infantis enquanto outros... queriam ter bebes? ---- Você gostava da Yolei? Tem raiva do Ken não é?

—--- Cala boca.

—--- Tudo bem. Eu também já tive muita raiva. ---- sorrio novamente, e desta vês ele parece amolecer um pouco. ---- Sabe eu... Fui apaixonado pelo Taichi por muiiiito tempo. E sofri muito... Principalmente depois... De ter tentado e falhado. ---- ele me encara com espanto ao ouvir o nome do líder e depois fica a fitar os digimons que pareciam brincar de fazer cócegas. ---- Mas você gosta dela? Ela gosta de você? Por que... Eu gosto do Daí!

—--- Eu não sei... ---- murmura baixo e cora. Cody era mesmo fofo. ---- Para ela eu sou o "amiginho". Mas eu tambem não sei o que eu sinto sobre ela... Gosto dela, mas não sei se é deste jeito. ---- com toda a razão o digimundo não brincou em dar o brasão de Kowshiro a ele; ele sempre foi tao serio e analitico que dava medo. ---- Creio que no fundo só não quero vela sofrer por ninguém. Mas também não me vejo "junto" com ela. Entende?

—--- Entendo. ---- respondo serio e respiro fundo.

Mas quando me posiciono para conforta-lo Daisuke me arranca do sofá arrastando-me ate a cozinha. Ciúmes? ---- Calma. Eu estava conversando...

—--- Ainda esta bravo pelo lance dos vídeos? Quer que eu te mostre?

oOoOoOoOo

Engoli seco e nos trancamos no quarto.

Só tinha Jun e Cody na casa mais os digimons, ninguém que se importasse de nós ficarmos trancados no quarto. E então ele me chama para o computador indo procurar pelos tais vídeos.

—--- Daí... O que... O que você ficou fazendo na casa do meu irmão que ate esqueceu a sacola-la? ---- pergunto sem mais delongas.

—--- Eu, eu... ---- ele enrola se fazendo de ocupado ao mexer nas pastas.

—--- Desembucha!

—--- Elemecontoqueestavamfazendotrocatroca!!! ---- ele exclama debruçando -se sobre a mesinha do teclado aglutinando toda frase de um modo indescritível. ---- Eu não posso acreditar nisso. Depois ele fala de você? Como ele pode... ---- ele para alguns segundo e logo se ergue me encarando e vendo que eu não reagia. ---- Você sabia?

—--- T-Taichi me contou quando me devolveu a sacola.

—--- Então é isso? Esta tudo bem?

—--- Não. ...Eu não sei... ---- me calo e sento sobre a cama. ---- Ele fez tudo aquilo e me julgou mas... Vai e faz isso?

—--- Seu irmão me falou que eles só escondem por que... Bem você sabe. O povo ia cair matando!

—--- Eu sei...

—--- Mas eu não entendo. Como podem...!

—--- Os dois gostam da Sora... E ela quer os dois. E as vezes eles... Então se esta tudo bem para os três. Acho que eles entraram em acordo. Todos saem ganhando não é?

—--- Takeru você não pode esta r aceitando isso!

—--- Eu não to mas...

[Tok tok!]

—--- Fala! ---- ele grita indo abrir à porta.

—--- O almoço esta pronto. ---- a voz tímida de Cody vem através da porta, era nítido que ele não se sentia nada bem por ter sido flagrado.

—--- Cody vem cá. ---- o puxo para dentro. ---- Daí, pede desculpas.

—--- Quee? Ce tah bem loko mermão?

—--- Pede desculpas.

—--- Nem ferrando.

—--- Por que isso? Vocês sempre foram amigos! Vai estragar um companheirismo que nasceu enfrentando digimons. Por causa de ele namorar a sua irmã? O que tem de errado nisso?

—--- Tak você esta misturando tudo. Tem coisa que se aceita e coisa que não se aceita!

—--- Como o que? Por anos as pessoas repudiam dois caras ficarem juntos e você quer brigar por uma diferença de idade. São só 7 anos...

—--- E você aceita o seu irmão ficar de oba oba com o cara que você ama?

—--- Eu não sabia que vocês estavam juntos?

Com isso ele cora e se cala.

—--- Desculpe Cody. Só não queria que as coisas ficassem estranhas no grupo. ---- me sento na cama desorientado e logo ele para a minha frente.

—--- Namoro é complicado. Tudo que tem haver com sexo é complicado e tem seus taboos. ---- ele estende a mão para mim me cumprimentando. ---- O jeito é enfrentar. Como a Hikari esta fazendo.

—--- Todo digiescolhido tem “probleminhas” sexuais? ---- o ruivo comenta e logo estamos todos rindo.

E novamente o jantar foi muito agradável; Daisuke parecia aceitar melhor o caso da irmã. Mas eu ainda remoia o caso do meu irmão. Como ele pode?

Passo um tempo revoltado pensando em como ele pode fazer o que fez, ate que me toco de um pequeno fato. E se o Taichi o traiu comigo?

Volto a me sentir o pior dos piores, um lixo.

Mas não podia ser! Naquela época Sora estava com o meu irmão, seja lá o que eles chama isso foi depois de eu e o Taichi... err... bem... Foi depois!

Não adiantava especular os motivos, eu tinha de ir e falar com ele.

[Tok tok]

—--- Já vo! ---- o ruivo se ergue preguiçoso e logo abre a porta. ---- Gatomom? Digimon misterioso... O que fazem aqui?

—--- Gatomon disse que podíamos vir para terminar o assunto. Desculpe... Estamos sendo inconvenientes? ---- ele nos cumprimenta com eu longo e extravagante chapéu, usando do modo mais educado e doce de falar; enquanto Gatomon apenas invade o lugar como se fosse dela.

—--- Larga de frescura Daisuke. Cadê o V-mon? Faz muito tempo que não o vejo, o que fez com ele? Mandou ficar no digimundo para você poder ficar aqui com o Takeru?

—--- Como você é peste! V-mon esta passando um tempo com Agumon no território dele aprendendo golpes e truques.

—--- Então eu estava certa.

—--- Hora sua...

—--- Posso vir outro dia. Vamos Gatomon, não vê que estamos incomodando?

—--- Não precisa. ---- espanto o ruivo como a casa fosse minha e não dele, e logo Jun ri. ---- Estou feliz que tenha vindo, estava mesmo curioso sobre o caso da Hikari e o que o Izzy conseguiu descobrir. E muito feliz por te ver vivo de novo!

—--- Mas quem é este digimon!!!

—--- Sou Wizardmon prazer. Eu sou...

—--- Ele é meu namorado. Nos conhecemos quando eu ainda era da faze treinamento e trabalhávamos para o Myotismon, ai eu mudei de lado quando conheci a Hikari e ele morreu para nos salvar. Longa historia...

—--- Nossa, isso parece uma historia muito legal! ---- ele logo se anima se esquecendo de toda bronca, e então nos pomos a conversar sobre o que era mais relevante.

Pelo que Wizardmon nos disse Izzy conseguiu investigar os dados dos digimons que ver que todo digimundo estava mudando e evoluindo, realmente os digimons tipo dados estavam sendo destruídos pelos demais absorvidos por estes; mas não conseguia achar o motivo. Ele acreditava que isto vinha de alguma influencia humana, mas tinha plena certeza de que agora os digimons podiam se reproduzir. Ele acreditava piamanete de que a culpa disso vinha dos próprios digiescolhidos.

Fiquei abismando com o numero de digiescolhidos que ele descobriu, e principalmente o numero de digiescolhidos que “faziam” as coisas dentro do digimundo, por que lá não teria “problema”.

Mas tudo que se faz no digimundo se trata de dados e estes dados eram analisados e absorvidos pelo próprio local a sua volta, aprendendo tudo o que um organismo estranho podia fazer. Me recordo de quando eu fui para lá pela primeira vez os digimons apenas tilintavam quando feridos, mas depois que retornei junto de Yoilei e os outros eles já sangravam.

Ficamos a debater as mudanças podia ser boas ou ruins por horas ate que os pais de Daisuke chegam e obviamente o assunto muda de direção, e logo tenho de ir embora. Afinal já havia passado o dia todo fora.

—--- Então agora digimons namoram? Legal. ---- o ruivo comenta como se quisesse perguntar, mas não pergunta, eu agradeço imensamente por isso. ---- O tempo de você s é diferente não é? Lá se passa mais rápido, então a evolução também é mais rápida...

—--- Olha quem usou a cabeça. ---- ela ri de modo sarcástico. ---- Mas é bem por ai. Foi por isso que Beelzebumon disse quilo para vocês. Ainda bem que nunca inventaram de fazer aquele tipo de coisa no digimundo.

—--- Ah! Que boca suja você tem!

—--- Por que? Não é algo natural dos humanos? ---- e novamente a voz calma e sempre dócil do mago acalma a todos. Não tinha mesmo como brigar ou se alterar na sua presença.

—--- Sim é. Mas...

—--- O que tem de errado em falar nisso?

—--- É que... ---- ele se embola e não consegue responder o motivo, os dois digimons me encaram como se eu pudesse o ajudar; mas na verdade também não sabia a resposta apenas me sentia igualmente constrangido.

—--- Humanos são estranhos. ---- eles pontuam em uníssono, e damos o assunto como encerrado.

Sigo com Daisuke ate o piso, mas logo ele volta a seu apartamento e tenho de ir apenas com os digimons. Patamon dormia tranqüilo, cansado de brincar enquanto eu debatia com o casal feliz.

—--- Então, namorados. Fico mesmo feliz por vocês. Mas curioso... o que é namorar para um digimon? Digo... não quero ser grosseiro é que... Olha para só para o Patamon.

—--- Paramom esta na faze Rookie, seria o mesmo que uma criança, nós somos Champion adolescentes para você, ou adultos. Ficamos no patamar de Angemon. ---- ele me explica de maneira didática, enquanto GAtomon fitava o luar.

—--- E então as outras fazes seriam o que se Champion já é adulto?

—--- Humanos não tem estas fazes.

—--- Entendi. ---- murmuro olhando para o meu pequeno Patamon dormindo tranqüilo e despreocupado. ---- Vocês não envelhecem não é? Nunca vão morrer.

—--- Digimons nunca morrem. ---- ela repete esta frase e eu sorrio tristonho, não conseguiria imaginar como Patamom ficaria se eu morresse. Mesmo se fosse de velhice.

—--- Se você tiver um bebe com Daisuke ele pode cuidar do Patamom se você ficar muito velho. ---- engasgo e quase caio quando ouço isso.

—--- Obrigado pela preocupação Wizardmon, mas não pretendo ter um bebe tão cedo. ---- engulo seco com a mera idéia. Por onde sairia?

E logo nos despedimos.

Não consigo imaginar o quanto Gatomon estava feliz.

Ter um bebe...

Talvez Gatomon e Wizardmon devessem ter um afinal. Eu iria adorar cuidar do digitama ate ele eclodir. Ou esfregar com carinho.

Notas finais
Ai serio desculpa por este cap esdruxulo. As coisas em casa afetaram minha escrita. Snif. Mas prometo recompensa-los por isso. Podem fazer um pedido! qualquer um! ^_^ serio. A ideia era por o que rolou na casa no final, mas preferi já puxar este gancho da Gatomon. Creio que o Taichi apenas contar iria ficar muito chato de ler. Ai mato vocês de curiosidade só mais um pouco. rsrs