Hedonismo

17 O que esta havendo aqui?


Notas iniciais
Você se lembra do sonho no cap 5?E eu gostei muiiiiiiiito desta brincadeira! Entao quem quiser escrever um "sonho erótico" do Takero me procura em privado ok? ^_^ vou adorar. As ideias são: devaneio do TK imaginando como o Daisuke perdeu a virgindade ( mas este eu já fiz neste cap kkk) ou como usaria os brinquedos nele ( pode ser bem legal!), ate mesmo o que pode ter nos tais vídeos. Q q vc acha? Sou aberta a outras ideias ^_^ Ps: nada que influencie na trama.

Foi muito estranho ver aquele olhar de medo vindo dele.

Mas foi uma coisa que não durou muito tempo.

—--- O que estão fazendo aqui? ---- ele questiona ao pegar uma almofada qualquer e cobrir suas partes, (que Daisuke encarava com vigor).

—--- N-nada! ---- exclamo ainda em pânico e saio pela porta acabando por largar a sacola de “compras” dentro da casa.

Eu definitivamente corri da realidade a minha volta. Não queria saber, não queria ver!

=~^~ ºº~^~=

Minha mente “devassa” foi para recantos obscuros que eu temia.

Imaginei tudo o que eles poderiam ter feito naquele apartamento.

Meu irmão podia telo encontrado em algum canto qualquer, afim de ficar um pouco longe de casa e do hibrido. Não que Taichi odiasse o bebe, entretanto odiava a situação toda. Eles não eram melhores amigos, mas conversavam o que o faria confortar o amigo; quem sabe levar o cara ate seu apartamento já que agora ele morava sozinho.

E lá...

—--- Quem diria? Se alguém me falasse isso dela eu riria da cara da pessoa, ou esmurraria. Não sei ainda. ---- corresponde Yamato serio como sempre fora indo a cozinha pegar algumas latas de cerveja. ---- Mas como você esta aceitando tudo isso? Nossos irmãozinhos não são os anjinhos que as digievoluções de seus digimons demonstram.

—--- Isto é verdade... ---- ele logo pega uma lata e a abre. ---- Estou tendo de aceitar né. Nasceu mesmo fazer o que... Um dia Hikari iria namorar casar mas...

—--- Eu te entendo... Não sei o que é pior.

—--- Jura? Serio? Não seja cínico... O Takeru não fez nada de errado. Ou de...

—--- Vulgar? Hediondo ou simplesmente pejorativo? Já se esqueceu que ele...

—--- Ficou com vários caras? Idai o que tem de mais? Você já traçou metade da escola, e do colégio vizinho também. ---- o líder comenta entre risos, e logo Yamato também ri, começando a conversar sobre o passado, do digimundo e de suas vidas atuais.

Conversaram sobre suas conquistas e ate mesmo aquelas que tinham em “comum”, beberam e riram como se nunca tivessem brigado na vida. Mas não conseguiam esconder do assunto o fato de já terem “feito” um com outro.

O clima sempre fica estranho quando o assunto voltava a girar em torno de sexo, mas por algum motivo não conseguiam mante lo muito longe. E logo fica tarde e Yamato não poderia deixar o líder ir embora naquele estado, bêbado como nunca viu.

Ele sentia o clima estranho no ar, mas mesmo assim ainda era o guardião da amizade e o ajuda a se levantar do sofá o levando até o quarto extra que ainda estava abandonado o largando sobre a cama que cheirava a pó e abandono.

—--- Se precisar de alguma coisa, estou no quarto ao lado. ---- comenta já indo fechar a porta, e é quando sente a mão lhe puxando para baixo, ouvindo em um tom de voz baixa e pouco embriagada.

—--- Eu preciso de você.

O louro se espanta, mas quem já cedeu uma vez...

Se deixou puxar para cama e logo o líder se posicionou sobre ele ficando a se encarar por um tempo, até que ele pode sentir os lábios dele sobre os seus. O beijou carinhosamente e cedeu de uma vez, estava sentindo algo entre eles a noite toda; estava feliz, confuso e envergonhado, mas de alguma maneira sentia que não podia parar, não queria parar.

Se separaram para respirar por um breve instante, e o líder voltou a encarar o louro quase com o rosto colado dele sussurrou: ---- Escuta bem. O que estou fazendo não é efeito da bebida, eu realmente queria fazer isso.

—--- Podemos ate tentar... Vai ser algo bem diferente para mim, mas fico feliz de que seja com você...

—--- Diferente, sei. E a ultima vez? ---- indaga de modo maldoso encarando o corpo a sua frente mas logo o afasta, se sentando. ---- Mas... e a Sora? Vocês não estavam namorando?

—--- Ela e eu terminamos.

Logo o moreno sorri e voltando a o beijar e este por sua vez começa a desabotoar seu pijama enquanto escapava de seus lábios mirando em seu pescoço indefeso, percorrendo seu tórax descendo a barriga; já podendo ter uma boa noção do quanto era desejado pelo colega.

—--- Assuma que gosta de fazer isso comigo. ---- o líder sussurra uma ordem em seu ouvido enquanto pega sua mão a direcionando ate seu falo. ---- Ninguém precisa saber. Pode ser nosso segredinho... ---- brinca em um tom cúmplice vendo o louro começar ao massagear, murmurando sons enquanto afagava meus cabelos louros.

—--- Esta bem... Mas não ache que vou levar sempre a pior. ---- pontua o louro com ar de violência e autoridade, recebendo um riso maldoso em troca. ---- Estou falando serio.

—--- Certo. De suas condições. ---- o líder volta a puxar o louro o deitando sobre a cama de casal que havia sido abandonada com a mudança.

E lentamente encosta os lábios aos do louro o tomando para si lentamente, exigindo que este cedesse, que o desejasse tanto quanto ele o desejava. O que eu estava fazendo? Que pedido foi aquele?

Se acariciavam sem escrúpulos ou vergonha, checando o corpo um do outro como a quem tateia uma parede no escuro para não esbarrar ou cair; entregando-se e não se importando de que aquilo poderia ser certo ou errado, se alguém poderia os descobris. Como se não existisse o amanha para os fazer recordar, para os julgar.

Parecia que esperavam por aquele beijo há anos e podiam sentir milhares de sensações únicas, os corações batiam acelerados em um mesmo ritímo a serem ouvidos, o calor de seus corpos aumentavam e logo chegaria ao ponto de decidirem quem iria “ceder” primeiro.

Mas ambos já haviam feito isso antes e não tinham medo do fato, apenas um certo receio que o líder teimava em frisar não possuir. A todo custo demonstrava sua coragem, mas acima disso jogava na cara do louro o quando ele gostava de sucumbir; e por conta disto ele acabou sendo o primeiro.

Se sentindo um pouco errado ao fazer tal coisa com o colega e ainda no antigo quarto de seu pai, o louro se retém assim que é invadido, vendo o próprio rosto e “performance” ser refletido em um espelho que não havia notado ate então. Um espelho vil, que retratava seu rubor e prazer; alem de tudo o que o líder fizera em seu corpo.

Sentia-se lascivo e estranhamente isto aumentava os arrepios em seu corpo, o misto de dor com prazer e agora a vergonha imposta por sua própria imagem ali a o encarar dedurando todo seu ato, coisas que preferia não pensar agora eram bem visíveis.

—--- Calma, não cabe. ---- bronqueia o louco ao empurrar o líder de si, sentindo deslizar para fora e um alivio rápido percorrer seu corpo junto de uma leve ardência.

Queria sair e tirar o espelho, quebra-lo.

Mas é detido. Assim que ergue do leito é puxado com violência. ---- Não vale arregar. Nem comecei... ---- o timbre autoritário o irrita, mas ao cair com seu peso sobre o colega que o esperava seu corpo trava. ---- Pronto fiz caber.

—--- Isso... vai ter volta. ---- murmura de cabeça baixa sentindo o corpo pulsar, evitava a todo jeito erguer o rosto e se deparar com sua imagem refletido no espelho que tanto odiava.

Focava-se tanto em evitar sua imagem que não evita as estocadas ferozes do amigo, que o arranca gritos e o faz se contorcer.

Não podendo evitar segurar a face a cobre com as mãos, se tornando ainda mais vulnerável as vontades do colega que não tem piedade de seu corpo.

—--- Que legal. Achei seu ponto fraco... ---- a voz cruel chega a seus ouvidos enquanto este o tirava as mãos do rosto o forçando a encarar o espelho e o que estava fazendo. ---- Olha só não é um bom ângulo? Da pra ver tudo... Viu como cabe ele todinho.

As provocações do líder o fazem estremecer ainda mais, sentia raiva por se ver tão exposto ter de passar por aquilo e ainda ouvir aquelas palavras. Mas que o havia obrigado? Estava bom; muito bom. Sentia o corpo tremer e pulsar.

—--- Quero ver se você encara o espelho; desgraçado. ---- murmura baixo e fraco ao se levantar, sentindo que o amigo já “terminava”. ---- Vem levanta. ---- ordena firme apontando para a cômoda. ---- Apóie-se ali, vamos ver se você mantem esta panca toda se olhando no espelho.

O líder engole seco com o desafio, mas sorri firme. Teimoso não iria demonstrar nenhum tipo de fraqueza. ---- Tudo bem. Faça o seu pior, vamos ver se consegue me abalar.

~~ºº~~

—--- A onde você vai? Por que sua primeira reação é fugir? ---- o ruivo me segura e acabamos debatendo no corredor. Não é que eu queria fugir da situação, mas não dava para ficar ali, né. ---- Tah bem... foi um susto daqueles... Mas isso quer dizes que o seu irmão e ele...????

—--- Eu não quero pensar nisso!

—--- Isso explica por que ele ficou tão puto com você.

—--- Eu não quero pensar nisso!!!

—--- Mas Tak...?

—--- Chega! Serio chega!

Parto descendo as escadas enquanto ele volta ate o apartamento.

Eu queria gritar. Bater em alguém! Qualquer um...

Estava bem no meio de uma crise de nervos das piores. E sobraria para o primeiro que aparece-se na minha frente.

—--- Esta tudo bem? Takaishi...? ---- era Mimi, com sua voz leve e meiga e modo angelical de falar, trazendo com sigo um doce e contagiante sorriso.

—--- Não. Não esta. Eu não tenho uma vida mansa que posso viajar pra todo canto do mundo como você Mimi. –--- eu disse que ia sobrar para o primeiro.

—--- Ei que isso Takaishi? Ficou louco é? Você não pod... ---- o nerdezinho tenta defender mas... acabo dando um soco nele. Eu avisei que estava bem alterado. ---- Endoidou? Ta parecendo o seu irmão.

—--- Meu irmão...

Murmuro ainda irritado e saio.

Se ficasse por lá muito provavelmente acabaria agredindo ele novamente.

Ouço eles debaterem algo sobre eu ter brigado com o Yamato novamente ou algo deste gênero; mas eu não me importo. Estava tão irritado que me estressava apenas em pensar; pensar em qualquer coisa já me irritava.

Mas permaneço um tempo a caminhar pela cidade.

Não sei quanto tempo.

Talvez o dia todo, porque quando dou por mim já esta escurecendo.

Agora um pouco mais calmo sido ate o local a onde tudo tinha começado. Eu tinha que saber o que realmente estava acontecendo ali, mas não tinha saco para falar com o meu irmão agora e definitivamente não iria falar disso com Daisuke.

Toco a campainha e ela atende.

—--- T.k.? Entra! ---- ela sorri e me da passagem saindo em direção a cozinha a onde pega uma mamadeira logo testando se estaria muito quente para o pequeno hibrido. ---- Que cara é esta? O que ouve?

—--- Pequei o seu irmão com o meu hoje...

—--- O que??? ---- ela quase enfarta, tropeçando nos tapetes e caindo para traz.

—--- Hikari! ---- grito e vou ate a cozinha assustado; devia ter falado de um modo... melhor. Mas tinha modo melhor de falar isso? ---- Desculpa eu...

Ela não tinha caído não chão como esperava, Gatomon era muito ligeira e hábil afinal seu nível evolutivo se igualava a Angemon.

—--- Uffa...

—--- O que você disse? ---- ela murmura limpando o leite que havia sido espalhado por todo o chão e me junto a ela, afinal a culpa tinha sido toda minha.

—--- Eu não sei. Não pequei exatamente o ato mas... Taichi estava nu na casa dele, e eles tinham trancado Patamom.

—--- Nossa... eu não sei o que pensar. O maninho nunca pareceu “disso”. ---- ela me entreolha inda incrédula indo fazer outra mamadeira, enquanto eu guardo os panos. ---- Sabe o que quero dizer... ele...?

—--- Eu sei. Por que acha que desisti dele? ---- me sento sobre o sofá me sentindo rendido, ainda estava furioso com o mundo.

Ela senta ao meu lado e me entrega uma xícara grande de leite com chantilly e canela, pegando o pequeno ser no colo, que ainda grunhia de maneira angelical.

Sempre me achei branco de mais perto de Hikari, mas o pequeno hibrido superava a qualquer coisa; parecia um pequeno floco de neve envolto de uma manta azul com pequenos desenhos abstratos. Ele encarava a tudo com seus grandes e expressivos olhos de cor avermelhada enquanto esta o dava de mamar.

Não sei o por que mas aquela cena me acalma.

—--- Não tem problema eu o amamentar na sua frente?

—--- Não. Por que a pergunta? Mas... Por que estava fazendo uma mamadeira se você ainda da de mamar?

—--- Treinando. Ainda não acerto o ponto e não quero deixar para aprender na hora de fazer. Minha mãe esta me ajudando mas... Ela é péssima com cozinha. ---- ela sorri e automaticamente o bebe ri também. Aquela risadinha gostosa e baixinha que só um bebe consegue dar. ---- Então a Yolei esta me ajudando. Mimi foi comigo comprar roupinhas, ele esta crescendo rápido.

—--- Então é menino... Desculpa nem vim aqui depois... Qual o nome?

—--- Você vai me bater se eu disser que não consegui decidir? Todo mundo fala um... ---- ela sorri sem graça e logo o telefone toca. ---- Alo? Oi maninho! Ainda esta ai? O T.k. esta aqui. Unm... sei... Takeru o maninho falou que você deixou uma sacola lá. Quer que ele traga aqui?

—--- Não! Não tem problema eu vou lá buscar! ---- tinha me esquecido completamente dos brinquedos. Por que a droga do Daisuke não pegou?

—--- Relaxa ele já esta voltando, ai vai trazer sua sacola e o Patamom. ---- ela desliga e eu sôo frio. Não queria ver Taichi agora, muito menos com aquela sacola.

—--- Não eu pego! ---- me ergo ainda em pânico da sacola chegar aqui e Hikari a ver, mas sou segurado por algo. Ao ver o que me prendia me deparo com uma pequena mãozinha e olhos amendoados cheios de emoção, sorria para mim e brincava com minha camisa. Dava vontade de rouba-lo dos braços de Hikari e esmagar em um abraço forte.

—--- Iai! Como você é fofo! ---- ela própria o aperta e ele faz um pequeno ruidinho como um gatinho que não sabe miar ainda. ---- Mas serio sobre o maninho, eu fiquei curiosa. Não acho que você esta mentindo, mas acho que deve ter algo ai.

—--- Concordo. ---- murmuro entre os dentes e volto a me sentar. Aos poucos consigo roubar o pequeno dos braços da mãe e o deito sobre o sofá brincando como se fosse um filhote. Enquanto ela desaparece do meu ponto de vista.

—--- Bebes são fofos. ---- Gatomom se apóia sobre o sofá e fica a brincar com o pequeno. ---- Você e o Daisuke também vão ter um bebe?

—--- Não podemos ter bebes... Só se pode ter quem for de sexo diferente. ---- explico meio sem graça, era como falar com uma criança.

—--- Entendi. ---- ela logo para de brincar com o pequeno e me encara. ---- Como Beelzebumon pode ter um bebe?

—--- Eu também não entendi. Digimons são um mistério para mim.

E logo ela se cala ficando a encarar o pequeno ser. Não sabia se era ciúmes, já que agora Hikari o dava toda sua atenção ou outra coisa. Parecia ser outra coisa...

—--- Aqui esta. ---- ele praticamente surge do alem tumulo me dando o maior susto da minha vida e deixando a sacola do meu lado. ---- Calma é só uma sacola.

—--- Taichi seu... Como você entra assim?

—--- Você que se distraiu como o “humanomon” ai. ---- ele ri e faz um afago sobre o pequeno que segura um de seus dedos. ---- Que bunitinho... ---- ele sorri para o bebe, mas logo me encara serio. ---- Takeru sobre o que você viu hoje. Pode guardar segredo?

—--- Segredo? Não vai dar! Já contei a Hikari.

—--- Ok... pra Hikari eu explico depois. Mas pode ou não? ---- parecia mais uma intimação/ ameaça do que um pedido.

—--- Só se você me explicar o que foi aquilo. ----- teimo temeroso.

—--- Tudo bem mas não aqui. ---- ele finalmente para de brincar como o pequeno e se levanta, seguindo seu caminho ate seu próprio quarto. O bichinho parecia um imã; ninguém resistia a seu “charme”. ---- Posso passar na tua casa amanha?

—--- T-tudo bem. ---- só de imaginar Taichi indo na minha casa já me deixava nervoso. Então eu faço...

Invado seu quarto e tranco a porta atrás de mim.

—--- Sem “amanha eu falo” quero saber agora!

—--- Tudo bem...

Ele estava de costas e parecia ir ligar seu computador pessoal, mas quando invado ele se afasta e logo se senta sobre a cama.

O que ele me conta não é algo assim tão simples de se entender, muito menos de se absorver; e mais uma vez eu não sei como reagir a tudo aquilo.

—--- Takeru você entendeu? Eu não...

—--- Preciso de um tempo. ---- me levanto indo ate a porta e logo volto a sala a onde Gatomon encarava o pequeno hibrido com a mesmo semblante estranho. ---- O que foi Gatomon? Não gosta do bebe?

—--- Não diga uma coisas destas. Claro que eu gosto, ele é fofo.

—--- Então qual é o problema? ---- eu precisava distrair a minha mente, então iria puxar assunto com qualquer um sobre qualquer coisa imaginável. Mas nunca na minha vida eu esperei por aquela resposta.

—--- Eu também quero um destes. ---- ela me franca e espontânea, não parecia uma criança que não sabia do que estava falando. ---- Mas os digimons não se reproduzem assim. ---- ela parecia mesmo abatida e entristecida. ---- O que aconteceria se eu tentasse? Como Hiraki conseguiu? Eu não posso perguntar isso pra ela... Mas eu vi como Beelzebumon ficou feliz com este bebezinho, e eu quero dar uma para o meu namorado.

Notas finais
Nha! e la vou eu di novo aprontar das minhas *-* nha!