Hedonismo

14 Famílias --- cap propaganda SIM!


Notas iniciais
Eu posso dar uma lista de motivos pela minha demora... 1 fiz uma cirurgia, 2 um amigo morreu... mas deixa pra la kkk o quero mesmo é agradecer aos leitores! José Padovani e Inner Red seus lindos que me animam ate a tentar fazer uma cont quando esta acabar *-*

Tinha sido tudo muito estranho.

Desde que me entendo por gente, meu irmão me protegia de tudo; e eu tinha Hikari como minha amiga e era apaixonado por seu irmão o Taichi. Nosso incrivelmente destemido lider.

E de repente...

OoOoOoOoOo

—--- Takeru... Você quer ver ele? ---- a vos suave dela vem a meus ouvidos ainda fraca. ---- Você me apoiou desde o inicio. Não vou esconde-lo de você. ---- e um sorriso doce me abraça. Ela tinha o dom de me fazer sentir querido e isso eu nao poderia negar.

Me aproximo curioso como uma criança, não sabia como fazer. Se o pegava ou não, e logo os demais se aproximam curiosos de fininho, mas ela o esconde de todos eles. Só eu poderia velo.

O pequeno se retorcia nos braços inexperientes da mãe, afim de se ajeitar. Murmurava ruidinhos tenros que qualquer bebe faria, ponho minha mão para tentar tirar um pouco do manto que o envolvia e ele agarra um de meus dedos; era a coisa mais meiga do mundo. Dedinhos roliços e frágeis seguram o meu como se fosse um tronco e posso ver o quanto era pequeno. Ele nem consegui fechar a mão entorno de um dedo meu...

—--- É tão fofo. Que nome você vai dar a ele? ---- questiono a inda a apreciar o pequeno ser que permanecia de olhos fechados.

Branco como o leite, possuía os cabelos em um tom de anil como se fosse um Kiimon, ate mesmo as orelhas eram levemente ponte agudas, mas em sua nuca podia notar pequenas e frágeis asas de algodão; era como se a energia purificadora de Hikari o tivesse convertido em um Puttimon. Mas ele era perfeito, completamente perfeito.

Um hibrido perfeito.

Perfeito em manter as características físicas dos pais como um ser humano e poder se corromper e mudar como um digimom. Mas ate onde ele era Humano? Ate onde seria um Digimon?

Isso não era da minha conta.

Vou para casa e me deparo com um pedacinho do inferno.

Todos estavam na minha sala de estar a me esperar: mãe, pai, irmão, tios e avos; e ate mesmo os parentes de Daisuke estavam ali.

—--- O que esta havendo aqui? ---- questiono assustado já esperando pelo pior. ---- Uma intercessão? Gente eu não to fazendo nada de errado.

—--- Calma Tak o poir já passou. Você perdeu enquanto via o bebe da Hikari. E alias...? Como ele é? ---- o ruivo vem ate mim, era o mais descontraído para variar, porem mesmo assim demonstrava estar tenso. Tinha começado a me apelidar de Tak desde que iniciamos o namoro oficial, engraçado que havia me acostumado muito mais em ser encarado do que com este apelido.

—--- Uma gracinha. É coisa mais fofa do mundo, juro. ---- argumento ao me sentar e vejo que alguns já se levantavam. Eu realmente havia chegado no final da reunião.

—--- Imagino. ---- meu irmão vem em minha direção, parecia querer falar para mim varias coisas mas só o que sai de sua boca é esta única palavra.

—--- As coisas devem estar feias na casa dos Kamya. ---- o ruivo logo se ajeita do meu lado passando o braço pelas minhas costas.

Como ele podia fazer aquilo?

Ali?

No meio de todos os nossos parentes!

Me levanto por intuito e ele fica me encarnado com um sorriso que não conseguia decifrar.

—--- Vou passar lá amanha. Quer ir junto Tak?

—--- E-eu? Tudo bem... mas não sei como vão estar as coisas e...

—--- O Taichi vai estar a ponto de matar um isso é verdade. ---- meu irmão volta a falar, estava tão quieto que as vezes nem parecia que estava na sala. ---- Vou ter que ira ate lá por um pouco de razão naquela cabeça oca. ... Igual ele pos na minha. ---- e por fim ele me encara.

Daisuke deixa a sala de instantâneo e logo estamos sozinhos.

—--- Me desculpe por tudo que te disse Takeru.

O que? Para tudo! O irmãozao estava pedindo desculpas.

—--- Eu estava revoltado com muita coisa e... Isso junto... Me desculpa. ---- dava pra ver que ele falava com franqueza, mas não conseguia olhar firmemente em minha direção. Sentia vergonha e fitava as paredes, quadros e ate mesmo o tapete. Tive certeza que tinha encanado que a mancha de suco tinha a cara do Patamon. ---- Acho que... posso te contar o que esta havendo. Afinal você não é mais criança não é.

=~^~ ºº~^~=

A verdade que a anos atrás quando retornamos a este mundo e nos despedimos de nossos amigos

Achamos que aquilo seria a pior coisa que poderia acontecer conosco...

Estávamos muito errados.

Assim que voltamos a nosso próprio mundo, fomos presos pelo exercito e vistos como aberrações; monstros ou ate mesmo pactuantes com os lados obscuros.

Isso mesmo que você entendeu.

O governo se assustou com tudo que fizemos durante a luta contra myotismon e todos os demais, entre outros feitos como: andar com criaturas estranhas que tem poderes e abrir um portal no céu e ir a outro mundo.

Foram desde acusações pesadas a testes dolorosos.

Na mídia de todo mundo fomos chamados de “crianças do pacto” e nossas vidas foram quase destruídas.

Dia a, pois dia era uma tortura e tormento; eles queria respostas que não podíamos dar. Como tínhamos esta ligação com os digimons, o que eles eram e de onde tinham vindo.

Exames minuciosos e completamente evasivos, junto de interrogatórios extensos e exaustivos a onde não acreditavam em nada do que dizíamos.

Então por que continuavam a nos perguntar?

Me recordo bem de como foi quando voltamos.

Assim que saímos do pequeno bonde e pisamos no nosso mundo...

—---- Parados! Mãos para cima e entreguem os monstros! ---- ordena um dos policiais que nos cercavam.

A luz do helicóptero estava sob nós e não podíamos ver com clareza o que ocorria do lado de fora. Mas ouvíamos. ---- Saiam agora ou vamos atirar. ---- estavam nos tratando como criminosos perigosos.

Medo não era bem a palavra para expressar o que sentíamos naquele momento. E creio que ate hoje eu não consigo expressar isso corretamente.

—--- Ei o que esta havendo aqui? ---- Taichi era o nosso líder e é o primeiro e o único a se pronunciar, saindo do bonde como o ordenado. Ele estava apenas curioso, e estava obedecendo o que lhe foi pedido.

Não faço idéia do por que terem feito aquilo com ele.

Um barulho alto.

Um disparo rápido, e nós o vimos cair ao chão.

—--- Taichi! ---- gritamos em um coro e quisermos ir ate ele. Mas ele nos olha e faz sinal para ficarmos para traz.

Tinham o acertado.

Ele estava abaixado e parecia sentir muita dor. ---- P-por que fizeram isso? O q-que eu fiz?

—--- A onde estão os monstros? ---- um “deles” se aproxima, ainda a apontar uma arma para sua cabeça. Eu odiei ficar vendo aquilo, queria fazer algo.

Eles usavam uma farda coberta, com capacetes e escudos, era alguma frota especial. E nos tratavam como criminosos perigosos.

Fomos arrastados de lá a força e trancafiados em um carro frio e assustador. Hikari chorava desesperada vendo o irmão ferido, e ele sorria tentando acalma-la e afirmava que tudo iria ficar bem. Mas eu via o sangue escorrer e manchar o banco, ninguém parecia ligar, ninguém estava vindo tratar ele.

—--- Taichi... ---- murmurei furioso, não poderia berrar tudo que queria. Não podia questionar o tratamento que estava levando. Isso só deixaria tudo ainda pior; os irritaria e apenas deixaria Hikari ainda mais em pânico e em vão. ---- Desgraçados...

—--- Irmãozão? ---- você se agarrava a mim, mas não tirava os olhos de Hikari que não conseguia conter o pranto. Ainda tremendo e com medo ele vai ate Taichi. ---- O que esta havendo? Por que eles estão fazendo isso? Nós salvamos o mundo... ---- você se sentou e ficou ao lado de Hikari a abraçando, dando um tempo para que Taichi pudesse tentar respirar um pouco.

—--- Eles estão com medo. ---- Koushiro responde fitando o ar como se não enxergasse ninguém ali, seus olhos atônitos estavam sem vida. ---- Monstros vieram do céu, lutamos no meio da cidade. E abrimos um portal... ---- ele era inteligente o suficiente para fazer as contas. Seu melhor amigo tinha sido baleado sem o menor remorso, e eles não pareciam dar a mínima para o seu estado.

Nós éramos oito, um a menos não faria a menor diferença.

—--- Maninho. Maninho.

Ela chorava sem parar.

E nós não podíamos fazer nada para acalantar seu pranto interminável. Aquele choro sentindo ia perfurando nossas almas e trazendo um profundo desespero. Iríamos morrer ali? Sem direitos e sem ajuda; tudo porque salvamos o mundo...

—--- Maninhu. Maninhooooo. ---- ela se debruça sobre o corpo desacordado do irmão, tentava o fazer se mexer. Já não tinha mais forças para usar seu apito. E mesmo que as tivesse ele o havia sido tomado pelos nossos carcereiros. ---- Maninho, maninho. Por favor acorda!

—--- Desgraçados. ---- volto a murmurar em um leve monoxó e logo volto à esmurrar a porta. ---- O que pretende fazer? Vão mesmo deixar ele morrer assim!

[---- Sente-se e fique quieto. ---- a voz abafada responde com uma cobertura de medo. Medo de nós?

—--- Seus desgraçados! Por que estão fazendo isso! Nós não fizemos nada de errado!

—--- Matt... por favor. Isso não vai ajudar. ---- o mais velho me segura impedindo que o louro continuasse a esmurrar a porta daquele modo. Logo virando sua atenção para o líder que parecia cada vez mais fraco. ---- Não acredito que vão deixar ele sangrar ate a morte... ---- ele era sabido, tinha a família toda dentro da área da medicina e logo também estaria; então não era estranho que soubesse o que fazer para estancar o sangramento. Mas não possuíamos o necessário e o local era de difícil aceso.

O fato é que passamos um bom tempo naquela pequena cela apertada ate que alguém resolvesse nos separar.

—--- Naaaaaoooo! Maninhoooo! ---- ela grita desesperada chutando e esmurrando ao tentar se livrar dos homens que nos arrastavam para fora.

Acho que na cabeça dela, se ficasse perto dele ele melhoraria. Eu não sei...

—--- Levante garoto! ---- um dos homens se aproxima de Taichi enquanto outro me levava para longe. ---- Não ouviu. Levante-se agora ou...

—--- Vocês atiraram nele suas mulas! ---- o Izumi exclama irado, e esta é a ultima coisa que vejo.

Eles me arrastam ate uma sala de metal assustadora com um espelho de vidro e me algemam a uma mesa; dois homens armados entram e se sentam.

E tudo começa.

Me lembro dos interrogatórios incessantes e intermináveis.

Nos acusavam de trair o pais, a nação.

Exigiam ter os digimons e os chamavam de “armas” perigosas.

Eles trataram as feridas de Taichi, mas ele ainda não estava bem. Eu e ele assumimos as responsabilidades de você e Hikari, alegamos que só nos acompanhavam.

Vocês só choravam o tempo todo, eram crianças pequenas.

Então não tinha muito o que fazer, os liberaram.

Mas o resto de nós...

Nós não éramos apenas crianças...

Tínhamos acabado de derrotar seres extremamente poderosos com nossos parceiros.

~~ºº~~

Ouço a tudo que meu irmão contava em silencio, atordoado e pensativo. Como pude esquecer tal coisa?

—--- Mas isso não tem nada haver com eu ter te tratado como tratei. ---- ele pontua por fim. ---- A verdade é que todos andamos cuidado para que isso não ocorra com vocês e... A minha parte anda me deixando muito estressado e descontei em quem não deveria. O problema é que HIkari deve estar em grande risco agora...

—--- Acha que vão tentar matar o hibrido?

—--- Matar seria bondade. ---- ele engole seco e depois respira fundo pondo a mão no meu ombro. ---- Mas o assunto aqui é outro. Me perdoa?

Ele era grosso, rude, muito cretino e não sabia pedir desculpas.

Mas era o meu irmão.

Então o abracei e foi como se tudo voltasse ao normal. Quase...

—--- Mas nada de ficarem de agarramento na minha frente. Isso ainda é estranho.

—--- Tudo bem. ---- rio com o modo sem graça dele se portar vendo Daisuke que conversava alegremente com meu pai e minha mãe na cozinha. ---- Você fica ai agindo como um homofônico, mas eu sei o que já fez com o Taichi. ---- provoco e ele engasga com o ar.

—--- Foi só uma vês! ---- indaga revoltado e eu rio mais ainda. ---- Takero vou te bater, cala essa boca i-me-di-a-ta-men-te.

—--- Ta bom ta bom! ---- rio a ponto de cair sentado com o semblante desconsertado do meu irmão. Tava na cara de que tinha mais alguma coisa por trás, mas resolvi deixar pra lá. Por hora. ---- Vem vamos ver o que eles estão aprontando na cozinha. ---- ainda entre risos vou em direção a cozinha a onde Daisuke me recebe com um abraço transformado meu riso em vergonha. ---- E-ei. N-não faz isso!

—--- Como é tímido na frente dos outros em. Estamos em casa ta tudo bem. ---- ele argumenta em vão e eu escapo de seus braços enquanto meu próprio pai ria da minha cara. ---- Ei sogrão vê se pode isso. Olha como ele me trata.

—--- Você que se vire. Não tenho nada haver com a relação de vocês. ---- ele ri ao se servir de mais um copo e me dói conta ver como a casa estava tranqüila e de bom humor. Não fazia idéia do que tinham conversado, mas agradecia muito.

Finalmente tudo parecia bem de novo.

—--- Vai dormir aqui Daisuke? ---- é a minha vez de engasgar com o ar, quando delicadamente minha mãe pergunta.

—--- Posso? ---- questiona animado com a idéia.

—--- Claro meu anjo. Quando quiser. Só não faça muita bagunça tudo bem.

—--- Valeu!!!

Este grito elevado de animação era inegável e logo meu irmão me encara como se falasse “Copia do Taichi” e o clima entre nós volta a ficar tenso. Mas logo meu pai corta com uma única frase em um tom tão baixo que só nós ouvimos.

—--- Irmãos não deveriam brigar por um homem.

Nos viramos de imediato e logo vejo meu irmão sair pela porta e meu pai soltar uma pequena gargalhada.

—--- O bom é que não tem que se preocupar com pijama... Só não quebre a cama. ---- o comentário me cobra a atenção. Tive vontade de gritar mas não tinha intimidade com a irmã de Daisuke.

—--- Jun! Casete! Se toca!

Ele esbraveja e grita mais uma vez.

Ouço algo sobre eu passar um tempo na casa deles.

Em resumo... foi um bom dia.

Não!

Ótimo dia.

Notas finais
Nha! Uni dois caps. qro terminar logo com esta parte da Hikari com o hibrido. *-* qm tem teses de como ele sera? Aaaaaaaaamo vcs Cruj Cruj xau! Ps: só o Taichi chama o Koushiro de Izzy. Entre outros "apelidinhos" derivados da dublagem brasileira.