Hedonismo
15 Como é difícil... resistir.
Notas iniciais
Por fim acabei cedendo às vontades de Jun e fui dormir na casa de Daisuke.
Aquilo era estranho.
Entrei na casa e ficamos conversando na sala como se eu fosse mais um amigo normal que viria assistir a um filme ou jogar vídeo game. A mãe dele ate arrumou uma cama para mim e ofereceu uns pijamas. Mas admito que me sentia muito melhor sendo tratado assim, do que... Você me entendeu bem.
O problema começou depois.
Tínhamos chego tarde da minha casa e todos foram dormir, afinal amanha ainda acordaríamos cedo. E então fomos para o quarto... Mas Jun ainda estava na sala, em uma casa tão movimentada era impossível ter uma maior intimidade. Concorda? ...pois é né.
—--- Estes caras de filme te terror são sempre muito burros. Por isso torço para os vilões acabarem com eles. ---- o ruivo comenta de boca cheia debruçado sobre a cama quase deitando no meu colo. Estava entretido com o filme se mostrando verdadeiramente indignado com o ato dos personagens. Enquanto eu me indignava com outra coisa.
Desde que começamos a namorar eu não...
O namoro era ótimo e ele beijava muito bem e tudo mais. Mas queria saber como ele era nos “finalmente”. O problema não era ele. Toda vez que tentávamos era algo para atrapalhar.
Porra! Ate meu irmão já impacou o meu lado!
Mas agora definitivamente não era culpa dele. Não tinha como...; a irmã estava na sala, os pais dele no quarto e a casa parecia viva de alguma forma.
—--- Você esta inquieto. Esta tudo bem? ---- ele me encara com aqueles olhos castanhos irresistíveis e eu encaro a tela com fervor afim de ignora-lo. ---- É serio. O que você tem? ---- aproveitando que já estava quase sobre meu colo ele se recosta sobre ele apoiando a cabeça na minha coxa. Sinto aquelas madeixas roçarem em minha pele e logo aquele short de pijama se mostra completamente inútil. ---- Opa! Achei seu problema. ---- ele comenta se levantando animado já ame agarrar.
—--- Espera Daí sua família ainda esta toda acordada. E mesmo se não estivesse eu sei que eles tem sono leve e o que podem pensar se...
—--- Ouvirem algum ruído estranho? Eles já imaginam que vamos fazer mesmo. O que tem de mais em os darmos razão? ---- eu coro e ele sorri.
Sentia me ferver da cabeça aos pés. Não queria em forma alguma que alguém descobrisse o que estávamos fazendo, mas queria fazer mesmo assim. Dilema.
Terrível dilema.
—--- Como você é chato. ---- ele resmunga e volta a deitar sobre a estreita cama de solteiro; depois se acomoda no meu colo; tento tira-lo de perto, mas ele volta a fazer graça movendo a cabeça.
—--- Não provoca. ---- ordeno.
—--- É você quem esta me provocando fazendo esta cara ai.
Não posso negar. Se ele era irresistível para mim; o que impedia de sentir o mesmo? Pensava comigo e repetia varias vezes, em um mantra mental ate se tornar uma tatuagem. Controle-se Takeru.
Mas ele se ergue, usando apenas a força que tinha no abdômen e segura com delicadeza minha nuca. Posso sentir aquele sabor de pipoca vindo de seus lábios.
Involuntariamente fomos nos aproximando cada vez mais do rosto do outro; já podíamos sentir as respiração ofegante se misturarem um com o outro, até que finalmente nossos lábios se encontraram fazendo nossas bocas se fundirem e assim surgindo o beijo mais louco, insano e mais gostoso que eu já senti em toda minha vida; que me faz senti completo e vivo de verdade apenas por sentir o toque de um beijo.
Ele me puxou para cima de si com ferocidade, já passando as mãos vorazes por dentro da camisa frouxa de pijama e por baixo dos largos shorts; enquanto eu podia ver que a porta que permanecia entre aberta. Taco um dos travesseiros que apenas a recosta deixando uma fresta de luz do corredor adentrar o quarto escuro.
Mas ele se importava com estes detalhes? Claro que não.
Violava minhas áreas com a ferocidade de um faminto enquanto eu tentava desesperadamente me controlar, ou pelo menos minha vós. Não queria de forma alguma que alguém ali ouvisse o que estávamos prestes a fazer.
—--- Daí... dentes. Se você me morder eu... te mato. Juro que... te mato. ---- murmurava entre dentes ameaças vazias; sabia que ele não estava nem me ouvindo. Ele não possuía muita pratica com a boca e lambuzava tudo. Mas creio que esta era a idéia.
—--- Esta pronto?
—--- Sim. Anda logo com isso. Vai. ---- pra que eu fui por lenha na fogueira? Pra que?
Ele vai ate o talo e tenho que literalmente me sufocar com o travesseiro para que ninguém me ouvisse. Simplesmente aproveitou o ângulo em que estava pois minhas pernas sobre seus ombros e veio com tudo.
Nem eu sabia que era tão flexível assim.
Não foi bom, foi ótimo. Tinha que me concentrar em não deixar um único ar escapar se não me ouviriam por toda casa, e parecia que ele fazia questão de que isso acontecesse, estocando-me de maneira surreal me fazendo contorcer.
—--- Calma. Assim eu não agüento. ---- murmuro baixo quando ele me arranca o travesseiro das mãos, queria ver meu rosto; me beijar e aquilo atrapalhava.
—--- Agüenta sim. Só um pouquinho vai... ---- argumenta ao fazer força contra o colchão que parecia dançar sobre o estrado.
—--- Assim eu não consigo... Vão nos ouvir. Para. Me da um segundo pra respirar...
—--- Não. Que ouçam.
Ele sussurra palavras mais ousadas aos meus ouvidos e me arrepio inteiro. Dizia o que esperava que ocorresse depois, narrava o que iria fazer comigo e exemplificava vontades; e eu sentia vontade de dizer sim a todas elas.
—--- Espera... ---- arfo e o afasto o suficiente para poder respirar, mas que ele não “saísse” de onde estava, o segurando com minhas pernas. ---- Se continuar assim... você pode... Eu não quero que termine rápido.
—--- Entendido. ---- ele sorri maldoso.
Não maldoso de um modo sexy e pervertido, mas maldoso ruim de modo a me fazer sentir um certo medo e logo me puxa fazendo-me sentar sobre ele, com aquilo ainda enfincado.
Você já viu estrelinhas?
Não foi doloroso foi intenso.
Ficamos alguns segundos abraçados ate que eu recuperasse o ar. Ele segurava minha boca para que ninguém pudesse me ouvir gritar e eu o agradecia mentalmente por isso. E depois fisicamente.
Estava acostumado a jogar basquete e saltar, isso quer dizer que possuía força nas pernas suficiente para agüentar brincar de cavalgada por um tempo, e como nenhum de nos queria ser descoberto ali fazíamos pausas regulares de alguns segundos para recuperar o ar. Bem... eu queria recuperar o ar.
Ele já parava apenas para pensar em outra idéia ardilosa, do que poderia fazer comigo naquele quarto.
—--- Tak... quanto tempo você agüenta?
—--- Não sei... nunca pensei em tempo. E você? ---- tenho de morder seu ombro para que não urrasse com a ultima estocada. Parecia mesmo que fazia de propósito para que nos ouvissem.
—--- Com estas pausas que você pede. Vou longe. ---- seus olhos castanho pareciam rubros como se estivesse tomado por alguma entidade. Ou podia ser coisa da minha cabeça.
Mas ele logo põe minhas pernas de um mesmo lado termina de me virar e... Logo estou naquela pose “reveladora” e muito... Como dizer? Clássica?
—--- Você gosta de coisas assim Tak... Fica todo animado admite. ---- ele me segura com firmeza, afastando como podia minhas pernas e remexendo tudo por dentro. Mordo o travesseiro a ponto de arrancar um pedaço. ---- Vamos admita logo. Se não eu paro. ---- ele ameaça ao soltar minha cintura que eu sabia que iria ficar com hematomas de suas mãos. ---- Se você não falar eu paro... Anda peça por mais. Diga o que é para eu fazer aqui.
—--- Daísuke...
Justo na hora em que ia o responder ouço alguém bater a porta, que a propósito ainda estava aberta.
[–--- Ei vocês dois. Não estão com fome? Vamos pedir pizza querem de que? ---- a voz da irmã de Daisuke ecoa como se estivesse dentro do quarto.
—--- Me vê de calabresa. ---- ele responde naturalmente como se nada estivesse acontecendo. ---- E você quer de que Tak? Ele come qualquer coisa que tenha queijo. ---- como podia ser tão cara de pau? Tive vontade de repreende-lo e rir ao mesmo tempo.
[–--- Tudo bem. Não vai demorar, mas vê se não sujem o quarto entendeu bem. ---- ela pontua e tenho uma crise de riso no ato.
Difícil explicar a mistura que sentia. O medo de ser pego daquela forma (como se já não tivesse rolado antes), com a graça de não estarem notando nada (a cara de pau de Daisuke era impagável), mais as sensações internas que ele me dava.
—--- Como você é... cara de pau. Como consegue? ---- pontuo ainda indignado, sentindo as pernas fraquejarem.
—--- Você não disse que não quer que ninguém note. Então... ---- ele me responde com a voz fraca e falha; começo a imaginar o grau de concentração que teve para responder em tom normal a poucos segundos atrás.
Mas entre nós dois eu era mesmo o mais fraco, e logo perco as forças nas pernas em manter a posição e caio de bruço sobre a cama macia, que por sorte não faz nenhum barulho incriminador. E como ele se apoiava sobre mim o sinto cair junto.
Meu corpo se fecha como se prende se o dele. E ele acha ruim? Claro que não.
—--- Olha só. Consegui vencer de você. ---- ele murmura ao meu ouvido, enquanto sentia ser preenchido. ---- Olha... não é ciúmes mas... Agora que nós já fizemos, você me fala como o Taichi é?
—--- O que? Bebeu? ---- me espanto com seu comentário inoportuno e me viro para olha-lo mas sem calcular muito os erros caímos juntos no chão. Ouço o som do pijama rasgar.
Mas ele ri e me encara ainda a zombar da situação toda. Volto a erguer o short do pijama que agora estava um pouco mais laceado começando a sentir aquilo escorrer suavemente por entre minhas pernas. Mas antes que eu pudesse pontuar qualquer coisa, a porta é escancarada.
—--- Andem logo. Acha que vamos trazer aqui no quarto pra vocês? Já pra fora os dois. Já. ---- ela pontua com tom de ordem e fico sem reação do que fazer, eu simplesmente não podia me levantar e comer na sala com todos, neste estado. ---- Anda, anda, anda. Não quero saber de desculpas.
—--- S-sim claro senhora Motomiya. ---- respondo apresado e saímos pela porta em conjunto. Me surpreendi ao mesmo tempo que me aliviei por ela não suspeitar de nada. Creio que o ar condicionado junto de tantas roupas sujas espalhadas pelo quarto deram conta do odor. Ou ela se fez de sonsa de um modo ninja.
Sento a sala a onde ficamos a nos encarar de modo cúmplice. Ele ainda estava “animado”, tínhamos apenas caído e não terminado com a brincadeira; mas acho que Daisuke estava bem acostumado a disfarçar este tipo de deslize (pelo que me contou), então comemos tranqüilos a conversar alegremente. Eu apenas evitava sair do lugar.
—--- Relaxa o pijama é escuro não vai aparecer nada. ---- ele cochicha em meus ouvidos ao me passar um copo de suco. ---- E foi pouquinho não vai escorrer.
—--- Tudo bem. Mas e você como esta? ---- correspondo a conversa percebendo que ninguém ali se interessada no que falávamos. Eles debatiam algo sobre os veteranos. ---- Como pode ainda estar assim depois de tudo aquilo?
—--- Você só saiu com cara fraco em... ---- engasgo com seu comentário e ele ri. ---- Não imaginava que o Taichi fosse mole. Credo. ---- ele toma mais um gole e é como se eu pudesse ver um balão animado surgindo em sua cabeça com o conteúdo de sua imaginação e não consigo evitar e rio. ---- Ah! Fala serio... sabe o quanto de auto controle eu tive que ter por culpa dele? O cara ficava vindo nos ajudar no futebol e “des-fi-la-va” pelo vestiário toda santa vez. Não dava pra não perder o foco ali.
—--- Imagino. Mas ele estava bêbado.
—--- E deu conta? Caraça! Agora sim to surpreso no bom sentido. ---- ele serve mais um pedaço para si e depois para mim, era um cavalheiro em todo sentido. Mas me preocupava atoa dos demais nos ouvirem estavam verdadeiramente entretidos. ---- Mas me conta como foi?
—--- Fetiche estranho. ---- comento irritado admito que havia ficado um tanto quanto enciumado. Mas era para “ele” sentir ciúmes e não eu. ---- Depois te conto tudo o que você quiser saber. Agora não.
—--- Opre. Combinado. ---- e volta a cara de demônio que me dava medo, e outras coisas...
—--- Takeru sua mãe não surtou não? Tipo o marido e agora você... Só falta o teu irmão ai já era. ---- ela para ao meu lado e recolhe a caixa de suco me surpreendendo não só com a súbita aparição. ---- Se bem que ele tem um jeitinho...
—--- Fala isso dele só por que não quis você. ---- o ruivo retruca e eu rio.
Com isso os dois se põe a discutir e eu apenas assisto. Com o termino do debate e da pizza voltamos ao quarto a onde resolvemos fechar a porta e por um filme bem barulhento para abafar o som enquanto eu terminava de resolver o “problema” do Daisuke.
—--- Calma espera meio segundo que acabamos de entrar aqui. ---- pontuo enquanto ele me jogava sobre a cama novamente.
—--- Mas eu quero entrar ali.
—--- Idiota.
Estava envergonhado e um tanto irritado com a postura dele mas... meses de abstinência não se saciam com uma única vez.
Rolamos e usufruímos de tudo o que podíamos. Sentia o seu corpo pulsar de vontade quando o instigava, era a primeira vez que sentia que podia fazer tudo o que me desse vontade sem me sentir errado ou sujo. Ele era meu.
Podia matar minhas curiosidades e vontades enquanto saciava as dele; e o melhor de tudo é que não tinha nada de errado naquilo e não sentiria culpa alguma pelo fato.
A não ser a vergonha de alguém nos ouvir.
Mas como ele próprio havia dito; eles já esperavam por isso, tinham uma certa noção. Mesmo eu não querendo que ninguém ouvisse (o que é natural) tinha noção de que eles sabiam.
—--- Assim esta bom Tak?
—--- S-sim. Ta ótimo... Continua.
—--- Claro. Mas com você me apertando assim não vou durar muito não. ---- ele tem esta mania de falar durante, o que me preenchia de vergonha. Era legal. ---- Afasta um poucos as pernas, assim. Agora só... Isso!
—--- Pervertido. ---- provoco.
—--- Lascivo.
—--- Libertino. ---- retruco.
—--- Mas você gosta. ---- sua vos soa doce mas suas mãos são violentas ao me segurar.
—--- Gosto sim... fazer o que. ---- ele ri, me aperto e terminamos juntos.
Ainda bem. Já me perguntava como iria ficar no dia seguinte.
Na hora é tudo uma delicia, mas depois...
—--- Ainda quer saber do Taichi? Por que tanta curiosidade? ---- arfo ainda sem ar, não sei como ele poderia me entender. Então repito novamente ele me cala com um beijo.
—--- Ciúme, inveja. Ele foi o seu primeiro.
—--- Idai? Ele estava bêbado. Não é chegado...
—--- Mas ele não come o teu irmão?
Engulo seco, engasgo e depois o encaro. Da onde ele tirou esta idéia?
—--- Foi mal. Achei que rolasse pelo modo que eles agem. ---- ele se deita do meu lado como se pedisse colo. ---- Parecem... tipo a gente hoje na sala.
—--- Impossível.
—--- Você não via por que é teu irmaozao. Mas me fala uma coisa? (lá vem... já tenho ate medo do que ele vai perguntar) O meu foi o maior que você já... tralala? Por que naquela hora você...
—--- Você é bruto. Não é o maior. ---- respondo mais corado que um tomate fresco e me recolho debaixo da coberta. ---- Desculpa. Não foi uma critica.
—--- Eu sei você é chegado em uma brutalidade que eu já notei. ---- ele me descobre para ver meu rosto mas eu volto a me cobrir. ---- Quem tem o maior?
—--- Não vou falar.
—--- Por que?
—--- Você vai ficar puto de ciúmes.
—--- Não vou.
—--- Vai sim.
—--- Ele foi melhor que eu?
—--- Não mesmo.
—--- Então pronto. ---- ele sorri vitorioso e eu suspiro o encarando ainda escondido debaixo das cobertas. ---- Vai faaaala! Da umas notas ai.
—--- Se eu for começar a falar você também tem.
—--- Combinado.
Pra que eu fui fazer isso mesmo?
—--- Unf... o maior tipo comprimento foi... o Ken.
—--- Aquele esquisitão nerd? Orra! Quem diria. ---- ele ri, e eu não entendo o porque. Acho que depois de quase ter matado o cara de porrada o ciúme tinha se dissipado. Ou o fato de eu afirmar que ele era inferior ajudou seu ego. Não sei. ---- Ele é tipo mangueira de jardim? Imagino que o tora seja o Taichi já vi no vestiário. Cara! Perder virgindade com ele deve doer!
—--- Ta chega. Sua vez. ---- me levanto para silencia-lo. Eu realmente não queria que ele começasse a me imaginar com o Taichi. Mas o safado sai pela porta. ---- Ei a onde você vai?
—--- Banheiro. Tomar banho. Quer vir junto? ---- respondo que sim com a cabeça e o sigo.
O banheiro ficava bem próximo ao quarto da Jun, mas ao me erguer minhas pernas fraquejavam e ele me ajuda a caminhar rindo como um idiota pomposo, se achando o rei dos... Enfim tomamos um banho em conjunto sem maldades.
Ele me contou como foi a primeira vez dele, uma garota da escola; nada de mais. Depois a “outra” primeira vez.
—--- Como assim um professor? Qual? --- questiono indignado e ele me encara.
—--- Calma ele não é bem professor. Era um estagiário, só um pouco mais velho que o seu irmão nada de mais.
—--- Você não vai me contar esta historia mesmo?
—--- Claro que vou, mas não agora. Você não ficou tão interessado na garota.
—--- Porque você também não ligou.
—--- Ta certo... ---- ele fecha a ducha e sai ao se enrolar na toalha ainda rindo da minha crise de ciúmes de um ocorrido antigo.
Nos trocamos no banheiro para evitar desventuras e voltamos em direção ao quarto. Mas nesta hora as palavras de meu irmão voltam a minha mente com toda força. “Copia do Taichi”.
Ouço um ruído forte vindo do quarto da Jun e depois gemidos. E ele simplesmente invade o local possuído pelo próprio belzebu. (ou pelo líder mesmo o que preferir)
—--- Cody você ta comendo minha irmã!???
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