Heavy Rain
8 Coração
Notas iniciais
simulador de chuva: http://www.rainymood.com/
*só mais dois capítulos pra acabar, força ai rs
Scott seguiu Charles Kramer do cemitério até o prédio de sua grande corporação. Para a surpresa do detetive, ele já era esperado e quando pediu para falar com Charles a secretaria pediu que subisse imediatamente para a cobertura do edifício, aonde era o escritório do senhor Kramer.
Chegou na sala de reuniões, Charles o esperava com um meio sorriso no rosto, sentado no final de uma mesa cumprida. Havia dois seguranças atrás dele.
C – Boa tarde Scott... já esperava pela a sua visita – indicou para que Scott sentasse
S – perdão? – Scott se sentou tentando entender
C – você realmente acreditou que meus homens não perceberiam a sua perseguição mais cedo? – riu sozinho – mas confesso que estou curioso para saber o que o senhor deseja...
S – me desculpe... Não foi a minha intenção assusta lo, é que estou trabalhando em um caso e acho que o senhor poderia me dar algumas respostas úteis... Sou um detetive da policia... – tirou o velho distintivo do bolso e mostrou ao senhor, que observava desconfiado enquanto mexia em um de seus anéis de ouro em sua própria mão
C – o senhor tem ordem judicial para me perseguir e invadir aminha privacidade por acaso? Se for o caso, prefiro que fale com os meus advogados...
S – não... Considere isso apenas como uma conversa casual... Podemos conversar... A sós? – direcionou o olhar aos dois seguranças atrás do homem
C – não vejo necessidade disso...
S – É sobre o assassino origami.... – o velho Kramer pensou por um momento
C – esta bem, esta bem... – ordenou para que os seguranças saíssem com um gesto – fiquem na porta...
Finalmente a sós, Scott se ajeitou na cadeira e prosseguiu a conversa
S – então... Que tipo de ligação o senhor tem com Elisa e John Sheppard?
C – não conheço... – respondeu rapidamente
S – costuma prestar homenagens em túmulos de estranhos freqüentemente, senhor Kramer? — ironizou
C – não entendo em como posso contribuir com o seu caso respondendo a esta questão...
S – bom seu filho é candidato da oposição ao delegado Blake... já esteve metido com escândalos de fraudes... e então o senhor é visto no tumulo dos únicos nomes que tenho ligados ao assassino... Talvez essa conversa informal devesse se tornar uma investigação com urgência, talvez o FBI... eu não sei, o que o senhor acha?
C – Não gosto de ameaças Scott! E peço que o senhor não me procure ou procure o meu filho com esse assunto novamente... Para o seu bem, a sua investigação esta encerrada.
S – Eu também não tenho medo de ameaças... E eu sei que o senhor conhece aquelas pessoas... Entenda, eu só quero concluir esse caso, salvar alguma vida talvez
C – Sabe Scott... Costumo pagar muito bem por lealdade – abriu uma gaveta e começou a colocar alguns pequenos maços de dinheiro sobre a mesa – Eu realmente acho que podemos ser amigos... Afinal, não tenho muitos inimigos... Vivos... – o homem sorriu lançando um olhar direto a Scott
S – Eu aceito... Contanto que o senhor me conte a sua ligação com aquelas pessoas, e então eu posso direcionar a minha investigação por outros caminhos...
C – o que me garante isso?
S – bom... ou fechamos um acordo ou vou ter que envolver a policia nisso... Considerando as suas fraudes bancarias das quais já tenho conhecimento... Acredito que vai ser melhor para nós dois fecharmos um acordo aqui
C – e de que adianta eu te contar qualquer coisa se o senhor não vai me investigar?
S – Questão de honra, estou no caso a muito tempo, gostaria de entende lo... alem disso, o senhor disse que podemos ser amigos... eu estou disposto a sua lealdade... – Kramer pensou por um momento, ela sabia que exercia o poder ali, Scott não podia bater contra ele e até mesmo Scott sabia disso.
C – tudo bem... eu sou pai de Elisa Sheppard, nunca tivemos contato, sua mãe foi um de meus velhos casos... quando decidi procura la, descobri também que já tinha um neto... tarde de mais – o homem desviou o olhar – ambos já estavam mortos... Eu queria ajuda la, mas já que ela morreu não quero um assumir um escândalo familiar, e muito menos pessoas que eu nem conheço brigando pela a minha herança... não conheci o marido dela, não sei do que ele seria capaz se soubesse disso.. – Scott estava pasmo, nunca poderia ter imaginado aquele tipo de ligação entre Charles e Elisa — Eu espero que entenda... E é tudo que eu posso lhe dizer sobre isso.
–
Finn e Quinn acabaram de chegar no quarto de motel em que a loira estava hospedada. Quinn continuava muito abalada, mas agora faltava apenas um desafio, ela estava mais perto de Rachel do que nunca, e em todos aqueles dias era a primeira vez que ela podia dizer que sentia alguma coisa mais próxima da felicidade, aquilo estava acabando.
Ao entrar Quinn foi beber um pouco de água, respirou fundo e sentou-se na cama, Finn a observava preocupado
F – você devia descansar um pouco... Precisa estar bem para a última prova
Q – eu quero salva la o quanto antes... a minha pior dor, desde de o começo, é saber que ela esta sofrendo....
F – você parece mal – depositou o olhar sobre o ferimento da loira, ela mantinha o braço enfaixado sobre a costela que também doía.
Era deprimente ver Quinn daquele jeito, havia um corte em sua testa, desespero em seu olhar, arranhões por toda a parte, dor, física e emocional exalando de sua pele.
Q – Afinal, por que você esta me ajudando? – Quinn quebrou o breve silencio surpreendendo Finn com aquela pergunta
F – Porque você precisa de mim... e eu quero ver a Rachel de novo
Q – você entende que ela não voltaria pra você, né?
F – sim... – respirou fundo – me dei conta disso já faz algum tempo, alias muitas coisas... me conheci melhor nos últimos dias... Eu nunca poderia ama la como você ama... Acho que eu me iludi com a idéia de que estar com uma de vocês era a minha única forma de ser feliz... Você sabe, não fui aceito na faculdade dos meus sonhos, não ganhei bolsa pelo futebol... Eu ando perdido, sem futuro... Mas ela estava la, cheia de segurança e sonhos... Eu nunca seria só um mecânico de Ohio ao lado de uma garota como a Rachel... Você também era uma opção pra mim, mas tive certeza que não voltaria pra mim depois do baile da formatura que você me deixou la plantado depois da coroação.. Hoje eu entendo, foi pela Rachel... Mas na época eu pensei que ela fosse a minha ultima opção a partir daquele momento
Q – você vai achar um rumo pra sua vida Finn, você tem que encontrar a sua felicidade... Eu fico feliz que tenha percebido tudo isso, é um grande passo... Afinal, eu não quero mais ter você como um inimigo...
F – me desculpa... Eu estava desesperado... Mas se você quer saber, quando eu forcei aquele beijo com a Rachel em Nova York, ela ficou muito mal por sua causa... E quando eu disse pra ela seguir em frente, afinal vocês já estavam separadas a um certo tempo ela disse “é temporário Finn, eu vou ter a minha Quinn de volta” – Quinn sorriu, tinha os olhos cheios de lagrimas
Q – e ela vai ter! – Finn foi até a loira e a abraçou
F – esta pronta? – alisava com cuidado suas costas
Q – sim! Mas eu vou sozinha.. – Quinn se afastou e o olhou nos olhos, quando ele ia perguntar ela interrompeu – preciso que você encontre o assassino como disse que faria, que detenha ele.. Ou podemos ter sérios problemas! Eu não sei o que a policia pode fazer comigo se me pegar com a Rachel – Finn assentiu
Q – eu só preciso que me empreste o seu carro... Preciso chegar rápido até Rachel, você pode fazer isso?
F – Tudo bem... – entregou as chaves — o escritório do Scott não é longe daqui, vou até lá ver o que consigo descobrir... – Finn se aproximou da porta – Então é isso... boa sorte! Toma cuidado Quinn, e trás a Rachel de volta pra casa!
Q – eu vou trazer!
Finn saiu e Quinn se voltou rapidamente para a velha caixa de sapatos, finalmente só havia um ultimo origami solitário la dentro, este em formato de coração, sua alegria se misturava com um medo intenso, afinal era o ultimo desafio, o que valia mais letras. Ela o abriu
“as últimas letras. Vá a 961, Rainbow Lane”
Seu coração batia acelerado, não havia nenhuma pista do que ela teria que fazer. Chegou a hora.
Segundos antes de tocar a maçaneta para sair do quarto, o telefone tocou. Quinn refletiu por um momento se deveria atender, mas decidiu e assim o fez, era Finn
F – QUINN! Ainda bem!
Q – o que foi?
F – acabei de sair daqui.... a policia esta do lado de fora, já estão cercando o prédio, você precisa sair imediatamente!
Q – DROGA! Ok, eu já estou saindo!
F – quer ajuda?
Q – não! Vai embora Finn, rápido, ache o assassino.... e se algo de errado, não se preocupe comigo! Encontre a Rachel, vou deixar o ultimo origami em baixo da cama caso você precise... Entendeu?
F – esta bem! Eu estou indo, rápido Quinn!
Ao desligar a loira foi até a varanda, provavelmente já monitoravam a porta. Chovia muito, Quinn pulou para a varanda seguinte, e foi fazendo assim até achar uma que estivesse aberta, um casal estava junto na cama no quarto em que ela entrou e se assustaram ao ver a intrusa
X – EEEEI! QUEM É VOCÊ? – o homem esbravejou enquanto se cobria
Q – eu não estou aqui! Continuem!
Quinn passou pelo quarto e saiu rapidamente pela porta, foi andando abaixada até conseguir entrar no carro de Finn que estava no estacionamento. Quinn deu a partida no veículo, e começou a sair de vagar, pode ver que a saída estava bloqueada por duas viaturas com um pequeno espaço entre elas... Era seu único caminho.
Blake estava tenso do lado de fora do motel, se mantinha na calçada coordenando todos através de seu radio quando viu um carro vindo a toda velocidade de la dentro
B – DEVE SER ELA! DETENHAM NA! ANDAA, ATIREM, FAÇAM O QUE FOR PREISO, MAS PAREM ESSA GAROTA!
Quinn pisou fundo, entrou em cheio entre os dois carros, mas a pancada a permitiu passar pelas duas viaturas “desculpa Finn!” pensou antes de pisar novamente no acelerador para sair dali. O barulho das sirenes e dos tiros a acompanhavam, mas ela não se entregaria, não estava em seus planos, corria por entre vielas e fazia caminhos loucos até que os sons iam ficando cada vez mais distantes, mas a policia ainda estava atrás dela, tinha medo de que algo desse errado, tinha ido longe de mais para perder tudo agora.
–
Norman estava a horas na delegacia, tinha feito milhares de pesquisas, mas faltava uma peça, alguma coisa que ligasse todos os fatos que ele tinha. Ele realmente acreditava na possibilidade de alguém da policia estar envolvido, afinal, em uma das fitas da câmera de segurança de uma loja próxima ao parque, aonde Rachel desapareceu, ele pode ver um carro de policial a paisana passando pelo local um pouco antes do horário em que a garota havia sumido, e depois o mesmo carro voltando pela direção oposta, cerca de meia hora depois. Ele checou os registros e Blake estava na delegacia aquela hora, além disso, seu histórico e endereço não batiam com os dados que Norman tinha levantado. Claro, ele podia ter pedido pra alguém fazer isso, mas quem?
Norman se sentia andando em círculos, parou por um momento e esfregou o rosto com as mãos, estava confuso, tinha pouco tempo e parecia não sair do lugar. Seu celular tocou, ele estranhou o numero desconhecido no visor
F – Norman! – era Finn
N – quem esta falando?
F – é o Finn, me escuta, não temos muito mais tempo... estou ajudando o detetive Scott nas investigações e nós descobrimos dois nomes, investigue eles, não sei muito sobre eles ainda, mas não temos tempo!
N – que nomes Finn?
F – John e Elisa Sheppard, eles estão mortos... Mas o assassino tem alguma relação com eles..
N – aonde você...?
F – não tenho tempo! – Finn interrompeu – estou chegando agora mesmo aqui escritório de Scott, temos que achar e deter o assassino agora... Espero que o senhor saiba o que fazer com isso... Toda ajuda é valida
N – tudo bem! Vou checar algumas coisas!
F – ótimo!
Finn estava muito nervoso, sabia que era uma questão de algumas horas até aquela história toda estar resolvida, ele tinha muito medo de não ser capaz de ajudar Rachel. Ele subiu as escadas do pequeno prédio de Scott, na porta havia um bilhete
“ Finn, se pegar este bilhete volte mais tarde, recebi umas informações que tive que checar urgentemente, desculpe pelo transtorno. Scott”
Finn precisava entrar, todas as suas pesquisas e pistas estavam la dentro. Começou a ligar varias vezes para Scott, mas só dava fora de área, ele não tinha como saber quanto tempo demoraria, ou avisar Scott de tudo que tinha ocorrido, ele começou a se desesperar mais ainda.
Finn decidiu tentar abrir a porta com um velho truque que Puck tinha lhe ensinado com um clipe. Sabia que não era certo, mas ele precisava ter acesso aos documentos que tinham conseguido para pensar em algo. Alguns movimentos e forçou a porta que se abriu. Finn entrou estranhando o cheiro de queimado que vinha do escritório de Scott, ele adentrou, tudo parecia normal, procurou um pouco até que viu um lixo próximo a uma janela aberta, saia um pouco de fumaça dele. Finn se aproximou confuso, por que Scott queimaria algo la dentro?
F – DROGA! – Finn se agachou tentando salvar os poucos pedaços que ainda não estavam totalmente queimados dentro daquele lixo.
Todas as pesquisas, listas, provas, o origami, tudo estava ali, em brasas, não havia mais o fogo, mas já era tarde de mais, poucos pedaços sobraram.
F – Puta merda! Que droga, o que é isso? – Finn ficou bem irritado e confuso, por que Scott ou alguem tinha queimado aquilo? Sua única chance acabara de ser destruída. Finn passou a mão pelo rosto, tentava pensar em uma solução.
Levantou-se determinado, começou a revirar todas as gavetas de Scott, se foi ele quem queimou aquilo então ele sabia de algo a mais. Passou para o quarto do detetive, revirou armários, cômodas, gavetas... não encontrava nada.
–
Quinn chegou ao endereço, parou o carro em um lugar escondido e mais afastado, temia perder sua única forma de locomoção. Seu coração batia acelerado, suas mãos estavam suadas, era o ultimo origami, e ela não fazia idéia do que a esperava.
Entrou no local, havia um corredor cumprido, no final uma porta, com um coração gravado nela, Quinn sabia que era ali. Nunca foi tão difícil atravessar um corredor, tudo passava pela cabeça da loira, mas nem por um segundo ela pensou em desistir, era só Rachel que importava agora.
Ao entrar na sala encontrou um cômodo todo branco, a iluminação era forte, fez ela fechar os olhos um pouco até se acostumar com a luminosidade enquanto entrava. Havia uma única mesa com um tablet, um frasco e um relógio de pulso sobre ela. Quinn se aproximou e sem pensar muito tocou a tela do objeto, queria se livrar o mais rápido possível daquela tarefa.
Uma voz eletrônica começou a falar
“Ultima prova. Ultima pergunta. Você esta preparada para dar a sua vida por quem você ama? Nessa mesa você vai encontrar um frasco, nesse frasco um veneno, beba todo o seu conteúdo em frente a câmera, você terá exatamente uma hora de vida, tempo suficiente para salvar Rachel e se despedir dela. Você pode completar e conseguir as ultimas letras agora ou desistir, a escolha é sua”
–
Finn abriu um velho armário atrás da mesa de Scott, se surpreendeu ao ver o uniforme de policial devidamente ajeitado, como se Scott ainda trabalhasse com ele. Mas aquilo estava errado, Scott se aposentou a muitos anos. Finn começou a fuçar os bolsos, os outros cabides mas não achou nada. Notou então uma certa luminosidade vindo por uma fresta no fundo do armário, havia algo alia atrás... O garoto afastou as roupas que estavam penduradas e então se deu conta de que o fundo do armário era na verdade uma porta. Finn se assustou um pouco com a descoberta, girou a maçaneta e abriu com cuidado. Ao entrar pelo armário encontrou o que na verdade seria um banheiro, mas estava adaptado como um escritório, o espaço era pequeno, mas havia uma escrivaninha, alguns televisores, muitas anotações e fotos por todas as paredes, Finn se aproximou, se deu conta que eram de todas as vitimas. A foto de Rachel estava no centro, um pouco acima de um televisor que transmitia ao vivo a imagem de algumas câmeras, ele viu Rachel no poço, era ali que Scott assistia cada uma de suas vitimas morrerem afogadas lentamente, afinal era ele o assassino? Finn não queria acreditar, começou a fuçar nos papeis, alguns origamis estavam prontos ali em cima, provavelmente para uma próxima vitima... Viu fotos de Quinn, imagens recentes dela pela rua... Havia um computador, Finn ligou a tela e começou a vasculhar nele, estava chocado, mas não podia perder a cabeça agora, precisava descobrir o endereço aonde Rachel estava... haviam muitos registros, Scott documentava passo a passo suas atrocidades, como em um diário. Finalmente encontrou o arquivo de Rachel, havia um endereço, era sua única chance, anotou com pressa, tentava ao mesmo tempo ligar para Norman mas estava sem sinal la dentro. Finn tirou algumas fotos de tudo caso Scott destruísse as provas e enviou uma copia daqueles arquivos para o seu próprio email.
Precisava sair dali, encontrar ajuda, deu uma ultima olhada em Rachel, ela estava quase toda coberta pela água, era desesperador, a chuva não parava, era questão de minutos para a morena morrer afogada.
Quando Finn se virou para sair dali Scott estava em pé, na entrada do armário apontando uma arma em sua direção, Finn se assustou e deu alguns passos para trás
F – Scott o que é isso? Não me diga que...
S – ninguém gosta de intrusos, Finn... – Scott interrompeu — Você não devia ter feito isso.
–
Quinn pegou o frasco na mão, o examinou por um momento, foi quando ouviu a voz de seu pai “anda logo Quinn... acaba logo com isso... vem morar comigo... não é só a vida da Rachel que importa? Salve a garota, e vem me fazer companhia” Ela fechou os olhos com força tentando fazer aquela voz sumir. Ela levava o frasco em direção a boca, quando começou a ouvir a voz de Rachel “não faz isso Quinn, não faz isso... por favor”, algumas lagrimas escorreram pelo seu rosto, ela colocou o frasco sobre a mesa novamente, e se apoiou sobre ela, as vozes não paravam em sua mente, agora varias se misturavam, ela estava ficando louca? Quinn respirou fundo, enxugou as lagrimas, pegou o relógio que estava em cima da mesa e colocou no próprio pulso, ele estava prontinho para que fosse ligado o cronometro. Uma hora, era tudo o que eu ela teria se bebesse o veneno, essa idéia a corroia por dentro. “vem Quinn, eu estou te esperando” ouvia a voz de Russel em sua mente.
[CONTINUA]
Notas finais
música do episódio: Florence + The Machine - Seven Devils http://www.youtube.com/watch?v=J4lHK75lZn8
*sei que esse capitulo é impactante, pode até ter ficado confuso pra alguns, mas eu garanto a vocês que tudo será devidamente explicado no próximo capitulo
* não queiram me matar por favor rs, peço que confiem em mim, e comentem... afinal se vocês tivessem me falado pra Quinn desistir de qualquer prova anterior esse capitulo seria TOTALMENTE diferente hoje, então deixem a opinião de vocês
*prometo que não vou demorar pra postar o próximo, no máximo uns 2 dias, então keep calm!
vlw pessoal ;)
Fale com o autor