Notas iniciais
A partir daqui a história começa a tomar forma! Boa leitura

simulador de chuva: http://www.rainymood.com/

Quinn não conseguia ficar na delegacia e esperar como os outros, saiu por conta própria procurando Rachel por todos os lugares que já estiveram juntas, em vão, Rachel não estava em nenhum lugar, Quinn se desesperava com a idéia de ela estar sofrendo algum tipo de abuso. Ohio sempre foi uma região calma, nada além de alguns pequenos furtos, então como os últimos sumiços foram por causa do assassino que rondava a região, todos já perdiam as esperanças.


Quinn voltou pra casa arrasada, já era o final da tarde, ao entrar a senhora Laurence, que lhe alugava o porão, a abordou

L – Quinn você esta tão abatida...

Q – vai ficar tudo bem... – forçava um sorriso de lado

L – se precisar de alguma coisa...

Q – ok... – Quinn já seguia pro porão

L – ah, tem mais uma coisa... chegaram algumas correspondências pra você... – ela as entregou nas mãos de Quinn que seguiu pro quarto em silencio


Quinn sentou em seu colchão e começou a ver, problemas e mais problemas, cobranças do banco referente a ela e a sua mãe, a confirmação do cancelamento do seu plano de saúde, algumas propagandas e... aquele envelope Quinn não conhecia.


Analisou com atenção mas não avia nenhum remetente, apenas seu nome impresso nele, Quinn abriu o envelope com cuidado, dele caiu uma foto, uma fotografia tirada com uma maquina de impressão instantânea, muito provavelmente uma polaróide. Na foto Quinn reconheceu a escultura de um anjo que ficava na principal estação ferroviária de Ohio, não era muito longe dali.

Havia no rodapé da imagem uma espécie de código

D-123-8970

Quinn virou a imagem procurando enteder do que se tratava, no verso encontrou a seguinte frase:

Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez.”


Quinn ficou totalmente confusa, não sabia o que aquilo significava. Começou a ouvir o som da TV da Sra. Laurence no andar de cima, eles falam sobre o assassino, Quinn saiu correndo para ouvir o que diziam, a Sra até se assustou ao ver Quinn, ela nunca tinha se interessado em ver TV com ela antes, sempre fora muito reservada.


Acontecia uma coletiva de imprensa com o delegado e alguns agentes do FBI, alguém perguntou “o corpo encontrado ontem era realmente de uma vitima do assassino?” e um dos agente prontamente respondeu “sim... pelo menos tudo bate com a metodologia do assassino... origami na mão, orquídea no peito, nenhum sinal de violência no corpo... vitima de afogamento... ainda estamos esperando o resultado da autopsia...” outro repórter rapidamente emendou “o ultimo assassino em série da região ah 4 anos atrás nunca foi pego... vocês acreditam que o assassino origami também possa fugir?” o delegado rapidamente pegou o microfone “ele vai cometer alguma falha e vamos pega lo!” dizia firme “o assassino fez algum contato com a policia?” outro repórter perguntou. “não... ele não fez contato com ninguém em momento algum,... não entendemos o motivo desses crimes” respondeu, e a ultima pergunta foi feita “essa garota desaparecida já é possivelmente uma nova vítima?” Quinn estremeceu aguardando a resposta “Sim, já consideramos Rachel Berry uma nova vítima... estamos trabalhando para encontra lá a tempo”

L – você esta bem Quinn? – a Sra Laurence estranha a palidez da loira.

Q – eu vou sair.

Quinn saiu em disparada, desceu correndo pra buscar uma jaqueta de couro e todo o dinheiro que tinha, cerca de 90 dolares, pegou sua navalha e saiu com aquela foto, Quinn não sabia o que aquilo significava mas se alguém deixou isso pra ela então devia ser algo importante, talvez relacionado a Rachel.


Na delegacia Finn esperava ansioso por noticias, os país de Rachel ainda estavam la totalmente desolados, acabaram de ouvir pela TV da sala da recepção que sua filha já era considerada uma nova vítima.


Finn queria ajudar, não sabia como, sentia se em parte culpado, sabia que se tivesse namorado com a Rachel quando teve oportunidade ela provavelmente nunca teria se envolvido com Quinn e eles não estariam naquela delegacia agora.

Um homem alto, aparentando uns 50 anos, e vestindo um sobre tudo preto se aproximou dele

S – Boa noite, eu sou o detetive Scott

F – Boa noite – Finn apertou sua mão – como posso ajudar?

S – sou um detetive particular de algumas famílias das vítimas do assassino Origami, já conversei com os pais da Rachel e gostaria de saber algumas coisas sobre você... espero conseguir achar ela a tempo

F – claro! O que quiser... eu quero ajudar!

S – ótimo... Primeiramente qual sua ligação com ela?

F – sou o namo... – Finn achou melhor dizer a verdade já que realmente queria ajudar – sou um amigo muito próximo dela... na verdade nós ficamos recentemente mas... ela sempre foi muito ligada a ex

S – Quinn Fabray né? Estou sabendo... Você sabe de algum comportamento suspeito dela nos últimos dias?

F – da Quinn? – Scott assentiu – bem... ela mudou muito depois da morte do pai, muito mesmo! E esteve muito agressiva e afastada de todos nos últimos tempos... eu sinceramente não sei o que se passa na vida dela atualmente pra te contar... mas você acha que ela tenha alguma ligação com o sumiço da Rachel?

S – todos são suspeitos até que se prove o contrario Finn, até mesmo você... – sorriu tentando quebrar o gelo – e pelo que sei Quinn foi a ultima a ser vista com ela...

F – sim! Realmente um dia antes da Rachel sumir eu separei uma briga entre a Quinn e alguns garotos que mexeram com ela... ela estava agindo de forma fria com a volta da Rachel, mas brigou com os garotos por ciúmes dela... realmente é estranho...

S – não estou dizendo que é ela... só digo que temos que ficar atentos...

F – eu vou! Vou ficar de olho nela pode deixar...

S – ok! Não se meta em confusões Finn... – o detetive tirava um cartão do bolso e entregava em sua mão – qualquer novidade me procure... e é muito importante que você me procure primeiro... – olhou pros lados para se certificar que ninguém ouvia – como disse todos são suspeitos e eu estou com um pé atrás com esse pessoal da delegacia... – Finn assentiu

F – certo! Obrigado Scott, eu vou ajudar a encontra la!


Enquanto isso Quinn chegava na estação, colocou a foto na altura dos olhos comparando com a estatua original que estava logo a sua frente, não entendia o que aquilo podia significar. Começou a se aproximar da estatua, ouvia nas televisões ligadas o nome da Rachel, Quinn jamais ia esperar que ela fosse ficar “famosa” desse jeito, sentia se arrasada, aquilo não parecia nem um pouco real.


Quinn ia se sentar na mureta que cercava e escultura quando avistou atrás dela os armários da estação, eram milhares e estavam separados em blocos, os viajantes podiam aluga los pelo período que quisessem, era uma pratica muito comum e que muitos trabalhadores utilizavam, eram baratos e fáceis de alugar.

Quinn decidiu checar se os numero no cartão tinham algo a ver com os armários, começou então a caminhar em direção a eles passando por uma vasta multidão que seguiam de um lado a outro, saindo e entrando nos trens. Sentiu-se desconfortável, desde o acidente tinha pavor de multidões, lembrava-se dos repórteres, dos curiosos. Quinn tremia, a respiração ficava falha, claustrofobia? Provavelmente havia desenvolvido por conta do trauma... Mas ela estava quase lá, faltavam apenas alguns metros, foi quando Quinn ouviu alguem chamar seu nome, olhou pra tras mas não conseguia encontrar, ela ouviu novamente, dessa vez vinha do lado oposto... Parecia Rachel lhe chamando, mas como poderia ser? A loira começou a seguir o som que parecia cada hora vir de um lado, “Quinn!...... Eu to aqui” viu uma garota morena, baixinha, de sobretudo preto esperando um trem, se aproximou com pressa

Q – Rachel? – virou a mulher que a olhou assustada – Desculpa.... eu.... eu pensei que... desculpa....

Rapidamente se virou ainda ouvindo a voz dela, encostou na parede, fechou os olhos com força, tampou os ouvidos com a mesma intensidade, continuava ouvindo Rachel chamar seu nome, estaria ficando louca?

X – a senhora esta bem? – um homem se aproxiou, Quinn abriu os olhos e relaxou as expressões

Q – sim! Claro...

Retomou o caminho para os armários, não ouviu mais a voz, estava assustada.

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Os blocos eram separados por letras, Quinn se dirigiu até o bloco D como constava no cartão... Seria coincidência? Todos os armários continham 3 números para diferencia los... Eram muitos, Quinn buscou o armário “123”, estremeceu ao perceber que realmente existia um com esse numero, respirou fundo... o código continha 4 dígitos, restavam 4 números na foto, Quinn gelou, por um momento se sentiu travada, mas se tinha algo a ver com a Rachel então ela tinha que ver isso logo, colocou os 4 números restantes... O armário abriu, nele havia uma caixa de sapatos lacrada com uma fita isolante, Quinn a pegou rápido, temeu abrir a caixa ali, tinha medo do que poderia ter dentro, por que alguém colocaria ela ali justamente pra ela?



Pegou a embalagem e foi até o balcão de informações


Q – é.. por favor... tem como eu saber quem alugou um armário?

Atendente – Sim.. no sistema novo o nome é obrigatório no cadastro.. por que?

Q – ah meu namorado deixou um presente pra mim aqui queria saber se foi realmente ele... – mentiu sorrindo, estava um pouco nervosa

Atendente – ok.. qual o numero do armário?

Q – D 123 – a atendente pesquisou no computador, fez uma cara de confusa

Atendente – quando ele fez isso?

Q – eu não sei... acho que na semana passada...

Atendente – não, então esse armário não era dele... esse armário foi alugado a 5 anos, não tínhamos sistema nessa época então não consta nenhum nome aqui, apenas que o pagamento no ato do aluguel foi para durar 10 anos...

Q – isso é comum? – Quinn estranhou

Atendente – sim... fazemos pacotes pra varias empresas, muitos trabalhadores usam os nossos serviços de trem e conseqüentemente os armários...

Q – é deve ser de algum parente dele... obrigada, até mais

Quinn saiu dali mais confusa do que chegou, ela pensou em ir diretamente na policia mas achou melhor verificar o que era aquilo antes de ir.


Quinn voltava pra casa com a caixa de baixo do braço. Quando entrou na sua rua viu uma grande quantidade de repórteres em frente a casa da Sra Laurence, obvio que a imprensa queria um depoimento de Quinn, eles já conheciam toda a história da morte trágica do Russel, e o caso do assassino era de grande repercussão no pais, qualquer coisa relacionada a isso daria muita audiência.


A loira rapidamente deu meia volta e saiu dali sem ser percebida, não podia voltar pra casa, não sabia o que estava acontecendo, não queria falar, nunca quis... Ela queria sumir mas ela tinha que encontrar Rachel.


Quinn então resolver ir pra um motel um pouco afastado de seu bairro, ele era barato, ela deu um nome falso na recepção pra não ser encontrada por repórteres e então se dirigiu ao ser quarto.


Estava exausta física e emocionalmente, colocou a caixa sobre a pequena escrivaninha que tinha ali e se sentou na cadeira em sua frente.

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Por alguns minutos analisou aquela embalagem, tinha medo, tinha saudade de Rachel, lembrou do ultimo beijo, lembrou do primeiro sorriso... abiu a caixa com a ajuda da sua navalha. Quinn despejou o conteúdo na mesa, haviam 5 origamis, o lagarto, o urso, o tubarão, o coração e a borboleta, além disso caiu um celular, uma bateria e uma pistola com algumas munições.

Quinn se afastou um pouco com a cadeira, estava extremamente assustada, que arma era aquela, pra que aquilo? Quem tinha mandado? Suas mãos tremiam... Quinn pegou a bateria e pois no celular, o ligou na esperança de ter algum contato com alguém, talvez Rachel...

Quando o celular ligou uma mensagem apareceu na tela


“até onde você esta disposta a ir pra salvar alguém que você ama?”


Quinn estremeceu, apesar de tentar de todas as formas achar que aquilo era um engano era evidente que não.

A mensagem sumiu e outra surgiu


“5 origamis, 5 desafios, cada desafio comprido liberam letras, as letras formam o endereço.”



Surgiu um vídeo na tela do smartphone, era muito rápido e com pouca visibilidade mas Quinn pode ver Rachel, ela estava acorrentada sentada no chão em uma espécie de bueiro, esse buraco tinha uma grade que o tampava o que dificultava a visibilidade, Rachel tentava olhar pra câmera mais a chuva que caia sobre ela a impedia de levantar muito o rosto, ela estava só de roupa intima. O vídeo acabou, Quinn entrou em desespero, uma ultima mensagem surgiu



“se você procurar a policia, pedir ajuda ou seguir os origamas fora de ordem ela morre na hora, estou de olho em você Quinn”



Quinn começou a chorar descontroladamente, mas se era o único jeito então ela faria o que fosse preciso, ela sussurrou “vai dar tudo certo... eu vou trazer você de volta.... você vai ver... eu prometo....”


Com as mãos ainda trêmulas Quinn pegou o origami em formato de urso que continha o numero um, e o abriu, no papel estava escrito


“esta pronta pra salvar quem você ama?”


Havia também um recibo para retirar um carro em um estacionamento-oficina anexado a essa folha de papel que antes formava o origami do urso.


Quinn logo entendeu que tinha que ir até lá, não pensou duas vezes ao perceber que tinha cerca de 40 minutos até que a oficina fechasse, precisava salvar Rachel, pegou a arma e colocou em suas costas presa em sua cintura, pegou o celular e o recibo do estacionamento. Fechou a caixa e a escondeu em baixo da cama.


Quinn caminhava apressada em meio aquela chuva no centro de Ohio, traçava em sua mente uma analise de onde ela poderia ter errado, como ela deixou as coisas chegarem aquele ponto, ela só sabia se culpar. Lembrou se então do dia em que beijou Rachel pela primeira vez

*Flashback*

Era uma tarde ensolarada, elas haviam ido pro parque depois da aula, fazer isso já tinha virado rotina, passavam umas duas horas deitadas em baixo de uma arvore conversando, dormindo, lendo... elas já não se desgrudavam mais, se consideravam melhores amigas, embora Quinn não sentisse pro Rachel o que sentia por Santana e esse sentimento a corroia.

Quinn se lembrou das mãos da Rachel em seus cabelos, ela estava deitada em seu colo lendo um livro da escola, na verdade ela fingia ler, ela estava concentrada naqueles toques que a faziam estremecer, Rachel parecia pensativa naquela tarde, não falava tanto como de costume, Quinn estranhou

Q – ei... ta tudo bem? – fechou o livro

R – sim... – disse sem graça

Q – anda, me fala o que foi...

R – é que... eu me sinto feia Quinn... nenhum garoto se sente atraído por mim... acho que vou ficar sozinha pra sempre...

Q – que bobagem Rachel! – Quinn debochava enquanto se lembrava dos garotos que afastou da morena nos últimos dias

R – desde que o Finn me largou eu nunca mais fiquei com ninguém... eu devia ter sido menos dura com ele...

Q – o que? – Quinn se levantou do seu colo sentando de frente pra ela – foi ele quem te perdeu Rachel... foi ele quem quis te trocar por um bando de lideres de torcida que não duraram um mês com ele... não é a toa que ele se arrepende

R – ele se arrepende?

Q – claro... você não vê como ele te olha? Como ele fala com você?

R – não... acho que definitivamente não estou mais em sintonia com ele... simplesmente perdi o interesse em saber como ele se sente ou se esta me olhando...

Q – isso é bom! Ele não te merece... alias, nenhum garoto dessa cidade... você é linda Rachel, e uma das garotas mais talentosas e incríveis que eu conheço... – Rachel corou, também tinha sentimentos inexplicáveis por Quinn nos últimos tempos, isso a fez perder o interesse em Finn já que estava tão preocupada em estar ao seu lado e não estragar tudo como sua melhor amiga, mas claro que ela não diria isso pra loira

R – obrigada... eu acho que só queria ser especial pra alguém...

Q – você é especial pra mim... – Quinn a olhou sincera

R – você também é especial pra mim... – elas sorriram sem saber como lidar com aquela situação

R – você realmente me acha bonita?

Q – claro...

R – você me beijaria? – Quinn a olhou assustada – digo... se fosse um garoto? – ambas sorriram novamente

Q – sim... – agora era Quinn quem corava – mas o que me impediria de fazer isso agora se eu quisesse? – quando Quinn se deu conta que tinha falado alto apenas um de seus milhares de pensamentos sobre Rachel já era tarde de mais, a morena mantinha uma respiração pesada, Quinn se aproximou um pouco

R – por... por que? Voc... cê quer?

Quinn não respondeu com palavras, ela beijou Rachel suavemente nos lábios, a morena estava completamente tensa e confusa, não sabia se o que sentia por Quinn era desejo ou somente extrema adoração já que ela era a Cheerio popular que ela sempre quis ser, mas Rachel começou a amolecer permitindo assim que o beijo ficasse mais intenso. Quinn se deixou levar pela emoção, sabia que não tinha mais volta... suas línguas se tocavam e se encaixavam como se elas já namorassem a muito tempo, Quinn se acomodou ao seu lado sem parar um segundo se quer de beija la, então a puxou pro seu colo, a morena não recuou, se beijavam intensamente, Quinn pela primeira vez se sentiu completa.

**Final do Flashback**

Quinn analisava suas memórias, se culpava por ter avançado sobre Rachel naquele dia, sabia que a morena jamais teria coragem de tomar a iniciativa, mas agora era tarde de mais...

Quinn finalmente chegou a oficina faltavam poucos minutos para fechar, ela entrou e foi falar com um mecânico que estava debaixo de um carro

Q – é.. por favor! Eu preciso retirar um carro... – o homem parou o que estava fazendo e se levantou

H – claro... você tem a nota?

Q – sim! – Quinn a entregou com pressa, o homem a analisou por uns minutos com estranheza

H – você definitivamente não tem pressa em... – ele sorriu e Quinn correspondeu mesmo sem entender, ele foi até um painel aonde tinham diversas chaves e entregou uma a Quinn juntamente com um novo recibo, neste Quinn leu que o carro já estava encostado ali ah 2 anos mas não havia nenhum nome do dono.

Q – obrigada!

H – magina... desça as escadas no fundo, é ultimo carro preto do pátio

Quinn agradeceu novamente e seguiu até o veiculo, não estava claro pra ela o que aquilo significava. Ao entrar começou a checar todos os compartimentos em busca de alguma pista, ao abrir o porta luvas encontrou um GPS ela então o ligou, e automaticamente um destino apareceu marcado na tela, ela ligou o carro e saiu seguindo aquelas coordenadas.


Quinn encostou na estrada próximo a entrada de uma rodovia como o GPS tinha mandado, assim que atingiu o destino a voz do GPS começou a lhe dar novas instruções


“você tem 5 minutos para percorrer 5 quilômetros na contra mão dessa rodovia, está pronta? Toque na tela para iniciar a contagem” a voz eletronica repetia sem parar.

Quinn olhou pra frente, viu os carros que vinham a toda a velocidade, aquilo era loucura, tinha uma decisão a tomar. Sentia ódio, doía, quem estaria brincando com elas? Se sentia um lixo, um verme, por que deixou aquilo acontecer? Por que não impediu a Rachel de ir embora?. A mensagem se repetia, ecoava no carro. Queria seu amor de volta. Tinha medo. Respirou fundo.

[CONTINUA]



Notas finais
Você cumpriria o desafio por alguem que você ama?
música do capítulo: Slipknot - Before I Forget (http://www.youtube.com/watch?v=v_09wFxoaeQ)

Capítulo grande, especial pra quem estava ansioso... já postei bastante essa semana e por motivos pessoais só devo voltar a postar no final de semana, então paciência rs.
Deixem Reviews, até mais! ;)