Heaven and Hell

30 Relacionamentos são complicados


Notas iniciais
Oi, gente!!! Tudo bem? Bem, estou chegando com mais um capítulo instigante para ocês! Nele teremos Miastiel, Deanalie acordando e algumas sementinhas para o próximo capítulo. Espero que gostem porque eu ameiiiiiiiiiii escrever este capítulo! Ah! Terminei o especial de Natal e em breve postarei por aqui, então fiquem de olho. Lá vai o devaneio voador... PS: Tem um vídeo nas notas finais que eu PRECISO que vocês vejam com seus próprios olhinhos de noite serena!

Eram nove horas da manhã e a luz do Sol entrava pela janela do quarto de Mia. Aos poucos, a garota foi despertando e, depois de abrir os olhos e perceber que estava sozinha na cama, sentou-se assustada, levando consigo o lençol no qual estava enrolada. Imediatamente, olhou para a poltrona ao lado da cama, e não conseguiu esconder a tristeza ao ver que ela também estava vazia.

— Eu estou aqui. — disse uma voz familiar e grave, fazendo um arrepio reverberar pelo corpo de Mia.

Automaticamente, ela olhou na direção da janela e viu Castiel de costas, olhando para o céu. Sentiu um alívio profundo por ele não ter ido embora durante a madrugada e sentiu o seu coração acelerar quando o anjo se virou, a encarou de um jeito sereno e completou:

— Eu te amo, Mia. Eu ainda quero me casar com você. Nada mudou. Nada mesmo. Nem vai mudar.

Sem conseguir conter um sorriso de satisfação por ouvir aquilo, a garota suspirou e insinuou:

— Por falar em nada, por que você se vestiu?

Castiel deu um meio sorriso, começou a se aproximar, mas ao invés de entrar naquele jogo de sedução, avisou:

— Porque nós precisamos conversar.

— Sobre o quê? — questionou ela enquanto o anjo se sentava na sua frente.

— Que tal sobre a sua bebedeira de ontem? — sugeriu ele. — Ou sobre como você está se sentindo agora. Eu pensei que você fosse acordar de ressaca.

— Eu? De ressaca? — indagou Mia incrédula e rindo como se Castiel tivesse lhe contado uma piada. — Bitch, please. Um exército de demônios virou o meu carro, comigo dentro, inúmeras vezes, e eu sobrevivi. Não vai ser uma reles garrafa de uísque que vai me derrubar.

— Então você está bem? — quis certificar-se Castiel.

— Eu estou pronta para outra, anjo. Se é que você me entende. — respondeu a caçadora de um jeito malicioso.

— Mas por que você bebeu mesmo? — recomeçou Castiel, tentando resistir às provocações de Mia.

A garota percebeu que o anjo estava decidido a descobrir o que estava acontecendo com ela, e que não ia desistir enquanto ela não lhe desse uma explicação sincera. Sendo assim, Mia pensou um pouco e decidiu confessar de uma vez:

— Eu bebi por sua causa, ok? Porque eu estava sentindo falta de você. Porque eu fiquei insegura em relação a nós dois. E porque eu sou uma idiota, é claro. Satisfeito?

Castiel estreitou o olhar na direção de Mia, tocou o seu rosto com uma das mãos e disse de uma forma carinhosa:

— Você não é uma idiota, Mia. Eu que fui um idiota por ter te deixado insegura em relação a nós dois. Me desculpe. Não foi a minha intenção. Eu precisei me afastar, mas acredite, eu pensei em você em cada milésimo de segundo que não estava aqui. E eu também senti a sua falta.

Sentindo o seu coração acelerar novamente, e profundamente aliviada por ouvir aquelas palavras calorosas, Mia murmurou:

— Sério?

— Sério. — confirmou ele a olhando profundamente.

— O suficiente para tirar a roupa de novo? — provocou Mia arqueando as sobrancelhas com malícia.

— Você não desiste nunca, não é? — indagou Castiel sem conseguir conter um riso.

— Você quer que eu desista? — rebateu Mia lhe lançando mais um olhar sugestivo.

— Não, mas antes nós temos que conversar. — esclareceu o anjo.

— Conversar? — repetiu Mia com certo desânimo. — De novo? Nós já não conversamos? Não estamos conversando agora? Não podemos continuar depois?

— Eu passei alguns dias fora e você não está nem um pouco curiosa para saber o que eu consegui e descobri? — questionou Castiel.

— Como assim? O que você conseguiu e descobriu? — quis saber Mia, finalmente demonstrando curiosidade e interesse sobre o que Castiel tinha a lhe contar.

— Eu explico tudo enquanto você toma o seu café da manhã. — propôs ele.

— Café?! — repetiu Mia lembrando-se de sua bebida favorita e de que como estava louca por uma generosa xícara dela. — Ok, você me convenceu. Eu vou tomar um banho e te encontro lá embaixo. — disse antes de se levantar, enrolada no lençol, e correr até o guarda-roupa, para pegar algo para vestir após o banho.

Depois de ter pegado tudo o que precisava, ela se reaproximou do anjo, inclinou-se sobre ele, apoiando um dos joelhos na cama, tocou o seu rosto com carinho e avisou:

— Mas não pense que eu desisti de tirar a sua roupa de novo, anjo. Porque não, eu não desisto nunca.

Então Mia aproximou o rosto e encaixou seus lábios sutilmente nos dele por alguns instantes. Quando ela afastou o rosto, Castiel sorriu, a olhou de um jeito apaixonado e propôs:

— Você pode tirar a minha roupa mais tarde, depois que nós voltarmos de um certo lugar.

— Que lugar? — quis saber Mia sendo tomada pela curiosidade de novo.

— É surpresa. — avisou Castiel, deixando claro que não ia dar nenhuma dica sobre aquilo.

— Ai meu Odin! Quanto mistério! — exclamou a garota tentando controlar a curiosidade que crescia a cada instante. — Tudo bem, eu estou gostando disso, anjo. Nada... Nada como um pouco de mistério para aquecer a relação, não é mesmo? — refletiu antes de beijá-lo mais uma vez e correr em direção a porta.

— Quem é Odin? — indagou Castiel confuso.

— Esquece. — desconversou Mia antes de rir e deixar quarto.

XXX

Enquanto isso, no quarto do outro lado do corredor, Natalie começou a acordar pouco a pouco, abriu os olhos lentamente e instantes depois, tentou se espreguiçar, como fazia todas as manhãs. Como não conseguiu se mexer, ela abriu mais os olhos, sentindo que algo estava prendendo os seus movimentos. Teve um leve sobressalto ao ver um dos braços de Dean em volta da sua cintura e uma das pernas dele sobre as suas.

Confusa diante daquela proximidade, Natalie virou um pouco o pescoço, observou a expressão de Dean, a poucos centímetros do seu rosto, e constatou que ele estava dormindo profundamente.

Sem saber o que fazer, e no fundo gostando da sensação do corpo de Dean tão perto do seu, Natalie voltou a posição inicial. Depois disso ficou imóvel e tensa, apenas sentindo a respiração ritmada do marido em sua nuca, o que lhe causava arrepios desconcertantes, que ela lutava para não sentir, mas que estavam bem ali, reverberando por todo o seu corpo.

De repente, o caçador suspirou profundamente, murmurou algo indecifrável e abraçou Natalie com mais força, fazendo os seus corpos ficarem completamente colados um no outro.

Sentindo o seu coração acelerar e o seu corpo ficando cada vez mais quente, a vontade que Natalie teve foi de se virar na direção de Dean, acordá-lo de uma vez e por um ponto final naquela crise que tinha se instalado entre eles. No entanto, a loira estava decidida a esperar que ele tomasse a iniciativa. Aliás, Natalie não abria mão disso.

Quando Dean a abraçou mais uma vez e encaixou o queixo no seu pescoço, Natalie não conseguiu conter um estremecimento seguido por um longo suspiro. Em seguida, Dean mexeu uma das pernas, causando um atrito direto com uma das pernas de Natalie, que segurou o lençol com certa força para conter um gemido que quis escapar de sua garganta.

Aquela situação estava ficando insustentável e Natalie resolveu que o melhor era dar um jeito de se afastar de Dean, antes que caísse em tentação. Pensando desta forma, ela pegou, com cuidado, a mão dele que estava sobre a sua cintura. Em seguida, começou a erguê-la lentamente, mas a soltou assim que Dean se mexeu um pouco.

Natalie pensou que o caçador fosse acordar, mas, ao invés disso, ele pareceu mergulhar em um sono ainda mais profundo e a abraçou de novo. A apertou mais um pouco. E mais um pouco. Natalie não conseguia respirar direito nem raciocinar direito. Seu cérebro estava prestes a entrar em pane e o seu corpo em combustão.

No entanto, quando Dean encostou os lábios na sua orelha e roncou levemente, Natalie franziu o cenho, se recompôs e esbravejou irritada:

— Ah não! Roncar já é demais!

Ao ouvir aqueles gritos, Dean finalmente acordou assustado. Mais assustado ficou quando percebeu que estava abraçando Natalie por trás, de uma forma meio indecente. Deliciosa, mas indecente e inapropriada, já que eles estavam no meio de uma crise.

— O que...? — balbuciou ele enquanto a soltava e sentava-se na cama confuso. — O que aconteceu? O que...?

— Finalmente! — exclamou Natalie sentando-se também e ajeitando os cabelos com as mãos. — Nossa, por um momento, eu pensei que fosse morrer esmagada, sufocada ou coisa pior. — dramatizou a caçadora.

— Como assim? — indagou Dean atordoado, um pouco por ter acordado subitamente, mas principalmente por ter acordado e se visto naquela situação embaraçosa.

Natalie inclinou um pouco a cabeça, arqueou as sobrancelhas e questionou em tom acusatório:

— Você vai se fazer de desentendido agora, benzinho? Vai fingir que não estava me agarrando? Vai fingir que não é um tarado até quando está dormindo? — diante da ausência de respostas do caçador, Natalie gabou-se: — Quer saber, eu te entendo, Sr. Awesome. No seu lugar, eu também me agarraria. É algo totalmente compreensível, aliás. — ao perceber que Dean a encarava um tanto surpreso, com certo brilho no olhar e com um leve sorriso naquele rosto lindo, Natalie perguntou irritada: — Qual é a graça?

— Você me chamou de "Sr. Awesome." — respondeu Dean arqueando as sobrancelhas e lançando um olhar significativo na direção da esposa.

Natalie ia chamá-lo de maluco e mentiroso, mas ao se lembrar das coisas que havia dito antes, percebeu que realmente tinha dito o tal apelido. No entanto, sem querer dar muita importância para aquele deslize, ela fingiu indiferença e indagou:

— E daí?

— E daí que até ontem você estava me chamando de "Dean." — lembrou o caçador.

— E por acaso não é este o seu nome? — desconversou a caçadora.

— Você vai se fazer de desentendida agora, Natalie Jones? — rebateu Dean e como a loira permaneceu em silêncio, sem saber o que argumentar em sua defesa, ele prosseguiu cheio de si: — Tudo bem, neste caso, eu vou refrescar a sua memória. Você me chama de "Dean" quando está com raiva de mim. Aliás, você me chamou deste jeito durante todo o caso da shtriga. Mas agora eu ouvi bem, você me chamou de "Sr. Awesome." O que me leva a crer que talvez você não esteja mais tão magoada comigo. Quem sabe até queira fazer as pazes.

Natalie riu com desdém e argumentou:

— Isso é tão típico de você, Dean Winchester. Desviar a atenção de algo que você fez e chamar a atenção para algo, sem importância nenhuma, que eu fiz, só para não ter que se explicar. Desculpe, benzinho, mas eu também vou refrescar a sua memória. Foi você que, há poucos minutos, estava me agarrando. Então, se tem alguém que quer fazer as pazes aqui, certamente este alguém não sou eu.

Dean riu, e fez questão de rir mais e de uma forma mais irritante do que Natalie tinha rido momentos antes. Em seguida, ele se recompôs, recuperou o fôlego e refletiu com deboche:

— Nada como começar o dia com senso de humor, não é mesmo?

— Você vai continuar fugindo do assunto e fingindo que não me agarrou, é isso? — insistiu Natalie. — Que surpresa!

Dean suspirou, fez um biquinho com os lábios enquanto pensava um pouco, e depois defendeu-se:

— Eu não te agarrei, eu te abracei, Natalie. É diferente, embora eu tenha percebido que você gosta mais do primeiro termo. E eu te abracei enquanto eu dormia. Ou seja, foi algo totalmente involuntário. Já você estava com os olhos bem abertos quando me chamou daquele jeito carinhoso. — diante da falta de reação da esposa, que parecia ter ficado completamente desarmada, Dean pressionou: — Então, o que você tem para me dizer sobre isso, benzinho? Vai continuar negando que está louca para fazer as pazes comigo?

Natalie encarou Dean por um bom tempo enquanto um sentimento de mágoa voltava a se fortalecer dentro dela, misturando-se com a raiva que sentia por ele se gabar daquele jeito tão irritante.

Após ponderar tudo o que ele havia dito e, principalmente, tudo o que tinha acontecido entre eles em Minnesota, Natalie despejou de um jeito seco, direto e ressentido o que estava entalado em sua garganta:

— Você foi imaturo e machista indo atrás de mim em Minnesota e, ontem a noite, agiu daquele jeito infantil quando viu que eu tinha chegado. Depois foi um grosso quando me destratou na escada daquela maneira. Então, se por um instante, eu me esqueci de tudo isso e te chamei de "Sr. Awesome" sem perceber, talvez porque no fundo, eu queria mesmo fazer as pazes, este possível desejo de reconciliação... Simplesmente passou. E não vai voltar.

Em seguida, a caçadora levantou da cama rapidamente e caminhou resoluta em direção à porta.

Inconformado com o desfecho daquela conversa, o Winchester pediu com firmeza e seriedade na voz:

— Natalie, volta aqui. — como ela não atendeu ao pedido, abriu a porta e saiu do quarto, Dean levantou da cama e com passos largos, alcançou Natalie no corredor.

— Me deixe em paz, Dean! — pediu a loira, sentindo que ele estava bem atrás dela e então apressou o passo.

Como resposta, o caçador também apressou o passo, a segurou pelo braço e a virou em sua direção com um movimento rápido, firme e preciso, obrigando Natalie a encará-lo. Antes que ela tentasse se soltar ou protestasse, Dean anunciou duramente:

— Você falou o que queria, agora é a minha vez. Você vai me ouvir, Natalie.

A caçadora o encarou ainda com mais raiva, embora os seus olhos denunciassem certa vontade de chorar. Então, Natalie se segurou para não ser vencida por aquele instinto de fraqueza, se acalmou e aos poucos se convenceu de que não tinha escapatória, a não ser ouvir de uma vez o que Dean tinha a lhe dizer, para que assim ele a deixasse em paz.

Percebendo que a loira não ia deixá-lo falando com as paredes, o caçador a soltou pouco a pouco, controlou a raiva que também sentia e só depois recomeçou:

— Eu posso ter sido imaturo, machista, infantil e até grosseiro com você. Mas você sabe muito bem por que eu agi assim, Natalie. Então não se faça de vítima nem de desentendida porque foi você que começou tudo isso. Foi você que me usou, me seduziu, me tratou como se eu fosse um adolescente. Tudo para sair daquele jeito. Às escondidas. Você não confiou em mim, e quando eu reagi à altura, você ficou ofendida, agressiva, possessa. Nós dois erramos, ok? E eu sei que lá no fundo, você quer que eu te peça desculpas pela forma como eu agi. Mas você errou primeiro, Natalie. E eu não vou me desculpar, enquanto você não fizer isso primeiro.

Natalie suspirou indignada, deu um sorriso sarcástico, cruzou os braços contra o peito e esclareceu:

— Eu pediria desculpas, não antes de você, é claro, mas eu pediria, desde que eu tivesse a mínima intenção de fazer as pazes com você. O que convenhamos, não é o caso. Eu estou muito bem assim, Dean.

O Winchester segurou um riso e questionou incrédulo:

— Você quer mesmo que eu acredite que você não quer fazer as pazes, Natalie?

— Por que você está tão interessado no que eu quero ou não fazer? — retrucou a caçadora. — Cuidado, Dean. Isso só reforça a minha teoria de que é você que quer fazer as pazes.

— Eu? — indagou o Winchester como se tivesse ouvido algo absurdo ou uma piada. Depois de rir um pouco, ele acrescentou com sarcasmo: — Sabe, Natalie, eu não sei se já te disse isso antes, mas você é hilária de manhã.

— E você é um idiota de manhã, de tarde e de noite. E se o dia tivesse mais divisões, certamente, você seria um idiota em todas elas também. — rebateu a loira com raiva, fazendo o caçador desmanchar o sorriso que sustentava até então.

Dean suspirou com raiva. Estava cansado daquela conversa, mas algo que sentia por Natalie, e que não tinha mudado apesar daquela crise, o levou a insistir mais uma vez:

— Então você não quer fazer as pazes?

— Não. — respondeu Natalie prontamente, embora aquela palavra não demonstrasse o que ela realmente desejava. — E você? — perguntou fingindo indiferença.

— Também não. — assegurou Dean o mais resoluto que pôde, afinal precisava convencer não só Natalie, mas também a si mesmo daquela mentira.

— Ótimo. — resmungou ela lhe dando as costas e voltando a caminhar apressada pelo corredor.

— Awesome! — retrucou Dean virando-se na direção oposta e seguindo na direção do quarto.

Logo, ele entrou e bateu a porta atrás de si, enquanto Natalie chegava ao banheiro.

XXX

Sentados a mesa da sala principal, depois de terem ouvido os gritos de Natalie e Dean no andar superior, Mia e Castiel se entreolharam e a garota deduziu:

— Acho que o primeiro round acabou.

— Por que eles brigam tanto? — quis entender Castiel.

— Porque eles se amam demais. E claro, porque são teimosos demais. — explicou Mia antes de tomar um gole da sua terceira xícara de café daquela manhã e comer um pedaço de bolo de laranja. Instantes depois, ela continuou: — Relacionamentos são complicados, nós sabemos bem disso, mas no fim sempre tem algo que acaba falando mais alto. O Dean e a Natalie vão se entender. Mais cedo ou mais tarde. — depois que Castiel assentiu com um meneio de cabeça, Mia tomou mais um pouco do café e mudou de assunto: — Mas o que você queria me contar, anjo? Como foi a sua missão?

Castiel se endireitou na cadeira, apoiou as mãos na mesa e relatou:

— Eu encontrei alguns anjos e contei tudo o que aconteceu, como o Metatron me enganou, como fez o feitiço para expulsar todos nós do Céu. Alguns deles acreditaram em mim, outros me deram o benefício da dúvida. O fato é que eu consegui apoios importantes, Mia, para deter o Metatron. Quando chegar a hora, é claro.

— Isso é ótimo, anjo. — disse Mia feliz por ouvir aquilo e perceber que Castiel teria a chance de não só derrotar Metatron, mas principalmente, de limpar o seu nome perante os outros anjos de uma vez por todas.

— Tem mais. — anunciou ele e Mia prestou atenção. — Eu descobri a localização da escada para o Céu.

— Sério?! — surpreendeu-se a garota. — E onde ela fica?

— Em uma praça de uma cidade no interior do Colorado, entre um balanço e uma gangorra. — revelou Castiel.

— Nossa... Não dá para negar que o Metatron foi inteligente escolhendo um lugar assim. É um disfarce perfeito. Acima de qualquer suspeita. — refletiu Mia.

Após um momento em silêncio, Castiel expôs:

— Resumindo, eu consegui aliados e, quando nós tirarmos o Metatron do comando do Céu, os anjos que continuam vivendo entre nós finalmente poderão voltar para lá através da escada que fica no Colorado. Portanto, só falta...

— Traduzir a Tábua dos Anjos e descobrir como tirar todo aquele poder que o Transformer absorveu. — completou Mia e Castiel assentiu.

— Não falta mais. — anunciou Kevin vindo de um corredor e adentrando a sala, seguido por Chloe, e segurando a Tábua dos Anjos.

Mia e Castiel olharam na direção do casal, que se aproximou da mesa. Em seguida, a hacker contou:

— Eu e o Kevin conseguimos traduzir a primeira parte.

Castiel se levantou visivelmente interessado e apoiou as mãos na mesa, enquanto Mia se virou um pouco na cadeira, para ter uma visão melhor do profeta e de Chloe.

— O que vocês descobriram? — quis saber o anjo.

Após uma breve pausa, Kevin respondeu:

— Exatamente o que você precisa, Cas. Uma forma de fazer o Metatron voltar a ser apenas um anjo.

Surpresa por ouvir aquilo, Mia olhou para Castiel um tanto boquiaberta e depois voltou a olhar para Kevin e Chloe tomada pela curiosidade. Assim como o anjo, Mia também queria saber mais detalhes sobre aquela importante descoberta. Eles precisavam de mais detalhes.

Notas finais
E aí? Gostaram? Odiaram? Querem mais? Seguinte, shippers de Deanalie, sei que vocês estão sofrendo com esse casalzinho orgulhoso, mas... Aguardem os capítulos 33 e 34. Acho que vocês vão amar kkkkkkk Por falar neste casal... Dean dormindo de conchinha com a Natalie. Pode isso? Dean roncando no ouvido da moçoila kkkkkkkkkkkkkkkk ah como eu me divirto escrevendo essas situações kkkkkkkkk Well, no próximo capítulo: vamos descobrir que raio de surpresa é essa que o Cas está planejando pra Mia, Kevin e Chloe vão nos dizer o que exatamente traduziram da Tábua dos Anjos e teremos uma personagem nova... Que vocês vão odiar. Obrigada a todo mundo que comentou o capítulo anterior. Valeu mesmo! Vocês me inspiram a continuar! Próximo capítulo no sábado que vem! Agora é com vocês! Reviews? PS: O VÍDEO QUE EU FALEI É ESTE AQUIIIIIIIIIIIIIIIII https://www.facebook.com/DSWinchesterBlog/posts/997827116901363?notif_t=like