Heart By Heart
30 Visitando a mamãe
Notas iniciais
vamos lá...
–Hey... — Eu escuto a voz de Finn e o sinto acariciar meu cabelo. — Tá na hora de acordar.
Abro os olhos mas logo o fecho ao ver a claridade. Pisco algumas vezes até me acostumar e olha para cima e vejo Finn me olhando. Eu me sento e o encaro.–Você não dormiu? — Eu pergunto.–Um pouco. — Ele fala encolhendo os ombros. — Não estava muito confortável.–Me desculpe. — Eu falo olhando para baixo.–Não! Não! — Finn fala e eu ergo o olhar o encarando. — Eu não quis dizer isso, eu...eu... eu...–Calma Finn... — Eu falo. — Não é pra tanto.Ele franze a testa e olha para baixo.–Ok então. — Ele fala.–Você está estranho. — Eu falo. — Tudo bem?Ele levanta o olhar e franze a testa.–Eu to normal. — Ele fala e suspira. — Vamos?Eu franzo a testa e me levanto e ele também. Pega as suas roupas e as veste. Eu observo o céu e ele está cinza, mas nenhum sinal de uma forte tempestade.–Então... — Eu falo e me viro e o vejo com roupa.–Para onde vamos, moça? — Ele falou e eu sorri e percebi ele prender o ar.–Para o hospital? — Eu pergunto e ele sorri.–Aonde a moça desejar... — Ele fala e eu rio.Nós subimos na moto e passamos pela estrada de terra até a chegarmos a avenida que levava para cidade, estamos sujos, mas eu estava ansiosa para conhecer a minha mãe. Paramos na frente de um hospital e eu desço da moto e já vou em direção a porta e logo Finn está atrás de mim. Ele para na minha frente.–Você tem certeza? — Ele pergunta.–Minha mãe sempre esteve aqui o tempo todo. — Eu falo. — É claro que eu tenho certeza.–E se... — Finn encara a rua e volta a me encarar. — Não ser como você espera.–Eu preciso saber Finn. — Eu falo e ele me olha relutante.–Mas e se... — Ele volta a olhar para a rua. — Você se machucar.–Ela não vai me bater. — Eu falo e ele me olha.–Não fisicamente. — Finn fala e eu o empurro entrando na clinica e logo entra logo atrás.–Posso ajudar. — A mulher do balcão pergunta.–Eu estou procurando uma mulher... — Eu falo. — Berry...Ela ergue o olhar...–Shelby Berry? — A mulher pergunta e eu sorrio concordando com a cabeça.–E o que você é dela? — A mulher pergunta.–Filha. — Eu falo animada e ela me olha com pena.–Venha comigo. — Ela fala e eu a sigo com Finn atrás.–Rachel, eu acho melhor. — Finn começa mas eu o ignoro.–Aqui nesta sala. — A mulher fala e olha para dentro. -Sua filha Shelby.Eu entro e sinto meu coração disparar. Vejo uma ruiva ao lado de uma louca na cama que estava sentada se balançando de um lado para o outro.–Mãe? — Eu pergunto para a ruiva e ela franze a testa. — Shelby?–Rachel... — Finn fala.–Ah, eu não sou a Shelby. — A mulher ruiva fala.–Não entendo. — Eu falo.–Rachel, eu sinto muito. — Finn fala e é aí que eu me dou conta.Olho para a mulher que se balançava. Ela era igual a mim, eu me sento ao lado dela.–Shelby? — Eu pergunto e sinto lagrimas nos meus olhos.–Vá embora! — Ela grita me dando um tapa na cara me derrubando no chão. –Rachel! — Finn fala assustado e me ajuda a levantar e eu olho para Shelby.A enfermeira tentava a conter.–Você e seu pai destruiram minha vida! — Ela gritou e eu começo a chorar. — SAIA DAQUI! EU ODEIO VOCÊ SUA VADIA!Finn me puxa para fora da sala antes que eu possa ouvir algo a mais. Ele me abraça e eu o empurro–Sai de perto de mim! — Eu grito.–Rachel... — Finn me chamava mas eu não ouvia, eu sai pelos corredores chorando.
Notas finais
:0
o que acharam??
logo tem mais viu...
:)
ou não...
é que eu vou viajar pro rio e só volto dia 23...
eu acho..
suahsuahsua
até
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