Heart By Heart
31 Descobrindo a verdade
Notas iniciais
Cheguei em casa e limpei as lagrimas, não gostava de usar meus poderes mas não queria que Finn falasse "eu te avisei", então controlei o ar para me levar para casa. Subo as escadas e abro a porta andando até a sala de Will e chegando lá o vejo com Santana.
–Onde você passou a noite? — Ela pergunta. — Estava preocupada. Por que você está chorando?
–De onde você conhece a minha mãe? Porque compra livros para ela e a leva pro hospital? Por que paga o hospital e o principal, Por que ela está em um hospital? — Eu grito e Will me olha.
–Rachel se acalme. — Will fala e olha para Santana. — Pode sair por favor? — Santana se levanta e sai. — Sente-se.
Eu respiro fundo e me sento na frente dele.
–Me explique... — Eu respiro. — Tudo...
–Rachel... — Will começa e suspira. — Eu e o seu pai eramos melhores amigos, e um dia fomos a cidade, onde conhecemos a sua mãe.
–Ela é uma humana normal? — Eu pergunto e ele concorda.
–Sua mãe era a mulher mais bonita que eu já havia visto na minha vida. — Will fala. — Ela ainda é... Eu e o seu pai nos apaixonamos por ela.
–Mas ela quis meu pai. — Eu falei.
–E ela quis o seu pai. — Ele confirma. — Nós nunca devemos ficar com humanos, sempre há consequências.
–O que houve? — Eu pergunto.
–Quando sua mãe ficou gravida de você era provável que você seria especial. — Ele explica. — Todos os invocados são de seres humanos com invocadores. E então houve a noite do seu nascimento. Seu pai me ligou falando que sua mãe estava em trabalho de parto e eu logo fui a ajudar. Mas Carol ficou sabendo sobre o parto e que você seria especial. Ela apareceu e eu e seu pai lutamos contra ela. Mas seu pai... ele...
–Ele morreu. — Eu falo e Will concorda.
–Eu fiz o parto da sua mãe e logo depois que você nasceu ela enlouqueceu. — Ele fala. — Ela não queria ver você, ela...
–Me culpava. — Eu falo.
–Eu não sabia o que fazer, você era tão pequena... — Ele fala. — Então te dei para um amigo, e fiz todo o plano, mandei Quinn para a mesma escola. Nós não costumamos terminar a escola, e ela voltou de onde estava, na sua série. Virou sua amiga e esperamos o seu aniversário.
–Carol quer me matar. — Eu falo.
–Sim, ela sabe que você é poderosa, mais do que ela. — Will fala.
–Então ela quer me destruir. — Eu falo.
–Ou fazer você se juntar a ela... — Will fala e ficamos em silêncio. — Acho melhor você ir para o seu quarto, digerir tudo.
Eu me levanto e vou até a porta, saindo e indo para o meu quarto, me deito na cama, mas eu não consegui dormir. Era muita coisa para digerir.
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