Notas iniciais
Ahhh dando pulos de alegria se ninguém percebeu eu aviso mesmo a capa e a sinopse da fic são novas o que acharam ? eu ameiiiii
Escutem essa musica nesse capítulo juro é pra chorar (acho) hihi
A parte que tiver entre parentes,itálico e sublinhado é uma lembrança da sakura, o passado dela a parti desse capítulo vai aparecer.
Quem gosta da Hinata e Garra ai gente ?
Logo logo eles iram aparecer arrasando o quarteirão principalmente a Hina.
Em baixo vai ter um pequeno prólogo do próximo capítulo
andressinha
Iara Carmel
Uma Avenger
Fallen Angel
Seus comentários estão fazendo falta
e Obrigado a todos que estão comentando amo vocês
Beijos
Link da musica

http://www.youtube.com/watch?v=Wi5ocjQlPW8

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"Nós somos da mesma raça, depois de todos os motivos para a guerra, já não interessam. A religião, a ideologia, os recursos, a terra, rancor, amor, ou apenas porque. Não importa o quão patético motivo, é suficiente para iniciar uma guerra." > Pain



Abro meus olhos e vejo o teto branco do meu quarto amado. Começo a me mexer e sinto todo o meu corpo doer, como se tivesse corrido uma maratona. Quando tento levar minha mão até minha cabeça, não consigo, pois algo impedia. Olho pro meu pulso e vejo que eu estou... Amarrada?

Tento me mexer, mas não consigo. Meus pulsos e tornozelos estavam amarrados fortemente, logo percebo que o quarto estava iluminado à luz de velas. Sinto o desespero tomar conta do meu corpo e logo a porta é aberta, dando espaço pra um homem muito alto e musculoso.Ele era um perfeito deus grego na verdade, poderia comparar ele com um emo, pelo seu cabelo repicado e olhos negros como ônix e, além disso, seu cheiro era amadeirado.

– Finalmente eu lhe tenho nos meus braços, minha pequena flor de cerejeira. – Com isso, sinto meu corpo tremer.

– Quem é... Você? – Eu pergunto com a voz trêmula.

– Sou a pessoa que você está destinada a ficar pelo resto da vida. – Ele diz isso, com a maior tranquilidade. Esse homem deve estar louco.

– Você é louco, solte-me agora! – Eu falo alto demais e isso o faz franzir a testa.

– Para de gritar, irritante! – Depois que ele fala isso, ele se senta do meu lado na cama.

Sinto as lágrimas percorrerem meu rosto, realmente agora estava ficando desesperada, mas, como se meu corpo todo levasse um choque, sinto suas mãos limparem meu rosto. Prendo a respiração, ele logo percebe e dar um meio sorriso.

Suas mãos se afastam do meu rosto e chegam ao meu pescoço, onde ficou um bom tempo acariciando. Em seguida, deslizaram até o meu seio direito, onde ele ficou me acariciando por cima da blusa.

– O que... Você vai fazer? – Eu pergunto, segurando um pequeno gemido.

– Estou pensando se você é esse poço de pureza que parece ser... – ele diz isso tudo com um meio sorriso enigmático.

–Por favor, não... — Antes que eu pudesse terminar, ele fez sinal pra que eu ficasse em silêncio.

– Calma, cerejeira, tudo tem seu tempo. – ele se levanta e pega uma bandeja de comida.

–Não estou com fome. – Eu digo, virando o rosto.

–Mas vai ter que comer. Aviso que não sou nem um pouco paciente.

–Porque eu? — Eu pergunto séria, vendo-o se sentar na cama cuidadosamente.

–Estamos destinados um ao outro, minha pequena cerejeira. – ele diz, sorrindo.

– Louco! — Eu exclamo, voltando a chorar.

– Abra a boca! – Ele diz, de forma autoritária, fazendo-me abri-la.

E, com esse comando, eu acabei comendo tudo que havia na bandeja, logo ele se retira, deixando-me novamente sozinha. Fecho os olhos com força e tento começar alguma reza, não conseguia se lembrar de nenhuma, já que, desde que minha família morreu, Deus também se foi junto com eles.

Sinto as lágrimas molharem meu rosto. Puxo com força meu pulso e acabo provocando uma dor terrível, solto um pequeno grito e foi o que bastou para o estranho entrar no quarto e diminuir a pressão do lenço no meu pulso.

– Diga-me o porquê? – Eu pergunto, com a voz rouca.

– Sakura,há coisas que meros humanos não devem saber, mas irei lhe contar tudo, porém no momento certo. – Ele se vira para ir embora, mas eu lhe impeço.

– Fique. Por favor. – Eu peço baixo, mas sabia que ele tinha escutado.

–Deveria parar de se atormentar. – Ele diz, sentando-se ao meu lado.

–Como assim? – Pergunto, olhando no fundo dos seus incríveis olhos negros.

– A culpa de sua família ter morrido não foi sua. – Ele diz assim naturalmente.

– Como você sabia? – Eu o olho espantada.Ele não tirava o sorriso frio do rosto.

– Eu sei de muitas coisas, Sakura. Também sei que você não é apenas uma humana normal.

– O que você é? – Eu pergunto, séria.

– Cheguei exatamente onde eu queria.O que eu sou, Sakura? – Ele pergunta, encarando-me.

– Eu não sei.

– Você sabe.Pense bem, relembre bem. – Ele diz, segurando minha mão com força.

– Eu não sei.

–Pense minha pequenina flor de cerejeira. – Ele se levanta e começa a cantarolar uma música que parecia com uma que eu escutava quando era pequena.

‘’ Goodnight, sleep tight

No more tears

In the morning, I'll be here


And when we say goodnight

Dry your eyes


Because we said goodnight

And not goodbye

We said goodnight

And not goodbye’’

–Qual o seu nome? – Eu pergunto, olhando-o, intrigada.

– Você me conhece.

–Não te conheço, nunca te vi na minha vida. – Eu gritei.

–Você me conhece, seu corpo me conhece, seu coração me conhece, principalmente sua alma.

Fecho os olhos com força, talvez isso seja apenas um sonho ruim e, quando eu abri-los, tudo vai acabar e quem sabe até a minha família eu teria de volta, mas, quando abri-los, não vi nada, apenas a escuridão, junto com a solidão tocando meu corpo.

Porque coisas ruins acontecem com pessoas boas?

Às vezes me pego pensando nisso, em como a vida é injusta comigo e com todos, pensando bem.Quantas pessoas estão num hospital morrendo, mas querendo um pouco mais de tempo? Quantas são as pessoas que tiram a vida de outras?

Queria que tudo fosse apenas um pesadelo, mas sabia que não era e que eu nunca sairia daquela triste realidade que eu vivia. Fecho os olhos e deixo apenas o cansaço levar meu corpo pra outra dimensão bem diferente.


‘’ estava em um local diferente, mas algo me parecia familiar.Aproximo-me de uma pequena estante cheia de ursos de pelúcia e vejo vários desenhos colados na parede.Eu sabia muito bem o que aquele local era: Meu quarto quando era pequena.

Aproximo-me da pequena cama e pego o vestido roxo. Eu me lembrava dele, eu tinha uma foto na casa da minha tia com esse vestido. Sorrio com a lembrança, mas a coloco no mesmo local. Volto a olhar ao meu redor.

É quando uma pequena criança, de cabelos rosa, entra no local, batendo à porta.Eu me lembrava vagamente. Eu tinha acabado de brigar com minha mãe, pois não queria usar o vestido. Eu tinha apenas sete anos, mas já tinha muita atitude.

Percebo que a pequena não me vê e começo a observar os seus gestos.Ela se senta no canto da cama e começa a chorar solitariamente, foi quando vejo algo se mover do meu lado, mas só havia escuridão.

E, da escuridão, sai um homem que vai até a menina que, quando o vê, cai nos seus braços, chorando. Ela enlaçava seus pequenos e frágeis braços ao redor do forte pescoço do homem em que ela confiava.

– O que foi pequena? – O rapaz pergunta pacientemente e algo lá no fundo me avisava alguma coisa que eu estava ignorando.

– Meus pais não se... Importam... Comigo – A pequena menina fala soluçando.

– Claro que se importam, meu anjo.De onde você tirou isso? – ele pergunta, afastando um pouco a menina para poder enxergar seu rosto vermelho.

– Da mamãe. Ela disse que eu não devia ter nascido. – diz voltando a chorar bastante.

– Ela não sabe o que diz. Agora se acalme, minha pequena flor de cerejeira. – ‘’Pequena flor de cerejeira, já ouvi esse apelido antes.’’ penso mais um pouco e logo me relembro de onde.

Olho pro meus pés. Eu o conhecia e como conhecia. Levanto meu rosto e vou até a cama, sento-me e olho pra cena.Ele estava com o rosto escondido nos cabelos da menina, mas logo levanta revelando sua identidade.

– Sasuke, eu te amo. – diz a menininha, dando um beijo na bochecha do moreno.‘’

Sento-me na cama rapidamente, mas logo percebo que não estava mais presa.Passo a mão onde o lençol prendia meu pulso, havia ficado uma marca roxa.Fecho os olhos tentando colocar meus pensamentos em ordem.

– Já sabe quem eu sou Sakura? – Ele sai da escuridão e me encara com aqueles olhos de ônix.

– Sasuke. – eu murmuro seu nome baixo, mas sabia que ele ouviu bem.



Notas finais
Prologo *-* Reviews ?

- Sasuke não quero lhe perder. eu digo lhe abraçando com força.
- Há uma maneira... Mais deixa pra lá. ele diz rapidamente.
- que maneira?- pergunto curiosa.
-Um pacto seria eternamente seu. ele diz com uma voz incrivelmente sombria.
- Eu teria que lhe dar o que?
- Sua alma, seu corpo, você. ele diz segurando minha mão com força.
- e como a gente faria isso?
- um pacto de sangue a gente tem que se unir de corpo e... Alma.
- Sasuke eu aceito. eu digo com uma voz confiante.