Notas iniciais
então postei mais cedo
porque ? porque domingo não vou ter tempo pra postar pois vou pintar meu cabelo de azul *-* então pra não atrasar postei logo hoje
mereço reviews ? sim claro eu to super adiantada nós capítulos me façam felizes. :)
E o Sasuke-kun ainda não aparece lamento :(
leitores novos sejam muito bem vindos amo vocês
Boa leitura

Escutem ---> essa musica é perfeita gente

https://www.youtube.com/watch?v=mutPqmgUHNQ

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Só sei que nada sei.

Sócrates



Não muito longe dali, um lindo moreno observava uma pequena moça de cabelos rosa.O moreno sorri abertamente ao observar sua pequena presa deitada na sua cama, respirando tranquilamente e, com um rápido e majestoso movimento, ele se coloca dentro do quarto da garota.

Aproxima-se um pouco mais da cama e coloca suas grandes mãos no seu pequeno rosto, fazendo-a ficar inquieta e o fazendo se afastar.O grande homem se vira e olha pela última vez, naquela noite, a mulher da sua vida.Sabia muito bem que ela seria sua... Eternamente...


**

Sinto o ar pesado e um vento frio passar por mim.Olho ao meu redor e não vejo nada além de uma estrada no meio do nada.Volto a caminhar mais e, por mais que andasse, nunca dava em lugar nenhum.

Olho pra floresta dos meus lados, não me atreveria a entra ali. De longe, escuto o som de algum carro se aproximando. Vou até o acostamento e espero eles passarem, quando estavam bem próximos de mim, escuto o som de um casal discutindo.

O carro acelera e, como se o carro fosse atraído por uma força incomum, ele derrapa e capota.Havia algo familiar, mas não sabia o quê. Corro até a cena, já me ajoelhando para ver o rosto dos ocupantes do carro, mas sinto o choque passar pelo meu corpo.

O motorista já estava morto, pois havia quebrado o pescoço e seu braço estava literalmente decepado.Havia também duas crianças no banco de trás, uma delas estava sem o cinto de segurança e tinha sido arremessada para fora do carro e, nesse exato momento, agonizava já a outra menininha, que estava muito quieta e, por fim, a mulher do lado do motorista. Ela estava com o rosto todo sujo de sangue, seu corpo ainda mostrava sinais de vida, mas parecia fraca demais pra mostrar isso.Seus cabelos estranhamente rosa estavam vermelhos e, em alguns pedaços, estavam faltando.

Sinto as lágrimas descerem pelo meu rosto. Levanto-me e vou me afastando da cena, tão conhecida por mim, mas, antes de sair, acabo vendo o corpo da menininha que ainda estava viva.Vou até ela e vejo que seus lindos olhos azuis estavam perdendo vida.

– Você... – sua baixa voz infantil é pronunciada.

–Sayumi, eu...

– Você é a... – novamente ela não termina, pois estava fraca demais.

– Não se esforce.

– Eu preciso dizer... Você é a culpada... Disso tudo sempre foi. – Logo depois dessas palavras serem pronunciadas, o resto da sua vida se foi deixando apenas um corpo vazio.

Afasto-me rapidamente dos corpos e vou andando sem rumo.Comoeu imaginava, até eles pensavam que eu era culpada.Mais alguns passos são dados, mas meu corpo estava tão fraco, que acabo caindo.

O vento frio passava pelo meu corpo como se estivesse lhe acariciando, o fluxo de lagrimas aumentou, se isso é possível.Apenas queria esquecer tudo, mas, como num passe de mágica, sinto meu corpo esquentar e uma presença do meu lado e, com o vento, uma voz grossa chega aos meus ouvidos:

–Acalme-se, flor de cerejeira, tudo isso irá passar. Apenas feche os olhos. – Sabia que isso não era uma sugestão, mas sim uma ordem. Então logo tratei de respeitar.

–-----------

Sento-me na cama apressada. Meu corpo estava todo molhado de uma mistura de suor com lagrimas e ele tremia.Olho para o relógio na mesinha, quemarcava exatamente 04h00min.Sento-me na cama e tento controlar a minha respiração.

Levanto-me da cama e desço para ir à cozinha, pois eu estava com sede, até parecia que não havia tomado água há muito tempo. Quando volto pro quarto, escuto algo caindo no corredor, abro a porta e vejo um vaso quebrado e a porta do fim do corredor aberta.

Entro no recinto e não vejo nada além de quadros e uma porta que tento abrir, mas não consigo. Desisto e volto pro meu quarto, mas, quando eu estava lá, escuto aquela porta abrir lentamente.

Volto ao corredor e a vejo aberta. Respiro fundo e caminho até lá. Estava tudo escuro, não tinha como ver nada ali, apenas uma escuridão terrível. Dou as costas.

– Saku... Ra – Algo dentro daquele quarto havia dito o meu nome.

Vou correndo pro meu quarto e pego uma lanterna e volto decidida a entrar e descobrir o que aquela casa tinha.Ilumino o pequeno cômodo.Olho ao meu lado, tudo estava muito sujo e cheio de teias de aranha.

No local havia um mau cheiro terrível. Vou andando até ver outra porta, empurro-a levemente e ela abre rapidamente, mostrando um cômodo com quadros muito antigos e, com certeza, não pertenciam aos meus pais.

Vejo um espelho e, no seu reflexo, vejo algo se mexer.Aproximo-me mais e finalmente posso ver o que estava acontecendo ali.No reflexo, havia uma pessoa toda queimada, ela olha para o espelho e me ver.

– Sakura. – a criatura grita, fazendo-me correr até chegar à primeira porta,trancando-a em seguida.

Respiro fundo, mas volto a escutar algo a gritar meu nome. Corro novamente até chegar à porta principal.Começo a correr pela floresta, não sabia pra onde ia nem o que faria, apenas queria sair dali.

Contudo, bato contra algo muito duro, que me faz cair no chão, meio tonta.A minha visão começa a escurecer, mas vejo que a coisa que eu bati se aproxima de mim e se ajoelha do meu lado, segurando meu rosto me movendo pro seu lado.A última coisa que pude ver antes de desmaiar foi seus olhos de cor ônix.

Abro meus olhos e vejo o teto branco do meu quarto amado. Começo a me mexer e sinto todo o meu corpo doer, como se tivesse corrido uma maratona.Quando tento levar minha mão até minha cabeça não consigo, pois algo impedia. Olho pro meu pulso e vejo que eu estou... Amarrada?

Tento me mexer, mas não consigo. Meus pulsos e tornozelos estavam amarrados fortemente, logo percebo que o quarto estava iluminado à luz de velas. Sinto o desespero tomar conta do meu corpo e logo a porta é aberta, dando espaço pra um homem muito alto e musculoso. Ele era um perfeito deus grego na verdade, poderia comparar ele com um emo, pelo seu cabelo repicado e olhos negros como ônix, além disso, seu cheiro era amadeirado.

– Finalmente eu lhe tenho nós meus braços minha pequena flor de cerejeira. – Com isso, sinto meu corpo tremer.



Notas finais
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