Haunted

15 Say You Will


Notas iniciais
Então gente oi capitulo especial adiantado pois hoje é meu aniversario e resolvi dar esse presente a vocês espero que gostem, ah gente escuta a musica Haunted da Taylor Swift eu achei super a cara da nossa fic.
Escutem e depois me digam pois qualquer coisa poderei acrescenta ela a fic e então as meninas que participaram que responderam a inscrição ou responderam o questionário me mande Mp.


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– Como? – ele me pergunta confuso, fazendo-me deixar escapar um sorriso irônico. – Eu e a sakura estávamos e jogando, até que seu tio nos mandou uma mensagem, e pode ter certeza, Sasuke Uchiha, se ele ao menos pensar em se aproximar da Sakura, eu torturo você e seu tio. – eu digo, dando-lhe as costas, mas, antes que pudesse me atingir com um murro, eu desvio e logo seguro seu braço com força.

– Quer morrer, Sasuke? – eu pergunto, olhando-o nos olhos e percebendo sua surpresa ao ver meus olhos mudarem de cor.

– O que você é? – ele me pergunta, sério.

– Eu sou uma coisa superior a você, seu demônio de quinta! E, pela primeira e última vez, eu lhe digo: Não se aproxime da minha doce Sakura.- eu lhe digo, jogando-o longe contra uma árvore que, pelo impacto quebra no meio.

Pov. Ino

Troco de canal pela décima vez; já estava terrivelmente irritada, pois estava deitada naquela cama. Bufo mais uma vez e me lembro de que eu havia que pedir perdão à Sakura, já que eu sabia que tinha feito algo muito errado.

– Trouxe seu almoço. – ela diz, colocando a bandeja à minha frente.

– Obrigado. – eu digo, simplesmente deixando um silêncio incômodo no ar.

– Eu vou arrumar a cozinha. Qualquer coisa, me chame. – ela diz, dando-me as costas, mas, antes que pudesse sair, eu a puxo pelo braço fortemente.

– Sakura, espere. – eu digo, com a cabeça baixa.

– O que foi? – ela pergunta, sentando-me ao meu lado na cama.

– Me perdoe por eu agir como uma criança. – eu digo, olhando no fundo dos seus olhos.

– Esquece isso, pequena. – ela diz, dando-me um beijo na minha cabeça.

A vejo partir novamente, deixando-me sozinha. Começo a comer tudo rapidamente e, assim que termino, coloco a bandeja na pequena mesinha que havia perto. Viro-me e fecho meus olhos, esperando logo pegar no sono.

De repente, sinto uma mão quente na minha cintura e uma respiração quente no meu pescoço, viro-me e dou de cara com o Gaara, sorrindo abertamente fazendo uma cara de safado.

– O que você está fazendo aqui, seu louco?! – eu pergunto, tentando me levantar, mas, antes, ele segura meu braço, fazendo-me ficar deitada na cama com ele por cima.

– Apenas aproveitando. – ele diz, abaixando a cabeça, colocando-a no meu ombro e cheirando meu cabelo.

– Me solte!. – eu digo, tentando lhe afastar, mas sem sucesso algum.

– Não mesmo loirinha. – ele diz, olhando para minha boca.

Sem ao menos perceber sua aproximação, eu sinto a sua boca sobre a minha. No começo, tento resistir, mas seus toques estavam cada vez mais gostosos. Coloco a mão no seu pescoço, trazendo-o para mais perto de mim.

Ele se senta, puxando-me para seu colo fazendo-me sentir seu membro ereto. A falta de ar toma conta de mim e, como se desconfiasse, ele se afasta olhando novamente para mim, de uma maneira sensual, fazendo-me perder a noção.

Jogo todo o meu cabelo pra um lado da minha cabeça e começo a morder e a lamber seu pescoço, enquanto rebolava no seu colo o fazendo soltar pequenos gemidos no meu ouvido.

– É melhor pararmos. – eu digo no seu ouvido, afastando-me e sentando na sua frente.

– Como... Assim... Ino? – ele me pergunta com a respiração acelerada.

– Você não quer comandar? – eu pergunto, mordendo a boca.

– Sim, claro, agora vem aqui. – ele diz, me chamando com a mão.

– Não, agora vá embora antes que eu grite! – eu digo sorrindo.

– Você vai se arrepender. – ele me diz em tom ameaçador.

– Não me importo. – eu digo, mandando um beijo para ele.

Eu o vejo bufar alto e sair pela janela. Acabo não conseguindo controlar o riso e deixo o humor tocar finalmente conta de mim, esse Gaara ia ver com quem mexeu, vou fazer com que ele perca a cabeça comigo.

Pov. Sasuke

Volto pra minha casa terrivelmente irritado. Como aquela coisinha insignificante tinha ganhado de mim em uma luta? Eu só podia está ficando fraco!

Bato a porta fortemente assustando Hinata, que estava na sala. Vou até ela e me sento do seu lado com a cara ainda fechada, eu tinha que descobri que porra o Naruto era e só assim poderia destruí-lo.

– O que foi, Sasuke- kun ? – A Hinata me pergunta docemente.

– Eu briguei com o Naruto. – eu digo simplesmente, fazendo-a me olhar confusa, porém ela entende e acaba vindo pra cima de mim, dando-me pequenos tapas pelo corpo.

– Calma Hinata, o que houve? – eu pergunto, tentando me defender sem a machucar.

– Se você encostar no Naruto, eu te bato até você pedir pra voltar pro inferno. – ela me diz bravamente.

– Você gosta dele Hina? – eu pergunto, deixando-a vermelha.

–Nã... Não. – ela me diz, abaixando o rosto.

– Que droga! Eu a odeio! – Gaara entra revoltado.

– Eita, essa porta hoje quebra! – diz Hinata, revirando os olhos.

– Que houve, Fósforo Humano? – eu pergunto ao Gaara, fazendo-o me olhar com ódio.

E, sem ao menos eu perceber, sinto o Gaara em cima de mim, apertando o meu pescoço muito forte. Sinto um ódio crescer dentro de mim e o empurro longe, fazendo-o bater contra uma parede, mas, antes que ele pudesse me atacar novamente, Hinata fica no meio, nos impedindo de nos matar.

– Se um de vocês se atacarem, eu juro que quebro o pescoço dos dois! – ela diz, gritando e nos deixando bem assustados.

– Calma, Hina, não precisa disso tudo. – o Gaara diz, tentando chegar perto, mas ela lhe dá um tapa, fazendo-o bater contra a parede.

– Pronto, me acalmei. – ela diz, sentando novamente no sofá e, em seguida, pegando um livro.

– O Naruto não é um Humano. – eu digo, como se estivesse desabafando, deixando todos presentes chocados.

– Como não? – a Hinata pergunta, assustada.

– Ele é algo diferente de tudo. Seus olhos mudaram para um tom dourado.

– Não é possível. – o Gaara diz tão perdido como a Hinata.

– Temos que descobrir o que ele tem de errado. – eu digo, sério, aflito com aquela pergunta, no momento, sem resposta.