Notas iniciais
Ola amores tudo bom ? antes de me matarem por favor escutem o que eu vou falar, então eu sei demorei demais então eu tenho 3 motivos.
1 estou desanimada a fic tem 150 leitores nem a metade manda reviews então pêra ae ner galera, se vocês não se incomodam de postar um reviews porque eu devia me incomodar em postar um capítulo o mais rápido possível ?
E sim só continuarei a postar a fic pois tenho os leitores mais fofos a amáveis desse mundo e é a eles que se importam comigo que eu devo respeito e consideração e estou aqui para pedir desculpas a todos que ler e comentam.
2 to com uns probleminhas de saúde que me tomam conta da metade do meu dia e sim isso é uma saco pra c****
3 to sem tempo a escola e o meu blog estão tomando conta da minha vida integralmente e ainda bem.
Espero que gostem

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"A escuridão nos assusta.

Ansiamos pelo conforto da luz, pois dá vida e forma às coisas...

Permitindo-nos reconhecer, definir o que há diante de nós.

Mas, na verdade, do que temos medo?

Não da própria escuridão...

Mas a verdade que ela esconde."

– Revenge


Pov Itachi

Olho novamente pela floresta e o vejo velar o sono daquela pequena humana. Ainda não podia acreditar que meu irmãozinho estava realmente gostando daquela humana frágil. Reviro os olhos e volto a caminhar para dentro da enorme e sombria floresta.

– Você o apoia? – viro-me e dou de cara com Karin. – É loucura o que ele está fazendo.

– Você sabe Itachi que isso não vai acabar bem. — diz o Madara atrás de mim.

– A vida é dele, não minha. – eu lhe digo, não dando tanta atenção.

– Ele está nos colocando em perigo. – ela diz, aproximando-se de mim. – você não entende?

– Claro que entendo, agora pare de ser puta. – eu digo sem paciência nenhuma.

– Ela tem razão. — escuto sua voz fria atravessar meus ouvidos.

– Agora uma pergunta que não quer calar, o que você está fazendo aqui? – pergunto, trincando os dentes.

– Nada, apenas vendo se os boatos são verdadeiros. — Madara diz com um sorriso ironico no rosto.

– São sim. Como está vendo, ele está colocando todos nós em perigo, temos que impedi-lo. – ela fala entre dentes, dando vários passos a frente avançando contra a casa da sakura.

– Não vai em canto nenhum. – eu digo pegando seu pescoço e a jogando contra uma arvore.

– você o apóia Itachi? – Mandara pergunta. – Apóia a ação do sasuke ?

– Não apoio, mas não acho que devemos atacar-ló apenas adverti. – eu digo serio.

–já fizemos isso lembra? – a vaca perguntou já se recuperando.

– então a advertência foi dada, agora vamos parti pra ação. – diz o Madara sorrindo.

– Madara... – antes que pudesse concluir a Karin me atrapalha como sempre.

– Nada de mais Itachi pensei que você queria destruir seu irmão? Então o momento é agora pegue a coisa que ele mais gosta e destrua na sua frente a escolha é sua. – ele diz já indo embora.

– Vai atacar ele agora? – pergunta a karin segurando meu braço.

– Não. – eu literalmente grito e lhe empurro para longe, eu tenho que avisar ele.


Pov. Sakura

Sinto-me pior a cada dia. Coloco a mão na cabeça e sinto uma dor insuportável tomar conta de mim. Começo a tossir e olho para minha mão, vendo manchas de sangue. Reviro meus olhos e vou até o banheiro com dificuldades.

– Já disse pra não se esforçar. – eu escuto sua voz atrás de mim. – Se você dissesse sim, seria mais fácil. – ele diz, colocando sua mão na minha cintura.

– Me esquece, Uchiha. – eu digo, tentando sair do seu toque.

– Nunca. Vou te dar à tarde para pensar. À noite volto, mas saiba que eu cansei da sua teimosia. – ele diz, deixando-me sozinha no quarto.

Volto ao banheiro, tomo um banho e escolho um vestido básico. Então, tomando coragem, saio do meu quarto e encontro a Ino na escada.

– Como está? – ela me pergunta, ajudando-me a descer da escada.

– Melhor, eu acho. Essa virose me pegou de jeito. – eu digo, meio embaraçada por está mentindo.

– Vou fazer uma sopa pra você. – ela diz, colocando-me no sofá.

Sorrio abertamente, Fico feliz por estar de bem com ela, mas tudo estava se complicando na minha vida. Eu sabia que não tinha tanto tempo de vida, mas não queria me unir a um demônio.

Escuto o som de alguém batendo na porta, então me levanto e vou até sua direção e, quando abro, dou de cara com a Hinata, que me olhava impressionada. Eu dou um passo a frente e sinto o ar fresco, que poderia me fazer bem.

– Sakura, aceite logo. – diz Hinata.

– Não posso. – respondo.

– Por que não? Não vai acontecer nada demais.

–Nada demais? Só acho injusto o fato disso ser uma obrigação. Abandonar uma vida não é fácil, tem que haver alguma maneira!- eu digo nervosa.

– Não se altere. – ela diz de cabeça baixa. – ele te ama. – ela diz rapidamente.

– O amor dele é possessivo e eu não quero isso para mim. – eu digo, já entre lágrimas.

– Ele nunca teria coragem de te machucar. – diz, encarando-me ternamente.

– Eu sei que não. – eu resmungo brevemente. – Só não estou preparada pra deixar tudo que eu conheço para trás e ir em direção de algo que nem tenho ideia do que seja, será que é tão difícil de entender? – eu pergunto chorando.

– Acalme-se pequena. – Hinata me abraçou – Eu só quero que perceba que não tem saída. Você apenas está prolongando a dor dele e a sua.

– Hinata, eu não quero morrer. – eu digo, abraçando-a fortemente.

– Nenhum de nós quer, vai dar tudo certo. — ela diz, analisando meu rosto.

– O que vai acontecer?

– Existem duas partes do pacto. — ela diz pausadamente. – O primeiro é o de sangue.

– E o outro? – eu pergunto ansiosa.

– O de alma.

– Como seria esse de sangue?

– Vocês terão que misturar seus sangues, assim, você será “marcada”.

– Como assim?

– Nenhum demônio poderá chegar perto de você, pois você pertence ao Sasuke. Caso algum chegue, este deverá ser morto urgentemente em sinal de respeito. – ela fala sem preocupação alguma.

– Que coisa horrível. – exclamei.

– Hinata. – Uma voz familiar a chamou, porém eu não a reconhecia.

– Gaara, o que você ta fazendo aqui? – ela pergunta sem entender nada.

– Venha aqui. — ele a chama, fazendo-a ir mesmo sem nada entender.

Eu olho seriamente para eles. Percebo que Gaara fala algo que não agrada a Hinata, mas, no fim, ela aceita. Então ele bate na porta, vendo a Ino abrir e eu a olho com um sorriso aberto, enquanto a Hinata vinha ao meu encontro, com uma careta de desagrado.

– Vou ter que ir. O Gaara gostou da sua amiga e, como não a queria levar pra sair sozinho, ele me empurrou nessa com o Naruto. Você ficará bem?

– Vou sim.

Depois de uma hora eles vão embora, deixando-me sozinha naquela casa. Volto para meu quarto e me deixo finalmente adormecer, porém logo acordo, pois escuto o som alto demais na cozinha.

Abro a porta e vou até a escada, mas logo escuto o som estridente de algo arranhando, até que eu vejo a sombra de algo terrivelmente deformado. Coloco a mão na boca para não gritar e volto correndo até o meu quarto.

Tranco a porta e vou até a cama. Escuto passos fortes na escada, até que a sombra novamente se projeta do lado da minha porta. Sinto meu coração disparar. A coisa força a fechadura e tenta abrir a porta e novamente escuto aquele som forte.

Fecho os olhos em desespero. Não sabia o que era aquilo, mas, no estado que eu estava, não teria sorte de sair viva dessa, então, na minha última tentativa, chamo um certo nome.

“Sasuke”

– Sakura. – escuto sua voz longe. – Sakura, acorde! – eu abro meus olhos e o vejo me abraçando.

– Sas... Sasuke. – eu digo com a voz fraca. – Me Ajuda.

– O que houve?

– Tinha... Algo aqui.

– Algo?

– Não sei o que era... A sua sombra era toda... – Comecei a chorar – Deformada. Fiquei com tanto medo. — eu digo, chorando nos seus braços. – Tive medo de você não chegar a tempo.

– Calma, meu amor. – ele diz, apertando-me em seus braços. – Não vou nada deixar acontecer com você.

De repente, sinto um aperto no coração e coloco a mão no local. Sinto o ar indo embora, vejo o rosto do Sasuke entrar em desespero. Ele se levanta comigo nos braços e me coloca na cama.

– Você tem menos de dez minutos pra decidir entre morrer e viver. — Ele me pressionou, parecendo confuso diante da situação.

Sinto tudo ao meu redor rodar. Então era isso? Eu ia morrer assim?

Fecho os olhos com dificuldade, eu tinha que lutar, mas estava tão cansada. Abro meus olhos e o vejo sentado do meu lado com lágrimas nos olhos. Fecho e abro a boca sem nada pronunciar, então desisto de tudo e me deixo levar.

_ Sas... Sasuke... Eu...