Haunted

19 Bleed (I Must Be Dreaming)


Notas iniciais
* Fugindo das pedras*
ola amores tudo bom ? é eu sei to sendo uma escritora chata pra caramba mais entenda mudei de beta e isso atrasou um pouco as coisas, então hoje vim avisar que as postagens vão ser um domingo sim e um domingo não.
Gente os reviews tiveram muito poucos o que houve ?
vou deixar aqui duas maneiras de vocês ficarem informados uma é meu grupo no face e a outra é meu blog.
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blog : http://meupequenomundoonline.blogspot.com.br/

Pov. Gaara

— Tem algo de errado com a Ino. – bato a porta de entrada, fazendo o Sasuke e a Hinata me olharem assustados.

— Como assim Gaara? – vejo a Hinata me olhar pacientemente.

— Ela me veio com uma conversa estranha de que eu sou qualquer coisa menos humano.

— Você deve ter feito algo que magoou ela. — vejo o Sasuke tentando ler um livro.

— Não disse, eu acho que ela sabe de algo. – sento do seu lado, roubando o livro.

— Algo sobre? — a vejo se levantar e ir até a janela.

Use o hífen que usou nas outras falas, este aqui: –

— Sobre nós.

— Não é possível...

— Sim, é possível. Ela pode ter escutando uma de nossas conversas. – interrompo o Sasuke o fazendo ficar pensativo.

— Pode ser, hoje eu e ela fomos ao shopping ela deve ter escutado algo. – a Hina diz pensativa.

— Temos ter cuidado com ela então. – vejo o Sasuke se levantar rapidamente olhando para a Hinata.

— Ela não é nenhuma criminosa Sasuke, apenas uma humana com informações demais.

— Informações que podem levar à morte dessa humana curiosa demais.

Olho pro Sasuke que sai batendo a porta com muita força, volto meu olhar para a Hinata que estava balançando a cabeça negativamente para logo vir se sentar ao meu lado.

— Problemas com a Sakura? – a vejo suspirar levemente.

— O problema dele é que não ta sabendo levar a transformação dela calmamente.

— Ele a ama de verdade. – digo apenas confirmando uma teoria minha.

— Sim ama. To com problemas Gaara. – a vejo finalmente admitir algo que estava lhe perturbando.

— O que houve? — a olho amorosamente.

— Se lembra do Hitachi?

— Um humano que você se apaixonou há séculos, o que tem ele?

— Ele voltou.

Pov. Sakura

Viro — me para o lado e sinto algo que não devia estar ali. Abro meus olhos devagar e encontro uma rosa vermelha, um sorriso nasce no meu rosto e logo sinto sua presença. Olho para a minha frente e o encontro sentando, apenas me observando com um sorriso no rosto.

— O que você está fazendo aqui? – pergunto me sentando.

— Adoro essa sua cara de sono. – e em questões de segundos ele estava do meu lado.

— Você está louco. – engatinho sobre a cama lhe dando as costas, mas o sinto me puxar contra seu corpo.

— Como está hoje? – me pergunta enquanto eu estava deitada no seu colo.

— Bem, eu acho. – sorrio e logo percebo o seu sorriso safado se formar no rosto.

Fecho meus olhos logo após sentir sua mão fria tocar o meu rosto calmamente. Seus dedos faziam movimentos giratórios, quase me fazendo dormir, mas acabo sentindo sua respiração rápida e quente perto da minha boca. Apenas sorrio e me deixo levar pelas novas sensações que estavam florescendo dentro de mim. Sua boca é colocada perfeitamente contra a minha e, como numa dança, nossas línguas travavam uma briga muda pelo controle da situação. Coloco uma das minhas mãos na sua nuca, o trazendo para mais perto de mim, e logo em seguida o sinto colocar sua mão direita em minha cintura possessivamente me puxando ainda mais para ele. Infelizmente, uma parte de mim ainda é humana e me fez separar dele para procurar um pouco de ar.

— Jet’aime Sakura. – olho pro seu rosto que estava sério.

— Jet’ o quê? – pergunto sem entender nada.

— Um dia você saberá.

E nesse exato momento começo a ver imagens distorcidas que eu não sabia de onde vinham e muito menos de quem eram, pessoas machucadas acidentes de carro, e até que uma imagem principal me vem à mente. O vejo andar até um carro destroçado e pegar uma pequena menininha assustada de cabelos rosas, o vejo sorrir e se movimentar até uma arvore e colocar a menina ali, dando um beijo na sua testa e sai, a deixando sozinha.

— Sakura. – abro meus olhos e o vejo me olhando assustado.

— Você já me conhecia desde pequena. – me afasto do seu colo rapidamente.

— Como?

— Você me salvou do acidente, foi você Sasuke.

Pov. Ino

Corro até o meu quarto e fecho a porta com força, quando sinto um empurrão forte que me faz bater contra a parede. Olho desnorteada para minha frente e vejo o Gaara colocando seus braços ao meu redor, me impedindo de fugir.

— Sai daqui Gaara. – não o vejo se movimentar. – Eu vou gritar.

— Não se eu puder impedir.

Ele coloca sua mão na minha cintura e me puxa contra seu corpo. A sua respiração quente bate contra o meu rosto, me fazendo encarar sua boca que logo é colada à minha. Fecho meus olhos e me deixo levar pelo o momento, mas acabo por sentir uma falta de ar. Afasto — lhe delicadamente, mesmo assim ainda recebo um olhar reprovador dele.

— Ainda sou humana, preciso de ar. — vejo seu rosto se transformar de carinho para raiva, se afastando de mim e indo até a janela.

— Será que você não vai esquecer essa historia louca de dizer que eu não sou humano?! — e, com um murro quebrando uma parte da parede, o encaro com medo, o que o faz ver o que realmente fez.

— Depois dessa sua atitude? Não mesmo. – vou até ele, só que, para minha surpresa, Gaara se afasta.

— Se eu não sou um humano eu sou um mostro, não é mesmo? — vejo seu olhar ficar assustador e com passos lentos vem se aproximando de mim. – Eu posso ser perigoso.

— Adoro coisas perigosas. – dou um passo a sua frente, fazendo ele me olhar assustado.

— Ta brincando com fogo garotinha. – sua voz muda rapidamente, me fazendo sentir um medo repentino. – Agora sentiu medo? – sua risada invade meus ouvidos.

— O que você é realmente Gaara? — para minha total surpresa rapidamente ele aparece na minha frente segurando meu cabelo com força.

— Uma coisa que você deve temer. – com uma mão segura meu pescoço, aproximando seu rosto do meu.

— Como você já deve saber não sou humano mesmo garotinha, cuidado. Não se brinca com algo que não se sabe o que é.

Sinto meu corpo ser jogado contra uma parede e cair em algo macio, sinto uma dor insuportável, fecho meus olhos e me deixo levar para um sono tranquilo antes que ele me roubasse tudo, até minha paz.