Haunted
19 Bleed (I Must Be Dreaming)
Notas iniciais
ola amores tudo bom ? é eu sei to sendo uma escritora chata pra caramba mais entenda mudei de beta e isso atrasou um pouco as coisas, então hoje vim avisar que as postagens vão ser um domingo sim e um domingo não.
Gente os reviews tiveram muito poucos o que houve ?
vou deixar aqui duas maneiras de vocês ficarem informados uma é meu grupo no face e a outra é meu blog.
Grupo : https://www.facebook.com/groups/229699073855735/
blog : http://meupequenomundoonline.blogspot.com.br/

Pov. Gaara
— Tem algo de errado com a Ino. – bato a porta de entrada, fazendo o Sasuke e a Hinata me olharem assustados.
— Como assim Gaara? – vejo a Hinata me olhar pacientemente.
— Ela me veio com uma conversa estranha de que eu sou qualquer coisa menos humano.
— Você deve ter feito algo que magoou ela. — vejo o Sasuke tentando ler um livro.
— Não disse, eu acho que ela sabe de algo. – sento do seu lado, roubando o livro.
— Algo sobre? — a vejo se levantar e ir até a janela.
Use o hífen que usou nas outras falas, este aqui: –
— Sobre nós.
— Não é possível...
— Sim, é possível. Ela pode ter escutando uma de nossas conversas. – interrompo o Sasuke o fazendo ficar pensativo.
— Pode ser, hoje eu e ela fomos ao shopping ela deve ter escutado algo. – a Hina diz pensativa.
— Temos ter cuidado com ela então. – vejo o Sasuke se levantar rapidamente olhando para a Hinata.
— Ela não é nenhuma criminosa Sasuke, apenas uma humana com informações demais.
— Informações que podem levar à morte dessa humana curiosa demais.
Olho pro Sasuke que sai batendo a porta com muita força, volto meu olhar para a Hinata que estava balançando a cabeça negativamente para logo vir se sentar ao meu lado.
— Problemas com a Sakura? – a vejo suspirar levemente.
— O problema dele é que não ta sabendo levar a transformação dela calmamente.
— Ele a ama de verdade. – digo apenas confirmando uma teoria minha.
— Sim ama. To com problemas Gaara. – a vejo finalmente admitir algo que estava lhe perturbando.
— O que houve? — a olho amorosamente.
— Se lembra do Hitachi?
— Um humano que você se apaixonou há séculos, o que tem ele?
— Ele voltou.
Pov. Sakura
Viro — me para o lado e sinto algo que não devia estar ali. Abro meus olhos devagar e encontro uma rosa vermelha, um sorriso nasce no meu rosto e logo sinto sua presença. Olho para a minha frente e o encontro sentando, apenas me observando com um sorriso no rosto.
— O que você está fazendo aqui? – pergunto me sentando.
— Adoro essa sua cara de sono. – e em questões de segundos ele estava do meu lado.
— Você está louco. – engatinho sobre a cama lhe dando as costas, mas o sinto me puxar contra seu corpo.
— Como está hoje? – me pergunta enquanto eu estava deitada no seu colo.
— Bem, eu acho. – sorrio e logo percebo o seu sorriso safado se formar no rosto.
Fecho meus olhos logo após sentir sua mão fria tocar o meu rosto calmamente. Seus dedos faziam movimentos giratórios, quase me fazendo dormir, mas acabo sentindo sua respiração rápida e quente perto da minha boca. Apenas sorrio e me deixo levar pelas novas sensações que estavam florescendo dentro de mim. Sua boca é colocada perfeitamente contra a minha e, como numa dança, nossas línguas travavam uma briga muda pelo controle da situação. Coloco uma das minhas mãos na sua nuca, o trazendo para mais perto de mim, e logo em seguida o sinto colocar sua mão direita em minha cintura possessivamente me puxando ainda mais para ele. Infelizmente, uma parte de mim ainda é humana e me fez separar dele para procurar um pouco de ar.
— Jet’aime Sakura. – olho pro seu rosto que estava sério.
— Jet’ o quê? – pergunto sem entender nada.
— Um dia você saberá.
E nesse exato momento começo a ver imagens distorcidas que eu não sabia de onde vinham e muito menos de quem eram, pessoas machucadas acidentes de carro, e até que uma imagem principal me vem à mente. O vejo andar até um carro destroçado e pegar uma pequena menininha assustada de cabelos rosas, o vejo sorrir e se movimentar até uma arvore e colocar a menina ali, dando um beijo na sua testa e sai, a deixando sozinha.
— Sakura. – abro meus olhos e o vejo me olhando assustado.
— Você já me conhecia desde pequena. – me afasto do seu colo rapidamente.
— Como?
— Você me salvou do acidente, foi você Sasuke.
Pov. Ino
Corro até o meu quarto e fecho a porta com força, quando sinto um empurrão forte que me faz bater contra a parede. Olho desnorteada para minha frente e vejo o Gaara colocando seus braços ao meu redor, me impedindo de fugir.
— Sai daqui Gaara. – não o vejo se movimentar. – Eu vou gritar.
— Não se eu puder impedir.
Ele coloca sua mão na minha cintura e me puxa contra seu corpo. A sua respiração quente bate contra o meu rosto, me fazendo encarar sua boca que logo é colada à minha. Fecho meus olhos e me deixo levar pelo o momento, mas acabo por sentir uma falta de ar. Afasto — lhe delicadamente, mesmo assim ainda recebo um olhar reprovador dele.
— Ainda sou humana, preciso de ar. — vejo seu rosto se transformar de carinho para raiva, se afastando de mim e indo até a janela.
— Será que você não vai esquecer essa historia louca de dizer que eu não sou humano?! — e, com um murro quebrando uma parte da parede, o encaro com medo, o que o faz ver o que realmente fez.
— Depois dessa sua atitude? Não mesmo. – vou até ele, só que, para minha surpresa, Gaara se afasta.
— Se eu não sou um humano eu sou um mostro, não é mesmo? — vejo seu olhar ficar assustador e com passos lentos vem se aproximando de mim. – Eu posso ser perigoso.
— Adoro coisas perigosas. – dou um passo a sua frente, fazendo ele me olhar assustado.
— Ta brincando com fogo garotinha. – sua voz muda rapidamente, me fazendo sentir um medo repentino. – Agora sentiu medo? – sua risada invade meus ouvidos.
— O que você é realmente Gaara? — para minha total surpresa rapidamente ele aparece na minha frente segurando meu cabelo com força.
— Uma coisa que você deve temer. – com uma mão segura meu pescoço, aproximando seu rosto do meu.
— Como você já deve saber não sou humano mesmo garotinha, cuidado. Não se brinca com algo que não se sabe o que é.
Sinto meu corpo ser jogado contra uma parede e cair em algo macio, sinto uma dor insuportável, fecho meus olhos e me deixo levar para um sono tranquilo antes que ele me roubasse tudo, até minha paz.
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