Notas iniciais
Capitulo novo, já??

querem saber por que?

Por que em 3 dias veio 16 reviews, isso me motivou demais! eu já tive 40 reviews por capitulo em fanfic do Naruto, mas sei que aqui no Nyah, uma fanfic HP com media de 16 reviews por capitulo é difícil! então esse capitulo é pra vocês que leram e mandaram reviews, eu vi pessoas que mandaram seu primeiro review nesse capitulo, e eu fiquei difícil, estou mudando hábitos! você que ler, mande review, é importante pra quem escreve!motiva, como me motivou!

Espero que curtam e que mandem o dobro de reviews.

Boa leitura.

P.S: Esse pra mim foi o melhor capitulo da fic.

"um rei , uma fé uma lei"
Jacques Bossuet

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Foi por volta das 23 horas quando se escutou no castelo o som dos ataques, Aurores fieis ao Ministério aparantaram em frente castelo de Hogwarts, e atacavam a barreira mágica criada para impedir a entrada de invasores.

Harry estava reunido com seus generais, tentando tirar os olhos de sua namorada, que para ele estava mais do que linda vestida com a roupa da ARM, Dumbledore havia pedido para Harry mudar o nome de seu exercito, pois ele iria usar o nome Armada de Dumbledore para criar um pequeno pelotão de alunos do sétimo ano, então Harry rebatizou seu exercito como, Armada da Restauração Mágico, conhecida apenas como ARM ou Restauradores.

Hermione estava usando uma saia preta curtinha que deixava parte de suas belas e torneadas pernas a mostra, usava um casaquinho formal também preto e o tradicional sobretudo vermelho sangue, amarrava seu cabelo em um firme rabo de cavalo, e explica o plano de devesa sobre um mapa mágico de Hogwarts, e Harry não conseguia prestar atenção, pois só tinha olhos para a namorada. – Que droga tenho uma batalha pela a frente e só consigo me imaginar sozinho com ela. – Ele pensava enquanto olhava as pernas da namorada, era um fato que desde que teve sua primeira vez com Fleur, ele nunca mais havia ficado com ninguém, e esse era o problema do sexo, quando nunca teve não sente falta, quando experimenta sente.

“Eles mostraram bastante confiança, não estão nenhum plano, apenas atacam pela a frente” Hermione dizia apontando um agrupamento de pontinhos vermelhos “São quase mil Aurores” ela continuou falando com firmeza.

“Permissão para falar senhor” Zaknafein falou em um tom formal.

“Concedida” Harry tinha levado um susto com a fala do Drow, talvez por que ainda estava concentrado na namorada.

“Aqueles monstros ali, nós não gostamos dele” Zaknafein apontava um agrupamento branco que flutuava no céu.

“Dementadores?” Hermione perguntou

“Sim General” ele falou.

“Então podemos modificar o plano original” Hermione falou fazendo um gesto com a varinha, logo a formação de devesa mudou no mapa, os Drows passaram a ser uma divisão de ataque, a onde estava os bruxos da Ordem da Fênix, e os bruxos da Ordem foram para a divisão de Devesa. “A Divisão de Assalto deve tomar conta dos Dementadores” ela falou com firmeza.

“Fácil...Fácil” Gerard dizia, a divisão de Assalto era somente ele.

“Lembre-se que além de afugentar os dementadores você deve chamar bastante atenção para você” a inteligente garota dizia apontando um único pontinho preto no meio dos pontos vermelhos “Será nossa primeira ação, após isso a divisão de Ataque ira atacar pela a lateral saindo da Floresta” Hermione continha, ela falava com firmeza, sem hesitar, pois estava coordenando um ataque, falando com bruxos com o triplo de sua idade. “Capitão Diggory, com autorização de Dumbledore, você ira comandar a AD” Hermione continuou “Ficarão na retaguarda, fará chover feitiços nos Aurores”

“Sim senhora” Falou Cedrico.

Harry havia o recrutado, na realidade desde o dia que Harry o venceu, Cedrico havia se tornando uma espécie de fã do moreno, fã e rival, ele queria superar Harry, mas o sentimento de admiração que ele tinha pelo o seu colega mais jovem era maior do que o de rivalidade, então ele nem pensou quando recebeu o convite para ser um capitão na ARM.

“Creio que todos sabem a onde devem ficar, eu não tenho poderes sobre nenhum de vocês” Hermione falava sinalizando o grupo de bruxos da Ordem da Fênix “Minhas ordens são diretas e claras e devem ser cumpridas para membros da ARM, sob a autoridade do Marechal Potter, agora sobre vocês da Ordem eu dou apenas dicas, se quiserem trabalhar em conjunto com a gente, serão bem vindos, se não, podem ter certeza que se precisar terão nosso apoio” ela falou em um tom sério e depois de falar se virou para o Harry, bateu o punho fechado no peito e abaixou a cabeça, essa era a continência na ARM, em seguida foi se sentar ao lado dele.

“Você é jovem, mas sabe fazer um plano de batalha” Alastor Moody dizia “Todos sabem que gosto de perfeição e se visse alguma falha nesse plano eu não iria fazer parte dele, mas ao meu ver estar perfeito, a única coisa que eu acho exagerado é a divisão de assalto ser com apenas esse pirralho” o velho auror dizia apontando Gerard.

“Ele falou comigo?” Gerard perguntava para Liliana “Esse cara sem sabe quem eu sou!”

“O que você falou pirralho?” Moody dizia em um tom irritado.

“Que sou muito mais poderoso que você seu velho!” Gerard respondia em um tom mal criado.

“Ok, não precisamos de brigas” Dumbledore dizia “Gerard é capaz Alastor”

“Creio que já estar na hora” Harry dizia se levantando, em seguida todos os membros da ARM se levantava também “Após nós defendemos aqui, eu, Dumbledore, Zaknafein e sua unidade partiremos para o ministério” Harry falava com firmeza. “Vamos buscar nossa primeira conquista!”

Todos que estavam na sala do diretor bateram palma, então Harry e seu alto escalão saíram da sala rumo ao campo de batalha. Hermione caminhava bem ao lado do Harry, ele sorrio a abraçando, em seguida sussurrava em seu ouvido.

Você estava sexy lá

Ela ficava super corada.

Depois disso tudo eu quero muito ficar sozinho com você” Harry voltou a sussurrar.

“Eu também quero ficar sozinha com você!” Hermione falou tão baixo que ele mal escutou.

“Eu te amo” Harry falou.

“Eu amo mais” ela respondeu sorrido.

Eles caminhavam pelo os corredores desertos de Hogwarts, todos os alunos de Hogwarts que estavam do quinto ano até o primeiro foram proibidos de saírem de seus dormitórios, os alunos que se voluntariarão do sexto e sétimo ano, foram entregados à nova AD e ficaram sobre o comando de um capitão da ARM, os professores estavam segurando a barreira a mantendo erguida, então naquele exato momento eles eram os únicos ali.

“Vocês sabem o que fazer!” Harry falou para todos.

“O que você desejar” Liliana falou em um tom provocante, deixando Hermione vermelha de raiva e ciúmes.

“Boa sorte a todos” Harry falou.

Todos bateram a continência da ARM e foram para seus postos, só Hermione, Rony e Mel ficaram, os três caminhavam ao lado do Harry para fora do castelo, a onde o imenso Pintadinho esperava seu ‘papai’ já com uma sela amarrada nas costas.

“Rony, eu tenho cinco generais e só terei cinco, esse é meu generalato, só será aumentando no futuro distante quando alguém de baixo escalão fazer feitos o bastante para subir a sua patente, você é um dos cinco por que eu confio em você, sei que é poderoso, mas não exagere, você sabe que essa varinha pode ser traiçoeira!” Harry dizia colocando a mão no ombro do amigo, Rony tinha a mesma patente da Liliana, em seguida ele ia até a Mel “Fizemos o teste em você, eis uma bruxa sabia e poderosa, por isso recebeu a patente de primeiro-tenente, tenho certeza que vai subir e mostrar ainda mais suas qualidades, mas por enquanto apenas tome cuidado e obedece as ordens de seus superiores” ele dizia para a bela Sonserina.

“Sim senhor” ela respondia com firmeza.

“Hermione pediu pra você fazer parte da inteligência, então use bastante sua inteligência e der boas dicas” Harry dizia “Mas você também tem a função de proteger sua general!”

“Sei disso” ela dizia com um sorriso nós lábios.

“Boa sorte!” Harry falou.

Em seguida ele foi até a namorada a abraçando e beijando seus lábios, a garota retribuiu de forma apaixonada, mesmo estando com medo de vê-lo ferido, talvez por causa disso ela não disse mais nada, apenas bateu a continência da ARM e saiu a passos apressados para dentro do castelo, seu QG estava posicionado na torre de astronomia, para poder observar a batalha inteira.

“Não se preocupe Harry” Rony dizia após estar sozinho com Harry “Já tenho algo controle sobre essa varinha!”

“Então colocará ela a prova hoje” Harry dizia sorrindo enquanto acariciava a imensa cabeça do Pintadinho “Você lutará do meu lado” ele dizia já montando o imenso animal.

“Posso montar no Pintadinho também?” Rony perguntou, fazendo Pintadinho rosnar baixo.

“Não, Pintadinho só deixa papai e mamãe montar nele” Harry dizia fazendo carinho no pescoço do animal.

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Os aurores continuavam seu ataque a barreira mágica, mas estava difícil de quebrá-la, mas um fato os deixavam tranqüilos, não havia contra-ataque, eles estavam pensando que a barreira mágica era seu único obstáculo até Harry e Dumbledore, só que esse pensamento não durou muito, pois de dentro da barreira feitiços começaram a ser disparados, a cena era até bonita para que via de longe, bolas de energia voando de um lado para o outro, enquanto as do lado de fora explodia na barreira, as que vinham de dentro caiam no exercito invasor causando explosões poderosas. Então entre o grande exercito do ministério um bruxo surge, vestido com um sobretudo vermelho sangue e com um largo e divertido sorriso nós lábios, era apenas um garoto, mas sua aura de poder era grandiosa.

“Vamos Brincar?” Gerard dizia sorrindo.

Um imenso patrono em forma de águia voa em direção aos dementadores os afugentando, era engraçado, parecia que a águia brincava com os monstros, sem desaparecer ela continuava perseguindo eles, levando-os para longe do colégio, um auror vendo o ocorrido percebe que aquele garoto representava um perigo, então o ataca com um feitiço, Gerard bloqueia o feitiço com a mão livre e começa a contra-atacar, os aurores em maior numero o cerca e tenta aceita-lo, Gerard solta uma deliciosa gargalhada, realmente estava se divertindo, e começa a soltar feitiços grandiosos, leões de fogo, serpentes de água, pássaros de vento, tudo começa a surgir no campo de batalha, atacando os aurores de todas as formas possível, causando um verdadeiro espetáculo, chamando totalmente sua atenção para ele.

Em algum lugar no castelo "Olho-Tonto" Moody observava Gerard, e estava atônico, nunca pensou que o pirralho fosse capaz de realizar aqueles feitiços, feitiços que nem ele sabia como fazer. Outros que observavam a cena, eram os Cinqüenta Drows comandados por Zaknafein, eles estavam vestidos com suas armaduras negras com a capa vermelha sangue nas costas e espadas duplas nas mãos, apenas esperando a ordem de seu general, ordem que veio em seguida, Zaknafein soprou seu pequeno chifre de Mou (uma criatura subterrânea que parece com um bode) causando um som aguda que significava ao ataque, então os Cinqüenta Drows saíram da floresta correndo em direção aos aurores que estavam completamente absoltos a eles, de suas espadas saiam feitiços, feitiços Drows, que batiam nos bruxos fazendo eles caíram já desacordados, Harry deu a ordem para matar o menos possível, por isso eles não estavam atacando para matar. Quando os aurores perceberam que o ataque verdadeiro vinha pela a lateral se depararam com uma espécie que para eles estava extinta, então o terror percorreu sobre seu exercito, alguns tentavam fugir mais eram pegos pelo os vestidos dos Drows, os que tiveram azar de permanecer no caminho deles eram fatiados pela as suas espadas, afinal Harry ordenou menos mortes e não o fim delas; alguns Drows não atacavam para matar com suas laminas afiadas, apenas cortavam a mão que segurava a varinha, gritos de horror e terror era escutado ali.

No caos total Pintadinho saltava contra os inimigos, ele vinha pelo o lado contrario dos Drows, e trouxe o pior do caos ao campo de batalha, quando os Aurores viram o imenso leopardo decidiram que tinha que fugir dele, e caíram nas garras dos Drows e de Gerard, que estava fazendo mais vitimas que os próprios Drows, Rony que se juntava a batalha junto com Harry, estava enfurecido, nem parecia o mesmo, lançava feitiços e mais feitiços em todas as direções e passou a ser visto com uma verdadeira ameaça.

Os bruxos da Ordem da Fênix que estavam na linha de devesa, apenas observavam o exercito do ministério ser aniquilado, alguns como Sirius e "Olho-Tonto" Moody queriam ir para o campo de batalha, pois sabiam que os Aurores não iriam passar pela ARM, mas eles haviam recebido ordens de Dumbledore de não abandonar seus postos, pois eram a única defesa dos alunos, a função era tão importante que Hermione havia designado o pelotão dos Drows para fazê-la, mas devido ao medo que eles tinham dos Dementadores, ela mudou, pois se a divisão de assalto e Ataque falhasse, não podia ter uma divisão de defesa com um ponto fraco desses.

Para os Aurores a cena era horripilante, Harry Potter se erguia como um líder poderoso montado em um monstro gigante, derrotando todos que estavam a sua frente, do outro lado um exercito Drow massacrava seus inimigos sem piedade, enquanto no centro um moleque louco com gargalhadas derrotava centenas sozinho, enquanto ao lado de Harry outro garoto, cujo parecia invisível, derrotava seus inimigos com ferocidade, e eles não podiam só se preocupar com esses oponentes, pois a chuva de feitiço continuava a cair sobre suas cabeças, e isso fez o líder daquele atacar ordenar recuada, tentaram aparantar mais Dumbledore havia feito um feitiço anti-aparitação naquele local, então correram, começaram a correr para longe dali, quando achavam que estavam salvos, encontraram uma linda garota vestida com o mesmo sobretudo vermelho sangue de Harry e seus companheiros, isso fez logo eles hesitar, se ela fosse como os outros seriam uma oponente magnífica, só que de trás dela surgiu os professores de Hogwarts, Profª McGonagall vinha na frente.

“Sob a autoridade do Marechal Potter, eu os prendo, se forem inteligente irão se render” Liliana dizia em um tom sério “Mas eu espero que sejam burros” ela abriu um largo sorriso.

Um Auror lhe lançou um ataque, ataque que ela desviou de forma perfeita, então o combate se iniciou ali, os aurores se vinham sem saída, se voltassem para o campo de batalha iriam lutar contra Harry Potter e seu exercito, se tentasse fugir iria se deparar com a bela garota e os professores de Hogwarts, e principalmente Profª McGonagall, que lutava contra seis de uma só vez. Mas eles eram aurores, a elite da comunidade Bruxa, e assim lutou por mais alguns minutos, e a esperança do líder do ataque foi desaparecendo à medida que seus homens caiam no campo de batalha, então quando restava poucos aurores em pé em cada campo de batalha, eles se renderam entregando suas varinhas, e o resultado era uma derrota avassaladora, haviam morrido pelo menos vinte aurores, e outras centenas estavam machucados, muitos sem as mãos e outros tantos estavam tão machucados que iriam ficar semanas internados no Hospital St. Mungus para doenças e acidentes mágicos.

No fim da batalha Liliana foi à encarregada de prender os Aurores em uma sela na mais alta torre de Hogwarts, enquanto Mel foi à encarregada de levar os feridos mais leves para a enfermaria, os mais graves foram levados para o Hospital St. Mungus, por membros da Ordem da Fênix.

Harry teve tempo apenas para tomar água e logo partiu junto com Dumbledore, Sirius, Snape, Lupin e o pelotão Drow para o Ministério da Magia, a onde iriam derrubar o atual governo.

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Ministério da Magia, 3 horas depois da batalha de Hogwarts

Era um fato que não houve resistência alguma, apenas alguns Aurores, que entregaram suas varinhas de imediato quando viu Dumbledore em pessoa, Cornélio Fudge foi preso em seu gabinete, a onde estava funcionando seu QG, ele recebia imagens em tempo real da batalha e já havia visto sua derrota, então apenas esperava pelo o momento de sua queda. Dumbledore como sempre agiu como um cavaleiro, até pediu desculpas pelo o ocorrido, mas disse que era inevitável.

O dia estava quase amanhecendo quando foi ordenado que todos os funcionários do ministério se apresentassem ao serviço, as duas imensas bandeiras, a de Cornélio Fudge e a com o símbolo do Ministério havia sido transformadas na bandeira de Hogwarts e a outra tinha ficado vermelha sangue da cor do sobretudo dos ARM o imenso símbolo da arvore da vida estava no centro dela, Dumbledore fez questão de mostrar ao mundo mágico que uma nova força surgia, uma que iria os proteger e lutar por eles.

Por volta das seis da manhã o hall principal do ministério estava lotado com seus funcionários, na frente o exercito de Drows da ARM e logo atrás deles os bruxos da Ordem da Fênix, Dumbledore e Harry saíram na varanda do gabinete de Fudge, e logo foi aplaudido por todos que estavam lá, era um aplauso ainda hesitante.

“Infelizmente tivemos que fazer algo que não queríamos” Dumbledore começou a falar “Nosso único inimigo é Voldemort, então cada morte que aconteceu na noite passada, foi uma pequena vitoria ao lorde das trevas, que apenas assistiu nossa batalha interna” o silencio era mortal, muitos ali ainda não acreditavam no retorno de Voldemort, mas agora escutando Dumbledore falando dessa maneira, começavam a acreditar, e isso trazia terror para todos. “Eu estou assumindo o cargo de Ministro da Magia, estou colocando em meu lugar em Hogwarts a Professora McGonagall, ela será a nova diretora de Hogwarts” ele deu uma pausa enquanto todos batiam palma para sua decisão “Meu primeiro ato como Ministro e nomear a Armada Restaurada da Magia, conhecida como ARM, como órgão maior no Ministério, todos os aurores devem entrar para a ARM, todo combatente, ela será nossa mão de ferro perante nossos inimigos, e ira nós proteger de Voldemort” novamente ele deu uma pausa devida aos aplausos. “Devido à importância da ARM, eu passo a palavra ao jovem Harry Potter, Marechal Supremo da Armada Restaurada da Magia

Harry observou seus soldados baterem o punho no peito e curvarem a cabeça, em seguida os Drows ergueram os dois braços cruzando seus punhos fechados em X bem alto, um cumprimento Drow a seus generais, cumprimento que foi imitado por alguns funcionários que já nutria uma adoração a Harry, e logo isso foi visto como algo obrigatório para quem não estava fazendo, então pouco a poucos todos faziam o cumprimento Drow.

Harry estava meio nervoso, mas seguiu em frente “Não tenho muito a falar e nem quero fazer um discurso bonito, aqueles que estiverem entrando para a ARM hoje, saberá os objetivos dessa organização” ele começou com uma fala firme “Hoje vimos que a força dos Aurores caíram muito, menos de mil atacaram Hogwarts, enquanto Voldemort tem uma força de milhares, então declaro aberto a Academia de Combatentes, aqueles formados em Hogwarts ou qualquer outra escola mágica da Europa poderão entrar para a Academia para se tornar um combatente da ARM” ele deu uma pausa e notou que todos prestavam atenção “Também digo, os comensais da morte que estão presos em Azkaban terão uma nova chance para mudar, se não aceitar essa chance e continuarem fieis ao Lorde Voldemort, eles serão condenados a morte por seus crimes cometidos” Harry deu uma pausa devido a explosão de sussurros que surgiu em meio as pessoas “A partir de hoje, não faremos vistas grossas a Comensais da Morte, se existir suspeita a pessoa será presa e interrogada até que provo o contrario, aquele que realmente for, terá seus bens confiscados e será preso em aguardo de julgamento, por mais é só!” Harry finalizou e observou a onde de aplausos que se surgiu.

“A respeito de Azkaban, os Dementadores não trabalham mais para o Ministério, são criaturas das trevas e as trevas devem voltar, qualquer Dementador visto em comunidade será punido da forma mais severa” Dumbledore falou “Peço a todos que sigam suas vidas e seus trabalhos, qualquer mudança que for feita em seus departamentos, vocês serão informados, sem mais”

Novamente uma nova onda de aplausos e Harry e Dumbledore saíram da varando e foram para dentro do gabinete, Dumbledore hesitou um pouco para se sentar na poltrona de ministro, mas logo respirou fundo e se sentou.

“Esperava nunca ter que me sentar aqui!” Dumbledore falou suspirando “Mas era inevitável, só assim poderemos nós fortalecer para não ter a situação desesperado que existiu naquele futuro”

“Concordo com o senhor professor!” Harry dizia puxando uma cadeira e já se sentando. “Então qual será seu terceiro ato como Ministro?”

“Mudarei o editor do Profeta Diário” ele falou de forma simplista “Colocarei alguém firme o bastante para escrever o certo e não ser manipulado por alguém ou pelo o governo”

“Já era hora” Harry falou sorrindo.

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Havaí

Harry sabia que após todos esses acontecidos seu tempo seria curto, ele tinha muitas coisas para lidar e ainda iria perguntar pra Dumbledore se podia abandonar seus estudos no quinto ano. Então a primeira coisa que fez quando aparatou do ministério e desaparatou em Hogwarts foi pegar Hermione a aparatar para longe daquilo tudo, séria uma dia e uma noite de folga, ele fez Hermione vestir roupas trouxas antes de saírem então quando eles desaparataram no Havaí, nem foram apontados como estranhos, era apenas um casal de turistas.

Harry levou Hermione no melhor resort da ilha, ele tinha visto isso em uma revista, e pagou o melhor quarto do resort, Hermione estava atônica demais para dizer algo, apenas seguia o namorado.

Então no momento que eles entraram no quarto, toda aquela vontade reprimida veio a tona, Harry a puxou e colou sua boca na da moça iniciando um beijo quente e apaixonado, Hermione não hesitava nenhum momento em retribuir o beijo, fazendo sua língua explorar a boca do namorado de uma forma atrevida e quente. O rapaz andava de costas puxando a amada com ele, que simplesmente não queria resistir aquilo, quando os dois se deitara na cama, Hermione subiu no corpo do moreno, ficando sentadinha enquanto ia desabotoando a blusa do rapaz, e iniciava uma serie de caricias no peitoral nu dele que causava arrepios imensos, ela mordeu seu mamilo e depois o chupou, isso tirou totalmente o controle de Harry, que virou seu corpo rápido ficando por cima dela, ela sorrio e gemeu baixo ao sentir as caricias em seu pescoço, e não recuou quando o rapaz puxou sua blusa, pelo o contrario ela o ajudou a tirar, Harry ficou louco ao ver os seios de Hermione, ele os achou lindos, e logo os atacou, segurava um com a mão usando seus dedos para acariciar o mamilo que ficava rígido a cada toque, enquanto usava a boca para chupar o outro, o lambendo, chupando, mordendo, fazendo a garota tremer sob seu corpo e gemer mais alto, enquanto isso suas mãos descia pela a barriga da moça enfiando pra dentro de sua calça e calcinha, o gemido saiu mais alto da boca dela quando ele acariciou sua parte mais intima, mas logo ela puxou a o braço dele tirando sua mão dali.

“Não Harry” ela falou em um tom temeroso “Eu te amo, mas não me sinto preparada ainda, achei que estava mais não estou” ela deu uma pausa e seus olhos se encheram de lagrimas “Sei que tem um monte de garota que faria isso com você, mas imploro que me espere, prometo que vai acontecer”

“Ei” Harry dizia acariciando a face da amada “Espero a vida inteira se preciso for, pois pra mim, só existe você no mundo, se não for com você não será com ninguém” ele selou seus lábios “Você é minha vida Hermione!”

Ela se jogou nos braços dele e o beijou de forma apaixonada, em seguida o virou voltando a ficar por cima do garoto, parecia não estar com vergonha de estar quase nua na frente dele.

O fato de eu não estar preparada para perder a virgindade, não impede de a gente dar uns garros” ela sussurrava no ouvido dele dando uma mordida em sua orelha “Vai me dando confiança, você pode me mostrar antes daquilo de fato, como pode fazer eu sentir prazer” ela estava completamente vermelha de vergonha, mas tinha decido que iria falar de tudo com o Harry, pois ele era o homem da vida dela.

“Hum... posso mesmo?” Harry dizia deslizando a mão na bunda dela.

“Safado” Hermione dizia dando um beliscão nele “Tem carta branca” ela falou em seguida ficando completamente corada.

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Eles ficaram se curtindo durante horas, Harry realmente estava safado e fez muitas coisas safadas com a namorada, e foi um fato que ela adorou tudo que ele fez. Depois desse momento mais intimo eles foram para a praia, a onde se divertiram iguais duas criancinhas sem as responsabilidades que ambos em seu dia a dia tinham em seus ombros.

Eles andaram de banana maluca (uma bóia imensa em formato de banana que era puxada por uma lancha no mar), fizeram aula de surf, mergulharam em alto mar, conheceram uma piscina natural, tomaram sol e ficaram horas jogando vôlei na piscina, depois acompanhou Hermione nas compras, Harry nunca em sua vida tinha se divertido tanto, parecia um sonho.

À noite eles foram para o restaurante do resort, vestiam as roupas que Hermione havia comprado, pediram uma mesa para dois e teve uma deliciosa refeição, tudo muito romântico, pareciam um casal de recém casados. Depois do jantar foram para a praia a onde ficaram se beijando durante horas e depois ficaram olhando o céu iluminado por milhares de estelas. Já de madrugada eles foram para o quarto a onde tomaram um banho de banheira juntos, ambos pelados, e novamente Harry deu outra sessão de safadeza em Hermione, que novamente não reclamou, a cada momento mais quente dos dois ela se sentia melhor e logo percebeu que não iria demorar muito para perder sua virgindade com ele.

No fim dormiram juntos,cansados ao extremo devido ao delicioso e divertido dia, dormiram abraçados um no outro, apenas sentindo aquele amor imenso que inundavam o coração dos dois. Era um amor tão intenso que chegava a doer.

No outro dia acordaram revigorados e prontos para abandonar aquele sonho e voltar para a realidade, no qual ainda era uma difícil realidade, mas que Harry ainda sentia ta com total controle sobre ela, sabia que séria difícil, mas não estava sendo igual seu futuro, quando nessa época ele não sabia de nada que iria passar, com esse conhecimento ele e seus dois professores simplesmente orquestraram um plano maior que vinha em várias etapas, e uma delas já havia sido cumprida, só que o mais difícil ainda estava por vim.

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Rússia

O Lorde das Trevas seguia sua busca por novos seguidores, ele estava na França quando a guerra entre Hogwarts e o ministério estourou, ele deu boa gargalhadas, mas no fundo estava torcendo por Cornélio Fudge, ele sabia que nunca o ministério foi tão fraco como estava sendo com Fudge, e temia que Dumbledore o deixasse forte, impenetrável, então quando soube da derrota do ministério, ele ficou irado por alguns momentos, tanto que torturou a própria trouxa dona da mansão no qual ele estava ficando.

Depois de quer conquistado poucos seguidores na França, ele seguiu para a Rússia, tento a certeza que lá encontraria mais seguidores, encontrou uma casa afastada da cidade, um palacete antigo, e fez da família que morava lá escravos, usando o imperius.

Essa tarde ele teria uma importante reunião, mandou chamar seus comensais de confiança, o palacete tinha uma grande sala de reuniões, então o lorde das trevas se sentou na poltrona de cabeceira, e um a um de seus seguidores mais próximo se sentavam nas outras poltronas, praticamente lotando a sala.

“Alguma nova na terra de Dumbledore?” ele perguntou com sua voz faiscando.

“Marechal Potter deu uma ordem um tanto quanto problemática” Lucius Malfoy dizia.

“Ohh o que o pirralho metido a Marechal ordenou?” um comensal falou em tom de brincadeira fazendo todos que estavam na mesa dar gargalhada, entre eles o Lorde das Trevas.

“Execução!” Lucius falou fazendo todos se calar “Comensal preso que não jurar lealdade ao ministério e jurar que não segue mais o Lorde das Trevas, será executado em Azkaban mesmo”

“Eles não teriam coragem!” O comensal David dizia assustado.

“Se for só uma ameaça já teve resultado” Lucius continuou “Vossa esposa jurou lealdade ao Ministério”

David ficou pálido, sabia que Lorde Voldemort iria matá-la, iria caçar ela até matá-la.

“Então creio que a primeira a morrer será a bela Christina” Voldemort dizia com seus olhos vermelhos faiscando.

“Meu lorde peço que...” David começou a dizer mais foi interrompido.

“Se quer tanto ser o primeiro morrer” Voldemort falou apontando a varinha para ele “Sou um lorde misericordioso, Avada Kedrava” o raio verde saiu da varinha do Lorde das Trevas a acertou em cheio o peito do pobre David, que já caiu morto. “Lucius mais algum traidor me negou?” em seguida Voldemort continuou a falar como se nada estivesse acontecido.

“Não, meu lorde!” Lucius falou em um tom temeroso.

E foi nesse exato momento que um comensal aparatou direto na sala de reuniões, suas vestis estavam molhadas, ele ainda estava com a mascara na face, ele foi até Voldemort se curvando a seus pés.

“Dempsi” Voldemort falou em um tom nervoso “O que faz aqui? Qual foi mesmo a função que lhe dei?”

“Vigiar Azkaban e ver o melhor momento para atacar” o comensal dizia “Só que não precisamos mais atacá-la senhor!”

“O que quer dizer com isso?” o Lorde das Trevas perguntou.

“Essa manhã, o General de Exercito da ARM, Gerard Grindelwald, executou todos os prisioneiros que não juraram lealdade ao ministério” O comensal dizia fazendo todos da sala ficarem atônicos, nunca imaginariam que um ministério comandado por Dumbledore iria realizar um ato desse “Um por ele, eu vi com meus próprios olhos, ele levava um por um até o top de Azkaban e depois os matavam deixando seus corpos caírem no mar” ele continuou com a voz tremendo.

“Bellatrix Lestrange?” Voldemort perguntou.

“Foi a primeira a ser morta” o comensal respondeu “O maldito Gerard a torturou antes da morte, o feitiço desconhecido era tão forte que fez Bellatrix Lestrange implorar antes de morrer!”

“Como sabe disso tudo?” Lucius perguntou.

Avada Kedrava” o comensal não esperava isso, ele tentou desviar em vão, o raio verde que seu da varinha de Dempsi acertou o braço de Lucius, o comensal caiu já morto “Seu comensal foi capturado” o comensal respondeu dando alguns passos para trás, todos os outros comensais estavam atônicos demais para ter alguma reação “Eu fiz ele assistir tudo, depois tirei as informações necessárias e vim pra cá no lugar dele” a voz do comensal havia mudado em seguida ele tirou a mascara, e um sorridente Gerard apareceu “Meu objetivo era matar a cobra, como ela não estar aqui” todos os comensais apontaram suas varinhas para ele, mas Voldemort não deu nenhuma ordem, Gerard saltou no ar já caindo no parapeito da janela “Vida Longa a Harry Potter, ele manda lembranças” em seguida ele fez um gesto com a varinha criando uma barreira invisível “Sobre Lucius, seu filho Draco mexeu com uma de nós e essa é a punição dele, ok...ok confesso que estou o punido também por ele ter me desafiado, garotinho arrogante.”

“Você acha que sairia vivo daqui?” Voldemort perguntou.

“Não acho eu tenho certeza” Gerard respondeu “Dumbledore avisou o ministério russo, nesse exato momento um pelotão de Aurores Russos estão invadindo a mansão, sei que você matará todos, mas enquanto isso eu vou embora”

Todos escutaram o barulho da porta da frente explodindo e isso fez alguns comensais começarem a ficar nervosos.

“Você é ele não? O verdadeiro Grindelwald?” Voldemort perguntava interessado “Como conseguiu sua juventude de novo!”

“Foi um presente” Grindelwald respondia todo sorridente “Um presente do seu maior pesadelo, Harry Potter!”

Sons de dezenas de passos eram escutados do lado de fora da sala de reunião, os aurores estavam chegando perto e Voldemort sabia disso.

“Irei te caçar Grindelwald!” Voldemort dizia em um tom irritado “E irei arrancar sua cabeça!”

Gerard Grindelwald gargalhou fazendo todos os comensais da morte o temerem “Tente a sorte Tom” ele dizia ainda gargalhando “Estarei lhe esperando, agora tenho que ir, revoir

No momento que a porta explodiu e os comensais se viraram para enfrentar os aurores Russos, Grindelwald pulou pela a janela, mas viu que Voldemort não tirou os seus olhos vermelhos dele, e sorrio por dentro, tinha conseguido um inimigo interessante, então aparatou para longe da Rússia, desaparatou no Rio de Janeiro, uma manobra para enganar Voldemort, se ele tentasse o seguir, ele deu uma volta em Copacabana e depois voltou aparatar, direto para a sede da ARM, a onde teria um relatório a passar para seu Marechal.

Notas finais
Espero que tenham curtido, se curtiram transmita isso por review, e façam indicações, não custa nada!

fale dessa fic para seus amigos

P.S: QUE DROGA KD A COMUNA EM MINHA HOMENAGEM? NINGUÉM VAI FAZER?? KKKKKKKKKK eu queria tantooooo