Harry Potter Reescrevendo a Historia
13 Capítulo XII
Notas iniciais
O capitulo XI foi o ultimo da primeira fase da fic, por isso foi tão legal heheheh
a partir do capitulo XII inicia uma nova fase! espero que seja bacana também!
Junto com essa noticia vem a proxima e triste noticia!
terá no máximo mais 3 ou 4 capitulos! chegamos a fase final da fanfic! espero que aproveitem ao máximo!
MUITO OBRIGADO PELO OS REVIEWS! me motivou tanto que olha eu postando capitulo novo.
Boa leitura
"um rei , uma fé uma lei"
Jacques Bossuet
Três anos depois...
Harry se encontrava sentado em sua confortável poltrona em seu gabinete, ele abria a gaveta de sua escrivaninha e pegava um livro que ele tinha mandado fazer, a capa de couro vermelha sangue e o símbolo da ARM no centro, ele sorriu de canto e abriu o livro, vendo que ele estava em branco, aquele era seu diário, a onde a partir daquele momento ele iria escrever como tudo aconteceu, era importante para um dia tiver um filho, seu herdeiro pudesse ler.
O jovem Mago começou escrevendo sua vida, contou sua vida original e depois chegou ao momento a onde Merlin entrava nela, ao momento que ele decidiu voltar ao passado, então escreveu tudo que aconteceu até sua grande vitoria contra o ministério, ele deu uma pausa e continuou a escrita.
Após vencemos a batalha contra o ministério, muitas coisas mudaram, Gerard foi até Voldemort e fez algo inusitado, por incrível que pareça isso mudou algo em Voldemort, desde o dia que Gerard invadiu sua reunião e matou Lucius Malfoy, Voldemort e sua trupe nunca mais foi vista, e nem rumores foram escutados dele. Dumbledore sempre achou isso estranho e ainda espera pelo o retorno do Lorde das Trevas, um retorno com ele ainda mais perigoso e ainda mais maligno, eu confesso que penso o mesmo, mas que torço para ele nunca mais retornar.
Sem Voldemort, Dumbledore fez coisas maravilhosas ao ministério, enquanto ele implantava sua política na comunidade bruxa, eu criava um verdadeiro exercito de magos, em um ano tínhamos mais de dois mil bruxos, muitos aurores que haviam abandonado o trabalho voltaram, além que a primeira formatura academia de combatentes nos forneceu quinhentos bruxos, a cada dia que se passava a ARM se tornava mais poderosa, e eu me tornava mais importante, e confesso que não gostava muito disso. Merlin como forma de pagamento por mim dar suas aulas, me ensinou o feitiço que traria fertilidade aos Drows renegados, e também me ensinou como fazer eles voltarem a ser estéreis, então quando entreguei a solução a Malice, ela simplesmente jurou lealdade eterna a mim, e agora existi muitos bebês Drows, mais soldados grandiosos para nosso exercito.
No segundo ano de calmaria, Dumbledore pediu ao Ministro trouxa uma propriedade do governo próxima da cidade de Leeds, para lá fazer uma pequena vila mágica, e ouviu um imenso não, isso fez Dumbledore cortar relação com o governo trouxa, eles nunca haviam ajudado nós bruxos em nada, então não iríamos continuar seguindo seu governo, então pela a primeira vez na historia iríamos implantar um governo bruxo. O ministério foi abolido e lá se tornou a sede do primeiro governo bruxo, sem ligação com nenhuma nação trouxa, para decidir a forma de governo, um pre lícito foi organizado, todo bruxo da Grã-Bretanha votou entre duas opções de governo, a criada por trouxas e praticada na maioria de seus países, que era a republica, e o modo de governo mais antigo do mundo, que era a Monarquia, no fim, com uma avassaladora vantagem, a Monarquia venceu.
Nesse momento eu pensei que Dumbledore seria coroado rei, assim como todos do mundo bruxo, mas em uma reunião com o diretor de transição, Dumbledore negou a coroa de Rei dos Bruxos da Grã-Bretanha, pois era muito velho e não tinha nenhum herdeiro e possivelmente não teria, com isso, para minha surpresa, a coroa foi oferecida a minha, e o direito hereditário de reinar a minha família, os Potters. Pensei muito antes de dar qualquer resposta, nunca me imaginei como um rei ou algo parecido, mas minha conversa com Dumbledore fez eu me decidir, ele falou que o Lorde das Trevas estava se fortalecendo naquele exato momento, e que eu como rei, poderia unir mais os bruxos da nossa pátria, para quando as trevas de Voldemort aparecer com força total, iríamos estar unidos e fortes o bastante para enfrentá-lo.
Então a exatos um ano, em Hogwarts, em frente a mais de cem mil bruxos de toda a Grã-Bretanha, eu fui coroado o primeiro Rei mágico da historia, como o profeta diário gosta de falar, eu era o primeiro Rei Mago, já Gerard me chamava apenas de primeiro Reich mágico, talvez pelo o fato dele ter sido um dos mentores do maior vilão da historia da humanidade, eu não gostava e não gosto desse nome, talvez por isso ele parou de me chamar assim, pelo menos diretamente, pois Liliana me jurou que em um encontro do alto escalão da ARM, Gerard continuava a me chamar assim.
Com minha coroação, eu decidi não separar a ARM do governo, no fim a ARM e o Reino Mágico Unido da Grã-Bretanha, se tornaram um só, tanto que nossa bandeira continuou a vermelha escura com á arvore da vida no centro. O meu primeiro ano como rei foi muito movimentado, a onde nada existia, eu criei vilas inteiramente mágicas, as onde vilas mágicas existiam, eu criei cidades, tudo debaixo dos narizes dos trouxas, que ainda nem sonham da existência bruxa. Foi uma idéia da Hermione essas cidades terem autonomia própria, cada uma com seu governante e com suas leis, algo bem parecido com as cidades estados da Grécia antiga. Também foi um fato que eu junto com ela, escolhemos cada líder, e hoje temos sete grandes cidades bruxas, que usam o escudo da noite (magia drow), para se esconder dos olhos e satélites trouxas, uma magia mais poderosa do que a que é usada em Hogwarts.
Hoje fazem exatos três anos que eu venci a batalha contra o Ministério, nesses três anos Voldemort sumiu, a ARM se tornou o maior exercito bruxo já criado, criamos um governo bruxo, e temos verdadeiras cidades nossas, sem precisamos nos esconder em cidades trouxas, e tudo parece perfeito, só que no fundo eu sei que ainda muita coisa vai acontecer....ahhh já ia me esquecendo, daqui uma semana eu vou me casar!
Harry sorriu ao parar de escrever, fechou seu diário e voltou a guardá-lo em sua gaveta, levantou de sua poltrona e caminhou até a imensa janela que ficava logo atrás de sua mesa, colocou a mão no vidro e observou aquela bela paisagem, a imensa Cidade dos Palácios se erguia em meio a uma cordilheira, o palácio do governo real era o maior prédio da cidade e ficava aos pés de um imenso lago de águas cristalinas, Harry não se cansava dessa paisagem, para ele aquele era o lugar mais lindo do mundo, a primeira cidade mágica do seu reino, e seu maior orgulho.
“Não se cansa de observar a realização de seu sonho?” Harry escutava a voz de Dumbledore, que tinha aparecido lá há poucos segundos, o velho homem era o seu Primeiro Ministro.
“Acho que nunca me cansarei” Harry dizia se virando já indo se sentar em sua poltrona “Quais são as novidades professor?” o moreno perguntou com um sorriso na face.
“Além do aguardado casamento de nosso rei, nenhuma” o velho mago dizia com um olhar sereno “Isso me preocupa, Voldemort estar em silencio demais, a debandada dos seus comensais não quer dizer nossa vitoria” Dumbledore continuou.
“Quer dizer que eles estão se reunindo em outro lugar!” Harry falava com firmeza “Já ordenei a ARM que ficassem de alerta nas fronteiras, designei os capitães Cedrico, Fred e Jorge e os Coronéis Lupin e Sirius, creio que 20% de nossas forças estão protegendo nossas fronteiras” o jovem monarca dizia em um tom pensativo “Uma invasão não será fácil”
“Não temo uma invasão Harry” Dumbledore dizia com sabedoria “O que temo na verdade é Voldemort levar sua maldade para outro lugar, um lugar que esteja mais fragilizado, nosso reino é forte e Voldemort sabe disso” o velho deu uma pausa e soltou um grande suspiro “O mundo mágico só terá paz de verdade quando o Lorde das Trevas for devidamente morto” ele finalizou.
“Concordo com o senhor!” Harry falou em um tom sombrio.
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Palácio de Strömsholm, Suécia
Passaram-se três anos, três longos anos para o Lorde das Trevas, mas nesses anos ele conseguiu mais do que imaginava, ele montou seu exercito de comensais da morte, e já estava perto de colocar seus planos em ação.
Há dois anos tinha se instalado na Suécia, encontrou no Palácio de Strömsholm, um lar digno para um Lorde, e de lá continuou trabalhando em seus planos, enquanto isso Voldemort acompanhava o crescimento de sua terra natal, notava que a cada dia que passava ficava mais difícil ele interferir lá, então não deixou sua vontade imensa trair seus planos, tentava ignorar qualquer noticia do único reino mágico do mundo, e continuava seguindo seus planos.
Nesse momento ele estava sentado em uma poltrona na cabeceira da mesa, a imensa mesa estava lotada com seus comensais mais próximos, mas oito se destacava sentando mas próximos do lorde, aquele era seu grupo de confiança, seus generais.
“Estar tudo pronto Milordy!” falou um dos comensais.
“Hum” Voldemort falou “Esperamos muito tempo não? Chegou à hora de abraçar o mundo com nossos ideais” o Lorde das Trevas fez uma pausa e olhou para os sete comensais. “Tudo pronto Noruega? E você Rússia? Vocês sabem muito bem que não esperei tanto tempo para ter fracassos!”
Os dois comensais próximo de Voldemort arrepiaram a três anos o Lorde das Trevas não os chamavam pelo e nome, e sim pelo o nome do país que cada um devia conquistar, ele designou a seus oito comensais de maior poder e lealdade a tarefa de conquistar países, deu um exercito para cada um deles, e esperou o momento certo para conquistar os países mágicos mais importantes da Europa.
“Senhor todos nós estamos prontos” Noruega falou.
“È bom estarem certos” Voldemort respondia “Noruega, Suécia, Dinamarca, Alemanha, Polônia, Ucrânia, Rússia e França, eu lhes dei três anos para se prepararem e não aceito falhas, daqui uma semana os oito ministérios mágicos desses oitos países devem estar em minhas mãos” Voldemort falou com firmeza com seu olhar faiscando.
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Seis dias depois
Palácio dos Potters, residência oficial da família real
Harry estava nervoso, amanhã era o grande dia para ele, iria se casar com sua tão amada namorada, namoro que tinha mais de três anos de duração, só que esse não era o único motivo para seu nervosismo, Gerard tinha se oferecido para fazer a festa de despedida de solteiro do Harry, e o jovem monarca já podia até ver as stripes invadindo o salão particular, já começando uma dança sexy, e era isso que o jovem monarca não queria, pois era fato que Hermione foi mais forte do que ele esperava, em três anos de namoro eles não fizeram sexo, faziam caricias intimas um no outro, mas sexo mesmo não, e Harry estava quase morrendo de vontade, e quase não podia agüentar chegar logo a lua de mel.
Harry vestiu roupas simples, calça jeans surrada e camiseta preta, além de um tênis de uma famosa marca trouxa, ele estava sentado no sofá esperando pela a surpresa de Gerard, enquanto esperava observava a grandeza daquele lugar, era tudo muito bonito, a sala mesmo sendo pequena, pois era um ambiente particular, ainda era bem decorada e aconchegante, vários sofás espalhados pelo o ambiente, além de pufes pelo o chão, na mesinha de centro, vários pratos com as comidas preferidas de Harry e seus amigos, tudo estava pronto para uma noite entre amigos, até o tabuleiro de xadrez bruxo.
Foi nesse momento que a porta foi escancarada, Gerard entrava com uma expressão séria, de poucos amigos, atrás dele Sirius e Lupin, que tinham sido substituídos de suas funções de proteger a fronteira, para poderem vim ao casamento, os dois soltavam deliciosas gargalhadas, assim como Fred e Jorge, que faltavam cair no chão de tanto rir, enquanto isso Zaknafein entrava todo sério e Rony vinha olhando pra trás, como se tivesse com esperança de mais alguém entrar com ele.
“O que houve?” Harry perguntou segurando pra não rir das gargalhadas do amigo.
“Os Coronéis Lupin e Sirius são estraga prazeres” Gerard dizia se jogando no pufe.
“Por quê?” Harry perguntava.
“Impedimos esse doido de entrar com nada mais nada menos que cem prostitutas!” Sirius dizia dando trela de rir “Cem, imaginem se a Hermione visse você no meio de cem mulheres nuas”
“Estaria morto” Harry falou sentindo um frio na espinha.
“Seria uma despedida de solteiro digno do primeiro Reich Mágico” Gerard dizia em um tom tão choroso que deu dó no Harry na hora de lhe dar uma bronca por ele ainda o chamar assim.
“Podia ter deixado pelo menos duas” Rony dizia olhando sonhadoramente para a porta.
“Mel te mata!” Harry exclamava.
“Somos apenas amigos” Rony dizia todo vermelho, os dois se amavam e a três anos continuavam com essa de serem apenas amigos.
“A onde estão os outros?” Harry perguntou.
“Gui estar cuidando da filha da Fleur” Jorge respondeu “Quem mandou casar com uma garota com filha!”
“Como?” Harry perguntou, e notou a cotovelada que Fred dei em Jorge.
Harry sabia que Gui e Fleur assim como no seu futuro também se casaram nesse presente, e ficou feliz pela a garota, que ele ainda nutria um carinho imenso, só não sabia dessa novidade que ela já tinha uma filha.
“Poderiam me explicar melhor?” Harry perguntou.
“Não foi nada! Bebia um pouco demais antes de vim pra cá” Jorge tentava enrolar Harry.
“Faço essa pergunta como seu soberano” Harry dizia com firmeza.
“Cara, fizemos um juramento para os dois que não poderíamos te contar!” Rony falou ficando com a face vermelha. “Gui cria a filha da Fleur como se fosse sua própria filha, eles apenas querem viver o casamento e formar uma família”
“Traição!” Gerard sussurrou.
Harry estava nervoso, tinha acabado de descobrir que tinha uma filha e que seu melhor amigo sabia disso.
“Não acha que o Harry tinha o direito de saber?” Sirius dizia em um tom irritado.
“Eu acho, e todos de nossa família” Rony dizia em um tom triste “Fleur que não quer, ela diz que não quer que a filha tenha contato com Harry ou que tenha o sobrenome dele, pois não quer atrapalhar a vida do Harry e não quer colocar tanta responsabilidade na vida da filha” o ruivo tentava explicar.
“Se a mãe não quer” Harry começou a falar “Será mantido a vontade dela, mas Rony, será que eu posso vê-la pelo menos de vez e quando?” Harry fazia um pedido como amigo e não como rei.
“Vou buscá-la!” Rony dizia seriamente “Ninguém tem o direito de lhe tirar esse direito” então o ruivo aparatou.
Harry deixou seu corpo cair sobre sua poltrona e ficou todo pensativo, isso era algo que ele não imaginava, ser pai tão jovem, mas de toda via a mãe não o queria como pai daquela criança, e isso o machucava demais.
“Um show de despedida de solteiro” Gerard dizia em um tom mal humorado “Vamos beber?” falou já pegando uma garrafa de whisky de fogo.
Não se passou nem um minuto quando Rony, e Gui aparataram, Gui trazia em seus braços uma pequena criança, na faixa de três anos e meio, ele a colocou no chão, ela era tão linda, herdou os traços e a beleza da mãe e a cor do cabelo e dos olhos do pai, usava um vestido verde oliva que a deixava ainda mais fofa.
“Papai a onde estamos” ela falou com uma voz doce.
“Viemos conhecer o rei!” Gui dizia todo sorridente para a garota.
“O rei...o rei” a menininha dizia em um tom empolgado.
Gui segurava a mão da garota e caminhou com ela até perto do Harry, o moreno se levantou sentindo seu coração acelerar ao máximo e observou a filha fazer uma pequena reverencia, tinha ficado tão fofinha fazendo aquela reverencia que ele se segurou para não apertá-la em um abraço.
“Vissa majestade” ela falou fazendo todos da sala rir.
“Bella, se diz Vossa” Gui dizia em um tom carinhoso.
“Ata, entendi!” a garotinha dizia em um tom de total compreensão, era super inteligente.
“Chama-me apenas de Harry” O moreno dizia se ajoelhando para ficar na altura da garota “Você é muito linda, sabia disso?” ele dizia carinhosamente.
“Obrigada” a garota respondia ficando com as bochechas rosadas.
“Você é sempre bem vinda aqui” Harry falou “Sempre que quiser vim, basta pedir pro seu ...” ele deu uma pausa e lançou um olhar triste ao Gui “Pro seu pai, que ele vai lhe trazer aqui”
“Obrigada, você é um moço gentil” Bella dizia fazendo outra fofa reverencia, em seguida cochava o olhinho, estava com sono.
“Agora vai descansar!” ele dizia “Me dar um abraço?” perguntou.
“Claro” a garotinha dizia já o abraçando.
Harry nem sabia da existência dela, mas no momento que a tinha nos braços já soube que a amava e que faria de tudo para protegê-la, aquela era sua filha, a qual ele não tinha direito de chamar de filha, e isso magoava seu coração.
Após o abraço Gui e Bella foram embora, deixando um rei cabisbaixo, mas ao mesmo tempo feliz por ter conhecido sua filha, ele esperava poder criar um relacionamento de amizade com ela, para um dia quem sabe ele poder falar que é seu pai.
Harry passou boa parte da noite bebendo com os amigos e jogando xadrez bruxo, teve que conter Gerard que ficou bêbado e tentou dar em cima da empregada, mas não conseguiu conter Jorge, que acabou ficando com a linda empregada do Harry, esse fato fez Gerard ficar muito puto e afogar ainda mais suas magoas no whisky de fogo.
A bebedeira foi tamanha, que Harry nem percebeu que dormiu no sofá, foi acordado por seu mordomo, e a ressaca estava o matando, mas nada disso importava mais, aquele era o dia do seu casamento.
Harry subiu para o quarto pra tomar banho, era incrível como seu palácio estava movimentado, pessoas correndo de um lado para o outro, eram um festival de coisas para casamento sendo movimentado de um lado para o outro, Harry resolveu passar por onde será o casamento, o casamento aconteceria no salão nobre, era o maior salão do palácio e o mais belo, o salão em si já era magnífico sem nenhum enfeite, agora todo arrumado para o casamento havia se tornada uma das coisas mais linda que o jovem monarca já viu, ele nunca viu tantas flores juntas, todo o salão estava enfeitado com elas, flores de todas variedades e cores, a onde normalmente havia mesas, agora tinha varias cadeiras que estavam revestidas com um tecido bem leve e fino branco, se alongava um grande corredor que se iniciava na porta de entrada e ficava entre as cadeiras, ambos os lados do corredor estava infestados de rosas azuis e brancas armadas em uma armadura bem interessante dando o formato de duas ondas de rosas, uma de cada lado do corredor, o tapete no centro era o tradicional vermelho, para a surpresa do jovem rei no fim do corredor não existia altar e sim dois imensos tronos feito de madeira com estofado azul, ele notei na carpintaria do trono, vários desenhos, animais mágicos entre outros desenhos de bruxos fazendo seus feitiços, o teto em cúpula era algo a se destacar também, parecia uma igreja, o vidro da cúpula era repleto de desenhos, no qual mostrava bruxos fazendo feitiços como o patrono corpóreo e entre outros, o sol da manhã batia na cúpula e fazia os desenhos dela se refletir no chão de mármore branco, era simplesmente o salão mais belo já visto por Harry.
O moreno então decidiu que já era hora, saiu para seus aposentos, um tanto quanto tremulo, foi direto para o banheiro a onde tomou o banho mais demorado de sua vida, ficou cerca de trinta minutos na imensa banheira que mais parecia uma piscina, apenas pensando nas mudanças, quando se lembrava de sua vida antes de voltar ao passado, ele percebeu que mudou muitas, muitas coisas mesmo. Depois do banho saiu com a toalha amarrada na cintura, Harry deixará seu cabelo crescer até um pouco a baixo dos ombros, foi o jeito dele mostrar ao destino que ele mesmo não era o mesmo de seu futuro antigo. Sentou-se em sua cama e amarrou seu cabelo, depois vestiu sua roupa de baixo. Nesse momento a porta do quarto se abriu, e Gerard entrou sem bater, ele usava a farda de gala da ARM, que tinha o paletó vermelho com detalhes em dourado, no peito direito varias medalhas e no esquerdo o símbolo da casa Real, que parecia muito com o emblema da Grifinória, a duas únicas diferenças eram que invés do Leão era um Nundu, e invés de Grifinória estava escrito Potters, nos ombros da farda estava a patente de Gerard, o símbolo da ARM e as quatro varinhas douradas, a calça da farda era branca e as botas negras, uma bela farda, em seu cinto duas bainhas, uma cumprida que guardava sua espada e a outra pequena que guardava sua varinha.
“Ainda de cueca?” Gerard perguntava em um tom irritado “Minha cabeça está explodindo” ele dizia chateado. “Rony e a Mel estão brigando, por isso vim no lugar dele, sei que a função de apressar o noivo é do melhor amigo!”
“Você também é meu melhor amigo” Harry dizia colocando a mão no ombro de Gerard “Eu acredito que todos os crimes que cometeu no passado já foram perdoados por todas as bondades que vem fazendo” o jovem monarca dizia sorrindo.
“Eu acho que não!” Gerard abriu um sorriso meio lunático “Eu sou sua mão de ferro, matei tantos comensais em seu nome!” ele dizia sem nenhum arrependimento.
“Eis o terror de Voldemort” Harry brincava.
“Ele volta, e vai vim babando pra cima de mim” Gerard dizia como se aquilo fosse tão verdadeiro quanto o fato que o dia iria acabar e a noite iria chegar.
Harry não disse nada, apenas confirmou com a cabeça, depois começou a se vestiu, ela também usaria uma farda da URM em seu casamento, vestia a calça que era preta, depois colocava uma camisa cavada branca e por cima da camisa seu paletó branco militar, os detalhes do paletó eram em vermelho e dourado, do lado direito do peito varias medalhas e do lado esquerdo o símbolo da casa imperial, em seus ombros, do lado direito a patente de Marechal supremo da ARM e do lado esquerdo o desenho da coroa que simbolizava sua coroa como rei. Harry abotoou os botões feitos de ouro puro, e depois colocou seu cinto, a onde também havia duas bainhas, uma para a espada (que era mais simbólica do que uma arma mesmo) e a outra para a varinha. Gerard pegou a espada real que estava em cima da cama, já a entregando para Harry, que a colocou em sua bainha, depois ele pegou a varinha já a entregando a seu monarca, que tratou de colocá-la em sua bainha, Harry calçou as botas por ultimo, se levantou e se olhou no espelho, realmente tinha a aparência de um rei, depois recebeu de Gerard sua fina coroa feita de ouro com pedras preciosas, essa não era a coroa oficial, que era bem maior e mais pesada, essa era uma coroa simbólica que era obrigatório o rei usar em qualquer cerimônia oficial, Harry colocou a coroa em sua cabeça e suspirou longamente ao ver seu reflexo do espelho.
“Até que parece um rei” Gerard brincava.
Nesse momento a porta se abriu e Rony entrou apressado, ele estava com as orelhas vermelhas, que naturalmente significava uma coisa, tinha brigado com mel.
“Desculpa a demora” Ele dizia “Mas vi Mel de conversa com o Krum, é incrível como aquele Húngaro se acha!” O ruivo ficava ainda mais irritado.
“Idiota por que não confessa seu amor?” Gerard perguntava.
“Oq...amor...do que estar falando?” Rony gaguejava.
“Ok pessoal, vamos logo, pois é a noiva que atrasa!” Harry dizia sorridente.
Harry e seus amigos andaram até o salão nobre aonde dois homens estavam parados um de cada lado da porta dupla, eles vestiam suas fardas de gala, só que de cor diferente e menos detalhada pois eram apenas soldados, Harry parou e se perguntou se devia entrar agora, Rony e Gerard sorriram de mim e saíram para entrar pela a outra porta, afinal eles eram dois dos meus padrinhos, o tempo passava e Harry estava começando a pensar que tinha chegado muito cedo, no momento que se decidiu voltar pro quarto e esperar alguém lhe chamar os dois soldados abriram a porta, o jovem monarca ouviu o som de trombetas tocando, deu uma espiadela pra dentro do salão e vi centenas de pessoas se levantando, todas bem vestidas e com um ar de importância, Harry sorriu sem graça ao notar que olhavam para ele, respirou fundo e tomou coragem, dei um passo atrás do outro andando pelo o corredor enfeitado, andava com a cabeça erguida conforme se exigia de um rei, mas confessava pra sim mesmo que estava em pânico, então andou um pouco mais rápido que deveria, pois um segundo depois estava em frente aos tronos. Ao lado do trono se encontrava uma velha senhora, era a mestre de cerimônia, ao lado dela estava um padre, Harry e Hermione nasceram no mundo trouxa e os dois tinham a mesma crença, era fato que muitos bruxos não acreditavam em Deus, mas muitos outros sim. Harry tentou se acalmar e começou a olhar as pessoas que estavam mais próximas, era impossível não ver Pintadinho que estava logo atrás dos tronos, trazendo terror aos ministros dos ministérios bruxos estrangeiro, o monarca notou que Mel estava simplesmente deslumbrante, assim como Fleur, que estava ao lado de Gui, mesmo não querendo ir, Fleur como esposa do Governante da Cidade das Plumas, era obrigada a ir ao casamento de seu rei. O moreno ficou desapontado, Bella, sua filha não estava junto com a mãe, mas ele tentou não pensar nisso, invés disso notou o belo vestido que a diretora Minerva McGonagall usava, enquanto Merlin, estava vestido de calça jeans e camiseta, e olha que ele era um dos padrinhos, Dumbledores não usava vestido, essa era a primeira vez que Harry viu seu primeiro ministro usando calça e terno, e achou muito engraçado, Sirius havia aparado a barba serrada que usava e cortado o cabelo bem curto, também vestia sua farda de gala, assim como Lupin e Tonks, o jovem Colin Creevey usava sua farda de gala de soldado enquanto seu irmão Dennis Creevey vestia apenas terno e gravata, Alastor "Olho-Tonto" Moody também usava farda, só que invés de calça usava um saiote escocês, Cedrico Diggory estava super elegante com sua farda de gala de capitão, e ao seu lado Cho parecia extremamente feliz e ainda mais bela com um vestido chinês, Hagrid vestia seu terno esquisito ao extremo e já chorava, era um dos padrinhos, enquanto Angelina Johnson ainda mais bela era disputada por Fred e Jorge, Liliana era uma das mais bonitas ali, usava um vestido negro e simplesmente não tirava os olhos do Harry, com a esperança dele casar com ela na hora H, enquanto Luna, linda como Harry jamais pensou que ela poderia ficar, apenas olhava para a cúpula, e ficava ainda mais bela, ela era uma das madrinhas de Hermione, assim como Gina que usava um vestido verde escuro e estava belíssima.
Harry se desligou do mundo com as trombetas soaram novamente, Hermione vinha sendo trazida por seu pai. Nesse momento o mundo deixava de existia para Harry e só existia a Hermione, ela parecia brilhar, estava mais do que linda, seu vestido branco parecia sair daquelas revistas de moda pra noivas, se moldava perfeitamente ao belo corpo da bela bruxa, a deixando ainda mais bela e ainda com um toque sensual, tinha uma imensa cauda cravado de pedras preciosas, ela usava em sua cabeça uma linda tiara de prata com um grande diamante rosa no centro, ela carrega em suas mãos um buque lindo feito de orquídeas brancas e rosas, um sorriso lindo se abriu em seu rosto e ela começou a andar na direção do Harry, todos os convidados suspiravam com a beleza de sua futura rainha, e para Harry a cada passo que ela dava ficava ainda mais bela, o jovem monarca suspirou se sentindo sortudo, Hermione andou até ficar de frente pra ele, que não resisti e lhe deu um selinho, depois Harry cumprimentou seu sogro que pediu para o rapaz cuidar bem da filha, Harry jurou que cuidaria, Hermione beijou a testa do pai e depois abriu um sorriso ainda mais belo e tímido e segurou no braço do Harry se virando pra ficar de frente do padre.
“Com muito prazer eu fui convidado para celebrar esse casamento.” O padre começou a falar.
E foi incrível uma hora dele falando e falando, Harry não escutou um terço do que ele dizia e estava concentrado demais em Hermione, e Hermione soltou algumas lagrimas.
“Então vamos ao que interessa.” O padre falou. “Harry James Potter, primeiro soberano bruxo, primeiro rei de nosso povo, um direito dado por Deus e que você vem reinando com sabedoria, você aceita Hermione Jean Granger como sua esposa, para amá-la e respeitá-la, na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, até que a morte os separe?”
“Aceito.” Harry falou com firmeza, Hermione o olhou com os olhos marejados e com um sorriso nos lábios, em seguida o jovem monarca recebeu a aliança feita de ouro do seu padrinho Rony e coloquei no dedo da Hermione, beijando a mão dela em seguida.
“Hermione Jean Granger, companheira e fiel amiga, escolhida por Deus para reinar ao lado de nosso rei, você aceita Harry James Potter, como seu legitimo marido, para amá-lo e respeitá-lo, na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, até que a morte os separe?” O padre perguntou.
“Aceito, é o que eu mais desejo no mundo” Hermione dizia pegando a aliança oferecida pela a Gina, já a colocando no dedo de seu amado, beijando a aliança já na mão dele.
“Pelo o poder a mim concedido por Deus, eu vos declaro marido e mulher, pode beijar a noiva.” O padre dizia com um sorriso nós lábios.
Os dois sorriram um para o outro e Hermione ainda chorava, ele limpou as lagrimas nos olhos dela e se aproximou, dando um carinhoso e doce beijo, que foi seguido por uma explosão de aplausos e gritos de vivas.
“Ajoelhe-se meu amor!” Harry dizia após o beijo, Hermione de imediato fez o que lhe foi pedido.
Nesse momento as trombetas voltaram a tocar e a porta do salão de honra voltou a se abrir, uma jovem garota entrava trazendo uma almofada nas mãos, em cima da almofada uma bela coroa. Harry pegou a coroa e foi abaixando bem devagar em cima da cabeça da sua esposa.
“Eu, Harry James Potter, Rei do Reino Mágico Unido da Grã-Bretanha, soberano dessa terra, lhe corou Rainha, sendo minha companheira na difícil tarefa de governar, acima de ti só existe eu e Deus, que sua sabedoria nós guie para tempos de paz e prosperidade, eu saúdo Rainha Hermione Potter, mãe de todos os bruxos” Harry dizia em um tom sério, em seguida abaixava a coroa na cabeça de Hermione.
O jovem Rei lhe deu a mão e ajudou a esposa a se levantar, em seguida os dois foram até seus tronos e cada um se sentou em seu respectivo trono, nesse momento o som de aplausos e vivas invadiu o local, o grito de “vida longa ao Rei e a Rainha” foi escutado a muitos metros dali.
Após os cumprimentos o casal real foi até a varanda a onde o povo da capital real esperava para verem seus reis, a celebração foi imensa, e Harry realmente se sentiu querido por seu povo.
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Harry e Hermione chegaram atrasados em sua festa, eles foram para o seus aposentos e finalmente tiveram seu momento de amor, Harry estava com tanta sede da esposa que nem deixou tirar o vestido, em meio aos beijos quentes e apertos, ele apenas lhe tirou a calcinha e a teve daquela forma mesmo, depois do ato em si, Hermione o xingou demais por ter sujado seu vestido de sangue, mas logo fez um feitiço que o deixou limpo e novo novamente. Depois de seu momento de amor, eles foram tomar banho, a onde tiveram mais vários momentos como aquele, Hermione se perguntava por que deixou algo tão gostoso demorar tanto para realizar, mais admitiu pra si mesmo, que fazendo isso deixou o momento ser mágico. Harry a atrapalhou enquanto vestia seu vestido de festa, e ela não reclamou por terem ficado mais duas horas entrelaçados em sua cama.
No fim chegaram à festa com mais de quatro horas de atraso, e isso não queria dizer que a festa estava no fim, pois era programado três dias de festa, Gerard já estava bêbado, e o que surpreendeu Harry foi o fato que ele e Gina estavam se beijando em meio a pista de dança, enquanto Rony e Mel dançavam grudadinhos, Harry percebeu que logo o amigo iria deixar de ter Mel apenas como amiga, e isso o deixou feliz.
O jovem rei levou sua esposa para a pista de dança e iniciou uma dança, os dois dançavam grudadinhos e apaixonados quando escutaram o som de varias aparatações, logo a guarda real estava lotando o salão para ver o que estava acontecendo.
“Não façam nada, esse é meu assessor!” O ministro Frances dizia aproximando de um cara loiro muito machucado, todos que aparataram quase na mesma hora vinham machucados, alguns aparataram um pouco depois e também estavam feridos.
Harry se aproximou do ministro Frances, Hermione segurava na mão do esposo e caminhava ao lado dele, ela estava nervosa, por dentro pressentia alguma coisa ruim.
“O que houve ministro?” Harry perguntava.
“Não sei majestade!” o ministro dizia nervoso, depois sacudia seu assessor “O que houve Françoar?”
“O ministério Frances caiu!” Françoar dizia em pânico “Comensais da morte, Marca Negra, foi um pesadelo”
“As duas cidades?” Harry perguntava, ele havia conseguido com os ministros estrangeiros um plano de desenvolvimento de cidades Bruxas em seus respectivos países, a Rússia que tinha quatro cidades e a França com duas era os países com maior sucesso.
“Caíram também, a força foi tremenda, seres das trevas de todas as espécies além de milhares de comensais da morte!” Françoar dizia ainda em pânico.
“Dimitre?” Harry perguntava para o robusto ministro russo.
“O mesmo aqui, majestade!” o ministro dizia fazendo Harry entrar em pânico.
“Gerard, Lupin, Sirius e Rony” Harry dizia com firmeza, em seguida os quatros estavam parados na frente de Harry. “Temos que ser rápidos, Gerard você juntara um exercito para recuperar a Cidade de Augmenté na França, fica próxima de nossos territórios não podemos deixar nas mãos de Voldemort, deve atacar com força”
“Sim, Majestade!” Gerard já saía para se preparar, já sentindo a excitação da batalha próxima.
“Lupin e Sirius, vocês devem descobrir quantos ministérios caíram nas mãos de Voldemort, quero essa informação para daqui no máximo quatro horas” Harry dizia no mesmo tom.
“As suas ordens, Majestade” os dois homens respondiam já aparatando.
“Rony prepare meu exercito, nós dois partiremos amanhã para a Cidade des Lumières, iremos pessoalmente tomar essa cidade das mãos de Voldemort” Harry dizia.
“Meu rei” Hermione dizia “Eis muito importante para lutar em território inimigo!” ela temia por seu amado.
“Sou uma ferramenta do nosso povo, não só da Grã-Bretanha” Harry dizia com firmeza “Posso não ser de fato, mas de sentimento me sinto responsável por cada povo bruxo desse planeta” Harry dizia, todos ali prestavam bastante atenção nele.
“Salve o povo Russo, que será de fato nosso rei” o ministro Russo dizia.
E nesse momento ele sentiu a pressão da responsabilidade cair sobre seus ombros, se tivesse que escolher entre lutar ou ficar escondido com sua esposa sem se importar com os países estrangeiros ele escolheria ficar com Hermione, mas ele não tinha escolha, no momento que jurou proteger todos os bruxos, não foi um juramento só para os bruxos de seu país e sim para todos.
“No fim, um não pode viver enquanto o outro sobreviver” Harry falou para ele mesmo, mas foi escutado por Hermione que chorosa o abraçou.
“Tudo vai mudar não vai?” ela perguntava enquanto o apertava em seus braços.
“Vai meu amor!” Harry não mentia “Mas prometo que destruiremos Voldemort de uma vez por todas”
Notas finais
amo vocês!
KD MINHA COMUNIDADE NO ORKUT??? NINGUÉM VAI FAZER MESMO?? SE EU FIZER VCS ENTRAM???
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