Harry Potter Reescrevendo a Historia
11 Capítulo X
Notas iniciais
Dale porco....dale porcoooooo
Palmeirassssssssssss
Ok agora ao capitulo susauhasuhuas estou atrasado para responder os reviews, então responderei os reviews do capitulo VIII hoje e amanhã e tentarei responder os reviews do capitulo IX no decorrer da semana!
Ahhhh mandem indicações também poxaaaaa
espero que curtam o capitulo....
B O A L E I T U R A
“Não é a coroa em vossa cabeça que o torna habito a reinar, e sim sua honra intocável e sua sabedoria, que o torna capaz de ser nosso rei”
Não foi fácil para Harry explicar tudo para a Hermione, eles estavam na estufa de flores da casa da garota, tudo por que o pai da moça não deixava ela e o namorado ficarem sozinhos no mesmo quarto, então se eles quisessem conversar ou dar um beijinhos mais íntimos tinham que ir para a estufa, que era feita de um plástico opaco que tirava qualquer chance de quem olhava de fora ver qualquer coisa que acontecia lá dentro.
“Harry” Hermione dizia em um tom sério, ela estava em pé enquanto Harry estava sentado em um confortável sofá de dois lugares “Não me deixe fora de sua vida mais nunca!” ela continuava “Eu sempre fiz parte dela, e não aceito ficar fora, tenho certeza que serei bem útil a Armada” a linda garota fazia um biquinho ciumento, em sua mente ela formava a imagem do Harry sozinho com a bela morena e isso a deixava louca de ciúmes.
“Eu sei minha garota!” Harry dizia em um tom simples “Eu só não posso imaginar você correndo perigo” ele ficava sério “Só de pensar nisso eu me sinto irado!”
Hermione iria convencer o namorado, não importava como, logo sua face ficou vermelha, e o rapaz notou que a namorada se aproximava dele, em seguida ficou surpreso ao sentir o delicioso peso do corpo dela sobre o seu, quando ela se sentou no colo dela, passando as pernas ao redor da cintura do moreno, apertando seu corpo no dele.
“Por favor, não posso ficar longe de você” ela sussurrava com os lábios colados no ouvido dele.
“General de Brigada, chefe do Departamento de Inteligência” Harry falou “Função importantíssima, mas longe do campo de batalha” ele sorria, e depois continuou “Terá que escolher bem os membros da Inteligência, pois serão vocês que apontaram o caminho certo” ele falou seriamente.
“Não irei lhe desapontar!” ela exclamou confiante.
“Então por hora iremos parar de falar disso e vamos namorar um pouquinho” ela dizia alcançando os lábios dela, dando um selinho “Afinal já estar em meu colo” ele sussurrou com os lábios colados antes de beijá-la de forma intensa.
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Algum lugar na Escócia
O lorde das trevas nunca antes havia se sentido tão amedrontado, ele não podia acreditar no que estava acontecendo, ele nunca teria imaginado que seus planos seriam descobertos, ele nunca teria imaginado que suas horcruxes seriam destruídas, e isso o deixava ainda mais ansioso para realizar seus novos planos, só assim ele teria o que sempre sonhou, a vida eterna.
“Meu lorde” falou em de seus comensais, ele estava com a voz tremula, morrendo de medo do seu senhor, e Voldemort sorria, aquele sorriso sem vida e cheio de zombaria.
“O que é David?” ele perguntou.
“Quando vamos libertar nossos companheiros em Azkaban?” David teve coragem de perguntar, sua esposa estava presa em Azkaban a anos e ele queria muito tê-la novamente em seus braços, esse era o maior motivo por continuar fiel a Voldemort.
“Primeiro iremos atrás dos bruxos simpatizantes, formaremos o maior exercito bruxo da historia e só depois iremos a Azkaban” Voldemort respondia, depois lançava seus brilhantes olhos vermelhos em direção ao David “Se fizer novamente essa pergunta ao pessoalmente mato Christina!” o lorde das trevas falou com seu tom maldoso fazendo David se arrepiar inteiro, pois o comensal sabia que seu mestre seria capaz de matar sua esposa só pelo o prazer de ver a sua agonizante tristeza.
“Não falarei meu lorde” o comensal falou se curvando.
Então Voldemort seguiu seu caminho, caminhou até o top da colina a onde se encontrava, olhou para baixo e viu uma grande aglomeração de pessoas, todas usando vestis negras e com mascaras no rosto, o bruxo das trevas sorrio, ali estava quinhentos novos comensais da morte, ele percebeu que no passado não havia conquistado tantos seguidores na Escócia, então viu que o tempo só fez seu culto se tornar mais fanáticos, principalmente pelo os jovens, que cresceram com a lenda de Voldemort, e fanatismo se formou, já imaginando um mundo para os bruxos de sangue puro.
“Cada um de vocês devem provar sua lealdade” Voldemort dizia em um tom sério “Terão vinte e quatro horas para cada um me trazer uma cabeça trouxa, pode ser qualquer trouxa insignificante, mas eu aconselho que tragam alguém já fez parte de suas vidas, assim fica mais divertido” ele deu uma pausa abrindo um sorriso maléfico sem alegria “Deixem o corpo no local, façam parecer como um simples assassinato, essa noite será conhecida como a noite sangrenta dos sem cabeças, pois acontecerá quinhentos assassinatos na Escócia, todos com a mesma característica” Voldemort gargalhava “Vamos assustar um pouco os trouxas”
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Expresso de Hogwarts
Harry, Rony e Hermione estavam em sua cabine no expresso de Hogwarts, Harry havia dado ordens a sua armada e eles estavam no trem, fazendo a segurança dos vagões. Já Hermione estava deitada no colo de Harry, ela lia um livro trouxa, que nenhum bruxo ali conhecia, mas que Harry o conhecia muito bem, A Arte da Guerra de Sun Tzu, era tido como a bíblia de generais, um verdadeiro clássico militar, Harry mesmo havia o lido há pouco tempo, e achou a atitude da Hermione em lê-lo algo bom, provava que a garota realmente levava a serio a patente que havia ganho de Harry.
O próprio Rony parecia concentrado em algo, ele havia contado ao Harry sobre a varinha e Harry ficou surpreso e logo percebeu quais eram os planos de Dumbledore, Harry sabia que só se sentia forte com seus dois amigos ao seu lado, Hermione sempre foi a mais inteligente e corajosa dos dois, ela por si só já conseguiria ser bem útil ao exercito de Harry, já Rony não, ele precisava de algo para poder continuar ao lado do Harry nessa guerra e Dumbledore lhe deu a maior arma de todas, e foi isso que Harry explicou ao Rony, deixando o amigo triste por saber que precisava da varinhas das varinhas para continuar a lutar ao lado do melhor amigo, mas ao mesmo tempo ele jurou se esforçar para não desapontar o diretor e o amigo, Harry por sua vez lhe deu a patente de General de Divisão de 1ª classe, estando acima de Liliana.
O ruivo tirava a varinha do bolso e se concentrava nela, havia treinado tanto com ela nesses últimos dias, e agora seria ainda mais pesado, Harry lhe passou uma lista imensa de feitiços que ele devia aprender, e o ruivo, mesmo com a varinha das varias, estava tendo dificuldade com alguns, mas não iria desistir tão cedo.
Por tudo isso o clima estava diferente na cabine, o silencio reinava, cada um pensado em seu próprio problema. Mas o silencio não continuou por muito tempo, pois a porta da cabine se abriu e uma linda garota entrava, ela era super baixinha e Harry a definiu em sua mente como. – Uma bonequinha de porcelana – E só depois de analisar a garota com os olhos que ele foi perceber que ela usava uniforme da Sonserina. Rony por sua vez quase caiu da poltrona quando a viu.
“Ron!” a garota exclamava “Que saudades de você”
“Mel” Rony dizia se levantando, ele estava completamente corado.
A bela garota se aproximou já o abraçando, Harry segurou um riso ao perceber o tanto que o amigo era desajeitado, já Hermione apenas observava tudo com um olhar por cima do livro.
“Também..humm...tipo...eu também...hum” Rony gaguejava.
“Ele estar tentando dizer que também sentiu saudade!” Harry dizia sem conseguir conter as risadas, em seguida esticou a mão para a garota “Sou Harry Potter, é um prazer conhecer a famosa ‘Sonserina fofíssima’, confesso que você é exatamente como Rony a descreveu” Harry dizia em um tom simpático, na parte da sonserina fofíssima ele imitou de maneira perfeita a voz do amigo.
A sonserina sorriu e apertou a mão do Harry “O famoso Harry Potter, é bem diferente do que eu imaginava” ela dizia com sinceridade, seus amigos de casa sempre diziam que Harry Potter era um garoto nojento, extremamente arrogante. “Digamos que em minha casa, você não é visto como um ídolo” ela continuou no mesmo tom descontraído.
“Graças a Deus, se fosse o Harry seria um chato” Rony dizia sem sentir.
“Ainda com seu preconceito?” Mel perguntava.
“Sò por que salva um lá, não quer dizer que eu mudei minha opinião sobre eles” Rony dizia, mas não era em um tom provocante, era quase em um tom de desculpa.
“Eu sei que existe pessoas boas na Sonserina como existe pessoas ruins na Grifinória” Harry dizia com sinceridade “Com certeza seremos bons amigos!” Harry sorria “A propósito essa aqui é Hermione, minha namorada, quando ela estar lendo um livro, fica meio fora da realidade”
“Sei como é” Mel dizia sorrindo “A propósito, esse livro é magnífico”
“Você conhece?” Hermione perguntou surpresa “È um livro trouxa!”
“O que tem?” Mel perguntava “Trouxas não são de um todo ruins”
Então ela se sentou ao lado do Rony, a viagem deles se tornando o ambiente bem mais divertido, com Rony tentando descobrir os segredos da casa da serpente, e Mel o enganando a cada segundo, fazendo Harry dar gargalhadas.
Finalmente o trem começou a reduzir a velocidade e eles ouviram a zoeira que sempre havia quando os alunos corriam a preparar a bagagem e os animais de estimação para o desembarque. Como Rony e Hermione deviam supervisar a movimentação, eles desapareceram da cabine, deixando para Harry e Mel cuidando de Bichento e Píchi.
"Eu levo a coruja do Rony" Mel dizia estendendo a mão para Píchi.
Os dois saíram lentamente da cabine, sentindo o primeiro impacto do ar noturno em seus rostos ao engrossarem a confusão de alunos no corredor. Aos poucos, foram se deslocando para as portas. Harry sentiu o cheiro dos pinheiros que ladeavam a trilha até o lago. Desceu para a plataforma e olhou ao redor, procurando seus companheiros, foi nesse instante que ele o reflexo de sombras e sorrio percebendo que eram eles.
Os dois andavam até chegar às carruagens. A uma pequena distância vinha Draco Malfoy seguido por um pequeno grupo de comparsas, inclusive Crabbe, Goyle e Pansy Parkinson, afastava do caminho alguns alunos de segundo ano, de ar tímido, para poderem apanhar uma carruagem, eles não deixaram de lançar olhares mortais a Mel, por estar ao lado do Harry.
“Terá problemas com o Draco!” Harry falou.
“Quem é ele mesmo?” Mel perguntava em um tom de brincadeira “Odeio aquele tipo, se acha o dono do mundo”
Não demorou muito para Rony e Hermione aparecerem, Mel entregou a coruja ao Rony e ficou ao lado do garoto, ela sorria de maneira tão doce que fez Harry perceber que ela estava sendo sincera, e de cara gostou dela.
Balançando com estrondo, as carruagens avançaram em comboio até a estrada. Quando cruzaram os altos pilares de pedra com os javalis alados, que ladeavam o portão para os terrenos da escola, Harry se inclinou para a frente tentando ver seus companheiros seguiam a carruagem e logo viu a sombra deles.
As carruagens pararam, tilintando, perto da escadaria de pedra que levava às portas de carvalho, e Harry foi o primeiro a descer. O moreno parou na porta e ficou observando tudo, lembrou de seu passado e viu o tanto de coisas que havia mudado daquele passado para o seu presente hoje.
“Vamos amor!” Hermione dizia estendendo a mão.
“Vamos” Harry dizia segurando na mão da namorada, se juntou ao grande número de alunos que subiam rapidamente as escadas para entrar no castelo.
O saguão flamejava à luz dos archotes, ecoando os passos dos que atravessavam o piso de lajotas em direção às portas duplas, à direita, que davam acesso ao Salão Principal e ao banquete de abertura do ano letivo.
As quatro mesas compridas dispostas no salão foram se enchendo sob um céu escuro sem estrelas, que era exatamente igual ao céu que podia ser visto pelas altas janelas do aposento. As velas flutuavam à meia altura ao longo das mesas, iluminando os fantasmas prateados que pontilhavam o salão e os rostos dos alunos que conversavam, pressurosos, trocando notícias sobre as férias, cumprimentando os colegas das outras casas, aos gritos, observando os cortes de cabelo e as vestes uns dos outros. Mais uma vez, Harry reparou nas pessoas que juntavam as cabeças para cochichar quando ele passava; sorria ignorando todos. Já fazia tempo que ele não se incomodava mais com isso.
“A gente se ver por ai!” Mel dizia em um tom descontraído.
“Claro, se cuide” Harry respondia com um sorriso na face.
“Ron” Mel se aproximava do ruivo “Nós vemos hoje?”
“Hum....claro” ele gaguejou antes de responder, fazendo a garota abrir um largo sorriso.
Mel se separou deles ao passarem pela mesa da Sonserina. Quando chegaram à da Grifinória,Harry, Rony, e Hermione encontraram lugares juntos, mais ou menos no meio da mesa, entre Nick Quase Sem Cabeça, o fantasma da Grifinória, e Parvati Patil e Lilá Brown, as duas o cumprimentaram com tanta leveza e excessiva simpatia que Harry teve a certeza de que haviam acabado de falar dele uma fração de segundo antes. Mas tinha coisas mais importantes com que se preocupar; olhou por cima das cabeças dos colegas, diretamente para a mesa dos professores que ocupava a parede principal do salão.
“Onde diabos estar Merlin?” Harry perguntou em um tom baixo pra Hermione.
“Deve tá vendo alguma série barata” Hermione dizia examinando a mesa dos professores de uma ponta à outra “Quem é aquela?” perguntou bruscamente, apontando para o meio da mesa dos professores.
Os olhos de Harry acompanharam os da amiga. Pousaram primeiro no Prof. Dumbledore, sentado na cadeira dourada de espaldar alto ao centro da longa mesa, trajando vestes roxo-escuras pontilhadas de estrelas prateadas e um chapéu igual. A cabeça do diretor estava inclinada para a mulher sentada ao seu lado, a qual lhe falava ao ouvido, então Harry sentiu seu coração gelar. – O que diabos ela estar fazendo aqui? – ele pensou sentindo seu sangue ferver, ele havia mostrado para Dumbledore quem era Umbridge, esperava que o diretor vetasse a vinda dela.
“Não sei...” Harry falou com tanta raiva na voz que fez Hermione o encarar.
Então tudo passou como Harry se lembrava, a chegada dos alunos mais do primeiro ano, o canto novo do chapéu, que alertava todos do perigo que o mundo se encontrava, tudo acabou sendo igual, só que dessa vez uma frase da musica ficou colada em sua mente.
- Pois nossa Hogwarts corre perigo...Que vem de inimigos externos, mortais -
A seleção passou com Harry pensando o tempo todo em Voldemort. No fim da seleção Harry balançou a cabeça tentando esquecer-se de Voldemort, ele tinha um inimigo dentro da escola e não iria esperar para colocá-la em seu lugar. Rony e Hermione percebeu o olhar que Harry lançava a nova professora, mas não disseram nada para ele, apenas esperava sua decisão, eles estavam tão concentrados em Harry que nem percebeu Dumbledore se levantando.
“Aos nossos recém-chegados” começou Dumbledore com uma voz ressonante, os braços muito abertos e um enorme sorriso nos lábios “bem vindos! Aos nossos antigos alunos: um bom regresso! Há um momento para discursos, mas ainda não é este: atacar!”
Ouviram-se risos de apreciação e uma explosão de aplausos, enquanto Dumbledore se sentava elegantemente e atirava as longas barbas por cima do ombro para mantê-las longe do prato — pois a comida aparecera do nada, e as cinco longas mesas gemiam sob o peso dos pernis e tortas e travessas de legumes, pães e molhos e jarras de suco de abóbora.
Os três jantavam em silencio, Harry escondido de todos tirava um Galeão das vestis e chamando o resto de seus companheiros, dando uma alerta A, que quer dizer, Ataque. Então Harry esperou, esperou até o momento de agir.
Após a comida desaparecer das mesas, Dumbledore se ergueu para começar seu discurso. Enquanto ouvia Dumbledore, Rony e Hermione ficavam de olho em Harry, eles estavam preocupados, nunca tinham visto Harry tão tenso, então viu o amigo conjurar um sobretudo vermelho sangue e uma faixa de braço branca com o símbolo da arvore da vida (símbolo da AD) e as cinco varinhas douradas abaixo. Eles logo perceberam que seu líder iria agir, de maneira independente, e eles iriam agir junto com mesmo, e fizeram o mesmo, conjurando sobretudo e faixa, a faixa da Hermione tinha a arvore e apenas duas varinhas douradas enquanto a do Rony havia a arvore e três varinhas douradas.
“Vou fazer uma pequena loucura!” Harry dizia.
“Estamos vendo” Rony retrucava.
“Se preparem!” o moreno exclamava.
Dumbledore interrompeu o que ia dizendo, com um olhar indagador à Profª Umbridge. Como ela não era muito mais alta em pé do que sentada, por um momento ninguém entendeu por que Dumbledore parará de falar, mas então a professora pigarreou:
“Hem, hem” e ficou claro que se levantara e pretendia falar. Dumbledore pareceu surpreso apenas por um instante, então, sentou-se com elegância e olhou atento para a Profª Umbridge, como se ouvi-la fosse a coisa que mais desejasse na vida. Mas antes de sentar ele lançou um olhar a Harry, como se soubesse o que o garoto estava preste a fazer, não só sabia como também desejava aquilo. Já os outros membros do corpo docente não foram tão competentes em esconder sua surpresa. As sobrancelhas da Profª Sprout chegaram a desaparecer por baixo dos cabelos rebeldes, e Harry nunca vira a boca da Profª McGonagall mais fina. Nenhum professor novo jamais interrompera Dumbledore antes. Muitos estudantes sorriam abobados; para eles era óbvio que essa mulher não conhecia os hábitos de Hogwarts, já Harry sabia que aquela bruxa estava desafiando Dumbledore.
“Obrigada, diretor” disse a professora, sorrindo afetadamente “Pelas bondosas palavras de boas-vindas.” Sua voz era aguda, soprada e meio infantil, e, mais uma vez, Harry sentiu uma onda de aversão, sabia que tudo nela o enojava, desde a voz tola ao casaquinho peludo cor-de-rosa.
Harry foi rápido ao se levantar; todos seus companheiros de Grifinória o encaravam como se ele estivesse ficando louco de se levantar assim; então Hermione e Rony fizeram o mesmo.
“Você não tem o direito de falar nessa escola” Harry dizia com um tom de voz irritado “Você é a pior espécie de nossa raça” ele ia se aproximando apontando a varinha na direção do peito da baixa bruxa “E eu, como Marechal da AD, a prendo por seus crimes cometidos” ele finalizou já bem próxima dela.
“Do que você estar falando? Como ousa?” ela dizia meio desconcertada.
Então ela puxou a própria varinha, foi nesse momento que se viu rodeada por outros três, uma garota, um Drow (no qual ela não podia acreditar que estava vendo um de verdade) e um garoto.
“Não tentaria nada se eu fosse você!” exclamou Gerard.
Com um movimento de varinha Harry fez a varinha da Umbridge sair voando a desarmando, enquanto isso Liliana se aproximava dela com a varinha apontado no rosto da professora, ela apenas esperava uma ordem para eliminar aquela inimiga.
“Faça algo Dumbledore!” Umbridge ordenava.
“De fato não tenho nada a fazer, pois se olhar bem na faixa no braço deles, verá as letras AD, que quer dizer Armada de Dumbledore” Dumbledore começou a falar em um tom calmo “Isso quer dizer que mesmo eu não sendo o líder, eles trabalham em conjunto com a Ordem da Fênix, essa sim eu sou o líder, então a AD é minha aliada”
“O que isso significa?” a cara de sapo perguntou.
“Que você estar presa e que o Ministério não ira interferir em Hogwarts” Dumbledore falava em um tom bondoso “E se ele pensar em vim reivindicar Hogwarts eu mesmo iria o enfrentar e você sabe qual será o resultado” o diretor continuou, finalizando com um olhar desafiador.
“Eu sabia, você é um traidor!” Umbridge dizia.
“Você é a única traidora aqui!” Harry falava em um tom irritado “E pagará por seus pecados cometidos e pelos os que ainda iria cometer” o rapaz continuou, mas logo depois lançou um feitiço não verbal na professora, fazendo ela cair já desacordada.
“Como eu ia dizendo, o professor de DCAT continua o mesmo do ano passado, isso significa que” Dumbledore começou a falar “Que Harry continuará lesionando as aulas dele, já que ele não é muito social” o diretor deu uma pausa, notava que todos estavam meio atônicos. “Agora vão logo dormir” ele disse e um tom sério, fazendo todos acordar.
Dumbledore dispensara a escola, porque todos estavam se levantando, prontos para abandonar o salão. Mesmo sem muita vontade Hermione sai junto com Rony, para fazer suas funções como monitores. Harry ficou observando os alunos saírem e seus olhos se demorou na namorada, que indicava o caminho de forma educada, enquanto Rony dava petelecos nos alunos mais novos.
“O que diabos foi isso?” Profª McGonagall perguntava se aproximando.
“Revolução!” Dumbledore dizia.
“Zaknafein” falei Harry “Vá e traga um pequeno exercito de cinqüenta Drows, precisamos deles para fazer a proteção do colégio, caso o Ministro resolva intervim” Harry dava a ordem.
“Sim senhor, retorno em minutos” o Drow falou já aparatando dali.
“Cinqüenta Drows em minha escola?” Dumbledore perguntava fascinado “Eu pensei que essas fascinantes criaturas haviam sumido da face da terra!”
“Tenho certeza que eles vão segurar um exercito de quinhentos bruxos” Harry afirmava com firmeza.
“Creio que um pouco mais de quinhentos!” Harry reconheceu a voz na hora, era Merlin.
“A onde estava!?” Harry perguntou.
“Vendo o novo episodio da minha série preferida” Merlin respondia dando a certeza a Harry que Hermione sempre estava certa.
“Avise a Ordem da Fênix, diga para ajudar no colégio” Dumbledore dizia.
“E os pais que quiserem tirar seus filhos?” Profª McGonagall perguntava.
“Deixaremos ir!” Dumbledore respondia “Afinal aqui não é um campo de concentração!”
“Essa é uma idéia brilhante” Gerard dizia “Fui eu que sussurrei no ouvido dele.”
“Harry é melhor você ir dormir!” Dumbledore dizia ignorando Gerard “Amanhã você tem horário cheio!” o diretor sorria.
“Mas eu nem sei o que ensinar!” Harry exclamava.
“Faça uma recapitulação de tudo que ensinou ano passado” Merlin dizia voltando a andar “Agora tenho que voltar a minha TV”
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Sala Comunal da Sonserina
Mel estava deitada em um chique sofá recoberto de seda, ela ainda estava impressionada com Harry Potter, como ele teve coragem de agir daquela maneira, e também ficou impressionada com o Rony, ela nunca imaginou que ele poderia ter tanta coragem, no fundo ela estava sentindo um pouco de inveja, eles eram bruxos que estavam no centro dos acontecimentos, e ela era apenas uma figurante, por um segundo ela se imaginou usando um sobretudo vermelho sangue com uma faixa branca em seu braço direito, ela se imaginou levantando da mesa da Sonserina e se juntando ao grande Harry Potter em meio a luta contra o Lorde das Trevas, e pela a primeira vez na vida ela sentiu seu coração acelerar de excitação.
“Anã” a linda garota escutou a voz asquerosa de Draco Malfoy “Nós vimos você cheia de amizade com aqueles traidores do sangue”
“Ohhhh....Draco Malfoy sabe que eu existo?” ela perguntava fingindo um tom surpreso “Agora que sabe, podia simplesmente esquecer novamente?”
Malfoy ficava com a face vermelha “Como ousa?” ele perguntava.
“Malfoy...apenas uma palavrinha” Mel dizia se levantando, Malfoy era vários centímetros mais alto que ela “Foda-se! Com quem eu saiu ou deixo de sair é problema meu, eu considero Ronald Weasley um querido amigo, e espero muito me tornar amiga de Harry Potter!” ela dizia apontando o dedo no peito do garoto.
“Você é uma vergonha para a Sonserina” ele urrava.
“Você que é” ela dizia em um tom irritado “Você e todos que pensam que o fato de ser Sonserina significa odiar a Grifinória e desprezar as outras duas casas” ela deu uma pausa para tomar ar “Vocês acham que ser dessa casa significar ser mal, se tornar um bruxo das trevas que ama magia negra! Não imaginam como estão enganados.” Ela segurou com força o emblema da Sonserina bordado no peito do uniforme e se inflamou ainda mais “Eu tenho orgulho de ser dessa casa, é minha personalidade pura, sou astuta e adoro o poder, quero ser alguém nesse mundo, quero que meu nome esteja escrito nos livros de historia, mas não usarei jamais magia negra, nunca me aliarem ao Lorde das Trevas, pois acho que ele é apenas um lunático louco” ela parou quando viu alguns de seus companheiros de casa sussurrando entre si “E podem dizer a seus pais comensais o que eu acabei de dizer, pois não tenho medo dele, pois eu faço parte da Armada de Dumbledore, e eu irei caçar qualquer comensal da morte”
Depois que ela falou isso, seguiu seu caminho correndo para o dormitório feminino, seu coração ainda estava quase saindo pela a boca e sua mão suando fria, ela entrou no quarto e viu que suas companheiras de quarto não estavam lá, deu graças a Deus por isso e se jogou na cama, abraçando o travesseiro de maneira apertada, em seguida começou a chorar, sabia que seu temperamento explosivo havia colocado ela e sua família em um grande risco, ela não sabia o que deu na mente dela para falar que fazia parte da tal AD sem nem ao menos ter idéia de como iria fazer para fazer parte na realidade, então ela abraçou ainda mais o travesseiro e engoliu o choro.
“Vou ter que pedir....” ela sussurrava para ela mesmo “Pedir não, irei implorar!”
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Salão Principal
Harry e Hermione estavam praticamente abraçados na mesa da Grifinória, enquanto Rony tentava observar a mesa da Sonserina, ele queria ver Mel, que parecia não ter descido ainda pra tomar café da manha.
No momento que Rony estava quase ficando em pé pra ver se Mel estava em algum lugar na mesa, a bela e baixinha garota entrava no salão, ela estava de cabeça baixa, parecia triste, só que invés de ir até sua mesa foi até a onde estava sentados Rony, Hermione e Harry, parando na frente dos três, ela ergueu a cabeça e notou que a garota estava com os olhos inchados e vermelhos, parecia que ela chorou a noite inteira.
“O que foi com você” Rony perguntou.
“Nada....” a garota mentia, mas então decidiu falar a verdade “Chorei um pouquinho ontem” ela continuou.
“Por quê?” Hermione perguntava.
“Por que os Sonserinos são preconceituosos como os Grifinorios” Harry dizia com firmeza, já sabendo o que aconteceu “Quer se sentar Mel? Não existe lei proibindo isso”
A garota hesitou mais acabou se sentando ao lado de Rony, logo uma explosão se sussurros se formou nas duas mesas, Grifinória e Sonserina.
“O que houve?” Hermione perguntou.
“Malfoy veio me provocar, ele nunca havia falado comigo antes, mas ontem a noite ele decidiu provocar por que me viu com vocês” Mel contava “Então mandei ele se lascar e falei mais algumas coisinhas....” ela paralisou.
“O que você falou?” Rony perguntava.
“Que o Lorde das Trevas não passava de um lunático maluco” Mel respondeu baixinho.
“O que!?” Hermione perguntou alterada “Você sabe que existe muitos filhos de comensais, se isso chegar ao ouvido dele, ele pode lhe fazer mal!”
“Então...” ela começou a dizer “Eu vi um desses filhos sussurrando com outro, eu tipo que fiquei nervosa, e explodi”
“O que mais você falou Mel?” Harry perguntava.
“Falei para eles contar pro paizinhos comensais deles, e que eu não tinha medo do Lorde das trevas e muito menos dos comensais” Mel deu uma pausa ao perceber que os três a olhavam com o queixo caído “È meu grave defeito, sou muito explosiva!” ela tentava justificar o injustificável “Quando vi a bobeira que tinha feito eu acabei dizendo que fazia parte dessa tal AD”
“Isso não te ajudou em nada!” Hermione a repreendia “Mel você só fez de você um alvo mais interessante!”
“È eu saquei isso enquanto tentava dormir” ela dizia em um tom derrotado “Por isso eu chorei a noite inteira!”
“Quer realmente fazer parte?” Harry perguntou “Se quiser e tiver disposta a fazer um voto perpetuo você fará parte da AD”
“Claro...faço agora!” ela exclamava.
“Depois do café!” Harry dizia sorrindo.
“Ok!” Mel dizia sem graça.
“Mas antes...” Harry começou a dizer, mas parou para subir em cima do banco, fazendo todos olhar para ele. “Estão vendo essa garota aqui, essa Sonserina aqui, baixinha e bonitinha, ela faz parte da AD, então estar sobre minha proteção, se alguém da Sonserina resolveu mexer com ela de alguma maneira, eu mandarei meu companheiro Gerard brincar com essa pessoa” Harry gritava, ele deu uma pausa para recuperar o fôlego “E Gerard não sabe brinca direito!”
“Isso é uma ameaça Potter?” Malfoy gritava.
“Pode ter certeza que sim!” Gerard respondia em tom baixo, ele estava bem próximo de Malfoy, na verdade tomava café na mesa da Sonserina.
Com um forte deslocamento de ar e ruídos de batidas, centenas de corujas entraram voando pelas janelas superiores. Desceram por todo o salão, trazendo cartas e pacotes para seus donos, e deixando cair uma verdadeira chuva de pingos sobre as pessoas que tomavam café; sem a menor dúvida estava chovendo pesado lá fora. De Edwiges nem sinal, mas Harry não se surpreendeu; seu único correspondente era Sirius, e ele duvidava que o padrinho tivesse alguma novidade para lhe contar apenas vinte e quatro horas depois de se separarem, Harry havia visitado Sirius o convidando para a AD, lhe dando uma alta patente. Hermione, porém, teve de afastar depressa o seu suco de laranja para abrir espaço para uma enorme coruja-de-igreja molhada, que trazia um encharcado Profeta Diário no bico.
“Para que é que você ainda está recebendo isso?” perguntou Rony irritado, enquanto Hermione colocava um nuque na bolsinha de couro presa à perna da coruja que em seguida levantou vôo. “Eu não estou mais... é um monte de baboseiras.”
“E melhor saber o que o inimigo está dizendo” respondeu Hermione sombriamente, e, desdobrando o jornal, desapareceu por trás dele, só reaparecendo quando Harry Rony e Mel tinham terminado a refeição.
“Então meu amor?” perguntou Harry em um tom despreocupado.
“Acusaram você de ser um líder rebelde e Dumbledore de um velho caduco apaixonado que faz tudo o que você manda” Hermione dizia em um tom irritado.
“Como eles ficaram sabendo?” Rony perguntou.
“Algum aluno mandou uma coruja para os pais” Mel dizia “Provavelmente alguém de minha casa”
“Provavelmente” Harry dizia.
“Parece que o Ministro prepara uma investida contra Hogwarts, a intenção e prender vocês dois” Hermione dizia em um tom preocupado.
“Não se preocupe” Zaknafein apareceu ao lado do Harry “O Reforço chegou!”
“Como General de Exercito e sua função organizar eles” Harry dizia baixinho “Faça essa escola impenetrável”
“Sim senhor” ele dizia com firmeza “Pode contar comigo” em seguida desaparecia também.
“Harry meu amor, você estar certo disso? Uma guerra contra o Ministério se o verdadeiro inimigo é Voldemort?” Hermione dizia preocupada “Tem uma noticia de quinhentas mortes na Escócia, parece que foram mortes realizadas por bruxos” Hermione alisava a face do namorado “Pode ser você-sabe-quem!”
“Com certeza deve ser!” Harry dizia “Mas meu amor, O ministério vai nós atrapalhar demais e ajudar muito Voldemort se não derrubarmos esse ministro agora” ele aproximava seu rosto da namorada e lhe dava um selinho “Infelizmente vamos ter uma guerra pra lutar” ele dizia após o selinho “Antes da guerra principal, nós teremos que derrubar o Ministério”
“Que máximo!” Mel dizia toda empolgadinha.
Notas finais
Espero que vocês tenham gostado! se gostou, mandem reviews!mandem indicações, me motivem!
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