Harry Potter Reescrevendo a Historia
10 Capítulo IX
Notas iniciais
"um rei , uma fé uma lei"
Jacques Bossuet
O lugar era estranhamente escuro, acima de suas cabeças apenas um firme e solido rochedo, suas pernas estavam mergulhadas em uma água fria que chegava a trazer arrepios na espinha de Liliana, aquele lugar fedia a morte, esse era o único pensamento de Gerard, já Harry estava ansioso, ele sabia que se Merlin o indicou aquele lugar então aquele era o local a onde Zaknafein, o único Drow livre se escondia.
Assim que Harry ficou sabendo o local ele foi para o hotel buscar seus novos amigos e depois aparatou em uma pequena ilha no Japão mesmo, havia uma única cidade na ilha e era uma cidade bruxa, Harry sábia que não adiantava procurar ali, Merlin falou que Zaknafein estaria próximo da magia mais no subterrâneo da terra, pois achava que viver no subterrâneo como seus irmãos aprisionados era o castigo justo por ter traído Priyla, a Filha das Estrelas, a deusa élfica que a casa de Zaknafein, Zaknafein nasceu Drow, mas seu avô não, era um elfo, líder de seu clã, que cultuavam a bela filha das Estrelas, Priyla, mas o velho elfo queria mais poder e achou em Lolth, uma demônio adorado pelo os Drows como se fosse um deus, então o avô de Zaknafein faz o pacto e se torna um Drow, e suas gerações futuras tiveram o mesmo destino.
Harry tinha encontrado uma grande caverna próxima da vila bruxa, e sentiu que ali era o local certo, por isso estavam andando a mais de três horas, mas não havia nenhum sinal de vida.
“Até quando iremos continuar com isso?” Gerard perguntava em um tom cansado.
“Até a hora que encontrarmos ele” Harry respondi pela a milésima vez.
“Eu já falei que Zaknafein já deve ter morrido” Gerard teimava, e depois soltava uma gargalhada vitoriosa ao chegar em um ponto sem saída “Viu acabou a caverna”
Ele continuava dando gargalhadas enquanto Harry olhava aquela parede de rocha sem entender, será que Merlin estava errado? Isso era a única coisa que ele conseguia pensar.
“Cala a boca idiota!” Liliana dizia se aproximando da parede “Magia de selamento!”
“O que?” Harry perguntou se aproximando da garota.
“A parede, sinto uma magia de selamento nela!” Liliana respondia, sentindo que a sorte poderia finalmente virar para ela “Tenho certeza disso” ela dizia com firmeza lançando um olhar bem significativo ao Harry.
“Como sabe disso pirralha?” Gerard perguntava.
“Simples” ela respondia “Minha escola é especialista nesse tipo de magia, desde o primeiro anos aprendemos a identificar!” Novamente Liliana lançou um sorrisinho a Harry “Também sei como destruir!”
“Então faça!” Harry ordenou, ele nem percebeu que tinha ganhado um tom autoritário, um verdadeiro tom de líder.
Tal tom trouxe deliciosos arrepios em Liliana, que simplesmente amava ser ordenada pelo o Harry, tanto que em seus sonhos mais pervertidos, Harry sempre a ordenava com um pequeno chicote de couro trançado na mão. A jovem balançou a cabeça tentando tirar a imagem Sado do Harry de sua mente, e se concentrou no feitiço, novamente fez seus leves movimentos de corpo, tais movimentos que mexiam com a mente de Harry e Gerard , então sem pronunciar o feitiço, de sua varinha saiu um jato de luz vermelha, fazendo a parede inteira tremer. A garota soltou um sorriso e se aproximou da parede, em um segundo ela desapareceu.
“Caramba... lembra minha primeira vez na estação!” Harry dizia.
“Vamos atrás da pirralha metida?” Gerard perguntava.
“Com certeza!” O moreno exclamou já correndo em direção a parede.
Ele sentiu como se estivesse passando embaixo de uma cachoeira de águas geladas, mas a visão que veio a seguir era algo simplesmente irreal, ele estava em pé no top de um rochedo, cinqüenta metros abaixo dele existia uma cidade, uma estranha e bela cidade, edifícios feitos de rocha subiam do solo até chegar o teto, todos edifícios tinham imensas vidraçarias no topo que imanavam uma cor azul, que parecia ser mágico, todo o teto da caverna parecia ser moradia, feita com o mesmo tipo de vidro das vidraças dos edifícios e iluminada com aquela mesma cor azul mágica, ruas elevadas do chão ligavam um edifício do outro e até ligavam o chão ao teto, que se fosse o que parecia era o maior edifício ali, pois cobria toda a imensa cidade.
Os três magos não podiam acreditar no que seus olhos viam, eles estavam de frente a uma antiga cidade Drow, que não parecia ser tão antiga assim, pois ainda se conservava como se estivesse ativa, Harry estava boquiaberto, mas sabia que se existia alguém conhecedor dessa cidade, esse alguém era Merlin.
“Velho você no disse que não existia mais Drows além desse que estávamos procurando?” Liliana perguntava.
“Foi o que ele me disse” Gerard dizia tão boquiaberto quanto Harry “E não me chame de velho!” ele exclamou.
“Parem os dois!” Harry exclamava “Vamos ver se existi somente a cidade ou se existi a população também”
Os três começaram a caminhar, desciam pelo os rochedos, que era bem, inclinado e perigoso, de onde eles estavam não dava para perceber se a havia algum movimento na cidade ou não, e o coração do Harry estava ansioso por essa resposta, pois isso poderia causar um monte de coisa ao mundo.
Eles estavam se aproximando da cidade quanto escutaram um forte som, nesse momento uma imensa lagartixa gigante saltou sobre suas cabeças parando bem na frente dele, em cima da lagartixa estava montado um homem estranho, para os três nada menos do que magnífico podia simplificar o homem, tinha pele escura era de um tom ardósia-azulado, seus cabelos brancos e olhos vermelhos puros, a beleza daquela criatura era selvagem era algo surreal, que beirava a loucura, fazia qualquer ser na terra se apaixonar, o Drow usava uma armadura toda negra com uma capa verde-oliva escura por cima da mesma, em suas cortas duas espadas curvadas estavam dentro de suas bainhas que por sua vez estavam amarradas na armadura.
“Nandar quantë lótion” Falou o Drow em um tom firme em um idioma desconhecido.
“Fale a língua dos homens!” Harry ordenou com firmeza, ele já apontava sua varinha para o rosto do Drow.
“Um homem mágico, pensas que pode contra um Drow?” o Drow falou em um tom cheio de zombaria “Antes de apreenderem o que era magia, nós já a dominávamos!”
“È o qual foi mesmo o destino de sua raça?” Gerard dizia em um nítido tom de desafio “Cala-se ser ultrapassado, ou eu o farei calar!”
O Drow desmontou de sua estranha montaria e olhou para Gerard, um olhar assassino, seus olhos vermelhos brilhavam mais que olhos de gatos na noite escura.
“Jurei a Grande deusa Priyla, a Filha das Estrelas, que nunca mais iria voltar para o lado das trevas, mas você humano, faz eu querer ser meu eu antigo!” o Drow rosnou cada palavra, como se fosse um esforço imenso se controlar “O que querem em Bhaeryden, ultimo recanto dos Drows Renegados da terra”
“Pensávamos que os Drows estavam presos!” Liliana falou em um tom amigável.
“Todos os Drows, filhos da maléfica Lolth, estão presos em Menzoberranzan, eu sou Senhor de Armas da Casa de Aran, uma das setes casas Renegadas que renunciaram Lolth e voltaram para as bênçãos de Priyla” o Drow dizia “Antes da batalha final os elfos nos mandaram para essa antiga cidade, a mais antiga cidade dos Drows, que na época era só uma ruína, eles não confiam em nós para lutar aos seus lado, então apenas ficamos sabendo da noticia, que o mundo estava erradicado de ambas as raças.” Ele continuou “No fim não iríamos desmentir o que foi passado, era o único jeito de sobreviver, com todos achando que era o fim de nossa raça!”
“Zaknafein” Harry falou “Gostaria de conversar com Zaknafein!”
“Quem quer conversar com Zaknafein, o Senhor de Armas da casa de Do'Urden e conselheiro chefe da Matrona Malice Do'Urden, governante dessa cidade?” o Drow perguntou.
“Harry Potter, Marechal da Armada de Dumbledore e único discípulo de Merlin” Harry falou, fazendo o Drow lhe lançar um olhar diferente, quase quanto temeroso, geralmente o nome de Merlin causava isso as pessoas.
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Bem longe da cidade Drow de Bhaeryden, os Weasley estavam passando suas férias no Egito, e Rony estava adorando aquilo, pois a viagem estava dando um refresco a sua dor de cotovelos que se instalou desde o fim do seu namoro.
Ele e Gui estavam visitando a pirâmide perdida, uma pirâmide que só os mágicos sabiam de sua existência, então naquele lugar só havia bruços, enquanto os dois irmãos estavam na pirâmide os outros Weasley estavam fazendo um piquenique as margens do rio Nilo, sim era um passeio bem estranho para trouxas, mas para bruxos parecia ser normal.
“Aquela é uma gracinha!” Gui dizia apontando uma bela loira.
“Engraçado você gosta de loiras!” Rony dizia em um tom cansativo, seu irmão só lhe mostrava loiras. “Nenhuma chega aos pés de minha Lorayne” ele continuou fazendo formando um bico nos lábios.
“O problema é que ela lhe deixou!” Gui falou, mas no momento que fechou a boca já se arrependeu, pois Rony voltava a ficar com cara de choro “Calma irmão, logo aparecerá uma mulher que vai lhe deixar louco!” ele tentou emendar.
“Tá!” Rony dizia “Só nos meus sonhos!”
Os dois voltaram a caminhar, a pirâmide era magnífica, protegida por um feitiço que impedia os trouxas de a verem, Rony e Gui estavam vestidos com tradicionais roupas de deserto, e Rony suava igual tampa de marmita, e já havia recusado trezentos produtos que havia lhe sido oferecido por bruxos mal elementos estilo Mundungo Fletcher.
“Relíquias da Morte aqui” um vendedor gritava “Que nunca sonhou com a Varinha das Varinhas? Seja um grande mago e nem precisa comprá-la, basta apenas me derrotar em um duelo” o cara continuou, ele era imenso, parecia um leão marinho, era careca no centro da cabeça mais mantinha cabelo ao redor e tentava tampar a careca com os cabelos que sobravam, usavam um bigode imenso que era negro carvão, totalmente diferente da cor do que restou de seus cabelos que era branco. “Ei vocês ruivos, qual de vocês querem se tornar o maior mago de todos” ele dizia para Rony e Gui que passavam perto dele “Você grandão, se acho forte? Precisa apenas me desarmar e a varinha é sua!”
“Só desarmar, sem pagar nada?” Rony perguntou.
“Isso mesmo!” O gordão exclamava “O que você acha?”
“Não tem nada a perder Ron” Gui incentivava.
“Só ser humilhado publicamente” Rony dizia, ele havia notado que os bruxos turistas começaram a se movimentar e eles já estavam sendo rodeados.
O velho homem se aproximava dele, Rony notou que já conhecia aquela varinha de algum lugar, apenas não sabia de onde, Rony decidiu arriscar, afinal não tinha nada a perder mesmo, o gordo fez uma curta reverencia, Rony o imitou, depois eles voltaram a se afastar, Rony pensando em qual feitiço usar, na realidade só tinha um em mente. Rony esperou para ver se o velhote iria atacar primeiro, então ele notou que o velho obeso não fazia movimento algum.
“Expelliarmus” Rony gritou.
Um lampejo vermelho saiu da varinha de Rony acertando em cheio a varinha do gordo, que voou no ar e caiu na outra mão do ruivo, que parecia não acreditar no que tinha feito.
“Eu ganhei!” ele exclamou.
“Pegou-me desprevenido!” o gordo dizia se aproximando “Mas devo alertar que essa não é a varinha das varinhas” ele falou em um tom alto para todos ouvir e depois continuou em um tom mais baixo “Mas será bem útil a você, boa sorte Sr Weasley”
Em seguida o cara saiu andando, como se nada estivesse acontecido já desaparecendo no ar.
“Parabéns tem uma varinha nova!” Gui dizia sorrindo.
“Ela deve ser horrível!” Rony reclamava.
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Dumbledore aparatava diretamente em sua sala, ele ainda estava tendo a aparência de um trouxa qualquer que ele roubou uns fios de cabelo em Londres, o diretor sorria de forma satisfeita.
“Então...foi feito?” Snape perguntou.
“Ronald Weasley é o novo senhor da Varinha das Varinhas!” Dumbledore falou em um tom vitorioso “Garanto que agora será bem útil, confesso meu amigo que esse foi meu plano mais inteligente, e olha que eu sempre tenho planos geniais”
“Mas para aquele garoto?” Snape perguntou meio desconfiado.
“Melhor amigo do Harry, lembre-se o que Harry falou, ele não vai abrir mão dos seus dois melhores amigos, Srta Granger tem um potencial incrível, pois é muito inteligente, já o Sr Weasley nunca foi de grande ajuda” Dumbledore falou já começando a se transformar “Tenho certeza que agora ele será um mago genial, aquela varinha é algo surreal” o diretor continuou.
“Vamos esperar para ver!” Snape exclamava realmente sem ter muita confiança no Rony.
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Rony tinha passado a tarde inteira trancado no quarto da taberna que ele e sua família estava hospedada, ele tinha testado a varinha e notado que tinha conseguido realizar todos os feitiços que havia tentado, ele já estava começando a acreditar que aquela realmente era a varinha das varinhas.
Ele estava tão empolgado que perdeu a hora do almoço, quando desceu para comer não encontrou ninguém de sua família, que já tinha saído para fazer suas compras de itens inúteis. O garoto puxou uma cadeira em frente ao balcão e pediu uma cerveja amanteigada, também pediu um simples sanduiche de peixe defumado ao patê de abobora, ele estava devorando seu sanduiche quando sentiu um delicioso perfume, se virou e viu uma linda jovem se sentando na ultima cadeira do balcão, ele tinha cabelos castanhos escuros e olhos da mesma cor, pele bem branca e um corpo bem formado, mas pequeno, sua expressão era séria, mais tinha um rosto lindo, que fez Rony suspirar. Ela comia um sanduiche igual a do Rony e parecia estar gostando muito.
“È gostoso?” Rony perguntou em um tom alto para ela escutar.
A garota olhou para os lados e para trás para ver se o garoto realmente estava falando com ela, só depois percebeu que só tinha os dois ali.
“Você ta falando do sanduiche?” ela perguntou em um tom engraçado.
“O que?” Rony perguntou, pois não tinha escutado bem.
“Invés de gritar venha e senta-se aqui, ai poderemos conversar normal!” ela exclamou em um tom alto.
Rony ficou com as orelhas vermelhas de vergonha, mas se levantou e foi se sentar ao lado da garota, ela era super baixinha, e ficava ainda mais baixo se fosse comparada ao Rony, que era muito alto para a sua idade.
“Britânico?” ela perguntou.
“Sim” Rony respondeu em um tom baixo. “Estuda em Hogwarts?” ele perguntou.
“Sim, irei cursar o sexto ano” ela respondia em um tom gentil “Você é do sétimo? Nunca te vi lá”
“Não, irei cursar o quinto ano” ele respondeu “Eu também nunca te vi, isso significa que somos de casas diferentes, eu sou da....” ele ia falar mais a garota o interrompeu.
“Não vamos estragar um possível amizade” ela dizia “Podemos ignorar nossas casas aqui, já que não estamos em Hogwarts” ela falou já esticando a mão para Rony “Sou Melliza, pode me chamar de Mel”
Rony se adiantou e esticou sua mão segurando a pequena e suave mão da bela garota a sua frente “Ronald, mas pode me chamar de Rony” ele dizia, notará que ela não falou sobrenome.
XXX
Os dois lancharam juntos e depois foram passear pela a bela cidade do Cairo, a onde encontraram vários locais mágicos, Melliza comprou muitas relíquias egípcias antigas, já Rony não comprou nada, ele não tinha dinheiro.
Após o passeio eles foram ver o por do sol no edifício mais alto da cidade, Mel era uma moça super educada mais Rony percebeu que era também meio arrogante, ela literalmente não gostava muito dos trouxas, reclamou algumas vezes da forma que o mundo era, bruxos escondidos e trouxas dominantes, as palavras dela não eram palavras lunáticas como as dos seguidores de Voldemort, ela era diferente suas palavras eram sabias, apenas falava de um mundo justo sem um ser dominante, bruxos e trouxas sabendo da existência um do outro, vivendo separado cada um em sua comunidade, mas sem nenhum precisar se esconder, as palavras da Mel eram tão sensatas que fizeram Rony pensar por uns instantes e admitir que ela realmente tinha razão.
Então os dias foram se passando e Rony e Mel se tornaram ainda mais amigos, na realidade Rony estava começando a pensar muito nela, e isso o assustava, ele não queria amar novamente tão rápido. Já Mel estava apreciando a companhia de Rony, no começo ela achou ele meio histérico e mal educado, só que a medida que ela o conhecia, ela gostava mais dele, ele era o primeiro amigo da garota, que sempre viveu isolada de todos.
Para a tristeza de ambos, as férias estavam acabando, Rony combinou de encontrar Mel na pirâmide escondida. Chegando lá ele a encontrou já o esperando, estava mais do que linda, invés de usar aquelas roupas de deserto que a maioria dos bruxos estavam usando, ela usava um vestido bem curtinho branco, com uma capa de negra por cima, seus cabelos estavam soltos sobre seu ombro. – ela parece um anjo! – foi à única coisa que se passava na mente do Rony.
“Ron” ela dizia se aproximando dele “Como foi à noite?”
“Triste!” ele respondia em um tom tristonho.
“Não é uma despedida definitiva” Mel dizia colocando a mão no ombro dele “Nós encontraremos em Hogwarts” ela deu uma pausa e sua expressão também ficou triste “Isso é, se você ainda quiser ser meu amigo!” ela continuou em um tom baixo.
“Por que não seria?” ela perguntou.
“Sabe... eu sempre soube de que casa você pertencia” Mel dizia o olhando nós olhos “Grifinória, sempre achei uma casa interessante, sempre quis saber quais eram os pensamentos de seus membros” ela deu uma pausa “Mas os Grifinorios não gostam de minha casa, simplesmente não nos misturamos, e para ser franca, não é só minha casa que tem preconceito” Mel sorrio para Rony.
“Uma Sonserina quis ser minha amiga mesmo sabendo que sou um Grifinorio?” Rony perguntou meio que sem acreditar.
“Também sabia que era um Weasley, traidor do sangue” Mel falou em um tom de brincadeira “Minha mãe apontou vocês e falou dessa maneira, uma atitude lamentável. Peço desculpas em nome de minha família” a bela garota abaixou a cabeça e olhou o chão, não tinha coragem de olhar nos olhos do amigo para lhe fazer essa pergunta. “Ainda vai querer ser meu amigo, agora sabendo que sou uma serpentinha?”
Rony estava paralisado, super surpreso, nunca imaginou que um nojento Sonserino pudesse ser tão legal, tão sincero, o ruivo sempre tentou adivinhar que casa Mel pertencia, mas nunca sondou que ela poderia ser da Sonserina, pois ele sempre imaginou um Sonserino como uma copia mal feita de Malfoy.
“Parece que não né?” Mel dizia em um tom triste após a demora de Rony a responde-la, ela já ia começar a andar quando Rony a segurou pela a mão.
“Você é incrível!” ela dizia em um tom sério “Uma garota fantástica, com um ideal real e verdadeiro, nada sonhado ou lunático” o ruivo deu uma pausa e colocou as mãos no ombro dela, isso fazia ela aparentar ainda mais baixinha do que já era. “Seria uma honra poder chamá-la de amiga” Mel ficava com os olhos cheios de lagrimas e o ruivo percebeu isso “Mas devo perguntar, aceitaria ser amiga de um leãozão ruivo como eu?”
“Claro que sim, seu besta!” ela respondi o abraçando.
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Bhaeryden, cidade dos Drows Renegados
Harry e seus companheiros seguiram o Drow, à medida que eles andavam pela a cidade ele percebia que ela estava deserta, era simples, aquela cidade era imensa, se fosse colocar em números ela abrigaria mais de um milhão de pessoas, e devido à falta de movimento, parecia que não existia nem meio % de um milhão.
Os três entraram em um grande edifício e perceberam que era o maior da cidade, as paredes eram feitas de rocha lisa enquanto o chão era feito de mármore negro, a medida que eles passavam notaram que ali estava bem movimentado, tanto que Gerard pode ver por uma porta entre aberta um Drow esquisito com um aspecto velho, ele estava com duas jovens Drows nuas e belas, por um segundo Gerard pensou em invadir, mas mudou de idéia ao perceber que isso poderia trazer problemas aos três.
Depois de uma longa caminhada que incluía subir escadarias que pareciam ser sem fim, eles chegaram em frente a uma imensa porta dupla feita de pedra polida, eram negras e haviam desenhos ricos em detalhes, o Drow que levavam eles até lá fez um gesto com a mão e a porta se abriu, por mágica, os três entrarem mas logo quiseram sair dali, aquilo era um quarto, um imenso e belo quarto, no centro uma confortável cama e em cima da cama estavam dois Drows, um macho, deitado de costas na cama e uma fêmea, linda demais, para os dois rapazes, aquela era a mulher mais sexy do mundo, ela estava pelada, fazia movimentos de subir e descer no colo do Drow, sua mão arranhava o peitoral dele enquanto a outra mão acariciava seu próprio corpo, seus grandes e belos seios pulavam conforme o movimento do corpo dela, eles estavam transando, sem se importa de serem pegos no ato, a bela fêmea abriu seus olhos e Harry pode perceber que seus olhos eram violetas, ela olhou diretamente para o Harry e deu um sorriso sexy voltando a fechar os olhos, seu rosto fazendo uma linda careta de prazer.
“Zaknafein” o Drow que levou os três até lá falou “Esses Magos queriam uma audiência com você”
“Kazenal, eles podem esperar!” A fêmea falou em um tom de voz ofegante, era quase um gemido.
“Claro Milady!” o Drow que o nome era Kazenal falou se curvando.
Então não se movimentou, Harry pensou que iriam sair daquele quarto, mas como o tal Kazenal não fez menção em sair, eles tiveram que ficar lá e assistir aquela transa, viram a fêmea aumentar a velocidade de suas cavalgadas e passar a gemer bem alto, Gerard olhava aquilo com um olhar louco, como se estivesse se segurando para não entrar na festinha, já Liliana estava com a face corada, evitava olhar a cama, apenas escutava o sons daquela transa e imaginava fazer aquilo com o Harry, portanto não tirava os olhos do seu superior, que por sua vez fechava os olhos e tentava não escutar nada, seus pensamentos indo direto para Hermione, sonhando acordado com ela.
“Prontinho!” a fêmea falou com a voz ofegante “Foi ainda mais excitante com esses humanos olhando, mas confesso que um de vocês não pareceu interessado”
Harry abriu os olhos e observou a bela Drow na sua frente, seu corpo nu parecia brilhar enquanto sua área mais intima de tão úmida escorria por entre suas pernas.
“Não me interesso por sexo alheiro” Harry falou em um tom sério.
“Então, se quiser sexo eu te darei!” a fêmea exclamava “Sempre desejei um humano novinho assim”
“Não me interesso!” Harry respondeu.
“Morda a língua humano” Kazenal rosnou “Você não precisa se interessar por nada, se a Matrona Malice Do'Urden realmente deseja ela terá” o Drow dizia em um tom irritado.
“Acalma-se Kazenal” Malice dizia sorrindo, ela ia até a cama e vestia uma espécie de roupão negro, feito de um tecido leve e fino, tão transparente que era o mesmo se não vestisse nada “Quero escutar o que esse humano tem a dizer”
“Malice” o Drow que tinha acabado de transar com ela falava “Parece que eles vieram conversar comigo!”
“Zaknafein, quem eis se for comparado a mim?” Malice dizia com um tom malicioso na voz.
“Ninguém...não sou ninguém milady” ele dizia se curvando.
“Que bom que sabe!” Malice dizia se aproximando de Zaknafein, ela alisava a face dele “Eis um bom amante, um bom mestre de armas e somente isso!” então ela saiu de perto dele e foi até o Harry, alisando a face do rapaz, parando seu dedo nos lábios dele. “Você é corajoso de vim até aqui, mesmo não entendendo como descobriu minha cidade” ela dizia para Harry.
“Sou o único discípulo de Merlin” Harry falou fazendo Malice dar dois passos para trás ao ouvir o som do nome de Merlin.
“Aquele maldito acha que pode brincar com todos?” Malice dizia em um tom irritado “Veio até mim, me usou com um brinquedinho e depois sumiu, sem cumprir o que prometeu”
“O que ele prometeu” Harry perguntou.
“Tirar a maldição que os elfos brancos colocaram em minha raça” Malice dizia pegando a mão do Harry a levando para seu corpo, colocando em cima de seu seio esquerdo “Podemos transar, nos divertir muito, mas não procriamos, os machos são secos, simplesmente secos! Como teremos filhos se nossos machos não possuem esperma?” ela foi levando a mão do Harry pelo o seu corpo até colocar ela entre suas pernas, em seu sexo, o moreno estava constrangido com aquilo, sentindo o sexo úmido e quente daquela estranha mulher. “O que sente molhado, é apenas meu prazer, costumo o chamar de meu melzinho” ela sussurrava na orelha de Harry, que por sua vez puxou sua mão e deu dois passos para trás.
“Posso sentir também?” Gerard perguntou já esticando a mão, Malice o ignorou.
“Os Drows de Menzoberranzan possui essa maldição?” Harry perguntou.
“Claro” Malice dizia indo se sentar na cama “Mas eles não estão tão desesperados para terem filhos, nós sim, pois somos apenas centro e treze, centro e treze Drows Renegados” ela continuou “Já os Drows malignos de Menzoberranzan, então em mais de dois milhões!”
“O que?” Liliana perguntou alterada.
“Nós Drows éramos de mais fácil procriação que os elfos brancos, então nossa população expandiu, teve um tempo que estávamos em maior numero que vocês, humanos, que sempre foram os mais fácies para procriar” Zaknafein falava em um tom calmo, Harry achou estranho ele não sentir ciúmes de Malice, quando ela colocou a mão do garoto em seu intimo “Mas não precisam se preocupar com os bastardos de Menzoberranzan, eles nunca saíram de lá” ele continuou.
“Se eu dizer que existe um grande mago super poderoso que pretende os libertar” Gerard falou em um tom descontraído “Ah...esqueci de dizer que vocês serão os primeiros a serem destruídos, pense, vocês são traidores de sua própria raça, a primeira coisa que os tais bastardos farão é caçar vocês, um por um” Gerard queria provocar, causar medo, e conseguiu, Malice não dizia nada, era como se ela estivesse encarando esse futuro, enquanto isso Zaknafein parecia amedrontado e Kazenal assombrado.
“Esse tal mago não conseguiria” Kazenal dizia assombrado “Não pode, é impossível não é?”
“Não sei” Harry falou com sinceridade “O lord das Trevas é um dos mais talentosos magos de todos os tempos” ele continuou.
“O que pretende discípulo de Merlin?” Malice dizia em um tom sério “Trazer medo aos nossos corações? Veio apenas para isso? Pois se foi, pode ir embora, já conseguiu o que queria, e eu nem vou querer me deitar com você!” ela continuou.
“Quero combater esse mago e o destruir antes mesmo dele conseguir abrir Menzoberranzan” Harry dizia olhando diretamente nos belos olhos violetas da Matrona “Para isso preciso da ajuda de vocês, um exercito, e isso que estou formando” ele se aproximou pegando a fina mão da Drow a segurando entre suas mãos “Uma aliança comigo, me daria total controle sobre seus Drows?” o rapaz dizia e depois beijava a mão dela.
Matrona Malice o olhava, estava achando aquele mago muito interessante, ainda mais interessante que seu mestre, e isso era algo que ela achou que nunca iria encontrar, alguém mais interessante que sua paixão antiga Merlin. Ela sabia que o portão poderia ser quebrado, ela sabia que os Drows das Trevas viria atrás dela, a caçaria por todo o mundo, então decidiu arriscar.
“Te darei total controle sobre meus irmãos” Malice dizia em um tom firme “E total controle sobre mim” ela sorria de forma atrevida, Harry percebeu qual seria o controle que teria sobre ela.
“Faria um voto Perpetuo?” Gerard perguntou.
“Seus subordinados não confiam em mim” Malice dizia em um tom choroso.
“Meu mestre me ensinou a não confiar em Drows” Harry falou.
“Odeio ele” Malice dizia em um tom sorridente “Sim eu faria um voto perpetuo, uma aliança até destruir esse tal lord das trevas” ela continuou “Para provar minhas boas intenções eu lhe ofereço Zaknafein, ele é meu melhor guerreiro, poderá fazer parte do seu alto escalão, e assim que precisar do meu exercito, ele poderá vim buscá-lo”
“Agradeço!” Harry falou “Ele será bem útil.”
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Casa de Campo da Família Granger.
Hermione estava ficando louca já, ele estava preocupada, triste, preocupada, enciumada, preocupada novamente e novamente enciumada. Queria saber a onde seu namorado estava, as férias estavam acabando e ele não foi visitá-la como prometeu, apenas lhe mandou cartas, cartas que não diziam, a onde estava o que estava fazendo, isso fez a jovem chorar muito, de raiva, de preocupação e de ciúmes. Ela não sabia o que dizer para seus pais, pois falou para eles que seu namorado iria visitá-los nas férias, e só falou isso por que Harry a fez prometer que ela falaria isso.
Faltava três dias para o fim das férias, ela e seus pais estavam almoçando no campo, em uma mesa de piquenique feita de madeira em baixo de uma imensa mangueira brasileira, a garota já estava pensando na briga que iria ter com o namorado quando o encontrasse, e isso fazia ela mal tocar na comida, estava brincando com suas batatas quando escutou estalos, seu pai quase caiu da cadeira, ele não estava acostumado com magia assim, Hermione evitava fazer muitos feitiços para não o assustar, além que era proibida pelo o ministério, e mesmo nessas férias, que Harry falou que ela poderia fazer, pois Dumbledore colocou alguém no ministério que iria fazer vista grossa, ela não realizou nenhum. A garota ergueu a cabeça e viu seu namorado, ele usava estranhas roupas, na realidade parecia estar vestido para uma festa, ela viu a faixa no braço direito do garoto e notou que havia o símbolo da arvore da vida além do desenho de cinco varinhas, só que ele não estava sozinho, havia um garoto loiro um tanto quanto atraente com ele, vestia a mesma roupa de Harry e também usava uma faixa no braço, só que com apenas quatro varinhas embaixo da arvore, para a agonia de Hermione também havia uma garota, usava saia bem curtinha preta e um terninho feminino, além do sobretudo igual a dos garotos, para a tristeza de Hermione ela era extremamente linda, também usava uma faixa no braço, só que com três varinhas desenhadas embaixo da arvore, o que mais assustava o pai da Hermione era o alto homem com pele morena e cabelos branco, além de orelhas pontudas, usava uma armadura negra com detalhes prateados, duas espadas curvadas dentro de suas bainhas que por sua vez estavam presas na armadura na parte de das costas, usava uma capa vermelho sangue da mesma cor do sobretudo dos outros três, em seu braço direito a mesma faixa branca com o desenho da arvore da vida, só que com quatro varinhas embaixo da arvore.
Hermione finalmente se recuperou do baque de ver seu namorado acompanhado com esse grupo, ela se levantou e foi andando na direção deles.
“Vocês terão três dias de folga até saímos para Hogwarts” ela escutou Harry falando, como se fosse o superior daquele grupo “Não arrumem muita confusão, e lembre-se, se dividam para sempre ter um de guarda aqui”
“Sim” os outros falaram em conjunto.
“Liberados Marechal?” o garoto loiro dizia em um tom brincalhão.
“Claro! se divirtam” Harry falou sorrindo.
“Não posso ficar?” a garota perguntava.
“Não seja idiota pirralha” o loiro falava “Vou te mostrar o lado boêmio de Londres”
Em seguida os três aparantaram, Hermione continuou caminhando em direção ao Harry, ela tinha pensado em todas as coisas feias que iria falar para ele, mas quando chegou próximo do seu amado esqueceu todas, apenas abriu seu sorriso mais belo e se jogou nos braços do moreno, o beijando, um beijo apaixonado e cheio de saudado.
“Hunf” Hermione escutou a voz do seu pai e encerrou o beijo.
“Desculpe Sr Granger!” Harry dizia com as bochechas vermelhas.
“Quem é esse rapaz minha filha?” a mãe da Hermione perguntava.
“Esse é Harry Potter meu...” Hermione começou a falar e ficou super corada “Meu namorado” ela continuou.
Entendendo as faixas:
Harry Potter: Marechal, símbolo da AD e cinco varinhas douradas.
Gerard Grindelwald: General de Exercito, símbolo da AD e quatro varinhas douradas.
Zaknafein Do'Urden : 2º General de Exercito, símbolo da AD e quatro varinhas prateadas.
Liliana Grindelwald : General de Divisão, símbolo da AD e três varinhas douradas.
P.S: fala galera, vim aqui pedir para alguém fazer uma comunidade no orkut para mim kkkkk pode ser varios nomes, tipo, Eu amo as fanfics do Jair, Jair Jr the best....e ai vai! será algo tão legal.
P.S² Estou criando uma revista digital (que logo pode se tornar uma revista real) nela os melhores escritores de fanfic iram postar uma historia cada, semanalmente ou mensalmente, eu ainda não decidi, será estilo a Juump do japão, só que invez de maga será fanfics! Os leitores terão um espaço para votar no melhor capitulo da semana, o menos votado por 5 semanas consequitiva terá a historia cancelada e outro escritor tomara seu lugar na revista. fiquem ligados, vc escritor poderá ser selecionado.
A procura de patrocinadores!
valew pessoal.
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