Notas iniciais
OLA pessoal, quero agradecer por vocês terem comentado o capitulo anterior, e espero que vocês gostem desse capitulo. Quero dedicar esse capitulo para as leitoras que gostão de um drama.

P.O.V Adrielle


– Será que vai ficar tudo bem com os dois? – Perguntei, me sentando em um dos pufes espalhados pelo o que seria uma enorme sala de estar. – Acho que vou ir embora.



–Com certeza eles estão bem, olha igual o Logan falou, eles estavam se entendendo, não vamos ser nós que iremos atrás deles novamente.



–Você tem razão. Mais mesmo assim acho que vou indo, a Victoria já se foi e a festa e sua, tem que ir se divertir em vez de ficar só conversando comigo.



– Eu me divirto com você, por favor, fique só mais um pouco.



–Igual eu disse a festa e sua, você devia estar conversando com os seus amigos.



–Você e mais legal que eles, bem mais interessante, eu vou ficar aqui com você, não irei te deixar sozinha.



–Tudo bem, mais só um pouco, já esta ficando tarde.



–Ok, mais depois eu que vou te levar para casa.



–Ok. Então Daniel aonde você conheceu o Logan?



– Nós nos conhecemos desde quando me entendo por gente, nossos pais são velhos amigos, e viraram sócios dos hotéis Waldorf, então começamos a nos dar bem, e hoje ele não consegue mais viver sem mim. – Disse com um tom sarcástico na ultima frase, então rimos. – E você, porque não me conta o motivo de tratar todos os homens tão rudemente?



– E que os homens são uns babacas! – Ele fez uma cara de indignação, e eu dei um sorriso e depois continuei. – O nome dele é Matt, fui com ele em uma casa de festas esses dias, ele parecia um cara legal, que me passava sinceridade quando conversávamos, e o que eu mais gosto em um homem e a sinceridade, enfim ele me fez ficar muito afim dele e então quando nos afastamos por uns cinco minutos, o peguei no flagra beijando outra garota.



– Ele foi um completo idiota, deixar uma pessoa tão maravilhosa como você pra se agarrar com outra e um ato estúpido, você é tão linda.



–Mas a garota também era bonita.



–Mas tenho certeza que não era mais bonita que você. – Seu comentário me deixou muito sem graça. – Isso não e coisa que se faça.



–Tudo bem, é passado, o importante e que agora tudo vai ser diferente, vou-te confessar uma coisa. Estou adorando te conhecer, se continuarmos assim tenho certeza de que viraremos grandes amigos. Eu sinto falta, eu amo a Victória, mais às vezes e bom ter outros amigos, amigos daqui que possa nos levar pra passear, nos mostrar lugares para conhecer, eu sei que a Victoria também sente um pouco disso, só que ela e mais fácil de enturmar com as pessoas, entende?



– Claro que entendo, Adrielle tem uns amigos meus que estão chegando vou cumprimentá-los, você quer vir junto?



– Não acho que vou à cozinha pegar alguma coisa pra beber, para que lado que fica? – Daniel me passou as coordenadas e depois eu disse — Eu sei que não deveria pedir isso mais não demora, eu sei que a festa e sua, mas estou aqui ainda só por causa de você, porque você insistiu.



–Pode ficar tranqüila, muito diferente daquele cara que você saiu, eu nunca te decepcionaria.



–Promete? – Perguntei, acho que exigindo demais, mais ele respondeu então talvez nem tanto.



–Prometo.



–Então ta, se eu não estiver aqui quando voltar devo estar perdida nessa enorme casa. – Disse sorrindo. Ele devolveu o sorriso e virou-se, partindo em direção a porta principal, o observei durante um instante, pensando como foi divertido conhecer ele.


Preparei-me para ir à cozinha, passando por um monte de gente, e tinha pessoas com fantasias realmente engraçadas por aqui, o que mais encontrei foi bruxas e zumbis, mais tinha uns diferentes também. Quando achei a cozinha, percebi que ela era extensa e como toda a casa, essa era a parte mais iluminada de todos os lugares que eu já fui da casa, as paredes eram brancas, e a cerâmica era um cinza muito bonito, os moveis eram rústicos de madeira avermelhada, tinham grandes armários pregados na parede, balcões cercando quase toda a parede, tinha dois frízer cheios de bebidas, fui em direção a um deles, peguei uma garrafa de matine, e depois encontrei alguns copos em cima do balcão, peguei um e o enche. Senti que estava sendo observada então olhei para o rumo de três garotos que me olhavam sem ao menos disfarçar na estrada da cozinha, eram pessoas muito estranha, que me davam arrepio, o rapaz do canto esquerdo estava vestido de marinheiro popay, o do meio de caubói e o do canto esquerdo de vampiro, o do meio e o mais bonito dos três era o que me dava mais medo, sem mais escolhas sendo aquela a única porta de saída para dentro da festa, resolvi encará-los.


– Com licença, eu preciso passar, estou com pressa. – Disse para o do meio, para poder passar.



–Ow, a garota esta com pressa gente, ela esta linda como a mulher gato não é?



–Que pena que ela e linda demais para você. Agora se puder me dar licença. – Disse olhando-o com desgosto.



– Então você e das difíceis, eu adoro garotas difíceis. E a resposta sou não eu não vou dar licença e perder a oportunidade de conhecer uma gracinha como você. – Ele foi se aproximando cada vez mais.



–Se toca cara, você é tão repugnante que nem em mil anos eu ficaria com você. – Eu falei colocando distancia entre nós.



–Você não sabe futuro minha linda.



–Não mesmo, mas eu nunca vou largar de enjoar só de olhar pra sua cara, pode ter certeza.



Então quando eu menos espero vejo um doido com a fantasia de pateta correndo na direção da cozinha olhando para trás. Os três garotos deram distancia da porta mais eu fiquei paralisada, não consegui movimentar um músculo se quer do meu corpo, mesmo sabendo que vou ser atingida em poucos instantes, então tudo acontece muito rápido, o cara vestido de caubói me puxa para mais perto dele impedindo a colisão que iria acontecer, durante esse meio tempo deixei meu copo com Martine cair no chão fazendo uma enorme bagunça com os cacos se espatifando em milhões de pedacinhos. Confesso que levei um susto com tudo isso.



– Obrigado- Disse para o rapaz que me salvou de uns belos hematomas.



– Você se machucou?



–Não.



–Você fica me devendo uma, mas se preferir não fica mais se permitir que eu pegue uma nova bebida pra você.



–Não preciso eu mesmo pego.



– Tem certeza, você precisa se sentar um pouco, e só uma bebida. – Ele disse pegando um banquinho na cozinha e me oferecendo, eu me sentei.



Então eu estudei as minhas possibilidades, ou eu podia recusar, e ficar devendo para um cara que eu não conhecia e não tinha idéia de quando poderia ter que ajudá-lo em algo, já que ele me ajudou ou o deixaria pegar uma bebida, uma simples bebida para mim e nunca mais ter que olhar na cara dele. Que mal tem é uma bebida NE. Então eu escolhi a segunda opção, melhor aproveitar a oportunidade.



– Tudo bem, mais tem um amigo meu me esperando não quero demorar. – Disse não como uma desculpa mais porque o Daniel já estava quase vindo me procurar mesmo.



– Sem problema, o que você quer?



–Pode ser um Martine. – Disse querendo conversar o menos possível com eles.



– Já voltamos então. – Ele disse entrando na cozinha, passou pela minha cabeça apenas ir embora Dalí mais eu resisti e esperei do lado de fora. Fiquei tentando pensar em alguma coisa pra fazer com esses cacos de vidro, afinal alguém poderia se machucar observei que varias pessoas me observavam, olhei disfarçadamente para elas, que cochichavam e apontavam em minha direção, só queria sair Dalí o mais rápido possível, foi quando os três homens estavam de volta, e me entregaram o copo com Martine. Eu aceite, e fiz um gesto de obrigada com a cabeça agradecendo me levantando e com um gesto de educação bebi um gole da bebida e me virei de costa para sair daquele tumulto, e então senti meu corpo se amolecer rapidamente. Quando eu perco totalmente o equilíbrio e quase cai mais senti alguém me segurar, eu não tinha forças para falar, ou andar nem nada, o garoto de caubói me pegou nos seus braços, eu sabia que ele deveria ter colocado algum tipo de droga na bebida e de repente tudo ficou preto.



Acordei um pouco depois, senti uma pontada de dor então percebi que estava em um quarto, percebi que os três homens estavam rasgando bruscamente a minha roupa, arranhando meu corpo, me dando fortes mordidas e puxando o meu cabelo, escutei alguém bater na porta, os homens pegaram rapidamente os pedaços da minha roupa rasgada que estava em cima da cama e jogaram embaixo dela, depois me pegaram e colocaram em um canto escondida da vista da porta, foi quando eu escutei a voz do Daniel e tentei gritar, mas foi em vão, porque o Maximo que eu conseguia produzir era um breve e agonizante gemido de dor, e então não sei se ele me escutou porque os caras colocaram a mão na minha boca me impedindo de tentar novamente. Eu escutei a porta se fechar, comecei a ficar desesperada, com medo do que estava prestes a acontecer.


Notas finais
E ai, o que acharam? Tomara que tenham gostado, comentem bastande, todos os 27 leitores em, muito obrigada por estarem acompanhando essa fanfic, fico muito feliz e divulguem bastante!!!