Gunslinger
3 Invasion.
Notas iniciais
SORRY! Pela demoraaa, esse capítulo está pronto há muito, muito, tempo mas eu estava com preguiça de lançar. É a vida né. Não saiu com parágrafos porque eu fiz no celular e depois que eu passei pro Word, o mesmo ficou de putaria com a minha cara. Por isso não houve parágrafos. shauhsuha, okok. Espero que gostem do capítulo e ao mesmo tempo me perdoem e deixem também uma review, pq né
Boa leitura!
Beijks no bumbum de vocês! ♥
Travis olhou-a pasmo. Será que ela já sabia que Harry morreu?
— O-oi — ele gaguejou.— Você é amigo do Harry, certo? — Emilly perguntou-o, sorrindo.— Sim, sou. Como sabe?— Me falaram que você viria. Aconteceu alguma coisa com Harry? — Então, com certeza ela não sabia de nada.— Ahñ... Como eu posso te explicar? — Travis murmurou. Emilly assentiu negativamente. Ele a encarou por completo, lágrimas começaram a brotar do rosto da Emilly.— Não me diga que... — Ela caiu em um choro que aparentava não ter fim. Ela entendera.— Me desculpe — Emilly sussurrou, de uma maneira quase inaudível. E cessou um pouco o choro. Travis abriu o envelope que estava a carta, e estendeu a mão para entregar à Emilly. Ela concentrou bem seus olhos no papel. Depois de um tempo de ela estar lendo, fez uma pergunta para Travis:— Harry mesmo que escreveu isso?— Sim, sim, ele que escreveu.— Ele pediu para que você cuidasse de mim?— Com base nessa carta, concluo que sim. Travis pareceu um pouco irônico.— E você terá de ficar aqui na minha casa? — Emilly lhe perguntou. Ele começou a se perguntar o porquê de ela fazer tantas perguntas. Ele não tinha muita paciência com isso, mas iremos dar um desconto, até porque ela está grávida. Que, à propósito, Harry não o avisou sobre isso.— Bem, partindo do princípio de que eu tenho a obrigação de cuidar de você... Ahñ... Então sim — Travis respondeu-a, um tanto ríspido. Ele estava começando a se sentir um completo idiota por estar tratando uma dama tão mal.— Tudo bem. — Emilly abriu mais um espaço pra que ele pudesse entrar. Travis entrou na casa. Essa era muito bonita e organizada.— Eu irei subir — Emilly disse. — Se você precisar de alguma coisa é só me chamar. Ele assentiu e levantou a mão.— Onde será meu quarto? — ele perguntou.— Vem comigo... Travis obedeceu-a e foi direcionado até um dos quartos de hóspedes que era situado no segundo andar da casa.— Fique à vontade — Emilly disse.— Obrigado.Travis decidiu por deitar. Mais uma vez pegou a carta, do qual não desgrudara desde que pegou.Ele passou a mão pela carta; sentiu uma coisa estranha no papel. Ele foi olhar melhor, e notou que estava como se tivessem passado corretivo. Ou alguma coisa para apagar.— Merda! — ele balbuciou entredentes, e virou a carta para o verso. Estava escrito uma coisa praticamente ilegível. Harry tinha mais alguma coisa para contar, mas apagaram. Porque provavelmente não era do interesse de ninguém que Travis soubesse. Ele sabia que a única pessoa que poderia ter feito isso seria o... Comandante Thompson?! Até onde ele sabia, a única pessoa que tinha entrado em contato com a carta era o Thompson. Talvez mais uma pessoa antes dele, mas isso não vinha ao caso. Travis levantou da cama e em uma fração de segundos chegou ao corredor. Ele ouviu Emilly chorando. Travis seguiu o som do choro, e bateu na porta do quarto dela.— Emilly — ele chamou-a.— Oi — ela respondeu com uma voz enfraquecida. Fungou um pouco. — Pode entrar. Travis entrou e encontrou-a sentada na beirada da cama, de cabeça baixa, segurando uma foto do Harry. Ele se agachou próximo à ela e colocou a mão dele no ombro dela.— Olha, eu vou voltar pra casa — ele começou —, preciso resolver algumas coisas... — ele disse. E depois murmurou por fim: —Coisas...— Tudo bem. A porta da entrada está aberta.— Eu vou deixar o número do meu celular anotado, e vou deixar na cozinha. Emilly assentiu.— Ahñ, então... Eu estou... Indo. — O coração de Travis estava, quase literalmente, amolecido. Ela era linda! Ele não parava de pensar sobre isso enquanto anotava o seu número, deixando claro no final do papel: "Você pode me ligar a qualquer hora. Por qualquer coisa." *** Travis estacionou em frente à casa de Thompson. Antes de sair do carro pegou sua Calibre 38 e colocou preso por dentro da calça. Logo saiu e tocou a campanhia. Uma mulher de cabelos loiros e bem alta, o atendeu.— Eu gostaria de falar com o Daniel Thompson, por favor — Travis pediu à mulher de bate-pronto.— Ah sim. Um segundo. Qual o seu nome? — perguntou a mulher gentilmente.— Travis... Travis Phillips Taylor — ele respondeu sério. A loira deu meia volta e foi para mais dentro da casa. Em poucos minutos lá estava o Daniel Thompson.— Como é bom te ver Travis! Entre! — Agora, aquele entusiasmo estava parecendo deboche. Travis sorriu de forma irônica e entrou. — Como você... — Daniel começou, mas foi interrompido.— Eu preciso conversar algo muito sério com você — Travis disse calmamente. Daniel sorriu.— Claro.— E eu quero que você me diga a verdade. — Daniel assentiu. — Caso ao contrário você vai morrer — Travis concluiu com a maior calma do mundo. Daniel riu, tirando sarro daquilo.
— Você não é nem doido de me matar! — Thompson retrucou.— Ah não? — Phillips levantou uma das sobrancelhas e sorriu. Tirou a arma de sua cintura e engatilhou-a, apontado diretamente para a perna de Daniel. — Olha, você não irá morrer de primeira, porque eu vou te fazer sofrer primeiro. Então, não brinque! Daniel assustou-se. A mulher chegou com um pano de prato na mão e soltou-o na hora.— O QUE É ISTO?! — ela indagou, gritando, assustada.— Mande a sua mulher subir e ficar bem quietinha lá em cima — Travis murmurou.— Helene, vá lá pra cima por favor. Eu já vou resolver isso — Daniel pediu. Depois de a Helene já ter subido, Daniel suspirou e indagou:— O que você quer Phillips?— O que tinha a mais escrito naquela carta de Harry? — ele começou a interrogação. Daniel riu e respondeu:— Só tinha aquilo na carta, até onde eu saiba.— A carta passou na mão de quem mais além de você? Dessa vez Daniel desviou o olhar antes de respondê-lo. Ele já estava começando a mentir:— Não sei. Travis mirou em um jarro de porcelana e atirou no jarro. Em seguida ele foi na direção de Daniel e empurrou-o contra a parede, ele era bem mais baixo que Travis.— Me fala a verdade, porra! — Travis disse entredentes.— Eu não posso falar quem foi... — Daniel murmurou.— QUEM FEZ O QUÊ?! — ele respirou fundo e voltou ao seu estado normal. Quer dizer, mais ou menos.— Quem fez aquilo na carta...— Então quer dizer que a carta foi sabotada?— Sim, ela foi... Mas eu não posso dizer mais nada... — Travis agarrou na garganta do indivíduo. — A minha vida... Ela está em risco... Ele soltou-o, e Daniel começou a respirar com dificuldade.— Por que a sua vida está em risco? — Travis indagou-o. Daniel se aproximou do ouvido de Travis e sussurrou:— Eles estão me vigiando. A. Todo. Momento. Travis parou para pensar um pouco.— Você tem o resultado dos exames de Harry? — ele perguntou. Daniel assentiu negativamente. Mas em seguida sorriu.— Mas posso arrumar para você.— Você consegue para amanhã?— Consigo. Travis assentiu e desengatilhou a arma. E antes de sair, ele disse:— Amanhã, ao meio dia, na Biblioteca Pública da cidade.Ao entrar no carro o celular de Travis começou a tocar. Ele atendeu. Ele ouviu uma voz sussurrada no outro lado da linha:— Travis? — Era a Emilly.— Oi, Emilly?— Sim, sou eu. — A voz dela estava tremula e sem força.— Aconteceu alguma coisa?— Sim. E eu preciso muito da sua ajuda.— Fala então! — Travis pediu.— Alguém está aqui dentro da minha casa.
Notas finais
ELA CORRE NA AREIA DA PRAIA E BATE COM O BUMBUM NA ÁGUA! (8) ashuahsuhahsuahsua, parei com a zoeragem. Ok, hmmm... Muitooooo obrigada pelos 7 leitores! Espero que a estória esteja, de verdade, interessando vocês. Ah, o Travis foi grosso com a Emilly - amo colocar essa tensão - mas olha, ele não é assim, ok? Os bangues vão mudar e tal. Enfim, até o próximo capítulo!
Kisses, até às reviews (leitoras novas [ou novos hu3hu3hu3] sejam muito bem vindos e não tenham vergonha)! ♥
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