Guerreiros do apocalipse - A guerra
3 Inimigos constantes
Notas iniciais
POV’s Ronaldo Crox
Eu estava sentado no meu “trono”, só mandando pessoas serem decapitadas ou mortas, estava a cansado de ficar só ali sem fazer nada, quero matar pessoas, quero mais aventura e....
– Senhor. – Disse meu empregado e fiel escudeiro Sebastian.
– Já disse para não me interromper. – Ele ficou com cara de interrogação e continuou a falar, só me inclinei um pouco para frente, pronto para dar um soco na cara dele caso não fosse algo importante.
– Senhor, ouvi pessoas dizerem que tem 3 jovens querendo acabar com seu reinado.
Ri com isso, só três jovens? O que eles podem fazer comigo?
– E o que você acha que eles podem fazer comigo? Tenho exércitos em todos os lugares, guardas em todo o castelo, não podem me machucar.
E ria mais ainda, e Sebastian só ficava ainda mais preocupado, como meu amigo, mesmo que eu matasse milhares de pessoas, ele ainda era bem fiel a mim, e não deixaria que ninguém me machucasse.
– Mas Ronaldo, um deles é o guardião do destino.
Quando ele proferiu tais palavras fiquei gelado, praticamente imóvel, fiquei sem fala, não sabia o que dizer.
– Mas como? O guardião do destino estava morto, disseram que estava.
– Mentiram para o senhor Ronaldo. Ela está viva.
Então é uma garota, vou acabar de ver com tudo isso.
– Mandem matá-la, metem qualquer um que esteja com ela, não deixem um sobrar, vamos começar com a diversão.
Quando terminei minhas falas Sebastian saiu rápido pelo salão e logo estava indo em direção da floresta escura. Não vejo a hora de ver sangue no chão.
POV’s Dylan
Estávamos bebendo água afinal faziam umas três horas que não tínhamos dado nem uma paradinha para descansar, eu pegava o cantil e enchia de água até a boca, enquanto as meninas conversavam do outro lado animadamente, fiquei pensando porque a Myah me odeia, não é por mal, mas gosto de irritar as pessoas, é divertido.
Voltei minha atenção as meninas que ainda conversavam, senti cheiro de...cavalos. De repente uma cavalaria de uns 12 homens bem armados apareceu na nossa frente, as meninas rapidamente se levantaram e ficaram alertas para qualquer ataque. Luna pegou a adaga e atacava qualquer um que viesse na frente, sozinha ela matou quase 3 homens, Myah mandava flechas de fogo que incendiavam os cavaleiros e os mesmos morriam no mesmo lugar. Um homem de cabelos brancos e de porte confiante veio para cima de mim, atacando rapidamente com sua catana.
Eu tentava ao máximo desviar, tentava não virar lobo porque se eu virasse lobo talvez prendessem nós todos caso perdêssemos. Vi que Myah e Luna estava acabando com um homem cada uma, ambas já acabando de lutar, todos mortos, só eu lutando pela vida.
– Desista. – Disse o homem, ainda atacando rapidamente, ele ainda conseguiu cortar meu braço mas não fundo o bastante para me derrubar.
– Nunca.
Ataquei ele com um soco no rosto e com outro no queixo, saia sangue de seu rosto, ele me olhou bravo e tentou me atacar de novo, mas eu o derrubei de novo, dando um chute em suas costas, ai ele desistiu, como só tinha sobrado ele, subiu em seu cavalo e foi embora, sem olhar para trás ou pestanejar, essa foi por pouco.
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Voltamos a andar pouco tempo depois, as meninas recobrando o folego e eu respirando de aliviado. Sentei no tronco de uma árvore enquanto Myah pegava comida em uma loja perto dali, Luna sentou-se do meu lado e ainda parecia um pouco sem ar.
– Faz ideia de quem são aqueles homens? – Perguntou ela, olhando para o chão.
– Não, mas acho que são oficiais, notei pelo brasão nas armaduras, queriam nos matar, temos que ter mais cuidado a partir de agora.
– Eu sei. – Ela respondeu com um sorriso um tanto alegre mas ainda assim fraco. Segundo depois Myah chegou, parecia ter corrido até aqui novamente.
– O que aconteceu? – Perguntou Luna, indo para perto da amiga. Isso amiga, em menos de 24 horas elas já são muito amigas.
– Uma velha...quase me matou...corri até aqui, e para uma velha, ela corria bem rápido. – Caímos na gargalhada ao imaginar a cena, uma velhinha com sua bengala correndo atrás de uma jovem, que lutava para correr mais rápido.
Depois de um tempo comemos as coisas que ela trouxe e guardamos o resto, seria uma grande caminhada ainda, talvez só chegássemos no reino doce a noite. Passadas quase 4 horas depois conseguimos chegar no reino doce, o estado era: Luna em meus braços, Myah toda arranhada, eu com uma baita dor nas pernas, e Luna quase perdendo o ar.
Só hoje de tarde fomos atacados 10 vezes, realmente Aaa está ficando muito perigosa para guardiões. Ficamos encarando o grande portão rosa do reino doce, a luz do sol se pondo refletia em cada umas das janelas.
– Vamos entrar. – Disse Myah, mesmo já sabendo que a resposta era óbvia.
– Esperamos até amanhã, estamos muito cansados para discutir qualquer coisa hoje.
– Ok.
Avistamos uma casa ao longe, parecia ser abandonada, ótimo mais uma casa, tomara que nessa não tenha pessoas indesejáveis como Myah, senão sou capaz de me mudar para bem longe daqui e nunca mais voltar.
POV’s Ronaldo Crox
– Como deixaram isso acontecer? – Disse, passando as mãos pelos cabelos, agora bem preocupado, aquela peste da guardiã do universo ainda estava solta. Que droga. – Eram doze homens e uma garota, era só ter pego ela.
– Aquela garota tem uma força anormal para ser garota, ela jogou um dos meus homens a 30 metros de altura do chão. – Completou Sebastian, o único competente que tinha ficado vivo.
– Pensando bem, para que mandar idiotas fazerem o trabalho de um rei? Vou eu mesmo, preparem os cavalos, vai começar o banho de sangue.
Rastreei os pestinhas, estavam perto do reino doce, peguei meu cavalo mais forte e fui, vou acabar com isso hoje, nem que seja a última coisa que eu faça.
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