Guerras de Vermécia
1 Prólogo
Notas iniciais
Depois da ultima grande guerra em Vermécia ouve um período de paz e com a formação do grupo Grand Chase acreditava-se que uma segunda guerra seria improvável, hoje eu sei como esse pensamento era errôneo...
“Capitão estão invadindo a leste da nossa posição, soldados do alto escalão de Canaban.’’Praticamente berrava o soldado a meu lado observando a queda do lado leste do muro de Serdin, eu estava perplexo com aquilo, o muro depois de tanto tempo de resistência caia como se fosse feito de areia, soterrando soldados e casas que estavam próximas e a elite que o recruta comentou...Arcanos...
Hoje a organização do exercito de Serdin é bem distintas nós somos duas grandes forças independentes OCS e OSMS eu faço parte da OCS, OCS significa Ordem dos Cavaleiros de Serdin, enquanto OSMS significa Organização dos Soldados Mágicos de Serdin, juntos nós fazemos a proteção da cidade, a OSMS é composta por magos, feiticeiros, alquimistas e arquimagos e compõem a elite de proteção da capital, enquanto nós da OCS somos cavaleiros a elite de combate corpo a corpo e de resposta rápida de Serdin, somos responsáveis pela manutenção e proteção do muro.
A cena no mesmo é das piores possíveis, o muro estava sendo atacado e precisávamos compor a defesa da cidade, mas sabe de uma coisa nunca imaginei que os arcanos fossem tão superiores...
Dez dias antes
13 de dezembro
Quinta-Feira
“Parabenizamos hoje o nosso mais novo responsável pela OCS o capitão...”
Hoje é um grande dia, o dia em que eu me formei em primeiro lugar na academia de Serdin e consigo o comando de toda a OCS, passei em primeiro da minha turma, tanto em pratica como em teoria e o meu grande sonho hoje se realiza, porém um aperto na barriga me desconforta, era como se eu pressentisse que aquela felicidade não duraria para sempre, nunca dura...
Me apresentei a comandante Lothus, uma linda loira que era nossa professora na academia, ela me entrega meu uniforme, uma calça branca e a camisa branca, também atrás da camisa o símbolo da cidade, me entrega também a espada e comunicador, a plateia se levanta e todos aplaudem.
Era uma sala grande, não uma sala, mas sim um salão de festas enorme, de colunas de mármore e grandes janelas de cortinas vermelhas, tinha um palco no centro onde eu me encontrava, havia mesas, cadeiras e próximo do palco havia um bar, garçons serviam as mesas enquanto a comandante começava o discurso.
“Parabéns, a partir de hoje contamos com seu apoio em campo de batalha capitão, espero que nunca tenhamos que convoca-lo ou a OCS para combate, a partir de agora você é oficialmente comandante de todas as tropas de infantaria de Serdin” Disse ela me condecorando com a medalha e logo depois aplaudi...
Saio do palco e vou em direção a uma mesa, era uma confraternização então precisava me sentar em algum lugar, para falar verdade eu odeio festas, mas alguma coisa desperta minha atenção, um cheiro diferente, não cheirava mal por sinal tinha um aroma muito bom, um perfume feminino, voltei a minha atenção para direção de onde vinha aquilo, me deparo com uma linda mulher, com longos cabelos brancos, não cinza, não soube identificar com palavras e olhos azuis penetrantes.
Porém o olhar dela era diferente de tudo que eu já vi, era triste, melancólico e ela parecia sofrer por causa disso, saio da mesa vou em direção ao bar, sento numa daqueles clássicos banquinhos de mesa de bar e peço uma bebida, um whisky, tomo depressa e me aproximo da moça que estava com outras duas, uma ruiva e outra loira, me aproximo mais e já dava para ouvir um trecho da conversa.
“Não tenho tempo para comemorações... ,vocês se lembram de quando a dona depressão aqui falava isso?” Dizia a ruiva entusiasmada apontando para garota de olhos azuis, parecia que eram grandes amigas, ela conseguiu arrancar um sorriso da moça, que logo depois me percebe.
Eu a comprimento e me apresento a ela, as outras duas que por algum motivo estranho se afastam por um momento, paro de olhar seus olhos e me volto para suas roupas, um vestido branco com detalhes de vermelho nas bordas e um belo decote e o símbolo de uma família muito conhecida em Serdin, talvez pelo cansaço ou a falta atenção não consigo me lembrar de que família pertencia esse símbolo.
Eu a convido para sentar, ela aceita, vamos para uma mesa mais escondida ao fundo do salão, conversamos de varias e varias coisas disse a ela onde trabalhava, oque fazia e chegou o momento em que perguntei o nome dela, ela sorriu para mim e me respondeu...
“E-----------”um barulho ensurdecedor me tira dos meus pensamentos mais profundos, uma explosão e a queda do muro de Serdin, estava preste acontecer algo grande, bem grande...
Próximo Capitulo
Act 1: A queda do muro de Serdin
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“Com todo respeito rainha atacar Serdin é um absurdo, a senhora vai começar uma nova guerra” Disse um garoto de longos cabelos azuis, entrando no quarto da rainha, praticamente desesperado, não entendendo suas ordens.
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