Greg and The Sour Cream
3 Capitulo 3
Notas iniciais
O dia começou mais tranquilo que o anterior, o relógio despertou e Greg levantou e o desligou, estava bastante disposto hoje, pegou suas coisas, vestiu suas roupas, e como acordará na hora certa, pode fazer tudo com calma, chegou antes do sinal da entrada quase junto com os monitores...
Greg olhou para Steven com estranheza.
—O que foi? Perguntou Steven.
—Não vai me perguntar quem eram os monitores?
—Ah! Quem eram os monitores?
—Que bom que perguntou. Os dois começaram a rir.
Na escola havia trabalhos para alunos que queriam ganhar um dinheiro dentro do colégio, tinha trabalho na cantina, como jardineiro e um dos trabalhos eram os monitores, eles circulavam pela escola com uma farda amarela a procura de quem matava aula e de pessoas que simplesmente não estudavam ali mas continuavam nas áreas externas do campus. O problema é que eles eram tão valentões quanto os próprios valentões e tratavam todos com violência, eram odiados pelos alunos, mas não pareciam ligar, ninguém costumava mexer com eles para evitar encrenca.
—Ah, mais valentões. Disse Steven irritado.
—Também detesto, mas a história vai tomar um bom rumo, eu prometo.
Ele então esperou Ray chegar e conversaram até o sinal da primeira aula tocar. Apesar da ansiedade as aulas passaram bem depressa, e de repente eram três horas, Greg então dirigiu-se para a sala de música, para sua surpresa havia uma bateria montada no centro da sala, a bateria da própria escola, no canto sentado em uma cadeira Jenny estava lendo um livro enquanto esperava.
—Hey Jenny, chegou cedo? Disse Greg enquanto se dirigiu ao armário para pegar os demais instrumentos.
—Sim. Jenny respondeu sem tirar os olhos do livro.
Greg retirou do armário a guitarra e o baixo que estavam lá, eram instrumentos da própria classe, mas Greg tinha uma guitarra, e esperava que os demais tivessem seus próprios instrumentos.
—Jenny, você tem uma bateria? Greg perguntou.
—Essa é suficiente. Ele respondeu frio.
A bateria da escola não estava completa, tinha três tambores além do bumbo e somente um prato.
Greg foi até outro armário para pegar os amplificadores, uma caixa de som com um tripé e um microfone, depois de organizar os instrumentos em seus devidos locais e na suas devidas tomadas. Greg sentou-se do lado de Jenny, Greg então notou o quão desconfortável ele estava, mas ignorou aquilo.
—Então... Greg tentava puxar assunto. -O que nós vamos tocar?
—Eu não ligo. Disse Jenny indiferente. -Só quero meus filmes e pronto.
—Serio? Nenhuma banda? Nenhuma música? Nada?
Jenny fechou o livro respirou fundo e se virou para Greg.
—Greg, eu realmente não pensei em nada, pode por favor parar de ser simpático.
—Ah, ok, foi mal. Greg torcia para que mais alguém chegasse.
Não demorou muito até que Roger chegou acompanhado de um garoto.
—Eu não lembro muito bem da cara desse garoto. Greg disse a Steven. Mas eu nunca tinha visto alguém usar uma calça tão apertada.
Ele então cochichou algo no ouvido de Roger e foi embora.
—Olá Greg, que maravilhosa tarde para a música, não é?
—Sim sim, pode entra Roger. Greg se levantou e foi até ele. Ele entrou e deixou sua mochila em um dos cantos.
—Esse era um dos seus ‘vassalos’? Greg perguntou fazendo o sinal de aspas com as mãos.
—Greg querido. Roger disse rindo. -Você me conhece tão bem. Roger então se virou para o outro garoto que estava de preto no canto.
—E vejo que mais alguém chegou, quem é? Roger perguntou curioso.
—Esse é Jenny, ele vai tocar a bateria. Greg respondeu.
—Hum... Roger o olhava de cima a baixo. -Admiro muito gente como você, que não liga a mínima para qualquer comentário negativo sobre a sua aparência, seu visual e realmente... err... corajoso.
Jenny não desviou do livro, então Roger prosseguir.
—Então Greg. Disse Roger. -Imagino que eu deva cantar, ou você é quem vai?
—Bem, eu ainda não consigo cantar enquanto estou tocando.
—Bem, tão pouco eu, mas com o tempo é possível concertar isso. Já tem ideia do que iremos tocar?
—Não. Greg respondeu. -Nenhuma.
—Imaginei que não, então trouxe algumas ideias, eu lamento Jenny, mas não tem nada muito conceitual na minha lista.
Jenny parecia não estar ouvindo o que Roger estava falando. Continuava lendo como se nada estivesse acontecendo.
—Aliás vamos ser realistas. Ele continuou. -Qualquer coisa que você deve escutar vai fazer a plateia dormir rapidamente.
Jenny nada dizia.
—Roger, pare com isso. Disse Greg desconfortável.
—O que? Roger se virou para o armário dando as costas ao dois. -Não me diga que você cogitou tocar as... Idiotices que esse urubu chama de música.
Greg estava preocupado com essas tensões, quando de repente Roger se abaixou e um livro passou raspando a sua cabeça e se chocando com o armário, Roger virou para trás sorrindo e Jenny estava de pé na sua frente com os punhos cerados.
—Você é só um metidinnho de merda! Rosnou Jenny.
—E você é só um presunçoso que se acha melhor que os outros.
Greg rapidamente entrou no meio dos dois.
—Qual é pessoal. Não precisa disso tudo.
—Sim, infelizmente precisa. Disse Roger. -Você se senta aí e fica com essa cara de desgosto para tudo que falamos, lendo um livro como se nada que pudéssemos te dizer fosse acrescentar algo na sua vida.
—Eu não... Jenny tentou falar.
—Você simplesmente me trata com desdenho desde que cheguei nessa sala, e deve ter tratado o Greg assim também, me diga o que te torna melhor que nós?
—Não sou melhor que vocês. Jenny disse. Roger abaixou-se e pegou o livro no chão.
—Então não nos trate mau só por que não nos conhece. E participe do que estamos falando, ler Edgar Alan Poe pela milésima vez não vai lhe acrescentar nada de que já não saiba.
—Como sabe que livro era. Jenny perguntou surpreso.
—Ele caiu aberto na minha Frente, Contos Fantásticos é um dos meus livros favoritos dele. E a quantidade de pontas dobradas para marca as páginas, só indica que ele foi lido inúmeras vezes.
Roger entregou o livro a ele. E disse.
—Eu só queria te irritar, para que pudéssemos conversar, desculpa se te ofendi, mas por favor, não nos deixe mais falando sozinho. Jenny pegou o livro.
—Tudo bem. Jenny concordou.
—Ainda bem que estão se entendendo. Disse Greg aliviado.
—Sim, concordo com você. Roger disse. Mas estou surpreso, não sabia que tinha um grupo de amizade tão variado.
É, eu também. Jenny afirmou com a cabeça.
—Se vocês estão achando que isso já está variado, imagine quando o próximo membro do grupo entrar por aquela porta. Greg disse apontando as duas mãos para a porta.
Quase que de imediato a porta se abriu.
—Oi pessoas do rock!
—Andy!? Greg exclamou.
Andy não se vestia tão mal como no dia anterior, mas infelizmente ele estava com uma camisa xadrez e uma calça com listras.
—É realmente bem variado seu grupo de amigos Greg. Disse Jenny.
—Tirou as palavras da minha boca. Comentou Roger. -Esse é mais um integrante do nosso conjunto musical?
—Não esse é só o Andy. Respondeu Greg.
—Só o Andy? Ele protestou. -Sou seu primo favorito, esqueceu?
—Querido, você por acaso não seria daltônico, seria? Roger disse olhando de cima para baixo.
—Não. Andy respondeu confuso. -Não sou, por quê?
—Nada... Nada não. Roger guardou seu comentário de moda e estilo para si. -Mas eu logo notei que eram parentes Greg, ele tem a beleza da sua família.
—Seei... disse Greg disfarçando a estranheza.
—Bem obrigado. Disse Andy. -Você também é bem... Cheiroso.
—Cheiroso? Roger olhou para ele surpreso.
—É tipo, um cheiro legal, né pessoal? Ninguém disse nada. Roger foi até a sua mochila e se dirigiu a saída.
—Venha comigo Andy. Antes de obter resposta, o garoto saiu. Andy estava bem suado com a situação.
—Já estou indo. Andy o seguiu deixando apenas uma piscada de olho para aqueles que ficaram na sala.
—O que está acontecendo? Greg perguntou a Jenny e a si mesmo. -Como isso chegou a esse ponto?
—Acho que tenho uma ideia do que está acontecendo. Disse Jenny.
—A não muito tempo eu estava conversando com Andy e ele disse que achava que era uma pegadinha minha e estava entrando na onda.
—E era uma pegadinha? Questionou Steven rindo.
— Você sabe que não Steven. Disse Greg rindo junto.
Rápidos minutos Andy e Roger retornam à sala, Andy completamente branco e Roger decepcionado.
—Bem, isso foi... Roger tentava descrever. -Um mal-entendido.
—Mal-entendido! Berrou Andy. -Como você chegou a esse ponto?!
—Mas você estava consentindo. Se explicou Roger.
—Você pegou no meu traseiro!! Gritou Andy.
—Eu perguntei se podia! Disse Roger quase igualando o tom da voz.
—Eu achei que não fosse sério. Andy disse vermelho.
—Reparei depois que você fez essa cara de creme azedo!
Não tinha como não rir dessa situação, Greg estava quase chorando de rir, Jeny cobria a boca e tentava com todas as forças não rir, até Roger já começava a achar graça, menos Andy que de creme azedo passou a yorgut de morango.
—Greg, se o nome dessa banda não for Creme Azedo eu saio por aquela porta agora. Anunciou Roger durante a crise de riso.
—Pra mim tá ótimo. Disse Greg.
—É, para mim também. Jenny disse.
—Para mim não! Andy estava zangado, mas depois de um tempo estava rindo também.
—Creme Azedo, tipo, igual ao Creme Azedo? Questionou Steven ao lembra de seu amigo com o mesmo nome.
—Sim, o nome dele veio da banda. Greg Respondeu. Por favor não conte para Vidalia.
—Mas como? Steven quis saber.
—Isso será respondido nos próximos episódios da história, paciência pequeno gafanhoto. Greg disse alisando um cavanhaque imaginário.
—Roger. Perguntou Greg. -Você realmente dá em cima de todo mundo.
—Não, só de quem eu vou com a cara. Roger se espreguiçou. -Acontece querido Greg que o amor sempre foi meu tipo de jogo favorito, e eu jogo sempre que posso.
—Entendo. Disse Greg.
No fim, Andy teve que ir e Joe chegou não muito depois.
—Ficou então ‘The Sour Cream’? Joe perguntou.
—Não acho que precise do ‘The’ no final. Disse Greg. -Só ‘Sour Cream’.
—Tudo bem, aliás de onde veio esse nome? Joe perguntou.
—Falamos sobre isso depois. Roger coçava atrás da cabeça enquanto falava.
—Bom, tudo bem, agora vamos ver o quem vai tocar o que. Joe foi até uma das guitarras.
—Se alguém mais souber toca bateria, eu até troco de lugar. Disse Jenny.
—Nem, você pode ficar aí mesmo. Joe disse. -Eu e o Greg tocamos guitarra, você toca o que bigodinho?
—Baixo. Disse Roger desaprovando o apelido. -E pelo jeito, terei de cantar também
—Você canta? Jenny perguntou.
—Canto sim, de clássico até o disco.
—Canta aí pra gente então, oh deus do vocal. Greg ironizou o colega.
—Perfeitamente. Disse Roger indo até o microfone que estava no meio do círculo de seus colegas.
Roger aqueceu a voz e cantou na frente deles a versão mais desafinada de ‘Purple Rain’ que eles já tinham visto, era como se fosse uma música romântica miada por um gato.
—Era tão ruim assim? Steven questionou.
—Meu cabelo começou a cair gradativamente depois daquele dia. Greg disse enquanto ria.
—Roger pelamordedeus para! Joe Gritou.
—Sinto muito Roger. Disse Greg. -Mas isso...
—Foi a pior coisa que eu já ouvi na vida. Completou Jenny no tom frio e ácido próprio dele.
—É, foi muito ruim mesmo. Greg concluiu.
—É, eu tenho ciência disso. Roger colocou de volta o microfone no lugar. — Porém, mas alguém consegue cantar.
Joe então levantou a mão.
—Não sou cantor, mas posso tentar.
—Tudo bem então. Disse Roger -Vamos ouvir.
Joe então cantou uma música que bem...
—.... Eu não faço ideia de que música era, lamento Steven.
—Tudo bem. Disse Steven.
... enfim, mas o timbre de voz dele não oscilava tanto, era uma voz cômica, por que parecia que ele não estava nem ai para a música, passava longe de ser a melhor voz do mundo, mas era a melhor que se tinha disponível.
-Bem, eu admito. Roger cruzou os braços e consentiu com a cabeça. -Para um Punk que não escova os dentes, isso foi muito bom.
—É, e o melhor que temos. Jenny concordou.
—Bem Joe, você canta. Anunciou Greg.
—Eu tava mais afim de tocar sabe. Joe colocou o microfone no lugar. -Eu não consigo fazer os dois.
—Pelo menos até o Show de talentos sábado, depois a gente vê como faz. Disse Greg
—Certo, acho que tudo bem, mas o que vamos tocar?
Um silencio constrangedor tomou conta do lugar.
—Acho que sei o que pode nos ajudar. Disse Joe animado. -Está na hora da...
Ninguém sabia do que se tratava.
—... Pausa do cigarro! Joe disse gritando.
—Bem a tempo. Jenny concordou com a cabeça.
—Pai, pode pular essa parte. Disse Steven cabisbaixo.
—Okay campeão, vamos adiante.
Quinze minutos depois estavam todos de volta a sala de música. Estavam no centro da sala, cada um com seu respectivo instrumento.
—E então, o que tocaremos? Perguntou Roger.
—Falem bandas de que gostem. Greg sugeriu. -Aí a gente pode ter uma ideia.
—Hum, que tal Bonnie Tyler? Comentou Roger.
—Que tal não. Disse Jenny num tom cortante.
—Você é um herege? Protestou Roger. -Todo mundo gosta dela.
—Eu não vou cantar Bonnie Tyler cara, Desencana. Disse Joe.
—Vocês são tão... aff... ok, sem Bonnie Tyler.
—Alguma ideia Greg? Joe perguntou.
—Eu pensei em algo mais, sei lá, rock n roll. Greg estava animado com a ideia. -Algo agitado, mas ao mesmo tempo dançante. Diferente do metal e outros estilos mais atuais.
—Isso! Disse Roger igualmente animado. -Para descer até o chão.
—Menos cara. Disse Greg.
—E ai Banda! Uma garota disse na porta, Greg logo reconheceu a voz de Ray.
—Ray amoree! Disse Roger indo cumprimenta-la, quase ficando na ponta dos pés, deu dois beijos na garota, uma em cada bochecha. -Como minha amazona grega está?
—Você sabe Roger. Ela disse. -O de sempre.
—E ai Ray! Disse Greg. Indo até ela.
—Eu imaginei que estivessem aqui. Ray apoiou um dos braços na cabeça de Greg. -É uma banda bem variada, não tenho dúvidas.
—É isso mesmo, mas nosso líder supremo, Senhor Greg está nos guiando para o sucesso escolar. Roger anunciou.
—Ah, realmente Greg. Disse a garota. -Você é de outro mundo.
—Só faço o que posso. Greg enrolava a ponta dos cabelos com os dedos.
—Aliás, eu ouvir falar e vim trazer para vocês, além de vocês só vai ter mais uma banda tocando, tirando as bandas marciais e tudo.
—‘ The Love Radio. ’ Todos afirmaram em coro.
—Vocês já sabiam? Ray disse surpresa.
—Eles não perdem a chance de aparecer, não iam deixar isso escapar. Disse Roger.
—Atualmente a banda se chama ‘Love Head’ Você deve lembrar que eles fizeram um show em Ocean City a alguns messes atrás.
—Vocês chegaram a conhece-los? Perguntou Steven surpreso.
—Sim, na época do colégio foi nossa única banda concorrente. Greg olhava para o nada nostálgico.
—Uau! Você podia voltar a falar com eles. Disse Steven animado. -Pedir um autografo pra mim talvez, que tal?
—Não vai rolar, a gente não se fala desde que Joe socou o baixista da banda, qual é o nome dele mesmo.
—Robert C. Love? Steven lembrou.
—É, esse mesmo, continuando.
—Bem, eles não serão empecilho querida. Afirmou Roger. -Eles só estão tocando juntos a mais tempo, só isso.
—E são mais reconhecidos na escola. Acrescentou Jenny.
—Talvez até na cidade. Joe afirmou
—É. Greg disse. -Eu ouvir que eles fazem shows também no...
—Isso não importa. Roger interrompeu, -A gente vai destruir aqueles otários.
—Por que tem raiva deles? Joe perguntou.
—Ninguém, eu digo ninguém é mais popular que eu. Roger disse cerrando os punhos.
Ray começou a rir.
—Bem, e quem serão os grandes heróis que vão destrona a banda mais legal da cidade?
—Que bom que perguntou. Respondeu Greg, esses são Roger, Jenny e Joe. Ele apontava para cada um quando diziam seus nomes. -E eu sou Greg, e nós somos ‘Sour Cream’!
—Por que Sour Cream?
—Depois eu lhe explico melhor. Disse Greg e a banda toda rindo.
—Certo, certo, bem, boa sorte para vocês, eu preciso ir indo.
—Ray amor, que horas já são? Perguntou Roger.
—Vinte para as cinco agora. Ray olhava no seu relógio de pulso.
—Meninos me perdoem. Roger disse. -Preciso ir, fiquei de me encontrar com o Josh para estudar para a prova que está vindo, não posso mais tirar notas baixas.
—Não faz mal. Jenny disse. -Preciso ir também. -Mandy combinou de fazer uma sessão bem legal de ocultismo na casa dela, e ela precisa da minha ajuda para arrumar as coisas.
—De boas, estou de saída. Joe disse. Fique de ir até a casa do Juan, esqueci umas paradas lá e preciso pegar antes das cinco.
—Bem. Roger disse acenando. -Então um ótimo final de tarde a todos e até amanhã.
—Espera ai! Greg protestou. -A gente não ensaiou nada!
—Relaxa. Disse Joe indo em direção a saída. -Amanhã tem ensaio também, né?
—Mas amanhã já é quinta! Greg disse nervoso.
—Ora então teremos de vim de novo? Ótimo! Comentou Roger.
—Nem sabemos que música iremos tocar. Greg pois as mãos na cabeça.
—Que tal Surfin’ Bird? Jenny sugeriu.
—Well, everybody's heard about the Bird! Joe começou a cantar.
—Baby, bird, bird, bird, bird is the word! Roger entrou na música.
—Baby, bird, bird, bird, bird is the word! Jenny cantou.
—Don't you know about the bird?! Ray cantou no fundo. Greg então se sentiu obrigado a continuar.
—Well, everybody knows that the bird is a word! Greg cantou. E todos começaram a rir de si mesmos.
—Viu, amanhã a gente começa os ensaios. Joe disse. -Ensaios de verdade. Até mais para vocês.
Todos se despediram e deixaram Greg e Ray na sala de música.
—Enfim Greg, que tal irmos também. Disse a garota.
—Me deixa só guardar esses instrumentos. Greg disse indo em direção ao centro da sala, onde estavam os instrumentos.
—Eu te ajudo. Ray foi até ele.
Greg e Ray começaram a tirar os instrumentos das tomadas e guarda-los nos armários.
—Então vocês não ensaiaram nada hoje? Ray perguntou.
—Nada, acho que isso não vai dar certo. Disse Greg desanimado.
—Qual é Greg. Ray protestou. -Vocês estão se conhecendo hoje também, dá um tempo aos meninos.
—Acontece que nós não temos mais tempo. Greg disse. -Faltam 3 dias, contando com o dia da apresentação.
—Eles estão avançando, aos poucos, mas estão, já decidiram a música que irão tocar.
—Essa não tem nem três minutos, devíamos tocar pelo menos três músicas.
—Vocês pelo menos se escreveram para participar? Questionou Ray.
—Já resolvi isso, as inscrições abrem sexta.
Os dois terminaram de guardar os instrumentos.
—Amanhã dará tudo certo, você verá.
—Certo, vamos ver amanhã.
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