Gotta Be You

15 Capítulo 15


Notas iniciais
Oi, meninas. Mais um capítulo, espero que gostem. Boa leitura! *LEIAM AS NOTAS FINAIS*

POV Anastásia Steele

– Eu tô cansado. Não vou digitar mais essa porra não! — Christian fala colocando o notebook no meu colo e se esparramando na cama.

Ajeito o notebook e começo a digitar. Christian não para de me chutar e beliscar. Quando não está fazendo isso, está passando as mãos nas minhas pernas. Desvio meu olhar para ele, que sorri para mim.

– Deixa pelos menos eu acabar essa parte do trabalho. PELO AMOR DE DEUS!

Christian revira os olhos e atende o seu celular que está tocando.

POV Christian Grey

– O que você quer?

– Isso é jeito de atender o telefone?

– Fala logo caralho!

– Quero te ver Chris.

Olho para Anastásia que está entretida com o trabalho.

– Agora?

– Sim, agora! Estou te esperando na minha casa, de preferência no meu quarto.– Posso sentir que ela está sorrindo. Vadia.

– Ainda não sei o que você quer Julie.

– Eu quero você na minha cama amor.

Encerro a ligação e jogo o celular de qualquer jeito na cama. Anastásia me encara.

– O que aconteceu? — Pergunta.

– Nada que te interesse baby. Mais você pode me ajudar desligando essa porra de computador! Tô saindo.

– O que? — Pergunta visivelmente confusa. Caralho, essa menina tem problema por acaso?!

– Eu tô de saída. Anda, vou te levar para casa. — Falo irritado.

– Mais-

– Sem mais! Essa merda de trabalho é para semana que vem só! Temos tempo.

Anastásia coça a cabeça, — Em sinal de nervosismo talvez? — fecha meu notebook, e se levanta da cama. Franzo a testa assim que ela passa por mim igual um furacão batendo á porta com força. Abro a porta do meu quarto e a sigo. Que nervosismo é esse dessa garota?

– Que porra foi aquela? — Falo a pegando pelo braço.

– Me solta. — Fala entre dentes.

– Olha pra mim quando eu tiver falando com você caralho! — Falo nervoso, apertando ainda mais o seu braço.

– Eu v-

– O que está acontecendo aqui crianças? — Minha mãe fala aparecendo com Noah na sala. Puxo Anastásia para mais perto de mim e a abraço.

– Nada demais mãe. — Dona Grace sorri. O sorriso da minha mãe é maravilhoso. O mais bonito que já vi.– Anastásia estava nervosa por não ter encontrado muita coisa para o trabalho.

– Entendi. — Ela sorri de canto. — Bem, eu vou levar o Noah para casa, já está tarde.

– E eu vou levar a Anastásia.

– Não demore para chegar querido, seu pai quer falar com você. — Fala me alertando. Meu pai anda querendo falar comigo, mas sempre o evito. Mais chega uma hora que você tem que enfrentar. Sinto que não vai vim coisa boa disso.

– Então mãe, — Aliso as costas de Anastásia. — eu não sei quando volto.

– Christian, seu pai quer falar com você. — Faço beicinho, sei que a Dona Grace, não resiste quando faço isso. Percebo que ela troca olhares de mim para Anastásia. Pisco para minha mãe. — Oh, tudo bem então. Dou um jeito de enrolar o seu pai. Só não esqueça que você tem escola amanhã. — Fala piscando, me fazendo sorrir.

(...)

POV Anastásia Steele

Assim que Grace nos da as costas, me solto de Christian.

– Ei! — Ele me vira. — Por que tá tão nervosinha?

– Não estou nervosa idiota! — Bufo. — Só quero ir embora.

– Eu só vou trocar de roupa. — Fala subindo as escadas.

Dou de ombros. Estava descendo as escadas, quando o idiota aparece do nada e me dá um selinho. Ele riu, e quando vou bater nele, ele sobe as escadas correndo.

– Filho da mãe! — Murmuro enquanto termino de descer as escadas.

(...)

Assim que Christian me deixou em casa, não fiz questão de me despedir dele, apenas saí do carro e corri para dentro de casa. Mais cedo, na casa dele, escutei sua conversa pelo telefone, com uma tal de Julie. Não sei porque mais não gostei de saber que ele ia encontrar com essa menina. Mais relevamos, até porque não tenho nada com ele.

(...)

POV Christian Grey

– Tava com tanta saudade amor. — Julie fala enquanto faz linhas imaginárias na minha barriga.

– Acho que matei um pouco dela. — A puxo para um beijo. Sem pedir permissão, invado sua boca com a minha língua, começando um beijo feroz. Com agilidade, me movo ficando por cima dela, que ente-abre as pernas, me fazendo encaixar entre elas. Julie geme entre o beijo, assim que sente meu membro pulsante roçar em sua intimidade. Mordo seu lábio inferior e a penetro.

(...)

– Você tá ficando mesmo com aquela tosca da Anastásia? — Me pergunta assim que saio do banheiro.

– Tô. E ninguém precisa saber do que aconteceu aqui. Sacou?

– Saquei. — Ela pisca para mim e me chama com o dedo indicador. Reviro os olhos a fazendo sorrir e caminho até ela, que está sentada na cama, apenas envolvida pelo lençol. — O que você viu nela afinal? Tudo bem que ela é bonitinha e tal. Mais você é Christian Grey.– Fala acariciando minha bochecha.

Sabia que ia falar merda.

– Não é da sua conta!

Pego minhas roupas, que estão espalhadas pelo quarto de Julie e me visto.

– Da próxima vez que eu te ligar seja mais carinhoso comigo amor.

– Para de me chamar de amor porra! — Falo irritado. Odeio que venham com melação para o meu lado.

– Por que amor?

Puta que pariu!

Bufo e guardo meu celular no bolso.

– Amanhã você vai jogar né?

– Vou, por que? — Pergunto a encarando.

– Vou te ver então. — Ela pisca e sorri de lado.

Dou de ombros.

– Já tô indo!

– Sem me dar um beijo? — Pergunta manhosa.

Não respondo. Apenas dou as costas para ela e saio do seu quarto.

(...)

POV Anastásia Steele

Acabei de chegar na escola. Kate me acompanha.

– Minha mãe perguntou por você hoje. Faz tempo que você não vai lá em casa Ana. — Kate fala enquanto andamos em direção aos corredores que dão em direção as salas.

– Verdade Kate. Tia Lice, que saudade que estou dela. — Sou apaixonada pela mãe da Kate, ela é simplesmente demais.

– Realmente. Por que você não vai lá para casa hoje depois da escola? — Pergunta animada.

– Não sei Kate. Minha mãe vai voltar para casa hoje. — Falo me lembrando da conversa que tive mais cedo com o meu pai.

– O vovô já melhorou? — Pergunta sorrindo.

– Ele acordou. Nesse momento ele deve estar voltando para o asilo.

– Ai que bom Aninha! — Kate fala me abraçando.

– Muito. — Sorrio.

– É melhor a gente entrar antes que aquele nojento do Dornan nos encha o saco.

Assinto com a cabeça. Já na sala, jogo minha mochila na mesa e deito minha cabeça sobre ela. Estudar de manhã é a pior coisa que existe.

– Oi gatinha.

Levanto um pouco a cabeça e mostro o meu sorriso mais falso para ele.

– Que sorriso mais desgraçado é esse em? Puta que pariu! — Falo revirando os olhos.

Dou de ombros e volto a minha posição de antes.

– Hoje eu vou jogar. — Fala sorrindo.

– E?

– Você vai e tem que estar lá para me ver. — Fala se gabando.

– E se eu não quiser? — Pergunto cinicamente.

– Não tem essa de se você não quiser, você vai e pronto.

Bufo.

– Christian você não manda em mim cara, vê se me esquece, caramba. — Falo irritada.

– Que bicho te mordeu hoje em gatinha? — Fala se sentando logo atrás de mim.

Reviro os olhos.

– Bom dia turma...

Meu dia já começou bem.

(...)

– O Wyde não para de te olhar. — Kate fala enquanto morde seu sanduíche.

– Quem?

– Não dá na cara, por favor, ele é gatinho cara! — Kate fala sorrindo.

Reviro os olhos e mordo minha banana.

– Ele tá na mesa do idiota do Christian. Acho que você ô conhece.

Viro meu rosto e sorrio para Jack, que sorri de volta. Faço uma careta assim que sinto um chute na minha perna esquerda. Kate, filha da mãe!

– Quê que é? — Pergunto com a cara fechada.

– Você conhece ele? — Pergunta.

– Claro! É amigo do Christian.

– Falando de mim gatinhas? — Christian aparece sentando do meu lado. Reviro os olhos assim que ele me dá um selinho.

– Com certeza não! — Kate cruza os braços em cima da mesa e encara Christian. — Até porque a última coisa que eu quero é falar de você. E puta merda, eu já estou falando com você! O que é pior! Vou sair daqui antes que eu vomite. — Uma coisa que a Kate faz muito bem é drama. Parece com Christian.
Kate se levanta e sai.

Rio do cara que Christian faz.

– Gosto de quando você ri. — Coro. — Mas não gosto de ser o motivo da piada. — Fala revirando suas íris cintilantes. Os olhos dele estão com uma cor incrível. Um cinza misturado com azul turquesa. Incrível.

Bufo.

– Você vai me ver jo...

– Oi Ana. — Jack aparece atrás de Christian, sorrindo para mim. — E aí cara? — Cumprimenta Christian com um toque estranho.

– Senta com a gente. — Falo puxando uma cadeira para ele se sentar, do meu lado.

– Claro. — Fala sorrindo.

Percebo que Christian não gostou muito do Jack ter sentando conosco. Não estou nem aí!

– Alguma novidade? — Pergunto, recebendo um chute de Christian. Mais que inferno! Todo mundo resolveu me chutar hoje. Chuto-o de volta, o fazendo se contorcer na cadeira. Sorrio cinicamente.

– Hoje eu vou jogar. — Jack fala alheio a situação.

– Você é do time do Christian né?

– Ele é sim. — Christian fala passando seu braço pela minha cintura me puxando para mais perto dele.

– Você vai ver? — Jack pergunta ignorando Christian.

– Eu não ia sabe? Mas já que você vai jogar, eu vou sim. — Falo sorrindo.
Sinto Christian apertar minha cintura e o encaro. Ele me dá um rápido selinho.

– Bom, eu vou voltar para minha mesa, os caras estão me chamando. — Jack aponta para mesa que ele costuma ficar. Assinto com a cabeça. — Nos vemos no jogo. — Fala piscando.

Jack se levanta e vai até sua mesa.

– É impressão minha ou você tava flertando com ele? — Christian fala, com uma cara nada boa. — Na minha frente?

– O que eu faço ou deixo de fazer não te diz respeito Grey! — Falo já irritada com toda essa situação.

– Gatinha.... Gatinha.

– Christian vai para o inferno. Larga de ser chato! Eu não reclamo quando te vejo com alguma vagabunda por aí. — Falo revirando os olhos.

Ele arregala os olhos, mas depois volta ao normal com um sorrisinho no rosto.

– Não precisa ter ciúmes delas, gatinha. Eu já te disse várias vezes. Eu sou só seu. — Fala sorrindo maliciosamente.

– De onde você tirou isso? — Pergunto debochadamente.

Christian não me responde, ao invés disso me puxa para um beijo.

(...)

– Não acredito que eu vou ter que fica vendo essa porcaria de jogo com você, Ana. — Kate reclama enquanto procuramos um lugar para sentar na arquibancada do campo da escola.

– Acredite.

– Já vou avisando que vou torcer para quebrarem seu namoradinho ao meio. — Fala rindo.

Reviro os olhos.

– Olha, eu acho isso meio difícil. — Falo a fazendo bufar.

– Podiam acertar uma bola bem no saco dele. Eu iria adorar! — Fala rindo me fazendo rir também.

Kate e eu ficamos rindo tanto, que nem percebemos quando o Jack aparece.

– Vou marcar um gol para você.– Fala se sentando do meu lado.

– Sério? — Pergunto sorrindo.

– Aham. — Responde sorrindo. O Sorriso do Jack é maravilhoso! Caramba!

– E para mim? — Kate fala dando sinal de vida.

– Também loirinha. — Jack fala sorrindo.

– Dois gols em? — Falo, vendo-o se levantar.

– Dois. — Ele pisca. — Vai ser moleza.

Assim que Jack se afasta, escuto os suspiros de Kate.

– Ele é lindo demais. — Fala vendo Jack se afastar.

– É sim....

– Mas é um safado. — Fala suspirando.

– Lá vem. — Reviro os olhos.

– Tô falando sério! Para todos os efeitos, você fica com o Christian, que por acaso é amigo dele. — Fala se explicando.

– E? — Pergunto tentando entender o ponto de vista de Kate.

– E, que o cara veio aqui e disse que vai fazer um gol para você. Sendo que quem deveria fazer era o Christian. — Fala dando de ombros.

– Quem é que vai fazer gol para você, gatinha?

Engulo em seco. Puta merda!

(...)

"O ciúme pertence mais à vaidade do que ao amor."
– Madame de Staël.

Notas finais
Meninas, não gosto de ficar cobrando comentários e nem nada. Já postei três capítulos essa semana, mas recebi pouquíssimos comentários, e isso me desmotiva muito, porque não sei se vocês estão gostando da fic e etc. Não estou cobrando e nem anda, só pensem um pouquinho a respeito disso. Obrigada, beijos.