Gotta Be You

13 Capítulo 13


Notas iniciais
Olá, meninas. Me desculpem pela demora, tive alguns probleminhas e o nyah tinha ficado em manutenção. Enfim, espero que gostem desse capítulo. Boa leitura! *LEIAM AS NOTAS FINAIS*

POV Christian Grey

Hoje meu pai resolveu levar Mia, Elliot e eu para escola, o que me fez chegar mais adiantado na prisão.

– Boa aula, filhos.

– Valeu pai. — Me despeço com um beijo no rosto e desço do carro. Não espero Mia e Elliot afinal os dois estão me ignorando. Por que? Nem eu sei.

Enquanto entro na escola, os olhares sobre mim parecem ter aumentado. A maioria aqui deve está se perguntando se eu estou mesmo de rolo com uma única garota. E é só eu pensar nela, que a vejo conversando com a loirinha. Me aproximo das duas e beijo o rosto de Anastásia, fazendo a mesma me olhar assustada. Rio da sua reação.

– Bom dia ga...

– Eu estou ocupada aqui. — Me interrompe.

– Kate vaza! — Falo para loira, que revira os olhos na hora. — Mais se quiser ficar e segurar vela pode...

– Depois a gente conversa Ana. — Me corta, pegando sua mochila e saindo.

– Por quanto tempo vamos ter que continuar com isso? — Anastásia pergunta revirando aquelas bolas azuis.

– Ah, sei lá. — Dou de ombros. — Não tá gostando de ficar comigo, gatinha?

– Deixa eu pensar um pouco... — Olha para frente, coçando o queixo durante alguns segundos. — não!

Me sento onde Kate estava sentada antes, pego a mão e Anastásia e entrelaço nossos dedos.

– As pessoas estão nos olhando, — Sussurro. — Vê se finge pelo menos gostar de mim.

Ela me olha com cara de tédio e se aproxima um pouco mais, deitando sua cabeça em meu ombro.

– Melhorou? — Pergunta, enquanto brinca com meus dedos.

– Acho que pode ficar melhor.

Anastásia levanta um pouco seu rosto e me encara. Fito sua boca e lhe dou um selinho demorado. Me afasto, e reparo que suas bochechas estão vermelhas. Rio pelo nariz e lhe dou outro selinho, depois outro e outro. Aproximo meus lábios dos seus, sentindo sua respiração quente se envolver com a minha, encosto meus lábios nos seus, acariciando os mesmos, vou abrindo a sua boca lentamente, logo encaixo minha boca na sua. Até que a beijo. No começo ela não cede, mas assim que começo a acariciar sua bochecha, ela se entrega iniciando um beijo quente, passo minha língua sobre a sua, explorando cada pedacinho da sua boca, com a mesma, mordisco seus lábios com vontade a fazendo gemer em minha boca, logo encaixo meus lábios novamente nos seus, aumentando a intensidade do beijo, sugo seus lábios para dentro da minha boca, chupando-os com intensidade, levo minha língua até o céu da sua boca e passo a pontinha no mesmo, começo a mover minha língua em movimentos giratórios, entrando no seu ritmo, com muito cuidado, vou diminuindo o ritmo do beijo por falta de ar parando o mesmo com selinhos seguidos do outro. Os lábios dela são tão macios que me dá vontade de morde-los, e é o que eu faço, mordo seu lábio inferior, e paro o "beijo" com três selinhos.

– Gatinha? — Falo tentando recuperar o fôlego. Estou surpreso. Anastásia me surpreende cada vez mais, nunca imaginei que ela pudesse beijar tão bem. Estou sem fôlego e muito excitado. Nenhuma garota nunca me fez ficar assim, somente com um beijo. Essa garota é diferente! Me traz sensações estranhas.

– M-melhor a gente ir para sala né? Vai que o diretor pega a gente. — Ela gagueja me fazendo rir. — Tá rindo do que? — Pergunta completamente vermelha. Anastásia fica envergonhada com tudo, não sei o porquê mais isso me encanta.

Então eu levo um tapa no ombro, se as mulheres soubessem o quanto essa porra queima...

– Ai caralho! — Grunhi. E claro, levei mais tapas. Eu já disse que tenho que amansar essa gatinha? Seguro seus pulsos com força e a encaro. — Já deu né?

– Christian me solta! — Fala me encarando. A encaro com ódio, fazendo a mesma abaixar a cabeça, de medo talvez. Aperto seus pulsos com força, essa garota me tira do sério. Não suporto que ninguém levante a mão para mim, e não vai ser essa vadia que vai fazer isso. — Você tá me machucando caramba. — Fala tentando se soltar, então eu aperto ainda mais. — Christian?

Respiro fundo e a solto. Me levanto e pego minha mochila e a sua. Olho para Anastásia e pergunto:

– Você vem?

Acena com a cabeça sem olhar para mim.

Em todo o caminho até a sala Anastásia não se aproxima de mim. Em alguns momentos eu olhava para trás, e sempre que o fazia, ela me fitava e abaixava a cabeça. Magoada?! Jogo minha mochila na mesa, e entrego a dela para ela.

– Me desculpa por... você sabe. — Passo a mão no cabelo, incomodado. Ela assenti, sem me olhar nos olhos. — Eu só não suporto que alguém levante a mão para mim eu só... não gosto. — Falo frustrado fazendo a mesma olhar para mim. — Você não tá com medo de mim tá? Aquilo não foi nada cara.

– Eu sei. — Me encara fixamente. — Me desculpa pelos tapas, se bem que você mereceu! — Fala dando de ombros, me fazendo revirar os olhos.

Ri pelo nariz e mando beijo para ela, que revira aquelas bolas azuis. — Como sempre. — O professor entra na sala, e passa um trabalho em dupla. Olho para Taylor, mas o mesmo está distraído olhando para uma certa garota atrás de mim. Senhor Heard, acaba com a graça de todo mundo ao dizer que ele que ia escolher as duplas.

– Katherine e Joe. — Aponta para ambos. A loira olha para Anastásia desapontada e vai em direção á sua dupla. — Taylor e Adam. — Rio da cara de Taylor, fazendo o mesmo me mostrar seu dedo do meio. — Anastásia e Christian.

É, gatinha talvez o destino esteja ao nosso favor.

Não sei porque, mas sorrio com isso. Escuto murmúrios de reclamações de algumas garotas. — Fazer o que? Todas querem passar um tempo com o papai aqui. — Encaro minha dupla, que não está com uma cara muito boa.

– Que cara é essa gatinha? Até parece que você não gos...

– É bom você anotar tudo que ele vai passar agora. — Me corta. — Se você estiver achando que eu vou fazer o trabalho sozinha, amorzinho, você está redondamente enganado. — Fala sorrindo cinicamente.

Faço uma careta e começo a anotar o que o professor pede para o trabalho.
(...)

– Não gostei da minha Ana ter saído com você. — Taylor fala se sentando na mesa do refeitório.

– Olha só, — O encaro. — a sua, que para todo mundo é minha Ana, vai fazer o trabalho comigo sim. Para sua infelicidade, cara. — Fala sorrindo cinicamente.

– Já repararam que só falamos nessa menina? — Welch pergunta, aparecendo com a vadia que ele chama de namorada.

– Talvez porque ela é gata. — Jack dá sinal de vida. — E tem uma bundinha que meu Deus.

– Pena que você não pode apertar cara. — Dou dois tapas em suas costas.

– Por enquanto. — Sorri de lado e depois ataca seu lanche.

– Isso é o que você que tá dizendo. — Dou de ombros. — Aquela ali tá na minha.

Coloco meus braços atrás do meu pescoço e relaxo na cadeira.

– Eu não acho isso não cara. Ela já abriu as pernas, igual as outras?

– Ela não é igual a essas vadias, que é só dá uma olhada que já estão pronta para serem fudidas. — Falo irritado. Caralho, parece que tudo gira em torno dessa vadia.

– Isso é o que você que tá dizendo. — Me imita e eu reviro os olhos.

– Qual garota que você conhece resistiu a mim? — Pergunto sorrindo. — Fala ai?

Todos me vaiam.

– Quem é que resiste a esse corpo aqui galera? — Falo fazendo todos revirarem os olhos.

– Já deu Grey. — Taylor resolve abrir a boca novamente. Me levanto.

– Nem sei porque ainda perco meu tempo com vocês. Vou ver como está a minha garota. — Dou ênfase no "minha" e pisco para eles.
(...)

– Na minha casa hoje, as quatro. — Anastásia fala, enquanto guarda seus matérias.

– Isso é porque você quer. — Dou uma tragada no meu cigarro e solto a fumaça, vendo a mesma desaparecer. — Vai ser na minha casa as três!

Anastásia revira os olhos.

– Christian eu não vou para sua casa. Tudo que precisamos está na minha!

– Na minha casa tem uma biblioteca gatinha, e os meus irmãos e a Gail vão estar lá, eles podem ajudar a gente com alguma coisa. — Falo vendo Anastásia fica boquiaberta.

– Na sua casa tem uma biblioteca? — Pergunta com os seus olhos azuis-celestes brilhando. Ela fica ainda mais linda quando seus olhos estão assim.

– Você por acaso é surda? — Pergunto rindo a fazendo revirar os olhos.

– Idiota. — Fala bufando. — Não sabia que você tinha voltado a falar com os seus irmãos.

– E não voltei. Só que meus irmãos por incrível que pareça gostam de você, então como você vai estar lá em casa eles vão querer ajudar. — Falo me lembrando de Elliot e Mia, falando o quanto Anastásia é perfeita e carinhosa. Se eles soubessem o quão carinhosa ela é, não falariam mais isso.

Anastásia não queria, mas acaba aceitando.

– Agora vamos embora. — Pego sua mão, e a puxo em direção ao estacionamento. Tem poucas pessoas na escola, mas essas poucas fazem questão de nos olhar. Antes de chegarmos ao portão principal, Anastásia me para.

– Christian meu pai não pode nos ver juntos. — Fala soltando nossas mãos. — Rolo só na escola.

– Tinha me esquecido disso. — Dou de ombros e a puxo pela cintura. — Rolo? Assim você me magoa gatinha. — Falo manhoso a fazendo revirar os olhos. — E o meu beijo?

Ela bufa, e me dá um selinho.

– Satisfei...

A beijo. Aproveito que minhas mãos já estão em sua cintura e desço com as mesma até sua bunda, apertando. Realmente a bunda dessa garota não é de Deus, não. Anastásia me dá um tapa durante o beijo, mas não tiro minha mão desse antro de perdição. Termino o beijo com selinhos.

– Pervertido. — Me belisca e eu reviro os olhos. — Tira essa mão boba da minha bunda, Christian!

A beijo novamente. — É mais forte do que eu. — Peço passagem com a língua, e ela cede. Anastásia leva sua mão até minha nuca e puxa os meus cabelos me fazendo gemer entre o beijo. Sinto ela sorrir. Sugo seu lábio inferior e aprofundo ainda mais o beijo se possível, por pouco tempo, já que a gatinha decide acabar com ele.

– Engraçado, — Fala revirando os olhos. — sempre achei ridículo se pegar na escola e olha para mim agora, aos beijos com o bad boy mais requisitado do colégio.

– Mais requisitado? — Levanto uma de minhas sobrancelhas. — Gostei.

Anastásia me dá um tapa no peito.

– É melhor você ir antes que eu te aga...

Me surpreendo ao receber um selinho de Anastásia.

– Tchau, gatinho.– Fala se afastando, me deixando surpreso com sua atitude.

A observo ir em direção ao carro de seu pai rebolando aquela bunda gostosa.

Essa garota ainda me mata, no que você foi se meter Grey?!
(...)


"Certas atitudes separam mulheres de vadias."
– Bia Bandeira.

Notas finais
Gostaram?! Meninas comentem, preciso saber se vocês estão gostando da fic e tal. Se quiserem recomendar e favoritar, eu também aceito, kkk. Beijos e até o próximo.