Gotta Be You

21 Capítulo 21


Notas iniciais
Olá gente! Mais um capítulo, espero que gostem! Obrigada por todos os comentários. Boa leitura! *LEIAM AS NOTAS FINAIS*

POV Anastásia Steele

No jantar todo meus pais me olhavam estranho. Talvez pela minha aparência. Rosto inchado, olhos e nariz vermelhos. Durante essas horas todos os momentos que passei com o Christian vieram em meus pensamentos. Não sei o porquê disso. Na verdade não sei porque chorei tanto por um idiota!

– O que você tem princesa? — Meu pai pergunta.

Olho o mesmo e sorrio de canto.

– Não é nada papai, é só sono mesmo.

– Não gosto de te ver assim Ana. O posso fazer para te animar? — Pergunta sorrindo docemente. Meu pai é o melhor pai do mundo.

– Bem que você e a mamãe poderiam deixar eu dormir com vocês hoje.
Sempre quando me sinto assim, — triste ou deprimida — gosto de dormir com os meus pais. Bem infantil, mas eles não se importam.

– Claro que sim. — Dona Carla fala, enquanto acaricia meus cabelos.
(...)

Papai me deixa na porta da escola, como sempre faz. Me despeço dele, e desço do carro. Entro na escola de cabeça baixa, não quero ver as pessoas rindo da minha cara. Com certeza o Christian contou para todo mundo que terminou comigo, ou simplesmente apareceu com outra garota. Não sei porque ainda fico pensando no que esse idiota faz ou deixa de fazer. Já em frente ao meu armário, pego os matérias da primeira aula que no caso é matemática. Não estou com cabeça para ficar fazendo contas, mas a vida segue.

– Nossa, você está acabada! — Kate exclama, me fazendo revirar os olhos.

– Eu não sei o que está acontecendo comigo Kate. — Sussurro.

– Eu sei. — Fala convicta.

Fecho a porta do armário e a encaro.

– O que é então?

– Anastásia Steele você está apaixonada pelo babaca do Christian Grey.

A encaro séria por alguns segundos e começo a rir.

– O que?

– Não ria, estou falando sério. — Fala emburrada.

– De onde você tirou isso Katherine? Eu apaixonada pelo Christian? — Falo descrente.

Ela assenti e eu rio mais um pouco. Logo o riso vai cessando e eu me pego pensando. Será?

– Não viaja, Kate.

O sinal toca e nós seguimos para a sala. Pedi para o professor me trocar de lugar. — não queria me sentar perto dele.– No começo ele não quis, perguntou o porquê disso, mas acabou me mudando. Agora meu lugar é na frente do Taylor. Me sento no meu novo lugar e abaixo minha cabeça, deitando a mesma em meus braços.

– Bom dia turma. — O professor Carter fala. — Vamos corrigir os exercícios da aula passada. Abram seus cadernos.

Levanto um pouco a cabeça e tento acompanhar a correção dos exercícios mas minha atenção está voltada ao Christian, que está de conversinha com a garota que antes sentava onde estou. Se não me engano seu nome é Nina. Ele faz graça, ri e a menina nem liga. Era para ser comigo, era para ser eu ali! Respiro fundo e desvio o olhar.

– Ei, Ana.

Me viro, tendo a visão de belos olhos cor avelã. Taylor.

– Oi. — Dou um pequeno sorriso. — Me chamou?

– Sim... err... Eu soube que você e o Christian não se falam mais. — Fala constrangido.

– Sim. Tudo voltou a ser como antes, você não precisa conversar comigo. — Falo amargamente.

– Quem disse que eu só porque você estava com o Christian eu deveria conversar com você?

– Eu pensei que vo...

– Pensou errado, Ana. Você pode conversar comigo e com os meninos, nós gostamos de você.

– Eu também gosto de vocês, apesar de serem idiotas.

– Nossa! — Taylor se faz de ofendido e eu rio baixo, já que o professor está corrigindo o exercício.

– Por que você nos acha idiota? — Pergunta rindo.

– O jeito de vocês tratarem as pessoas e por se acharem os maiorais. — Respondo sincera.

Taylor ri, uma risada tão escandalosa que todos da sala nos encaram, inclusive Christian.

Engulo em seco.

– O que é tão engraçado, Jason Taylor? — O professor pergunta. — Quer compartilhar com a turma? — Pergunta cinicamente.

Olho para Taylor, que está com uma de suas sobrancelhas arqueadas enquanto encara o professor.

– Nada demais. — Solta simples.

– Se eu ouvir um "A" eu te coloco para fora Taylor.

Taylor assente com a cabeça e o professor segue com a aula.
(...)

POV Christian Grey

Quando cheguei na sala hoje, Anastásia não estava no seu lugar de sempre. Procurei por ela e a encontrei sentada na frente do Taylor — Pelo visto ela falou sério sobre querer ficar longe de mim. — e no seu lugar estava outra garota. Gostosa para caralho! Seu nome é Nina. Pelo seu jeito ignorante, vai ser difícil de conquistar mas nada é impossível para Christian Grey.

Taylor conversou com a Anastásia praticamente todos os três primeiros horários. Isso me incomodou muito, minha gatinha só conversava comigo. Essa menina não saí da minha cabeça, que porra! O sinal para o recreio tocou, e Nina se levantou. Observo-a andar... que bunda é essa?!

– Ei, Nina? — Chamo por ela.

Pelo tempo que ela demorou para virar, contrasto que ela deveria está pensando se me daria ou não ouvidos. Nina fica me encarando com cara de tacho.

– Quê?

Apresso meus passos e me aproximo dela.

– Quero conversar com você, gata.

Ela revira os olhos. Nesse momento penso na minha gatinha. Saí porra!

– Não tenho nada para con...

– Vamos comer, daqui a pouco o intervalo acaba. — A interrompo, abraçando-a de lado e puxo a mesma para o refeitório.

Enfrentamos a fila e depois fomos para o jardim do colégio. Sim, a menina gosta de lanchar no jardim. Como o tempo todo olhando para ela. Percebo que ela cora assim que seu olhar cruza com o meu.

– Vai ficar me encarando assim o intervalo todo? — Pergunta revirando os olhos.

– Você é linda. — Falo sincero, ela realmente é linda.

– Sei viu.

– Tô falando sério cara. — Sorrio.

– Nem sei porque você tá aqui. Por que não volta para os seus amiguinhos idiotas e me deixa em paz? — Fala me fuzilando. Porra! Que menina difícil!

– Porque eu não quero. — Pisco.

– O que você quer então?

– Você.

Ela me encara por alguns segundos, logo abaixa a cabeça mas posso ver um sorrisinho se formar em seu rosto. — Parece que não vai ser tão difícil assim domar a fera.– Termino de tomar o meu refrigerante e me encosto na árvore.

– Gosta de sorvete? — Pergunto do nada.

– Quem não gosta? — Pergunta, também se encostando na árvore.

– Podemos ir numa sorveteria no final da aula, que tal?

– Se você tentar alguma coisa lá eu te...

– Quer ir ou não? — A corto.

Ela dá de ombros e fecha os olhos, respira fundo e depois de um tempo abre apenas um deles e me encara.

– Para de me olhar!

– Eu não consigo. — Rio.

– Se você não parar eu vou te bater! — Fala rindo me fazendo rir também.
(...)

Até que foi legal ir a sorveteria com a Nina. Descobri que uma das suas bandas favoritas é Natiruts, uma banda brasileira. Ela fuma, assim como eu e ama a cor vermelha. Quando terminamos de tomar o sorvete, consegui beijá-la. Levei um tapa na cara depois, mas valeu a pena. No caminho para a casa dela, sua calça acabou grudando nos galhos de uma plantinha. Ela xingou todo tido de palavrão possível e eu não cansava de rir das caras e bocas que ela fazia. Mas Nina conseguiu se soltar e eu acabei apanhando, o que levou a mais alguns beijos.

Estava em casa jogando Guitar Hero, quando a porta é aberta e a manada entra. Welch, Sawyer, Taylor, Flynn e José.

– Jogando Guitar Hero e nem chama os amigos? — Flynn pergunta, se sentando do meu lado e pegando o controle que sobrava.

– O que tem para comer? — Welch pergunta, indo para a cozinha.

Os outros se espalharam por toda a casa.

Depois de perder de cinco a zero pro Flynn, decido ir comer alguma coisa.

– Welch eu não acredito que você comeu o musse da minha mãe, caralho! — Grito, fazendo o mesmo aparecer na cozinha coçando a nunca.

– Ele tava me chamando, cara. E eu não sabia que não era para comer.

– Só podia ser você mesmo. — Nego com a cabeça. — Você vai comprar outro!

– Cadê o dinheiro? — Pergunta fazendo graça.

– Seu filho da...

– Olha o respeito. — Me interrompe.

Reviro os olhos e saio da cozinha.

Vou no jardim e vejo que os meninos estão tentando acertar a cesta de basquete que tem ali.

– Não perde tempo mesmo em, cara? — Taylor pergunta.

– Não fique com ciúmes, amor! — Falo rindo.

– Não estou.

– Acho que sei o porquê. — Rosno me lembrando da cena que vi mais cedo.

– Cara ela é tão legal!

– Eu sei. — Abaixo a cabeça.

– Não tem nada haver com as que você costuma pegar.

– Eu sei.

– E aquele bunda não é de Deus não!

– Nossa! Fala não velho... Peraí! — Encaro Taylor com a cara fechada. Esse filho da puta tá falando da bunda da minha gatinha? — Quer morrer?

– Não, eu tô de boa. — Levanta as mãos em rendição. — Desculpa aí, cara. É que subiu a cabeça.

– Subiu a cabeça. — O imito.

– Tem festa na cada da Melanie hoje. — Fala, mudando de assunto.

– Opa Melanie? — Me interesso.

– É... aquela gostosa que faz um boquete maravilhoso!

– Coloca bom naquilo, porra! Nem sabia que você tinha pegado ela. Gosta das minhas sobras né? — Falo rindo.

– Tem que aprender a compartilhar, cara.

– Compartilhar é o inferno! — Falo. — Que horas vai ser a festa?

– Dez.

– Demorou então. — Falo animado.

– Tem que levar o que for beber.

– De boa.
(...)

Puxo Melanie para o andar de cima. Entramos no seu quarto e a jogo na cama.

– Christian. — Geme. — Que saudade que eu tava de você. — Sussurra puxando meu cabelo, enquanto eu beijo seu pescoço.

Me afasto do seu pescoço e passo a mão no meu pau, ele precisa de atenção. Ela se levanta, ficando ajoelhada na cama e tira seu vestido, me fazendo ter a visão dos seus maravilhosos seios. Me sento na beirada da cama e bato nas minhas coxas, para ela vir para o meu colo. Melanie se senta com as pernas, uma de cada lado da minha cintura e me beija. Levo uma de minhas mãos para os seus cabelos, puxando-os.

Nossos beijos são ferozes, cheios de malícia e desejo. Mordo seu lábio inferior para mim e a encaro sorrindo de lado. Ela ri e sai do meu colo se ajoelhando na minha frente. Arfo quando suas mãos vão de encontro ao botão da minha calça. Abro mais as pernas e Melanie chega mais á frente. Eu a olho atentamente, mordendo os lábios.

– Anda logo com essa porra!

Não estou aguentando a demora. Caralho, meu pau está á ponto de explodir!

A vadia desabotoa os botões da minha calça lentamente, roçando de vez em quando os dedos por cima da minha enorme ereção. Filha da puta! Melanie puxa minha calça para baixo. Ela me encara enquanto sua mão vai de entrando dentro da minha boxer. Assim que sua mão macia toca em meu membro gemo, mordendo os lábios em seguida. Porra! Quando tira meu membro para fora o olha como uma criança olha para um brinquedo que acabara de ganhar. Meu Deus! Ela apoia sua outra mão na minha coxa, se inclinando. Melanie passa sua língua pela glande e começa a movimentar a mão lentamente por toda a extensão do meu membro, enquanto passa sua língua pelas minhas bolas. Ela raspa de leve os dentes nelas e eu gemo baixo. Sua mão que está na minha coxa, sobe pela minha cintura adentrando debaixo da minha camisa, arranhando meu abdômen enquanto vai aumentando os movimentos da sua mão. Inclino a cabeça para trás gemendo baixo.

Melanie dá vários beijos pela extensão do meu pai até o abocanhar. Fecho os olhos, dominado pelo prazer que aquele simples contato me causou.

– Puta merda, Melanie!

Enquanto chupa, a sua língua se movimenta para cima e para baixo sobre a extensão do meu membro. Sua outra mão massageia as minhas bolas. Caralho! Quando eu falo que o boquete dela é o melhor, não é mentira. Pego seu cabelo fazendo um coque na minha mão e a ajudo, mantendo o ritmo. Ela me olha nos olhos, com um olhar cheio de malícia. Vadia! Melanie me masturba mais forte enquanto sua boca se movimenta rapidamente. Reviro os olhos de prazer. Meus gemidos são altos e minha boca começa a ficar seca.

– Oh. Isso! — Gemo puxando o ar entre os dentes.

Eu estou perto, bem perto! Melanie ia tirar meu membro da sua boca mas eu a impeço, negando com a cabeça. Ela tá pensando quem é quem?

– Continua! — Gemo e ela continua.

Aumenta ao máximo os movimentos da sua mão na parte do meu pau que não cabê na sua boca. Suga a cabecinha e no segundo seguinte, gozo gloriosamente na sua boca. Solto vários suspiros de alívio mas não solto seu cabelo. Quando acabo de gozar completamente, ela o tira da sua boca e fecha os olhos, engolindo tudo sorrindo. Cachorra! A puxo pelos cabelos fazendo-a se levantar.

– Agora é a minha vez de te dar prazer.
(...)

"Me ajoelho aos seus pés e espero por sua benevolência, imploro a ti meu senhor, brinde-me com seu gosto."
– Lore Knust Hayek.

Notas finais
Então? O que acharam? Christian é um vagabundo! Comentem meninas! Mereço recomendações? Faz um bom tempo que eu não ganho. Beijoos.