Gossip Witch - Marotos

4 Potter. James Potter.


Notas iniciais
ABAIXEM AS FACAS E OS ARPÕES! E POR FAVOR SEM SANGUE! Bem eu demorei ummês acho para escrever este capítulo, eu tive que estudar, a pouca quantidade de comentários me deixou triste e a minha criatividade foi visitar um parente bem distante num lugar bem distante de mim, claro. Me perdoem. Por isso e pelo capítulo. Vocês já vão ver. Boa, leitura! -N

Quando Lily Evans acordou ela estava usando apenas lingerie. Sentou-se na cama de casal que se encontrava e observou o local em questão.
Um quarto grande, decorado com as cores da Grifinória, provavelmente de algum adolescente amante de quadribol e bagunceiro (a julgar pelos pertences e organização do menino).

Na parede da esquerda havia uma porta, que fora aberta logo em seguida, pelo dono do quarto que usava apenas uma toalha e havia acabado de sair do banho.

– Ruiva! – chamou a voz do garoto despertando Lily de seus devaneios.

Ela virou e se deparou com James Potter apenas com uma toalha tampando seus países baixos.

– Aqui! – ele jogou uma camisa dele para ela pegar e vestir, e assim ela fez.

Lily se sentira mais confortável para levantar da cama e... Pelas barbas de Dumbledor! Como ela queria qu aquela maldita toalha caísse.

James sorriu e puxou Lily fazendo os braços dela ficarem em volta de sua nuca, e as mãos dele na cintura dela.

Ele a beijou. Ou ela o beijou? Ah! Eles se beijaram. Pronto!

– Lily. – disse James calmamente após o beijo.

– Sim?

– Você vai perder o trem.

– Dane-se o trem. Se eu perder, você perde também.

– Na verdade, não.

– Oi?

– Nesse momento eu estou tomando café-da-manhã. E você... Bem, você está sonhando.

– LILÍAN ELIZABETH EVANS! Acorda, aberração! – gritou Petúnia Evans pela milésima vez.

– Só mais cinco minutinhos, James. — murmurou a ruiva ainda dormindo

– Ah... Então quer dizer que tem um "James". – Petúnia maliciou – E que você estava sonhando com ele...

Isso foi o suficiente para fazê-la acordar num pulo.

– O quê? Claro que não, Túnia! Eu? Sonhar com garotos? Imagina! – nervosa respondeu.

– Hmm... Sei... Então quem é James?

– Você não sabe? Petúnia! Bond! James Bond!

– Você gosta dele?

– Não. É que nos meus sonhos ele costuma ser meu mordomo. E eu sou a Batgirl. – enrolou sua irmã enquanto pegava sua mala que já fora feita meses antes, e empurrava-a pela escada abaixo.

Lily Evans tinha colocado em sua cabeça para parar de pensar nele e isso ocorre? Dá próxima vez quando Petúnia for acordá-la vai ouvir um gemido: Vai, Potter, vai! Isso!

X-X-X

A estação King Cross nunca esteve tão cheia na singela opinião de Alice.
Abraço pra cá, "Vamos sentir saudades" pra lá e um "Não destrua a escola de novo". Alice riu com o aviso da sra. Pettigrew e voltou a procurar suas amigas. A primeira que avistou foi Mary McDonald.

– Hey, Ali! – acenou Mary para a morena que logo em seguida correu até ela e lhe deu um abraço apertado.

– Oi, MD. – Alice sorriu –Tudo pronto pra festa?

Mary McDonald assentiu feliz.

─ Aqui estão os passes. Me ajuda a entregar?

Alice concordou e pegou metade. "Frank Longbottom" dizia o primeiro passe. O avistou ajoelhado no chão amarrando o cadarço do tênis. Alice Fortescue se aproximou ficando na frente de Frank, que vira seus sapatos e levantou a cabeça para vê-la.

─ Alice Fortescue, em que posso ser útil? ─ deu um sorriso.

─ Seria fabuloso se você fosse na Festa Ambulante. ─ Alice esticou a mão com as unhas cor-de-rosa bebê para ajudar Longbottom a levantar e depois lhe deu o passe. ─ Você vai? ─ perguntou mordendo o lábio e franzindo as sobrancelhas bem feitas.

─ E eu tenho escolha? ─ Frank suspirou.

─ Obrigada mesmo. A Lene e a Mary me matariam caso alguém importante recusasse.

─ Hmm, então quer dizer que sou importante?

Alice Fortescue não teve nem tempo para corar, pois um garotinho do primeiro ano passou correndo com uma mala que era o triplo de seu tamanho, e acabou derrubando Alice em cima de Frank, fazendo os dois caírem numa posição um tanto quente no banco que se encontrava atrás deles.

─ Lice! Emergência! Preciso da sua aju... Interrompi alguma coisa? ─ Marlene McKinnon perguntou olhando atentamente a cena.

─ Não, não! ─ disseram os dois em coro

─ Ótimo, então. Vem, Lice! ─ Marlene puxou Alice Fortescue até certa distância.

─ O que foi, Lene? ─ perguntou Alice com os braços cruzados.

─ Tá vendo aquele grifinório ali? ─ a morena perguntou nervosa.

─ Qual deles? ─ respondeu sarcasticamente Alice, ao ver que todos naquele lado eram da mesma casa ─ Se não quiser respostas irônicas, não faça perguntas idiotas, MK.

Marlene McKinnon revirou os olhos cor-de-avelã.

─ Okay, okay! Eu já entendi agora pode me ajudar, Ali?

─ Prossiga com a história, Lene. Eu ainda tenho que entregar tudo isso aqui!

No mesmo instante, Marlene McKinnon tirou (lê-se arrancou) os passes das mãos finas de Alice F. e entregou nas mãos de uma lufana que estava perto das duas.

─ Hey, você! O que acha de ir para a Festa Ambulante? ─ a amiga de Alice disse com o seu sorriso "Eu tenho 32 dentes branquinhos, brilhantes e fabulosamentes prefeitos". Não havia jeito nenhum da lufana dizer não à Marlene McKinnon.

─ Si-sim, é claro!

─ Então, vamos fazer um combinado, sim? Você os passes para suas respectivas pessoas e eu arranjo um para você. O que me diz? Negócio fechado, lindinha? ─ Marlene estendeu a mão direita para a garota apertar.

─ Fechado, mas você nem sabe o meu nome...

─ Que no caso seria..?

─ Robertha Lynn Jorkins.

─ Prazer, Marlen... ─ Marlene McKinnon foi interinos por ninguém menos do que Robertha Lynn Jorkins.

─ Eu sei quem você é.

─ Okay então, Robertha. Foi um prazer negociar com você. ─ após Marlene pronunciar tais palavras a garota, digo, Robertha Lynn saiu entretida com sua tarefa nova ─ Viu, Alice? Simples assim. Então, voltando ao assunto, ele estava olhando para mim, tem alguma coisa meu cabelo?

Alice riu da insegurança de Marlene McKinnon.

─ Quem diria... Marlene Katherine McKinnon insegura...

─ Não é insegurança, é... É... É precaução! ─ defendeu-se.

─ Chame do que quiser. E não, não tem nada no seu cabelo, pode ir.

─ Obrigada, Ali. Não sei o que eu seria sem você.

─ Triste, talvez. ─ supôs Alice, que após o comentário ganhou um soquinho no ombro do punho de Marlene.

─ É assim que eles fazem, não é? Digo, os Marotos.

─ Acho que sim.

Marlene abraçou Alice.

─ Nunca mais me deixe fora da diversão nas férias. Nem que tenha que me sequestrar e lançar um crucio no meu irmão.

Alice sorriu enquanto a amiga se dirigia ao garoto.

Notas finais
Comentei se não talvez eu entre em coma por depressão. Ah e só pra testar uma coisa, assinem com a sua comida favorita. Amo vocês não me mandem para o hospital, obrigada.