Notas iniciais
Finalmente a continuação :3
Dessa vez a fic ainda não está terminada, então se houver atraso talvezz seja minha culpa. NÃO, MENTIRA, NÃO VAI SER PORQUE EU JÁ TENHO ATÉ O CAP 20 PRONTO, É CULPA DA BETA!! -QQ
Leitores amados, espero que gostem. Fiz uma mudança de POV pq há muito a se abordar nessa nova história.
Espero que gostem da nova aventura!
Beijos da Koneko.

Prologue – Ouroboros.

A noite sinuosa parecia mudar de cor enquanto a garota sorria de modo maroto e sádico ao ver a tortura que impunha a sua vítima. As estrelas no céu pareceram se tornar flechas, mas apenas na visão do homem. Tudo parecia ficar fisicamente diferente e a realidade começava a se esvair e distorcer.

- Está gostando... Doutor Marcoh? — perguntou aquele sorriso sádico.

Aquele sorriso era tão parecido com aquele outro... De poucos anos atrás, quando Marcoh fora preso por um bando de homúnculos na Cidade Central. O sorriso dela era extremamente semelhante ao dele! Até o tom esverdeado de seus cabelos fazia jus à face embora os dela estivessem presos num longo rabo de cavalo.

- Mate-me, por favor! — ele implorou.

Era hora de ser um pouco egoísta. Ele não queria ser torturado por aquele sorriso novamente, não! Já passara da idade de fazer parte dessas aventuras impostas por jovens, fossem humanos ou homúnculos. E aquilo tudo que ele via... Ela parecia colocar uma cortina em frente a seus olhos mostrando-lhe coisas que ele nunca imaginara que veria.

Ela riu cruelmente.

- Ah, quer que eu te mate? Eu quero que você sofra. Se for me implorar pela morte, vai servir como psicologia reversa e eu vou te deixar vivo para te torturar um pouco mais!

- Só me mate, por favor! — Marcoh implorou.

Ela sorriu mais, deliciada.

- Certo, vou te matar. Hoje estou de bom humor o suficiente para me satisfazer apenas com isso.

O homúnculo o encarou com mais intensidade e um grito de dor ecoou pela noite escura seguido de uma gargalhada de prazer. Agora teria que agir rápido, como Juno pedira, pois alguém deveria ligar para os militares. A garota pegou uma faca de cozinha que carregava e cortou o abdômen do médico. Com o sangue que escorria do corpo, ela fez um desenho na parede do beco sem saída em que estavam. A marca registrada de algo que estava para começar — ou seria recomeçar? Tanto fazia.

Ela ouviu o barulho de um carro parando não muito distante do beco e, contendo o riso, deslizou como uma cobra para um bueiro próximo com os braços cobertos pelo sangue do médico.

Quase meio minuto depois, uma pessoa adentrou o beco novamente. Uma mulher com o cabelo louro bem preso em um coque com uma presilha, um revólver nas mãos e uniforme militar. Ela arregalou os olhos ao ver o corpo e olhou ao redor. Quando não viu ninguém, baixou a arma e olhou para cima, para a parede.

- Essa não — murmurou.

- Primeiro Tenente Hawkeye! — chamou Fuery. — O que... — ele parou ao lado dela e ergueu os olhos, arregalando-os para a parede também. É claro. Eles pensaram que havia parado, mas pelo visto todos ainda se horrorizavam ao ver aquela terrível marca... — O-Ouroboros?!

- Sargento Fuery — Riza Hawkeye falou. — Contate o Führer. Chame-o aqui imediatamente!

- S-Sim senhora! — disse e saiu correndo.

- Tem algo de errado aqui – ela murmurou e baixou o olhar para o corpo do Dr. Marcoh. – Muito errado.

Notas finais
Reviews são bem-vindas :3