Goal!

10 Profissionais


Notas iniciais
Olá! Mais um cap! !1º cap de domingo, acho que vai dá pra trazer mais um ainda hoje, só que bem mais tarde! Mais uma vez agradeço!!!!!!!

-De alguma forma... esses dois... estão péssimo no trabalho conjunto hoje! –Medeiros observou ao notar que sua “dupla dinâmica” estava totalmente horrível durante o treino.

- Não está certo, os dois estão ótimos fisicamente, por que não conseguem jogar juntos como sempre jogaram? – o velho Matsumoto-sama perguntou em voz alta – duvido que Kouyou tenha enferrujado tanto!

-Não acredito que vão me dar mais trabalho! Precisamos melhorar para continuar na busca pelo título, enfrentaremos Yokohama F. Marinos na casa deles agora, se empatamos em nosso estádio, temos que trazer a vitória no próximo! – observou impaciente, não acreditava que perderiam para a defesa do adversário de novo!

-Acha melhor tirar Uruha do treino? Ele está suspenso do próximo jogo mesmo, os dois juntos estão atrasando todas as jogadas! – Matsumoto-sama perguntou.

-Esses dois... que merda está acontecendo com eles? – o técnico apitou o término da simulação de partida, todos pararam em seus lugares e encararam o senhor ocidental – podem ir almoçar, continuamos depois – ditou observando os jogadores se organizarem em direção às instalações – Kouyou, Shiroyama, os dois ficam, quero conversar com vocês, agora! – retomou, fazendo os dois jogadores citados se congelarem a sua frente.

Hozu sorriu de lado, pelo jeito nem estava precisando mexer muito seus pauzinhos, a putinha estava se queimando sozinha e o felizmente estava levando o companheiro que lhe roubara o posto de capitão junto.

-Força aí caras!- Akira balbuciou para os dois, virando eu olhar para o auxiliar que os acompanhava em direção ao refeitório, lhe lançando um sorriso significativo.

-Neh! Pare de sorrir tanto para mim, você dá muito na cara Aki! – o menor repreendeu em tom quase sussurrado – estamos em trabalho!

-Desculpe, é que eu adoro te ver sério e responsável desse jeito! Você é tão absurdamente fofo e pequeno para ser tão importante assim! – o mais novo respondeu de maneira semelhante.

-Vou entender isso como um elogio! – resmungou não compreendendo bem se as palavras do amante eram boas ou ruins.

Quando o campo já estava completamente vazio Madeiros respirou fundo antes de começar seu sermão.

-Não me importa o que diabos aconteceu com vocês, problemas pessoais são do campo para fora, dentro do gramado vocês são jogadores profissionais – iniciou deixando bem claro a reprovação em seu tom – não me importa como vão concertar o desempenho ridículo do trabalho conjunto de vocês hoje, mas é melhor concertarem logo, ou serei obrigado a colocar um dos dois no banco, e o que você acha que vale mais Kouyou: um capitão veterano ou um atacante adolescente? – finalizou, o olhar cravado no loiro de expressão séria – decidam o que vão fazer, eu quero resultados – se virou de costas, andando para fora do gramado, deixando para trás dois jogadores pensativos em completo silêncio.

-Não importa nossas diferenças Takashima-san, deve se lembrar de como é ser um profissional! – Aoi foi o primeiro a quebrar o silêncio, repreendendo de maneira indiferente o mais novo que havia se negado a olhá-lo durante todo o treinamento, não queria estar sendo tão duro assim, mas disse dependia a permanência do loiro como titular.

-Sim... eu... me desculpe! – respondeu fitando o chão, como podia ser tão infantil e idiota daquele jeito? Estava só piorando as coisas! Cadê a maturidade da qual sempre se orgulhou? Por que se sentiu mal por ser chamado tão informalmente pelo mais velho?

Aoi sentiu-se impaciente com a teima do garoto em não encará-lo, onde estava o profissional que admirava!

-Takashima Kouyou, olhe para mim! – bradou em tom altivo, uma ordem.

Uruha respirou fundo algumas vezes antes de virar-se de frente ao moreno, erguer a cabeça e olhar dentro dos olhos negros... Por que era tão difícil encará-lo? Pelo simples fato de que se lembrava de cenas da noite que fizeram aquela burrada toda vez que o encarava.

-Não é difícil, é? Você tem que olhar para mim quando estivermos jogando, temos que continuar como sempre fomos dentro de campo, quer desistir do seu sonho agora e voltar para o banco de reserva? Você é um garoto ainda, não destruía toda uma carreira promissora por causa de problemas pessoais! – Aoi continuou fitando os orbes chocolates com seriedade e sinceridade – você nunca foi menos do que um excelente profissional no gramado, não deixe de o ser logo agora, não importa o que fizemos ou o que sentimos, dentro do estágio não somos Kouyou e Yuu, somos Uruha e Aoi, jogadores profissionais que têm uma responsabilidade para com o time, entendeu?

-Sim! – o mais novo respondeu firme, Aoi estava certo, ele tinha que parar com essa idiotice logo, ou seria tarde de mais.

-Muito bem! – o mais velho finalizou, caminhando para fora do gramado.

Kouyou apenas o olhou sair, a sensação de que deveria dizer algo, mas... não disse nada.

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-Hum!...Aki...hum! – o baixinho gemia prazeroso em sentir os dentes do mais alto em seu pescoço e a pressão da ereção deste contra a sua.

-Neh!...temos quanto tempo de namoro? – o mais novo perguntou, afastando os lábios da pele branca do outro, mas não parando os movimentos entre suas pernas.

-Uma... semana? – o outro respondeu, deixando as mãos se prenderem na nuca do corpo vestido acima de si, encostou melhor a cabeça no braço do sofá de sua sala, onde estavam deitados.

-Hum... mais três semanas então! – o mais novo observou, retornando a chupar e morder o pescoço alheio.

-Ah!... precisa isso tudo não... hum.... por que a gente não vai ali... para o meu quarto e ...hum... ah! Kira... merda! Tira essa roupa! – o pequeno gemeu agoniado, tentando puxar a camiseta que o outro usava, nada mais justo já que o menor não estava mais com a sua, apenas o jeans e a roupa íntima o separava da pele do lateral.

-Tiro a camiseta... mas não podemos ir além disso, quero respeitar a sua regra, mesmo que você não queira! – respondeu, levantando o tronco rapidamente, retirando a camiseta preta num movimento contínuo, deixando-a pendurada na parte de trás do sofá.

-Oh meu Kami! Sério, deixa essa regra pra lá, me fode gostoso hein! – pediu de maneira pervertida, comendo o físico trabalhado do lateral com os olhos.

-Oh baixinho! Não fale essas coisas que você me deixa fora de controle! – o mais novo reclamou suavemente, enquanto voltava a deitar-se sobre o corpo menor, o contato de suas peles nuas lançando ondas elétricas pelo corpo de ambos.

-Maldita hora que te disse da minha regra... ah! Não seja mau, hein! Vamos tirar nossas calças e nos divertir! – sugeriu o fisioterapeuta, dobrando bem os joelhos e enlaçando suas pernas em volta da cintura do outro, puxando-o mais.

-Hum! Taka... — Akira gemeu com a pressão gostosa em seu membro preso dentro das roupas. Sem conseguir resistir o Suzuki levou suas mãos ao zíper de sua calça, descendo-o.

O menor percebendo que havia convencido o namorado, também abaixou seu zíper e empurrou o corpo maior para cima.

Akira se deixou ser guiado, sentando-se no sofá, fitando o menor se por em cima de seu colo libidinosamente enquanto terminava de desabotoar suas calças e embrenhava os dedos pequenos por debaixo de sua roupa íntima, segurando firme seu falo e retirando-o do isolamento de pano.

-Hum... Taka...! – o loiro maior gemeu com a força da pressão em seu falo, sentindo os dedos habilidosos trabalhando ali em movimentos precisos e ritmados.

-Você fica lindo gemendo meu nome assim!- o baixinho falou ao pé do ouvido do outro, utilizando a outra mão para liberar sua própria ereção, manipulando-a também por um tempo, até retirá-la de lá e procurar a mão direita do namorado, guiando-a sem pudor para seu falo, pedindo para que o maior o acariciasse assim como ele fazia com ele.

Akira mais uma vez se deixou conduzir pelo mais velho, afinal ele era o especialista ali, e envolveu o membro quente com os dedos, masturbando-o em um ritmo parecido ao que o pequeno fazia em si.

Takanori começou a mover o quadril em um vai-vem sugestivo, tomando a boca do outro na sua, iniciando um beijo intenso onde suas línguas vasculhavam cada canto da cavidade alheia e intensificava a sensação incrível e prazerosa que sentiam.

Reita queria muito saber o que fazer em um momento assim, queria ser mais ativo, dar mais prazer par ao namorado, mas realmente nunca teve experiência com homens, tinha ideia de como faziam, mas além da hora H não sabia o que mais dava prazer em outro cara.

-Rei... coloca um dedo.... hum... por favor! – Takanori pediu num gemido erótico, guiando a mão livre do namorado para sua bunda, obrigando-a a adentrar sua calça folga e desabotoada.

Reita obedeceu à ordem do mais velho, depois de compreender o que o pedido dele queria dizer. Desceu a mão pelas nádegas, apertando a carne com vontade, fazendo ou outro gemer mais uma vez, puxou o quadril em direção a si, colando os corpos, os falos se tocando enquanto o masturbavam, e finalmente deixou seu dedo médio procurar espaço entre a fenda, encontrando o orifício, começando a se enfiar para o interior do corpo do menor.

-Aqui? – perguntou num sussurro ao pé do ouvido do outro, recebendo como resposta um gemido afirmativo e movimentos bruscos do outro contra seu dedo, fazendo-o penetrar mais na entrada quente... então era assim dentro dele? Mal podia esperar para enfiar outra coisa ali.

O mais velho levou os dentes ao pescoço do maior, mordendo com vontade a pele exposta e aumentando o ritmo da felação, sincronizando-a com os movimentos de seu quadril, se deliciando com o pequeno preenchimento atrás de si, mal podia esperar para ter outra coisa ali dentro.

Qual foi a surpresa quando o barulho da campainha se fez ouvir, fazendo ambos resmungarem e amaldiçoarem qualquer um que estivesse os interrompendo.

-Takanori, sou eu meu neto, preciso falar algo com você sobre o jogo de quarta – a voz de seu avô vinha alta do lado de fora, e ambos, alarmados, se afastaram, encarando-se com olhos arregalados por um segundo em expressão mútua de “Fudeu”!

-Estou indo! – Takanori gritou, levantando-se rápido do colo do mais novo, abotoando as calças e procurando sua camiseta no chão da sala, quando a encontrou o lateral já estava vestindo a sua.

-Se esconda! – o baixinho ordenou enquanto terminava de se vestir, seu avô não poderia descobrir que estava envolvido com o lateral direita do time, não seria bom nem para ele e nem para Akira! Até porque seu avô até hoje não tinha conhecimento da sexualidade do neto.

Akira, nervoso correu para a cozinha, Takanori pensou em falar que lá não era um bom lugar, mas seu avô insistente à porta de seu apartamento o fez correr até esta, arrumando um pouco os cabelos antes de colocar um sorriso inocente no rosto e abrir a porta.

-Boa noite, avô! – cumprimentou respeitosamente.

-Desculpe incomodar a essa hora, mas Medeiros me ligou falando que o treino de amanhã não será integral por causa da proximidade do jogo e pediu para que reorganizássemos o rodízio de jogadores, agora todos poderiam treinar simultaneamente mas ele gostou do seu estudo de agrupamento por condição física e quer tentar ver se seria melhor alterar a colocação dos titulares, por isso pediu para que você elabore um pequeno relatório sobre como você dividiu o time! – o mais velho falou, adentrando sem cerimônia, começando a retirar os sapatos, reparando em um par extra e maior do que o que o neto usava ali,e ainda por cima botas de exército de cano curto?Takanori não gostava dessas coisas – de quem são essas botas?

-Hã? São minhas! – o menor mentiu sorridente.

-Não é seu número, e nem o seu estilo... acho que já as vi em algum lugar, Suzuki-san não tem um par igual? Sempre achei meio estranho o visual daquele rapaz! Parece mais um Pit Bull! Pensei que era um daqueles neo-nazistas quando o conheci! – comentou, parecendo se lembrar de coisas.

Takanori não evitou um risinho, Akira podia passar isso à primeira vista, mas sem dúvida, era a pessoa mais doce e meiga que já conheceu!

-Oh! Sério? Eu comprei por curiosidade e só percebi que era maior que o meu número quando as calcei hoje de manhã, acabei deixando-as ai, deixe eu retirá-las – respondeu como quem não queria nada, pegando as botas e levando-as para o seu quarto, quando retornou à sala seu avô já havia se sentado no sofá... o mesmo sofá no qual estava se agarrando com Akira minutos antes... era estranho ver isso.

-Neh! Provavelmente isso leve o resto da noite, mas precisamos para amanhã!Sinto incomodar em dia de folga, mas você quem é o gênio criador do método de treino, por isso... – Matsumoto-sama começou, não escondendo o contentamento com a genialidade e habilidade do neto na profissão.

-Hum!Pode colocar comida para o Koron-chan para mim enquanto eu procuro os papéis que preciso? – o baixinho pediu pretendendo inocência.

-Claro que sim! – o avô respondeu, gentil, se levantando e indo para a área de serviço onde sabia estar o cachorro.

Assim que seu avô sumiu pela porta Takanori correu para a cozinha, olhando para os lados, procurando o namorado

-Aki apareça – pediu em um cochicho, se surpreendendo quando a cabeça loira surgiu por entre a toalha da mesa, embaixo desta

- Ele vai ficar aqui a noite toda? – o lateral perguntou, saindo debaixo da mesa.

O auxiliar não se conteve a sorrir, tampando a boca com a mão para não fazer barulho.

-Debaixo da mesa! Fala sério! Lugar mais óbvio! Só não é mais óbvio que debaixo da cama ou dentro do guarda-roupa – comentou humorado .

-Eu estava nervoso, tudo bem? – o maior resmungou.

-Ok! – o mais velho concordou – você tem que ir embora, ele foi colocar comida para o Koron-chan, mas não vai demorar.

-Hum! Parece que eu voltei aos meus quinze anos e tive que correr do pai da minha namorada quando ele pegou a gente transando! – o lateral comentou com humor – acho que Matsumoto-sama corre mais!

Takanori sorriu um pouco e empurrou o mais novo para fora da cozinha, se apressando em ir ao seu quarto e pegar as botas do outro, entregando-as nas mãos do maior e selando rapidamente seus lábios .

-Até amanhã, Aki! Sinto muito por isso! – se despediu rapidamente, abrindo a porta do apartamento e empurrando o Suzuki para fora.

Akira perecia querer falar alguma coisa, mas não pode, já que o pequeno bateu a porta em sua cara antes disso... é! Ele tinha quize anos de novo!

-Tinha alguém na porta? – Matsumoto-sama perguntou, aparecendo na sala alguns segundos depois do menor ter fechado a porta.

-Não, ninguém, achei que tivesse, mas não tinha! – Takanori respondeu rápido – então, vamos começar o trabalho?

Notas finais
Amando todas as reviews, e postando o mais rápido que posso!Neh! Quem me conhece sabe que eu tinha mania de postar meio de semanas, 3 vezes na semana, mas como minha rotina recomeçou não tem como eu acessar em meio de semana, então... estou postando tudo nos fds, assim está bom? Teoricamente estou trazendo até mais q 3 caps por semana não?=]hehehebeijo! deixem sua opinião por favor!