Notas iniciais
ooooooeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee último capitulo desse fds os próximos infelizmente apenas fds que vem sinto muito neh!! Mesmo, mesmo! Mas como eu disse, não dá para postar meio de semana! =] Espero que gostem e... leiam as notas finais antes de começarem a custurar meu nome na boca de um sapo ok? =]Juro que não fiz por mal! Mais uma vez minha beta linda é a Azumi-chan!

Mais uma vez, essa maldita defesa do time de Yokohama! Como não conseguiam sair do empate?

-Recuem! Recuem!– o técnico gritava do lado de fora do campo ao perceber o contra-ataque do time passar pela zaga. Tarde de mais ,Hozu e Tatsu não conseguiriam segurar os atacantes, o chute foi dado e bola balançou a rede... do gol dos Kashimas. Os Antlers estavam perdendo de 1 à 0.

O apito do final do primeiro tempo soou, e os jogadores de vermelho saíram cabisbaixos do gramado.

Kouyou, sem uniforme e sentado no banco, devido a sua suspensão encarava tudo com impaciência! Como os adversários conseguiram? Seguiu os demais para o vestiário, poderia não estar jogando, mas seus velhos hábitos permaneciam!

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-Qual o problema da nossa zaga? Hein? – o técnico gritou exasperado, encarando bem os dois atuais zagueiros – substituição no segundo tempo, você vai para o banco Hozu – ditou sem dar chance de defesa, o semblante do ex-capitão se fechando, se pudesse socaria o brasileiro.

-Não acredito que perdeu 2 finalizações daquela forma Edilton! – Medeiros bradou para um dos jogadores brasileiros em um português claro, não entendido pela maioria ali.

-Me desculpe! – o jogador brasileiro pediu, não era acostumado a jogada conjunta com o capitão Aoi, não entendia o que o outro queria em campo, até mesmo quando gritava em japonês, não era o mais fluente na língua!

-Troque ele de posição com o Reita! – Aoi sugeriu, tiveram apenas duas chances de gol e o brasileiro não entendia quando pedia para sair do impedimento ou quando falava para avançar que ele iria cruzar... era tão mais fácil com o Uruha! Sem perceber deixou seus olhos se guiarem para o loiro encostado na entrada do vestiário do estádio adversário.

-Reita, consegue assumir posição de atacante? – Medeiros perguntou ao lateral.

-Consigo! – respondeu com convicção.

-Muito bem, suas posições estão trocadas, duas substituições e olho naquele Tatsuya camisa 11, ele é praticamente tudo de ataque que eles tem! – o técnico explicou, torcendo para que desse certo, perder o jogo agora dificultaria a disputa pelo título, não podia perder o campeonato e mais uma vez por causa dos Marinos? Não mesmo!

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-Toca para o Aoi! – Hitoru gritou para Edilton, que demorou um pouco a entender o que o japonês dizia, mas assim que entendeu tocou a bola para o capitão no meio do campo.

Aoi dominou a bola e viu Akira correndo pela lateral do campo, cruzando para este e avançando.Reita defendeu-se da marcação acirrada e tocou para o outro atacante do time, o outro brasileiro que chamavam de Dido, este mostrou sua habilidade e driblou um zagueiro mas quando chutou em direção ao gol a bola bateu na trave voltando para dentro do campo ao invés de sair. Aoi aproveitou o rebote e chutou com tudo para dentro do gol. Liberou a respiração ao ver que a bola entrou e que o placar marcava gol para o Kashima Antlers, ao menos não iriam sair perdedores da cidade de Yokohama!

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-Empate de novo! Empate na nossa casa, empate na casa deles! É maldição por algum acaso? – Hitoru reclamava para o goleiro de tranças que concordava com o companheiro sentado ao seu lado no ônibus de viagem, de volta para casa depois de uma noite num hotel caro da cidade dos adversários.

Não era o resultado que queriam, mas ao menos não era uma derrota, o ruim era dividir a liderança do campeonato com mais 2 times!

-Para ser lateral você é bom atacante! – Edilton comentou para Reita em um japonês péssimo, mas que o loiro conseguiu entender.

-Já joguei muito no ataque antes! – o lateral respondeu normalmente, seus olhos procurando inconsciente seu pequeno, sentado junto à equipe do treinador.

-Reita não gosta do Matsumoto-san? – o brasileiro tornou a falar em seu japonês ruim.

-Hã? – o loiro se sobressaltou.

-Se eu não gosto? Por que pensa isso? – perguntou pausadamente para que o outro entendesse.

-Você ... encara? Encara... ele demais! – respondeu em dúvida se tinha usado a palavra correta

-Ah! Nada demais! Eu só... acho ele muito pequeno! – brincou, sorrindo fácil. O brasileiro demorou um pouco para ligar todas as palavras e sorriu junto.

Takanori tinha razão, ele dava muita bandeira! Precisava se vigiar mais, ou mais pessoas poderiam perceber algo estranho, sorte que foi um brasileiro que não consegue falar o idioma direito, seria péssimo se algo se espalhasse!

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“E o jogo dos Kashimas contra os Marinos acabou em empate novamente, dessa vez com um gol para cada time, o que surpreendeu foi a não participação do jogador do momento Uruha, que tinha sido suspenso devido a mal comportamento, informantes nos disseram que o novato de 19 anos tinha chegado em condições ruins ao um treino por causa de ressaca de uma festa na noite anterior....”

Kouyou trocou o canal, não queria mais ouvir aquilo! Depois de ver que não tinha nada de bom na televisão decidiu desligá-la. Se levantou e pegou a guitarra conhecida num suporte ao lado da estante, voltando a se sentar, com esta no colo, e começando a dedilhá-la. Parou um pouco para pegar a latinha de cerveja ao lado do sofá, bebendo mais um gole da bebida, tentou voltar a tocar mais uma vez, nada... olhou para o apartamento vazio, como Aoi fazia falta! Tudo era mais divertido quando tocavam e bebiam juntos!

Nunca se sentiu tão sozinho! Desde os 15 anos que costumava sair de casa para jogar, desde os 17 que morava fora da casa de seus pais, dependendo do time no qual jogava, faziam alguns meses que morava em Kashima, mas... gostava de sua vida independente, sua família sempre o apoiou e conversavam freqüentemente por telefone, iria visitá-los assim que tivesse férias longas... provavelmente depois do campeonato! Mas... essa solidão! Precisava de algo, sabia disso, qualquer coisa, ficar ali era sufocante demais!

Se fosse há mais de uma semana atrás ele ligaria para Aoi e juntos fariam qualquer coisa, na verdade o moreno já teria ligado primeiro o convidando a fazer algo. Um sorriso melancólico se desenhou nos lábios rosados... e no final estava sentido falta do amigo! Idiota! Ele mesmo pediu para se afastarem!

Se sobressaltou ao sentir algo úmido em sua bochecha, levou os dedos até ela para comprovar o que pensava... sim, estava chorando.

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Não sabia porque tinha aceitado o convite, apenas se sentia tão miseravelmente deprimido que não pensou duas vezes antes de topar qualquer coisa.

Tinham 4 dias de folga antes do recomeço dos treinos, já que o próximo jogo seria apenas depois de 3 semanas, mas Hitoru quis por quer quis reunir um grupo de jogadores para todos se divertirem em uma boate, e de acordo com ele convidar Uruha era certeza de mulher por perto, já que o jogador era quase uma celebridade de Hollywood!

-Está meio estranho hoje, rejeitou todas as garotas que o convidaram para dançar! – o goleiro de tranças comentou com o autor do convite .

-Aoi ainda não chegou, falou que provavelmente não viria! Estranho! Esses dois são como unha e carne, será que aconteceu algo? – Hitoru perguntou de volta.

-Devem ter discutido, afinal não foi por causa do Aoi que o Uruha chegou de ressaca no treino e acabou sendo penalizado? – o goleiro respondeu.

-Sim, mas... não pensei que toda aquela amizade e fraternidade iria acabar por algo como isso! – comentou dando de ombros.

-Boa noite! – o grupo de 7 jogadores se sobressaltou quando o moreno alvo dos comentários os cumprimentou.

-Oh! E ele acabou vindo! Pensei que não iria à caça de sua futura esposa hoje! – Hitoru brincou, arrancando risadas dos outros.

-Pensou errado! – Aoi se resumiu com um sorriso debochado, não reparando no quanto Uruha tinha se encolhido quando este tinha chegado.

-Oh! Então esses são os grandes jogadores do Kashima Antlers! – um moreninho de cabelos curtos e sorriso de covinhas comentou assim que se aproximou da mesa.

-Hã? Sim! – Hitoru respondeu – e você seria...

-Uke Yutaka, mas me conhecem mais como Kai, sou um editor do jornal da cidade, amigo do Yuu, ele me convidou para vir já que eu pedi tanto uma entrevista com vocês!- o homem que aparentava ter menos de 30 e mais de 25 respondeu, pegando logo um gravador e colocando sobre a mesa, sentando-se na ponta do sofá que a rodeava, Aoi se sentou ao lado do moreno – muito bem, não é nada demais, são apenas perguntas simples, de futebol, vida pessoal, não são obrigados a responder, é para uma matéria sobre os caras por detrás da bola.

-Mas... bem... – um dos jogadores estranhou o atrevimento do jornalista lançando um olhar zangado para o capitão do time.

-Sinto muito gente! Não sabem o tanto que ele é persuasivo! – Aoi respondeu humorado, dando de ombros.

-Como eu disse, não vai ser nada de mais! – Kai retornou, sorrindo amigavelmente.

-Mas é que não podemos falar nada sem nossos empresários! – o goleiro explicou.

Kai fechou o semblante, a feição simpática e meiga se contorcendo em um olhar ameaçador, uma aura maligna pareceu se espalhar pelo local, e os jogadores puderam se sentir gelar... estavam diante de um demônio?

-Eu realmente... não gosto de empresários! Como eu disse, não são perguntas ofensivas, são coisas como: qual sua cor favorita, comida predileta, primeiro time que jogou... – argumentou, sustentando o olhar maligno – poderiam ser gentis e responder?

-Ah! Sim! Claro que sim! – Hitoru respondeu meio receoso – eu gosto de verde e de Lámen.

- Viu o que eu disse, ele convence! – Aoi comentou, um sorriso debochado saindo da garganta, sorriso esse que parou ao notar certo loiro se levantando bruscamente de seu acento e andando a passos firmes para fora da área vip.

-Aquele era o Uruha-san? – Kai perguntou.

-Sim – Aoi respondeu, atônito pelo comportamento rude do garoto.

-Droga! Ele é um dos que mais queria entrevistar! Você vai conseguí-lo para mim Yuu! – Kai sentenciou, não dando brecha para alguma resposta.

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Não sabia porque tinha feito aquilo, apenas não foi com a cara sorridente do jornalista, talvez fosse pela intimidade dele chamando o moreno de “Yuu”, ele mesmo só o chamava assim muito raramente por julgar intimo demais, como aquele bipolar estranho tinha tanta ousadia? O pior é que a bebida nem parecia estar fazendo efeito.

-Uruha-san? Ual! Quer dançar? – uma moça notavelmente já embriagada quase se jogou para cima de si, o imprensando contra o bar.

Kouyou olhou para a garota, para sua bebida e paraa pista de dança, os olhos capturaram um Aoi animado conversando próximo de mais de uma mulher bonita, no andar de cima da boate, um sentimento estranho o invadindo. Tomou a bebida com tudo que tinha e puxou a garota para a pista de dança! Precisava extravasar, não entendia porque odiou tanto ver o moreno perto de outras pessoas, mas... não queria saber, não mesmo!

Aoi estava gostando da conversa com a jovem fotógrafa, mas... não era ela! Infelizmente não conseguia responder com a mesma empolgação da garota, Uruha não lhe saia da cabeça, e mesmo que estivesse sendo educado e humorado, gostaria muito de sair dali, se Kai não tivesse lhe pedido nem teria vindo para essa festa idiota.

-Aquele não é seu amigo? Uruha-san? Você são muito unidos, não é? – a moça perguntou, apontando para a pista de dança – por que não vamos lá dançar com eles? – convidou tentando uma investida.

Aoi sentiu seu sangue esquentar, não que já não tivesse visto o amigo daquele jeito antes, mas realmente... depois de tudo que aconteceu... aquilo o machucava muito. No final Kouyou era apenas um moleque inconseqüente e estúpido que estava praticamente transando com uma vadia qualquer no meio de centenas de pessoas.

-Vamos! – respondeu galanteador, não queria estar sentindo ciúmes, não tinha o direito disso, sabia que não era certo descontar suas frustrações na jovem simpática a sua frente, mas nesse momento, não via nada melhor.

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O gosto da saliva estranhamente não o agradava, o toque atrevido em sua ereção o excitava, mas não o empolgava, e por mais que apertasse e se esfregasse no corpo da jovem bêbada que dançava consigo não conseguia se sentir confortável e nem prazer com aquilo.

-Vou ao banheiro! – Kouyou falou, se separando daquela dança indecente e andando para fora da pista de dança, em direção ao bar, que merda estava fazendo? Agindo como um pivete que não sabe lidar com seus sentimentos e ações? Esse não era ele.

Sua linha de raciocínio foi destruía ao avistar o seu ex-melhor amigo se agarrando com a moça com a qual o vira conversar minutos antes, bem na sua frente, encostado em uma parede á alguns metros de distância. Ficou olhando a cena de forma atônita. Reparou em como o moreno era carinhoso tocando as costas da mulher, mas sem se atrever a descer suas mãos para lugares ofensivos e em como parecia cerrar bem os olhos enquanto provava dos lábios vermelhos dela... não estava certo, isso não estava certo!

Voltou a si quando viu a garota se afastar do moreno, gritando algo como “Vou ao banheiro, já volto!” e dando mais um selo no jogador do Kashima que lhe retribuiu o sorriso gentil.

Kouyou tomou um gole de uma bebida que o bar tender tinha deixado em cima do balcão e inflou o peito de ar antes de começar a andar em direção ao moreno, chegando a este logo após da garota ter se afastado em direção aos banheiros do local.

-Takashi... – o moreno começou, surpreso pela expressão estranha do loiro quase correndo em sua direção.

-Vem comigo! – o loiro falou em tom de ordem, puxando Aoi pelo braço.

-Ir aonde? – perguntou sem entender a ação do mais novo, mas seguindo-o por não ter vontade de chamar a atenção caso notassem o comportamento estranho do atacante.

-Vem comigo! – repetiu, arrastando o moreno por entre as pessoas até a saída da boate, vencendo uma pequena multidão que esperava para entrar no local, seguindo em passos rápidos pelo estacionamento mais calmo.

-Quando você vai parar de me puxar? – Aoi perguntou impaciente.

-Onde está seu carro? – o loiro perguntou.

-Duas vagas a direita, por quê? Se sente mal? Quer que eu te leve ao hospital? – Yuu perguntou, se preocupando com o mais novo.

O loiro não respondeu, apenas continuou puxando o outro até o carro indicado.

-Abra-o – mandou assim que pararam ao lado deste, notando o quanto o estacionamento estava deserto naquela parte.

Aoi não entendia onde o mais novo queria chegar, mas temendo que fosse algo sério, obedeceu e apertou o alarme, destravando as portas. Estranhou o outro abrir a porta dos bancos detrás, e assim que abriu a boca para perguntar algo sentiu o braço ser puxado mais uma vez, o corpo desequilibrando e sendo jogado para dentro do automóvel, caindo sentado nos bancos traseiros.

Mais uma vez iria questionar quando notou o mais novo também adentrar o lugar, sentando-se depravadamente em seu colo, fechando a porta atrás de si. As mãos o empurraram lentamente para que apoiasse as costas na outra extremidade do veículo, as pernas se abriram mais, os joelhos se apoiando no estofado do banco. Havia um contato erótico entre seus baixo ventres e Aoi não entendia nada do que o mais novo estava fazendo até sentir um beijo molhado e rápido em seus lábios e os dedos afoitos em seu cinto. Incapaz de reagir se deixou levar pela boca atrevida na sua, afinal era o Kou ali, como negar um beijo dele, quando tinha pensado que nem se quer conseguiria conversar com o amigo novamente?

Os lábios abandonaram os seus, o tronco do loiro se ergueu e o olhar era de um felino quando fitou os orbes negros. Os dedos agora passeavam lentamente pelo botão da calça do mais velho, e Aoi acreditou mesmo que aquilo só podia ser um sonho.

-Não está certo! – o loiro balbuciou – você não pode beijá-la, você é meu Yuu, só meu! – continuou retirando o botão de sua casa e abaixando o zíper do mais velho.

-Kou... o que você... – Aoi tentou perguntar, ciente de que realmente aquilo estava acontecendo, mas sem entender os motivos do outro, parou de falar ao ver as mãos do loiro se retirarem de sua calça, se colocando na própria camiseta e desabotoando com velocidade o tecido, deixando o tórax e abdômen exposto.

-Você é só meu Yuu – o loiro continuou se livrando totalmente do pano que lhe cobria o peito, deixando-o cair no chão do carro – eu sou seu Yuu... me fode! – terminou em um gemido rouco, o olhar sedutor demonstrava que não estava brincando.

Notas finais
Neh! Desculpe terminar em uma parte tãããããão malditamente malvada assim! Mas sabe como é neh! Tem que manter o povo interessado em continuar a lerSem dizer que ainda não digitei o resto =/=]Ah! O KAi entrou, a partir de agora ele vai participar mais da fic, espero que gostem!Ah! Pesquisa rápidavcs acham mais legal Kai com Myiavi ou Kai com Nao? Já tá decido, mas eu gostaria de saber! =]Se puderem deixar a opinião de vcs!=]Obrigada por tudo mais uma vezaté sábado que vem!!!!!!!!!beijo!!!!!!!!!!!!!!!!!!