Give Your Heart a Break
4 Capítulo 4
Notas iniciais
... EU TE AMO — ouço jace dizer
– EU TAMBÉM TE AMO — respondo
Ficamos nos segurando com nossas testas encostadas uma na outra, ouvindo somente a respiração um do outro, estávamos aonde pertênciamos, um nos braços do outro, e esse era nosso lugar...
Abro meus olhos e assim que o faço dou de cara com dois olhos dourados me encarando, nesses olhos vi amor e saudades, e nesse instante jace me beija novamente, esse beijo é mais faminto e feroz que o outro.
Ergo clary em meus braço e a sinto enlaçar suas pernas em meu quadril.
Jace me prensar contra a parede molhada e escorregadia da cachoeira, mas nem ligo, seu sexo se choca com o meu fazendo com eu fique mais molhada, nos fazendo soltar um gemido baixo, desço minhas mãos por seus braços, tórax (e que tórax) alisando e dando arranhões em toda pele que encontro pela frente.
A pequena mão de clary passa por meu braços e logo em seguida vão para meu tórax me arranhando ali.
Acho o cós da calça de jace, tateio a mesma tentando desafivelar o sinto dele.
Sinto clary tentando abrir meu sinto e toda a consiéncia do que estamos prestes a fazer me bate como um soco no estomago, afasto suas mão de LÁ, a coloco no chão e me afasto dela, isso é errado, muito errado eu não posso fazer sexo com a garota que eu amo em uma caverna de cachoeira.
– Clary a gente não pode fazer isso —
– Por que? — pergunto já com lagrimas nos olhos — Você não me quer mais? — digo desviando os olhos de jace, olhando para o chão.
Sinto mão segurarem em meu queixo o erguendo.
– Não é isso clary — digo a ela tentando, não magoá- la mais.
– É porque então, me diz jace porque eu não sei — falo erguendo o tom de voz e me afastando dele.
– Eu não posso fazer isso clary — digo — Não com você — essa ultima parte sai como se fosse um suspiro, porem ela escuta.
Ao ouvir jace dizer que NÃO QUER fazer sexo comigo sinto as lágrimas que eu segurava descer pelo meu rosto, eu sei que não sou a garota mais bonita e desejada do mundo mais ouvir jace me dizer com todas as palavras que não me queria me machucou.
– Então você não me quer, droga jace, eu sei que não sou a garota mais linda e desejada do mundo mais eu achei que você me achava bonita o suficiente pelo menos pra me levar pra cama — grito.
– Que droga clary, não é nada disso que você ta pensando, eu só não quero fazer isso com você agora, porque não seria o certo, olha aonde a gente está, eu não quero tirar sua virgindade numa maldita caverna, você é melhor que isso, merece algo melhor que isso, e eu nunca varia isso com você sabendo que depois não poderia te tocar novamente, te sentir e te provar de novo, isso só te machucaria mais ainda e amim também — digo tudo isso com um tom carinhoso pra que ela veja que só quero o seu bem.
Ao ouvir jace me dizer isso não contenho o soluço que estava em minha garganta, esse tempo todo ele querendo me proteger e eu aqui, sendo uma criança fazendo birra, escorrego pela parede da caverna, sinto tanta vergonha de mim mesma, escondo meu rosto entre minhas pernas, e deixo o choro sair com toda a vergonha que sinto agora sem pudor, braços me envolvem, jace me aconchega em seu colo, o seu cheiro familiar entrando em minhas narinas.
– Sinto muito — é tudo que consigo dizer entre os soluços.
– Pois não sinta — jace me diz e me aperta mais em seus braços.
Após algum tempo voltamos para o sitio, pois já havia escurecido.
Vou direto para meu quarto tomo um banho, coloco uma calça de moletom cinza, fico sem camisa, eu vou dormi mesmo, calço meus chinelos e vou para o quarto de clary,chegando lá bato na porta do mesmo, porem ala não me atendo, bato de novo e nada de ela abrir a porta para mim, abro a porta de vagar e entro, se ela brigar comigo posso falar que eu bati na porta e el não me ouviu o que é verdade.
Entro o quarto e não vejo clary, ouço o barulho do chuveiro, ela esta tomando banho, me sento na cama e fico esperando.
Fecho o chuveiro e me enrolo em uma toalha branca fofinha, saio do banheiro e dou de cara com jace sentado em minha cama, ele me olha dos pés a cabeça o que me faz corar.
– Me desculpa, eu bati na porta, mas como você não atendeu eu entrei — digo para clary.
– Tudo bem — digo — eu só vou por uma roupa e já volto — digo pegando a roupa em meu armário, indo em direção o banheiro.
Coloquei uma calça saruel de moletom preta, uma regata branca, e meus chinelos com a bandeira dos Estados unidos ( http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=182601038 ), voltei para o quarto e me sento ao lado de jace, solto um bocejo.
– Sono? — pergunto sorrindo ao ver clary bocejar.
– uhum, to cansada — ela me diz.
– Vem cá — digo me levantando, ergo as cobertas para que ela deite, quando ela se deita a cubro com as mesma.
– Fica comigo — peço a jace, me lembrando dos sonhos esquisitos que venho tendo, em todos eles sebastian sempre aparece, dizendo que eu era dele, que ele estava voltando por mim, que eu seria sua rainha, me arrepio só de lembrar.
– Claro — respondo me lembrando dos sonhos que clary vem tendo, me deito o seu lado, ficamos nos encarando por um bom tempo, até que clary cai em um sono profundo e eu também.
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