Give Your Heart a Break
5 Capitulo 5
Notas iniciais
Estou em uma linda campina, daqui posso ouvir o canto dos pássaros daqui, olho abaixo e vejo um lindo capo de flores, o vento sopra trazendo o doce cheiro das flores, desço a colina e vejo que na verdade são varias especies de flores, papoulas, margaridas, peonias, tulipas, pego uma peonia branca e a levo ao nariz, em vez do cheiro doce da flor, um cheiro potrido, entra em minhas narinas fazendo com que a mesma ardesse por conta do cheiro, deixo a flor cair no chão, bile sobe em minha garganta, ânsia passa por mim, não ouço mais o som dos pássaros olho para a flor no chão, a mesma, começa a murchar , ela seca até ficar preta e virar cinzas, olho em volta e o mesmo começa a acontecer com as outras flores, um vento forte sopra, cheiro de morte invade meu nariz e das cinzas desas flores começam a brotar espinhos, começo correr antes que os espinhos me cerquem por completo, corro para longe dali, entrando no meio de uma floresta verde e linda que me lembra a floresta de idris, porem essa floresta começa a ficar preta e do seu chão meça a sair um vapor imundo que faz com que meus olhos e pulmões ardam, uma crise de tosse passa por mim, paro de correr sentindo o tremor da tosse, olha para trás e vejo uma enorme nuvem negra e imunda que mais parece um monte de lixo toxico e piche flutuante, olho em seus olhos, seus olhos são vermelhos e neles não há pupilas, volto a correr sabendo que "aquilo" está atras de mim.
Corro até não sentir mais minhas pernas sabendo que minha vida depende disso, desvio de uma arvore que está caída no chão olho para trás para ver se aquela coisa ainda me segue e vejo a mesma vindo em minha direção, me viro para frente de novo e me deparo com um enorme labirinto, sem ter para onde escapar minha unica chance de sobreviver, é entrar no mesmo, entro no labirinto, passando por seus caminhos que me lembram mais uma encruzilhada da morte do que um labirinto, olho para trás para ver se a coisa ainda me segue e não vejo mais a mesma, porem isso não quer dizer que ele parou de me seguir.
Ando mais um pouco e começo a ouvir um barulho de um objeto se chocando contra o outro, sigo o som, mesmo sabendo que isso pode não ser boa coisa, o som está ficando cada vez mais perto, a cada passo que dou, viro uma "rua" do labirinto e me dou com uma sena que esperei nunca mais ver.
Jace lutando com lilith, e agora sei que o som que ouvi era de suas espadas, lilith investi um golpe contra jace que faz com que sua espada corte a bochecha do mesmo que cambaleia alguns passos para trás, lilith da outro golpe contra jace que acerta sua mão e faz com que sua espada voe para longe da mão de jace que agora está sangrando.
lilith da um chute em jace que faz com que ele caia de costas no chão, ela anda na direção de jace com passos ameaçadores e mortíferos, não posso deixar que ela o mata, desesperada procuro por algo que me ajude a matar lilith e salvar jace, e me lembro da espada de jace que caiu por perto de mim, passo meus olhos pelo local e acho a espada, olho para lilith ela está sobre ele levanta a sua espada acima de sua cabeça, corro em sua direção, com toda força de meu corpo enfio a espada no meio de suas costas, fazendo com que a mesma atravesse seu corpo lilith solta um grito agudo e convulsionando ela morre, e dessa vez não volta nem mesmo para sua dimensão.
Jace se levanta e me enlaça com seus braços, e nesse momento tudo fica escuro.
Quando acordo novamente estou em um lugar totalmente escuro, ouço gemidos e clamores de dor, me levanto do chão onde estou deitada, vou andando em direção aos gemidos e encontro um enorme salão com uma escada que da para o segundo andar, volto meus olhos para o salão e lá no meio eu vejo.
Uma pilha de corpos, uns sem braço, pernas e outros sem cabeça, o lugar cheira a morte e potridão, dessa pilha de corpos vejo que escore um sangue preto e para no chão perto de uma possa preta que posso dizer ser sangue podre e coagulado, olho para a pilha de corpos novamente, um grito de horror sai pela minha garganta, agora nessa pilha vejo as pessoas que mais amo no mundo, minha mãe, luke, simon, izzy, alec, magnus, o pequeno max...
– Isso é sua culpa, eu estou sofrendo agora, e implorando pela morte por sua culpa clarissa — minha mãe grita ela vira seu rosto para mim e vejo que parte do mesmo está faltando um buraco foi aberto em sua bochecha e larvas passam pelo mesmo, um grito se forma em minha garganta e sai em forma de soluço.
– Você não se entregou para ele e ele fez isso com a gente — ela diz acusatoriamente, me viro para sair correndo dali, isso não é real é só um sonho.
– Isso mesmo corre sua covarde — minha mãe grita para mim que já estou de costas para a mesma.
Me viro para ela novamente e o que eu vejo me da vontade de gritar até morrer, a coisa que me perseguia mais cedo tem jace em suas mãos, jace vira sua cabeça em minha direção — Me ajuda clary — ele pede fracamente, logo em seguida o monstro leva as mãos a boca arrancando a cabeça de jace de seu pescoço a mastigando.
Tento gritar mas nada sai de minha garganta, caio de joelhos no chão sujo e fedido, porem nem ligo, minha família está morta e a culpa é minha, fecho meus olhos e me deixo levar pelo choro e escuridão.
Acordo novamente, porem dessa vez estou em uma cama dossel, visto uma camisola transparente de seda preta, ainda sinto a dor da perda em meu coração, lágrimas escorem por meu rosto, me encolho na cama me sentindo só no mundo, apos alguns minutos paro de chorar seco as lágrimas de meu rosto, olho para o quarto e não vejo ninguém decido me levantar e andar por ai e ver se acho alguém que posa me dizer onde estou, mas nesse exato momento a porta se abre e não acredito no que meus olhos me mostram.
– já — jace — digo baixinho.
– Clary — jace diz e corre em minha direção.
– Não, você não é o jace, o jace morreu, você não é ele — grito.
– Clary sou eu — ele me diz tentando pegar minha mão.
– Não me toca — grito.
– Quer saber de uma coisa, já cansei de tentar ser bonzinho com você clarissa — dizendo isso o rosto de jace começa a mudar e o rosto de sebastian aparece no lugar — Vamos fazer do meu jeito agora irmãzinha — dizendo isso sebastian me joga na cama subindo em cima de mim ele faz uma runa no meu braço que faz com que eu fique imóvel e uma de silencio.
Sebastian, avalia meu corpo dos pés a cabeça, com um olhar negro cheio de desejo, me sinto enjoada, como ele pode me olhar assim sabendo que nos somos irmãos?
Ele começa a tirar minha roupa tento me debater o que é impossível — Como sei que você ainda é virgem, prometo que vou ir o mais devagar o possível — sebastian diz.
Lagrimas escorem por meu rosto, eu não quero fazer isso, não com o sebastian, é para ser com o jace, com jace seria certo, com ele tudo é certo, com sebastian vai ser errado, ele é um monstro.
– Não chore clarissa, hoje vai ser uma noite muito especial para você — dizendo isso ele arranca minha calcinha e poê dois dedos dentro de mim, isso me incomoda, mais lágrimas saem dos meu olhos, estou sendo estrupada pele meu próprio irmão.
Sinto uma umidade familiar escorrer por minhas coxas, sebastian da um sorrisinho, e leva seus dedos a boca.
– Deliciosa — diz maliciosamente, sebastian tira suas roupas, se deita em sima de mim, seu membro cutuca minha entrada, nesse momento sinto o mair pavor e medo que já senti em toda minha vida, seu membro me invade completamente, dor invade o meio de minhas pernas, e acho que nunca na minha vida, eu desejei a morte, como nesse momento, ele começa a se movimentar, passando sua boca por meu pescoço, dando um chupão forte lá, seu vai e vem começa a ficar frenético e tudo que quero nesse momento é que ele termine logo, sinto seu semem sendo derramado em mim, e nunca senti tanto nojo de mim mesma como agora, sebastian se retira de mim, graças ao anjo raziel.
– Eu não te disse que você seria minha — ele sussurra em meu ouvido — eu voltei por você — dizendo isso ele põe sua calça e começa a andar em direção a porta, — agora não nada nem ninguém que me faça ficar longe de você, nem mesmo jace — ele sai do quarto me deixando sozinha.
Acordo em meu quarto lágrimas, em meu rosto, soluços saem do fundo de meu peito, procuro por jace freneticamente com os olhos, porem não o acho em lugar algum.
– JACE — grito.
– JACE, JACE, JACEEEEE — grito seu nome o mais alto e possível, fico desesperada jace morreu, me abandonou aqui sozinha com sebastiam, me encolho em minha cama, em segundos minha porta é aberta com tanta força que faz com que a mesma bata na parede, é ele, o sebastian me ouviu gritando pelo jace e agora ele vai me matar, mas envés de sebastian um jace desesperado entra pela porta, ele corre em minha direção, e me toma em seus braços.
– Foi tão rel, tão real, eu achei que você tinha morrido, achei que tinha me abandonado — digo em um sussurro.
– Shi, foi só um sonho, só um sonho amor tá tudo bem agora, tudo vai ficar bem, eu to aqui com você eu não vou te abandonar,- jace me diz baixinho — nunca -
– Promete? — pergunto em um misero sussurro.
– Prometo meu amor — ele responde, assim eu me sinto segura novamente, e passo o resto da noite perto de jace.
continua...
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