Give Me Your Love
17 Capítulo 17 - Descobrindo Sentimentos
Notas iniciais
–Já sabe como distrair os pombinhos?- Damon perguntou a Caroline enquanto eles andavam pela margem do rio. Os dois já estavam andando e conversando a mais ou menos uma hora e nem perceberam o tempo passar.
–Acho que eles mesmos vão se distrair p0or conta própria. Olhe só –e Caroline apontou para um casal que ria e brincava em cima de uma toalha na grama, cheia de comidas e uma garrafa de refrigerante quase vazia. –Eles fazem mesmo um belo casal –se referiu a Stefan e Elena.
–Também acho –concordou Damon. –Não acredito que brigaram por tanto tempo, quando poderiam ter sido felizes bem antes.
–Elena nunca culpou Stefan de verdade. Quero dizer, ela só estava frustrada. Acho que confusões e brigas era a maneira deles de sempre estarem perto um do outro, porque, na verdade, nenhum deles tinha a coragem necessária e eram orgulhosos demais para pedirem desculpas e virarem amigou ou o que eles são agora- Caroline terminou de falar e Damon a observou incrédulo. Ele sempre vira Caroline como uma menininha linda e burra que pegava vários meninos e se apaixonava fácil, mas parecia que ele estava completamente enganado.
–De onde saiu esta Caroline? –perguntou ele confuso e sorrindo.
–Esta Caroline sempre existiu- ela sorriu ao olhar para ele. Então o celular dela vibrou e ambos olharam o visor do mesmo. “Mensagem de Klaus”. Era o que dizia. Ela se virou para abrir, ler e responder a mesma. Damon olhou por cima do ombro dela sem que ela percebesse e conseguiu ler o conteúdo da mensagem. Esta dizia: Onde você está? Quero beijar-te. Estarei esperando nas mesas perto da piscina. –Preciso ir.
–Ok. Mister Klausbomdebeijo a chama –ele sorriu irônico e ela riu.
–Você é engraçado Damon.
–Você ainda não viu nada. Espere só eu beber –ele sorriu torto.
–Então podemos tomar umas cervejas mais tarde.
–Este é um acampamento fechado Carol –ele disse pensando que a loirinha burra havia voltado.
–Eu disse que seria aqui? Me encontre hoje depois do jantar no deque da piscina. Vamos fugir um pouco –e saiu andando, mas se virou quando estava um pouco longe e gritou: -Eu pago –e tudo o que sobrou foi um Damon com um sorriso irônico no rosto e uma expectativa duvidosa sobre Caroline.
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Todo o jantar seguiu de forma amigável e magnífica ao ver de todos os que rodeavam a mesa, riam, conversavam e, alguns, trocavam beijos e caricias de leve. Caroline e Damon nem sequer se falaram durante a refeição, tudo o que fizeram foi observar um ao outro a procura de um olhar significativo para a confirmação do que eles haviam combinado mais cedo e é claro, ficaram de olho no comportamento de Stefan e Elena, que, por sua vez, estavam rindo a toa e compartilhando das brincadeiras dos amigos que os acompanhavam a mesa. De vez em quando uma ou outra discussão de leve ou uma pequena demonstração de ciúmes de uma das partes era percebida, mas logo se resolvia com um comentário irônico de alguém da mesa ou terminava simplesmente em negação de um dos dois sobre sentir ou demonstrar ciúmes um pelo outro.
Um pouco mais adiante, perto do findar do jantar, Kol e Katherine se juntaram a eles. Katherine foi apresentada a todos e mostrou-se muito simpática, principalmente quando Stefan fazia alguma pergunta ou simplesmente por se sentir a vontade. Kol não tirou os olhos de Elena nem por um segundo, o que fez Stefan sussurrar algumas palavras no ouvido de Elena, algo como: “Hoje você não me escapa” ou “Estou louco para te ter”. Isso provocou um riso tímido em Elena, juntamente com um pequeno arrepio que percorreu seu corpo inteiro, alarmando a ela que ficasse em expectativa e preparada para contato físico com o sexo oposto.
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Exatos dez minutos após o jantar, Damon estava sentado perto ao deque da piscina, onde observava vários grupos de amigos que aproveitavam a noite incrível que fazia, estrelada e com a lua minguante, perfeita para um passeio noturno. Sentiu uma mão em seu obro e se virou com o toque. Caroline estava bem a sua frente com um sorriso de expectativa e aventura no rosto. Ele a olhou um pouco retraído e disse:
–Tem certeza que Klaus vai gostar disso? –Perguntou olhando para ela.
–O que Klaus tem a ver com isso?- ela o olhou confusa e depois sorriu. –Damon, é só uma cerveja. Está com medo?
–O que? É claro que não estou com medo –defendeu-se.
–Então vamos logo –ela o puxou pela mão.
Conseguiram chegar até onde o carro de Damon estava estacionado. Ele teve que dirigir cerca de uma hora para chegar a uma cidadezinha perto da pousada, pararam em frente a um bar com o nome de Street Paul. Entraram na tal espelunca, que até que era bem arrumada, havia várias mesas e luzes coloridas e era um bar movimentado, como o Mistic Grill.
Sentaram-se em uma mesa próxima as mesas de sinuca e esperaram que viessem atendê-los, o que ocorreu foi que um garçom veio ao encontro deles e disse que a mesa estava reservada para um casal que chegaria em dez minutos, então os locomoveu para a mesa do canto na ala leste do local, onde ficavam algumas máquinas de caça níqueis. Conseguiram enfim fazer seus pedidos, duas cervejas e dois sanduíches naturais.
–Certo, –começou Damon, depois que o garçom se retirou. Por que estamos aqui?
–Por que eu te prometi uma cerveja –ela respondeu naturalmente.
–Só por isso? –ele a olhou mais atentamente e apoiou o queixo em suas mãos.
–Sim. Por quê? –ela estreitou os olhos divertida. –Você tem outras intenções?
–Não –ele se recostou na cadeira. –Acredito que os fins desta reunião sejam totalmente acadêmicos e investigativos –retornou irônico.
–É claro –o garçom voltou com seus pedidos.
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–Elena, viu a Caroline? –Klaus estava para se recolher e não fazia a mínima ideia de onde Caroline estava. Todos já estavam indo para seus quartos, pois o toque de recolher, às dez, soaria em cinco minutos.
–A ultima vez que eu a vi, ela estava na mesa do jantar- respondeu Elena.
–Relaxa, cara. Ela aparece no seu quarto antes do que você imaginar –Stefan confortou-o.
–Está bem –respondeu Klaus. –Estou indo me deitar, caso ela apareça, digam que já estou no quarto.
–Pode deixar –afirmou Elena.
Enquanto Klaus se afastava, Elena e Stefan colocavam seus instrumentos em seus devidos locais e saíram da sala de música, em direção a seu quarto compartilhado.
–Ah, tudo o que eu quero agora é um banho relaxante –Elena disse enquanto Stefan trancava a porta, então ele a abraçou por trás.
–Que tal um banho excitante? –sussurrou em seu ouvido e beijou seu pescoço de leve.
–Hum... –ela pareceu pensativa, então se virou para ele e colocou os braços em volta do pescoço dele. –Acho que é uma boa ideia. O que você me disse no jantar me deixou bem animada mesmo –ele sorriu e a beijou. Depois disso, o que se seguiu foi um banho quente com beijos e sexo fervente. Stefan Pegou Elena no colo e a levou para o boxe do banheiro, ligou o chuveiro ao mesmo tempo em que tomava a boca de Elena. Nem tiveram tempo de tirar as roupas, todo o trabalho ficou para quando já estava debaixo da água caindo sobre eles. Não foi um trabalho muito difícil também, entre beijos e mãos bobas, todas as roupas não passavam de peças molhadas jogadas pelo chão.
Stefan pegou Elena no colo e distribuiu beijos por todas a extensão de seu pescoço, enquanto ela, com as pernas em volta da cintura dele, tentava não escorregar, o que tornava tudo mais excitante e aventureiro, sem contar que a adrenalina subia mais rápido. Do pescoço para o colo e então chegando aos seios da garota, arrancando gemidos dela, enquanto a mesma lutava para se controlar. Novamente as bocas se encontraram e foi a vez das mãos tomarem a frente. Numa troca de masturba ambas as mãos tocaram as partes intimas deles e trocaram carícias mais intimamente. Então Elena sentiu uma extrema necessidade de provar um pouco mais abaixo do corpo de Stefan, ela desceu os beijos até a barriga do mesmo até chegar em seu bem dotado membro e enfim colocá-lo na boca, arrancando um gemido sem permissão de Stefan. O mesmo colocou a cabeça para trás e agarrou os cabelos de Elena de leve, acariciando, incentivando-a a continuar. E foi o que ela fez.
Terminado o trabalho oral, Stefan não se conteve, precisava tê-la unida a ele. Ele a puxou para cima e a pegou no colo novamente, prensou-a na parede e direcionou seu membro à entrada de Elena, esta soltou um gemido abusivo com o ato. Aos poucos, as estocadas foram ficando cada vez mais rápidas. A adrenalina do momento e situação e o desafio de manterem o prazer fazia tudo ficar mais intenso e excitante, de uma forma espetacular. Quando os dois chegaram ao ápice, Elena gemeu o nome de Stefan uma única de longa vez, depois desabou sobre seus ombros enquanto recuperavam o fôlego. Stefan a incentivou a olhá-lo e ela o fez, então disse de uma vez por todas o que tinha que dizer:
–Elena, eu te amo.
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