Give Me Your Love
18 Inesperado
Notas iniciais
Elena ficou ao paralisada com as palavras de Stefan, que ele teve de se manifestar para que ela voltasse a si:
–Hey – disse ele, depois de dar um selinho nela. – Não vai dizer nada?
–Eu... eu não... –ela desceu do colo de Stefan. –Não sei o que dizer Stefan... A gente não... a gente se odeia. Lembra? – tentou formular algo coerente. Mas sua cabeça, embriagada pela declaração e pelo ato anterior deles, era incapaz de pensar corretamente.
–Não – respondeu ele, sorrindo. –Eu não me lembro de nada.
–Stefan. Eu... olha, eu gosto de você. Gosto de verdade, mas não posso dizer que o que sinto é amor. Pelo menos, não por enquanto.
–Elena – ele continuou sorrindo para ela e colocou suas mãos na cintura de Elena. – Eu não estou te pedindo para me amar de imediato –beijou sua testa. –Só estou dizendo o que sinto. Eu quero que saiba disso.
–Obrigada por ser sincero.
–Eu que agradeço, por ser tão franca quanto ao assunto – dito isto eles se abraçaram e se inebriaram do cheiro um do outro.
Permaneceram ali, com os corpos molhados e a água caindo sobre eles, por vários minutos mais, apenas para terminarem o que estavam fazendo, desta vez, na cama.
...........
–Acha que já podemos voltar? –perguntou Damon a Caroline, enquanto andavam em direção ao carro.
–Não vejo problema nenhum –respondeu ela. –Se bem que eu queria jogar uma partida de sinuca.
–Você perderia, com certeza –Damon se gabou.
–Então vamos apostar –disse ela parando na frente dele. –Se eu ganhar vamos tomar todas até cair hoje, e você pagará. Se você ganhar... o que você quer?
–Uma noite quente de sexo com você – sorriu irônico, esperando um tapa ou a brinca, que não vieram.
–Feito! Vamos lá –disse ela se direcionando ao bar.
–Você quer dormir comigo? Tem certeza disso? –mais uma vez seu tom de voz era irônico e sagaz.
–Qual é, Damon! Eu conheço minhas habilidades. Não vou perder – disse e o puxou para dentro do estabelecimento.
........
Ele iria acabar quebrando a cama, de tanto se virar de um lado para o outro.
Já faziam duas horas, desde o toque de recolher, e Klaus não conseguia dormir. Caroline estava fazendo mais falta do que ele esperava que faria. Nunca aquilo havia acontecido antes, por mais que ele gostasse da garota. Aí era que estava a questão. Klaus NÃO gostava de Caroline. Tudo o que ele buscava era um romance de verão, nada mais do que isso. Ele nunca foi de se apegar em ninguém, e nunca seria assim.
Decidiu que Caroline estava ocupando demais seus pensamentos e resolveu tomar providencias. Se levantou e arrumou todas as coisas dela. Ele não dormiria no mesmo quarto que ela, não se ela começasse a fazer aquela falta.
Um cara como Klaus era sempre decidido, nunca havia sido diferente. Tratou logo de tirar ela do pensamento, ou pelo menos tentou fazer isto e, em poucos minutos, enfim, conseguiu adormecer.
..................
–Eu não tenho certeza se consigo beber mais –Caroline ria feito uma hiena, bêbada e se gabando por ter ganhado três partidas seguidas de Damon.
–Você é fraca –Damon estava tão bêbado quanto ela. –Te deixei ganhar para poder tomar umas e você não aguenta.
O bar, a esta altura, estava tão cheio quanto uma boate. O lugar, que antes parecia pacato, agora era o alvo da diversão de varias pessoas que aparentavam ter de dezesseis a vinte e dois anos, algo comum em uma cidade pequena como aquela, onde a fiscalização era algo pouco praticado.
Caroline e Damon estavam sentados nos bancos do balcão, onde a musica que tocava era tão alta que não se ouvia nada que se falasse a mais de dez centímetros. Caroline se aproximou de Damon para dizer algo, justamente no mesmo instante em que ele também planejava dizer algo. Seus lábios se encostariam, com certeza, se não fosse por uma adolescente bêbada que esbarrou em Damon e o fez se afastar de Caroline. A adolescente o olhou como se fosse devorá-lo e depois voltou para seu grupo de amigas supermaquiadas e com copos vermelhos na mão.
–Suponho que elas estejam loucas por você –gritou Caroline, sorrindo próxima a orelha de Damon.
Então –ele apoiou a mão ente o ombro e o pescoço dela, -considere-se com sorte. –Caroline sorriu e resmungou algo que ele não foi capaz de ouvir.
–Quer dançar? –perguntou ela.
–Não deveria ser eu a estar te convidando? –disse ele. –Tudo bem, essa eu deixo passar. Vamos –e a puxou pela mão para o centro do bar.
A pista de dança estava tão cheia, que Damon precisou colocar as mãos na cintura de Caroline para se equilibrar, é claro que a bebida também era culpada por sua falta de equilíbrio, mas ele preferiu culpar apenas o excesso de pessoas dançando no local. Durante uma musica inteira eles dançaram em perfeita sincronia e descontraidamente, mas foi ao findar da segunda musica que Damon se pegou sem conseguir tirar os olhos de cima de Caroline, ela queria perguntar o porque dele não parar de olhá-la, mas percebeu que gostava da sensação. Foi quando a mão direita de Damon tomou a nuca dela e a mão esquerda a puxou para mais perto dele que ela percebeu que estavam se beijando.
Imediatamente ela pensou em se separar dele, mas só conseguiu fazer isso enquanto ele desceu os beijos para o pescoço dela. Caroline então se viu puxando Damon para longe das pessoas e se encontraram em um locar que parecia ser onde ficavam as bebidas e onde entregavam os suprimentos para o estabelecimento.
–O que raios estamos fazendo? –disse Damon voltando a beijar o pescoço de Caroline.
–Não sei, mas não quero pensar nisso até acabarmos –ele imediatamente parou de beijá-la e olhou fundo nos olhos dela.
–Então vem.
Eles apenas andaram para fora e então perceberam que ao lado do bar havia um pequeno Hotel de beira de estrada. Se dirigiram para lá e logo na entrada deram de cara com uma senhora de meia idade que atendia na recepção. Damon olhou para o lado e viu uma placa com algo escrito e algo como cem dólares. Ele tirou uma nota de cem pratas da carteira e entregou a senhora, que lhe devolveu uma chave e disse “segunda porta à direita, subindo a escada”. Damon puxou Caroline para onde a senhora havia indicado e adentrou o quarto em tons de vermelho e branco com uma cama de casal e vários lençóis em cima.
Em poucos segundos ele voltou a tomar a boca de Caroline e os lençóis não passaram de panos brancos e vermelhos no chão. Caroline desabotoou a calça de Damon e lhe ajudou a tirar a camisa. Com um movimento rápido e que mostrava habilidade, ele abriu o zíper do vestido dela e o deslizou até suas pernas, incentivando a mesma a sair de dentro dele. Em poucos minutos as roupas estava todas no chão e as mãos estavam por explorar os corpos quase que por completos nus.
Damon pegou Caroline no colo e a deitou na cama, como se fosse uma joia rara. Começando pela boca e descendo os beijos vagarosamente e de forma torturante e prazerosa, ele chegou até a cós da calcinha dela e começou a retirá-la com a boca, enquanto sua mão tomada a parte intima recém despida, arrancando gemidos da loira despejada sobre a cama. Quando chegou na altura do joelho ele largou a peça e a retirou com a mão livre, agora se apossando da intimidade de Caroline com a boca, o que fez a garota soltar um grito de aprovação e sem permissão da mesma.
Depois de totalmente relaxada, foi a vez de Caroline mostrar suas habilidades orais. Ela retirou a cueca boxe de Damon e revelou seu membro muito bem dotado. O acariciou e depois o lambeu, introduzindo o mesmo em sua boca e fazendo Damon gemer de prazer.
Damon não aguentou a sensação de não estar dentro dela e a puxou para cima, deitou-a delicadamente e a penetrou devagar, dando estocadas leves e aumentando o ritmo. Inebriado, embriagados, totalmente luxuoso com a sensação dos corpos em sincronia. Caroline, de repente, esqueceu-se totalmente do mundo e como ele era. Tudo o que existia era aquele momento e eles dois.
Quando chegaram ao ápice, Caroline caiu em cima de Damon e relaxou em seu peito, com a estranha sensação de desejo realizado e de consciência limpo, o que não deveria estar acontecendo em circunstancia alguma naquele momento. Depois o sono tomou conta de ambos e os dois adormeceram.
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