Gimme More

28 Secrets


Notas iniciais
Então mafiosas, é o seguinte: este é o último Secrets. Sim, o último u.u hehehehhehe, mas como eu sou um amor de pessoa (discordem a vontade) tem uma surpresa lá embaixo ;)

Secrets 4 – Rachel

Deitada no chão de seu quarto usando nada menos do que uma calcinha velha e um top justo, com os dedos ela pintava sobre o enorme papel posto no chão ao qual estava deitada. As minúsculas peças que usava já estavam manchadas por diversas cores, mas não se importou. O tédio a consumia.

A mãe abriu a porta e ficou pasma vendo-a naquele estado. A mulher tinha os cabelos ruivos presos rigidamente em um coque no alto da cabeça, o conjunto social que usava era impecável, o gigante colar de pérolas dava ainda mais luxo a sua produção e a filha...

–O que há de errado com você, Elizabeth? – tentou controlar sua repugnância a aparência da filha.

–Rachel, mãe. Eu prefiro Rachel. E não há nada de errado comigo.

–Olhe como está vestida!

–Estou isolada no meu quarto. Se eu quiser ficar nua eu posso ficar. – retrucou com indiferença; ela sabia por uma mensagem de texto que Thalia já passara por uma situação parecida.

–Você tem que parar de pintar...

–Quando a senhora gentilmente fizer o favor de parar de respirar eu pararei.

–Fedelha ingrata! Como se atreve?

–Mãe!

–Vamos receber uma visita importante. E ele vai se hospedar aqui em casa. Precisamos que você esteja mais do que apresentável!

Uma voz masculina e aveludada se fez ouvir no corredor do outro lado. Rachel não pode evitar ficar arrepiada; aquele timbre era tão sedutor... A mãe ficou estática, o rosto congelado em pavor e vergonha. Rachel percebeu o que estava prestes a acontecer e soltou as mechas ruivas que caiam em ondas desgrenhadamente sedutoras até o meio das costas. Um homem de idade na casa dos trinta parou a porta junto ao adorável pai da ruivinha. O pai olhava a filha como a mãe também a olhava, já o homem estranho teve de disfarçar a malicia enquanto a olhava.

–Rachel! O que...? – o pai não terminou a pergunta. Referindo-se ao homem ao lado de seu genitor, sorriu:

–Não esperava visitas; estava pintando.

–Bom, filha, este é um dos meus mais novos sócios. – senhor Dare disse tentando disfarçar sua vergonha.

–Como se alguma vez tivesse se preocupado em me apresentar homens como o senhor. – desdenhou a menina.

–Se vista. O jantar será servido dentro de meia hora.

Os pais lhe deram as costas primeiro deixando segundos a mais para o misterioso sócio olhá-la. Rachel tinha o dedo mindinho úmido de tinta e limpou-o deslizando sobre a curva dos seios, mordeu o lábio e levantou-se seguindo para o chuveiro, não sem antes perceber um volume extra nas calças do sócio do papai.

Vestiu o vestido florido com bojo e busto justo, não se incomodou com peças íntimas. Deixou os cabelos soltos de um jeito sexy e desceu. A menina e os pais moravam em um apartamento daqueles no qual cada andar pertence a uma família diferente, mas inacreditavelmente eles tinham dois andares e o de cima era todo dela; um presentinho do pai.

Encontrou os três já a mesa e sentou-se em seu lugar; o pai falava vigorosamente, a mãe sorria, mas parecia estar casada com a taça de vinho e não com o homem que falava tanto. O sócio misterioso não conseguia desviar dos seios da menina; não conseguia deixar de ver aquelas curvas tão bem marcadas pelo vestido justo que parecia fazer com que os peitos “saltassem” para fora. Como se já não fossem suficientemente atraentes.

–... Anthony vai ficar hospedado aqui em casa por alguns dias, minha filha, quero que seja uma boa dama e que se comporte...

–Por deus papai! – ela quase largou os talheres – O senhor fala como se eu fosse colocar fogo na casa. Suponho que ele vá ficar no quarto de hospedes no mesmo corredor que o seu.

–Correto. – e então o pai começou a falar sobre como quisera deixar mais espaço e privacidade para a filha. Os olhos de Anthony eram um verde claro e o outro âmbar. Rachel ficou louca quando pôs os olhos nele. Os cabelos ondulados eram bem escuros e dava completo destaque a heterocromia.

No fim estavam se comendo com os olhos quase abertamente, cada um impressionado com o outro de muitas formas. No passar de 20 minutos o pai e a mãe instalaram o hospede e comunicaram a filha e ao “amigo” que teriam de sair, que voltariam tarde. Rachel não se importou. Depois que eles passaram pelas portas do elevador Rachel deu seus passos lentos até a sacada e apreciou até os pais saírem no carro que ela conhecia bem.

Sentindo uma mão em sua bunda ela lutou contra o instinto de estremecer; com as mãos agarradas a sacada, ela se curvou sobre a grade bem feita e detalhada empinando-se para o homem atrás de si. Ele ergueu o vestido o suficiente para notar que ela não usava uma calcinha. Completamente fascinado ele apertou aquele pedaço de carne e passando a mão pela parte interna da coxa chegou a sua intimidade socando dois dedos dentro dela de uma única vez. Rachel gemeu alto e como repreensão ele forçou os dedos ainda mais. Teve de abafar o outro gemido, mas suspirou e arfou buscando por ar. Ela não saberia explicar depois a violência com que ele puxou-a para dentro. Estava eufórica.

– Aposto que nunca teve um homem como eu. – ele gemeu no ouvido dela e beijou com violência, com muitas mordias da parte dele e muitos gemidos da dela.

–Já tive muitos outros. E você ainda assim consegue ser diferente.

–Você é acostumada a ser o que? – ele parou o beijo encarando. Ela respondeu na lata, afinal, era uma das princesas da Máfia e a resposta não podia ser outra.

–Dominadora.

–Então você vai trocar de lugar.

Ele pegou-a nos braços, jogando-a sobre o ombro e praticamente correu para seu quarto. Voltou a jogá-la desta vez sobre a cama e tirou de uma mala algemas e cordas. Rachel não sabia se se excitava ou se se amedrontava. No fim acabou presa e sem roupas enquanto aquele homem a observava com um sorriso faminto e um enorme volume nas calças. A força e a rapidez com que ele metia dentro dela eram quase surreais; ele não estava se importando com a dor que ela de fato sentia, ambos estavam gostando. Toda a vez que a ruiva gritava, ele metia mais forte e mordia o seio mais próximo, e ao clímax, a dor dela era tanta que lágrimas rolavam de seus olhos, mas estava eufórica.

Ele soltou-a lentamente. Rachel mal tinha chances de se mover; estava imobilizada pelo prazer e pela dor do corpo. Anthony não estava ali para brincadeiras, ela o provocara querendo ou não com aquele corpo e aquela cor dos cabelos, aquela leveza e segurança do olhar safado e perigoso; virou o corpo dela deixando-a de bruços sobre a cama.

–Tony... Não sei se aguento mais – ela gemeu tão baixinho que ele quase não pode ouvir; de qualquer modo ele ignorou-a. Pegando as algemas e as cordas, voltou a prender-lhe os pulsos e tornozelos até tê-la em formato de X sobre a cama.

O homem tinha o olhar de um louco; um predador que olhava com fome para sua presa, ele olhava-a com loucura, chegava a salivar como um lobo. Sua ânsia por possuí-la não era facilmente comparada a nada. Entrou nela com toda a força que pode e ele próprio gemeu em êxtase; Rachel gritou e como punição as mãos dele escorregaram para seus seios apertando-os com bestialidade não se contentando mordeu-lhe o ombro até marcar bem a pele. Ela ofegava e chorava tanto de prazer quanto de dor, mas sabia perfeitamente que aquele cara era um maníaco, um louco com hormônios a flor da pele.

Nas duas semanas seguintes, terminou com a pele manchada de mordias e tapas; estava tanto roxa quanto vermelha. Quando retornava da escola e o pai ia para o escritório junto da mãe, Anthony dizia ter assunto para resolver com outros sócios ou subordinados e que logo iria. Rachel não o queria mais, não o desejava; aquele primeiro ato sexual havia servido para satisfazê-la por um longo tempo e traumatizá-la também. Como se isso importasse para ele: ela era menor, mais frágil e cederia facilmente a seus desejos... A ruiva conseguiu se esquivar do homem por dois dias usando algumas artimanhas mafiosas, mas não deu certo todas às vezes. Ela não podia expor abertamente sua condição de mafiosa mesmo querendo e como ele era naturalmente mais forte, Rachel foi estuprada por quase duas semanas...

...Mas isso não saiu barato.

Ele era sócio de seu pai. Sócios mandam boas quantias em dinheiro. E ela só precisava da senha do banco.

Uma tarde em que ela já se encontrava com as pernas abertas sendo brutalmente invadida por ele, Anthony tinha na expressão o mais infame dos desejos. Por qualquer razão desconhecida pela menina, ele nunca suportava olhar em seus olhos, nem mesmo no rosto; mantinha os olhos fechados e a cabeça voltada para um canto onde ela não tinha acesso a visão. Suspirando tentando manter-se sã em meio aquela onde descomunal de prazer, dor e vergonha por ser usada, reuniu sua voz em toda a melodia suave que pode e sussurrou:

–Você deve estar colocando muito dinheiro... – um gemido escapou – Muito dinheiro nas empresas do meu... Do meu pai. – ela quase perdeu todo o fôlego devido à última frase, mas conseguira. Sua voz o atiçara, o envolvera, o seduzira ainda mais. Anthony nunca admitiria a uma menina que ela era muito melhor do que qualquer uma das outras que já tivera, fosse por uma noite fosse por todo um período de namoro. Rachel era única ele sabia muito bem disso

–Claro – ele rosnou indo bem mais fundo; sufocando um grito angustiado ela voltou a forçar a voz a sair bem mais do que um fiapo, mas uma verdadeira melodia.

–Como funcionam esses acordos? – arqueou as costas propositalmente se entregando mais a ele, não por prazer ao ato em si, mas pelo futuro prazer de deixar dois homens endividados.

–Por que quer saber? – rosnou novamente. Já chega! Sou uma Princesa da Máfia, não vou deixar que ele faça comigo o que quiser! A ruiva pela primeira vez tomou as rédeas da situação: invertendo as posições já que dessa vez ela não estava amarrada a nada. Arranhou-lhe o peito e sorriu como uma felina diante da presa. Ela deveria estar mentalmente abalada para não ter reagido antes, afinal, tinha excelentes condições de fazer isso. Beijando-lhe o peito subindo em direção ao pescoço gemeu propositalmente eu seu ouvido:

–Qual o mal em saber? Conte-me tudo, todos os detalhes – ela havia percebido que ele gostava de sentir dor, então lhe mordeu a orelha e enterrou as unhas em um de seus ombros ouvindo-o gemer alto; ele apertou-lhe a bunda e a moveu para frente e para trás apenas para não perder o ritmo – Inclusive sua senha.

–Por que eu diria? – ele estava começando a desconfiar do próprio sorriso na voz dela. Estava alerta a possibilidade de ser roubado.

–Porque eu vou dar a você todo o prazer, toda a luxuria, todo o desejo e excitação que nenhuma outra mulher jamais de teu e jamais te dará. – falou olhando em seus olhos tão diferentes, tão lindos, tão maldosos e maliciosos – Vou te mostrar que é bom ser a vítima de vez em quando.

Anthony olhava para ela fascinado. Nunca havia sido domado por mulher nenhuma, nunca; nem mesmo uma das prostitutas mais experientes conseguiu satisfazê-lo, e ainda por cima fazê-lo ansiar por mais do jeito que aquela menina fazia. Não parecia algo aceitável facilmente. Rachel por outro lado tratou de se mexer com força e rapidez uma que ele nunca esperaria de uma estudante do 1º ano do colegial. Ela rebolava enquanto seu interior o apertava; ele gemeu alto enquanto ela apenas sorria aumentando intensidade, força e velocidade. Em minutos ela cavalgou sobre seu pau de uma forma insana, tão insana quanto a que ele a fodera dias atrás. Ele gozou gritando, mas travou o nome dela no fundo da garganta; ela não podia saber que estava conseguindo domá-lo, dominá-lo, forçá-lo a sua vontade.

Ele fez a menção de se levantar ela percebeu; deitou-se sobre ele com o mesmo sorriso insano, malicioso, cruel e o beijou um pouco mais suave do que toda aquela loucura, deslizando suas unhas suavemente, sem arranhar de fato o pescoço dele, apenas provocava-lhe arrepios. Sem que percebesse, Anthony acabara novamente deitado e não percebera que a mão dela descera até encontrar no chão uma algema... Rápida como era ele acabou presso a cama sem chance de se libertar.

–O que...?

–Eu não estava brincando, Tony – ela sussurrou sentando-se – Vou fazê-lo sentir prazer como nunca antes. E você vai me contar tudo o que eu quiser saber.

Levantou e se afastou dele saindo do quarto deixando-o atônito, presso em suas palavras, em suas ações. Quase não piscou vendo aquela bunda branca passar rebolando em direção à porta, os cabelos medianos e ruivos balançando suavemente com os movimentos que ela provocara. Rachel foi até a cozinha para pegar chantilly na geladeira, na volta passando pelas janelas da sala um menininho de 12 anos parou vendo-a em sua nudez completa no apartamento do outro lado da rua. A vista era boa o suficiente para que nada impedisse a visão deles. Era um menininho bonitinho, pensou ela. Beliscou o próprio seio, excitada e viu-o abrir a boca pasmo, ainda mais animado do que ela. Gesticulando com a mão ela o chamou, depois do choque ele simplesmente sumiu da janela.

No quarto ela apenas ouvia o esforço dele em se livrar das algemas voltou rindo antes mesmo de ver seu aparente desespero. Anthony estava abismado com a nudez dela; claro que ela já havia admirado seu corpo outras vezes, mas agora ela parecia exalar um perfume que o convidava a enterrar o rosto em seu pescoço e sua pele reluzia deixando seu pau bem durinho. Ela também o admirava; era perfeito em físico e tinha um desejo tão insaciável... Quando viu o “amiguinho” dele tão ereto.

–Então já decidiu se vai me contar?

–Se eu contar você não vai fazer nada do que prometeu. – ele rosnou com raiva; queria ela como nunca quis nada.

–Claro que não – sentou-se em sua barriga e prendeu o outro pulso na algema e na grade da cama dele. Virou o spray de doce na boca e lambeu os lábios fazendo-o gemer apenas em vê-la. O seio dela estava muito próximo de sua boca e ela o provocava deslizando-o sobre seus lábios, logo depois ela contornou um mamilo com chantilly e voltou a atiçá-lo quando ele não aguentou mais (segundos depois) contou-lhe que bastava fazer um doc no banco, uma transferência depois de já terem assinado alguns papéis; puxou a cabeça dele para perto de seu seio e deixou chupá-lo, morde-lo e até beijá-lo... Mas ainda faltava a senha. Recomeçou a brincadeira, mas dessa vez no pênis dele, bem na base. Foi assoprando, deslizando o indicador delicadamente, de forma bem leve para que corresse apenas um arrepio. Anthony não resistiu e contou. Rachel fez um traço de creme doce sobre aquele membro tão grosso e tão ereto, para chupá-lo totalmente de uma única vez... Tony nunca havia permitido que uma mulher o chupasse, muito menos conseguira sentir uma sensação como aquela. Ele não podia deixar Rachel longe dele, ela tinha que ser dele...

Dez minutos depois ele estava dormindo completamente exausto de tudo aquilo, a ruiva levantou completamente satisfeita com as informações, colocou uma bandeja com doces e suco no criado mudo, mas não soltou um de seus braços propositalmente, sobre o lanche, diluído no suco e nos docinhos um potente pozinho criado na Máfia feito para apagar pequenas partes da memória.

Estava guardando as coisas na geladeira quando a campainha tocou. Abriu a porta e apreciou os cabelos loiros ondulados, os olhos esverdeados e os lábios cheios do menino de 12 anos.

–Olá – disse quase tímido, mas mesmo assim de forma atirada. Ele estava admirando-a como alguém deslumbrado.

–Oi, por que não entra? Vamos... Brincar um pouco. – ela ronronou puxando-o para dentro.


Na manhã seguinte os fundos de Anthony estavam quase vazios, o pai dela estava bastante irritado e aquele homem saiu de sua casa... E a Máfia ganhara mais dinheiro, mais uma doação de uma das princesas.

Notas finais
Rachel foi estuprada, mas estuprou também, né? Curti muito, hahahaha § Quatro mafiosas, quatro Secrets, foi justo, não? Mas e os boys? Não ficaram curiosas com Nico, Travis, Percy e outros? Eu proponho lançar os Hidden (de acordo com o meu dicionário = oculto) será "igual" ao Secrets, mas tendo como foco algum dos garotos da fanfic. Se curtirem a ideia, logo posso postar o primeiro, se não... Não dispensem os coments! Preciso saber se gostaram do último cap Secrets e se querem Hedden !!!!!