Gimme More

30 Capítulo 26


Notas iniciais
VOLTEI!!!! Não que eu tenha ido bem nas provas, mas enfim... Amores, amantes da Máfia, este cap não e lá grande coisa, é mais uma "explicação" para o próximo, certo?

Capítulo vinte e seis –

O quarto estava escuro. O chão estava frio. Estava tentando não pensar em nada, mas conseguia rever toda aquela noite como se fosse a última esperança... Durante toda a semana não voltei a Máfia, ignorava as ligações de Marcos, Ramiro e Adrian. Bianca, Clarisse, Rachel e Annabeth perceberam que havia algo de errado no meu comportamento, mas me conheciam o suficiente para saber que não deviam se meter, assim agíamos normalmente quando juntas. Na escola ignorei Luke, Perseu, Will (que ainda insistia) até mesmo Nico.

Uma geada havia caído anunciando a mudança de estação, mas isso não mudava em nada os planos de Dionísio e Ariadne. O aguardado fim de semana em que iríamos para o vinhedo onde ocorreria a cerimônia finalmente chegara. Eu tinha deixado minha mochila já em ordem, pois passaríamos dois dias lá, com o que eu julgava ser necessário.

–Lia? Vamos? –o tom baixo e cauteloso de Hefesto me fez notar o quanto essa minha “depressão” estava chocando e preocupando todos. Levantei do chão e vesti o casaco preto sobre o moletom com uma caveira indígena. Meu irmãozinho pegou minha mochila e descemos para a garagem. Passando de frente a um espelho vi minha imagem: um rosto pálido e olhos sem muita expressão. A legging e as botas ugg completavam minha vestimenta. Divididos em dois carros obviamente fui com Zeus, grudei em Hermes que se entretinha em me acariciar os cabelos. Na casa térrea, o noivo estava bastante nervoso, claro que logo aquela preocupação se voltou para mim. Eu estava assim tão mal? Dionísio me deu um abraço apertado e reconfortante do tipo que se pode esquecer o mundo e os problemas, não era algo típico dele, apropria Ariadne já me confidenciara que o meu irmão era bem ríspido com ela. Não era uma surpresa.

Fui para o meu quarto tão mais simples que os outros, logo saindo à procura dos meus segredos. Mais do que nunca eu sentia que precisava de uma mãe e que nem Marcos nem Zeus resolveriam meus problemas. Encaminhei-me para o sótão; o único lugar onde as coisas nunca mudaram. O teto ali era baixo, não que eu precisasse me agachar ou algo do tipo, duas das paredes estavam repletas de livros com histórias agradáveis (já havia lido quase todos), o piano que se encontrava ali era branco e estava parcialmente encoberto pelo pó, a janela era grande se assemelhava a um grande painel de vidro, uma cama e fotos... Tantas fotos ao redor da cama e presas ao teto como pequenas estrelas... Aquele espaço era de Abelle. Era o refugio da minha mãe. Em cada foto um filho, as que eu mais amava eram as nossas, apenas nós duas.

–Olá mãe – sussurrei admirando seu semblante sorridente enquanto admirava o bebê que dormia em seus braços. Tudo bem que eu nunca me fiz de dramática como aquelas pessoas que costumam conversar com túmulos ou fotos, nunca havia se quer imaginado uma conversa com Abelle, de qualquer forma aquilo, subir ao sótão e sentar no banco do piano, dedilhar as teclas de marfim com suavidade e ouvir a melodia que eu mesma provocara era como um desabafo com aquela mulher que tanto me atormentava a mente e alma. Não havia qualquer partitura ali, provavelmente Zeus mandara remove-las de lá ou algo assim, o que meus dedos tocavam, o som que eu causara era de uma memória ou sonho, não faz diferença, mas era agradável.

Enquanto tocava comecei a refletir sobre tudo. O modo como Zeus havia tentado melhorar comigo era surpreendente: ia me ver todas as noites daquela semana; meus irmãos também ganharam um pouco mais de afeto perante aquele homem tão duro. Luke e seus olhos claros que se incendiavam quando me viam e que se apagavam quando eu o ignorava. Aquela maldita confusão que se apoderava de mim quando eu o via, aquele fogo crescente, a vontade de vomitar, as pontadas de dor que sentia quando via ele com Kelli e aquela culpa que de vez em quando tomava conta da minha garganta quando pensava em Katie e em Travies... Por Deus! Eu não era fresca desse jeito, mole desse jeito... Era uma Mafiosa! Era uma princesa para os meus!

... Então porque o rei daquele reino encantado, porque meu verdadeiro pai havia agido como se fosse um falso e hipócrita? Marcos falhara comigo no instante em que Zeus progredira... E aquela estúpida vontade de chorar...

–Thalia – a voz me tirou dos meus pensamentos, mas não compreendi quem falava – Thalia, você está bem? – tirei as mãos de cima das teclas como se tivesse sido eletrocutada.

–Por que não estaria? – fui mais grossa do que pretendia – Desculpe Katie, não quis ser grossa.

–Tudo bem. Mas respondendo sua pergunta, você está pálida e está chorando – tão rápido como se fosse um tapa (e que assustou minha prima) levei a mão as bochechas sentindo-as úmidas, quase encharcadas.

–Bom não tinha percebido que estava chorando – disse esmagando uma gota contra meus dedos – Não faço ideia do que me fez chorar sem perceber.

–Talvez tenha sido a música, a melodia é bela e triste. Realmente linda... Desculpe! Eu vim te chamar, Teresa pediu para que fossemos tomar chocolate quente ou chá enquanto o casamento não chega.

Limpei meu rosto e coloquei um sorriso no rosto; não um falso, mas o costumeiro. Eu não era uma vítima, uma pobre menininha fragilizada. Coloquei nos meus ombros aquela postura tão familiar de superioridade descontraída, liderança e firmeza mescladas com naturalidade e graça de uma “dama”... Ou quase no que se refere à última palavra.

No que minha mudança foi rapidamente sentia por mim, também foi percebida por Katie: os olhos arregalados, a boca semi-aberta a denunciavam.

[...]

Minha mudança de comportamento foi visível e sentida pela casa toda antes mesmo que me vissem, pude perceber. Devia ser aquela aura de princesa que eu emanava. Como o casamento seria realizado no dia seguinte e caia neve do lado de fora me recolhi em meu quarto sem dar satisfações. Estava com o celular preso entre a orelha e o ombro já voltando ao meu trabalho. Os novatos estavam se saindo bem, mas dois já haviam sido mortos, meu mais novo submisso Nakamura parecia não ceder a obedecer fielmente a ninguém que não a mim e o tráfico... Dessa parte eu gostava mais: eram as cargas de heroína moldadas em cabeças de boneca ou em navios quando o pó era embrulhado em folhas de bananeira para evitar a umidade. Fiz meus cálculos e minhas anotações sobre as despeças e os lucros que estávamos apostando: eram apostas altas, mas nunca erramos uma única vez no lance dos dados.

Quando percebi que passariam a ligação para Marcos, encerrei a ligação e liguei para as mafiosas. Claro que elas viriam para este casamento ridículo! E obviamente só apareceriam com suas famílias no horário marcado da cerimônia. Conversamos sobre trivialidades, mas percebi-as mais tranquilas devido ao meu tom de voz, acho que exalava autoridade e descontração, aquele mistura clássica e diária de sempre. Isso me fazia questionar o quão mal eu estava e qual era a verdadeira desgraça que me fizera fraquejar.

Eu não sabia, mas havia sido tantas emoções na última semana que eu não sabia adivinhar. Antes que eu percebesse estava dormindo tranquilamente... Ou quase.

A grama do parquinho era verde e até macia, estava parcialmente úmida o que provocava agradavelmente a minha pele. O vento levava meus cabelos com suavidade como se brincasse com eles com carinho. O vestido era avermelhado com listras azul marinho e brancas. Era uma gracinha... Naquela menininha de seis anos.

Era exatamente como eu me sentia quando revia os pesadelos com Hera, mas eu nunca tinha me sentido assim, nunca havia sonhado com o parquinho daquele jeito.

O dente de leão girava entre meus dedos e meus olhos mantinham toda a sua atenção na florzinha amarela que não percebi quando alguém se aproximou. A principio pensei que era Apolo ou Hermes, os mais novos, mas a sombra que se aproximava era menor do que eles embora ainda fosse maior do que a minha. Um garoto. Um garotinho no máximo dois anos mais velho que eu. Inexplicavelmente suas feições estavam borradas demais para que eu descobrisse que pessoa era ou mesmo quem poderia me lembrar. No sonho, ele chegou por trás abraçando meu corpo infantil. A menininha que fui não se assustou como pensei que aconteceria.

–Demorou a chegar – a voz era fina e suave como o vento, beijou-me a bochecha que começou a ruborizar, mas não ergueu os olhos, permaneceu fitando a flor.

–Desculpe! Mamãe não queria me deixar sair de casa. – apertou um pouco mais o abraço então a soltou e sentou-se ao seu lado, os dois aparentemente olhando para frente.

–Ela ainda está doente? Eu posso ajudar?

–Eu não sei. Ela nunca quer ajuda. – ficou em silencio esperando que sua amiga falasse; sua mão foi para o lado com lentidão até que os dedos mindinhos de ambos estivessem entrelaçados. Pude ver minha imagem sorrir – Eu quero fugir de casa. E você quer fugir da sua?

A criança que fui olhou para os próprios braços, as marcas das queimaduras causadas pelo cigarro começavam a desaparecer; Zeus não se importara e meus irmãos nunca haviam acreditado. Enxerguei o começo do ódio no reflexo dos meus ainda doces olhos.

–Eu quero!

–Você viria comigo?

–Claro! Você é meu amigo, não é? – dessa vez eu mexi a mão, minha mãozinha sobre a dele, virei meus joelhos para olhá-lo nos olhos – Você vai cuidar de mim, não vai? Não vai me deixar sozinha como minha família deixou?

–Não vou deixá-la! Nunca!

Sua imagem começou a entrar em foco: os tênis, os jeans surrados, camiseta laranja, a pele clara, o sorriso maroto, os olhos claros...

Pulei na cama, arfando desesperada por ar. Maldito sonho! Estava suando e... A porta se abriu com força e três homens entraram correndo. Hefesto, Hermes e Apolo.

–Lia... – Apolo tentou falar.

–O que aconteceu? – perguntou Hermes enquanto deslizavam as mãos por meus ombros cobertos pelo tecido do pijama.

–Eu... Eu não sei – afastei os cabelos e respirei fundo – Eu acordei vocês?

–Você estava gritando. – Festo estava ainda na porta, mas me olhava com intensidade e proteção – Pedia para não ficar sozinha – droga! – Para quem gritava? Estava chamando quem?

–Foi, foi um sonho e... Eu não via. O sonho não permitia. – neguei com a cabeça – Podem ir dormir, não vai acontecer de novo.

–Tem certeza? – Apolo não parecia disposto a ir – Posso ficar aqui com você; sabe que não me importo.

–Muito obrigada, mas não precisa, mesmo. Estou bem, garanto!

[...]

A paisagem estava coberta de neve, era lindo e sereno. Pela manhã havia gente demais organizando, arrumando o lugar, eu não consegui encontrar Dionísio em lugar nenhum; esperava que ele não aparecesse bêbado no próprio casamento. Acho que meus irmãos esperavam que eu parecesse traumatizada, fragilizada depois daquele sonho/lembrança, mas minha postura era a mesma de sempre: impecável. Pela tarde tomei um banho quente e fui me arrumar: o vestido era azul clarinho com detalhes em prata, rodado e curto, de delicadas mangas parcialmente transparentes, meia-calça branca e fina e botas de salto de igual cor.

O vinhedo estava lotado e, ao mesmo tempo, vazio. As outras quatro princesas estavam com seus pais, Clarisse conversava com Annie e Atena, Perseu e seus pais, Nico próximo a Bianca e longe da madrasta, Ártemis sempre bela e irradiando perigo e sedução era cantada por um Apolo muito sexy, não conseguia ver Hermes nem Katie, Zeus estava com Dionísio provavelmente acalmando-o. Não fui exatamente para o centro das pessoas. Dei a volta pela casa e encontrei uma mulher solitária. 25 anos, um corpo escultural coberto por um vestido longo cor de rosa, cachos loiros e olhos violetas.

–O que faz aqui no fundo, Afrodite? Você sempre preferiu o centro. – comentei. A modelo olhava para baixo, mesmo assim podia ver suas lindas maçãs do rosto, o reflexo de lábios carnudos. Piscou aqueles cílios longos e encarou-me.

–Pensando. Estava apenas pensando em... – calou-se de repente. Tinha escondido sobre a manga do vestido uma pulseira aparentemente delicada, entre laços de diversos metais pequenas ametistas.

–Pensava em meus irmãos. No que fez essa pulseira em particular, eu suponho – sorriu e tentou disfarçar lágrimas.

–Não sei o que fazer com os dois. Não sei se podemos continuar assim...

–Não seja cínica. Você adora isso: vê-los brigando por você. Gosta de sentir-se disputada e o fato de serem irmãos só aumenta seu prazer. – sorria maldosamente – Você ama vê-los sofrer por um amor que você nunca dará.

–O que sabe sobre o amor Thalia? – sua voz soou dura, o que aumentou o meu divertimento – Seus irmãos disseram que você não acredita...

–Não acredito. Eu desprezo essa palavrinha ridícula. No seu caso, você ama a si mesma e não os dois – me apoiei na parede displicentemente – Não estou te criticando nem nada. Não dou a mínima para o que você faz com eles.

–Você é a irmã deles. Não deveria querer o melhor?

–Deveria. Não quer dizer que quero.

[...]

–Finalmente!

–Sentimos sua falta princesa!

–Vamos aprontar!

Apenas sorri diante a animação que os mafiosos sentiram apenas por me ver adentrar pelas portas da frente. Ouvi aplausos pelos corredores que passei, sorrisos sinceros e muito abertos, promessas de novos planos mafiosos e coisas do tipo. Entrei no meu quarto jogando a bolsa sobre a cama.

–Senhorita? – virei-me quase excitada – Mandou me chamar?

–Claro que sim, Nakamura – ele estremeceu; estava mais misterioso, mais maldoso desde que começara a usar o tapa-olho estilo pirata, estava mais confiante, mais submisso... Deus! Como eu amava vê-lo daquele jeitinho – Você tem que me ajudar a planejar uma nova brincadeira.

–O que a senhorita quiser – a alegria que ele sentia em ser útil era tão...

–Eu tenho algumas anotações – disse lhe dando as costas e pegando na escrivaninha alguns papéis, cadernos, agendas, gráficos – Compare, analise, estude, aprenda. Será de grande ajuda. – puxei a cadeira indicando que se sentasse.

–A senhorita...

–Vou ajudá-lo, é claro. Nesse instante, no entanto, tenho que conversar com alguém em particular. Não devo demorar.

Estava já no meio do corredor quando o vi caminhando até mim, seu andar desacelerou e os olhos me mostraram insegurança por míseros segundos. Era surpreendente vê-lo daquele jeito.

–Então está de volta.

–Você nunca foi de comentar o óbvio – quase não conseguia piscar; eu temia e ansiava por aquele encontro – Não acho que devemos conversar no meio do corredor.

–Eu concordo – a cordialidade fria foi tudo: nenhum toque, nenhum olhar caloroso, nada que indicasse sentimentos fossem eles bons ou maus. Segui-o até seu escritório e apenas com a porta fechada suspirei em dor, em impotência. Marcos sabia bem que eu demonstrar emoções “fracas” era um sinal não muito bom e que quase nunca ocorria... Mas nesses últimos meses...

–Marcos...

–Lhe devo pedidos de desculpas. Mas não pode me culpar pela raiva que senti quando rejeitou cada uma das minhas ligações.

–Eu não faço a menor ideia do que vem acontecendo comigo. – balancei a cabeça – Não foi sobre isso que vim conversar. – sentei-me na cadeira de frente a escrivaninha e ele fez o mesmo, olhando-me com interesse – Quero concertar as coisas, quero correr os riscos que isso incluiu.

–Thalia...

–Não suporto mais ver Katie em depressão ou ver Travies me ignorar quando não está me fuzilando com os olhos.

–Quer...

–Quero os dois juntos, se não juntos quero apenas que se esclareçam e isso me incluiu. Estou no meio dos dois quando deveria estar ao lado.

–Não sei se devia se culpar desse modo. Você já foi a outra em muitos relacionamentos meu bem, não pense que não sei. Por que este está te incomodando?

–Porque eu adoro esses dois imbecis! Travies é meu irmão, meu mafioso, aquele com quem posso brincar e falar sobre tudo a qualquer hora. Katie é um doce. A menina é anjo; tenho-a como uma irmã mais nova que precisa sempre de proteção. Não posso viver sabendo que os dois estão infelizes, saber que eu ajudei a deixá-los nesse estado.

–Se acalme, meu bem. Vamos resolver tudo, não se preocupe. – segurou minhas mãos sobre a madeira da mesa; a eletricidade que senti percorrendo meu corpo me deu forças – Quero conversar com você sobre outros nomes, mas a melhor hora ainda não chegou. Isso significa que temos novas brincadeiras para planejar.

Sorri com malicia.

–Nakamura está no meu quarto analisando os papéis.

–Sabia que você não esteve parada durante esses dias. – levantou-se junto a mim e abraçou-me; um abraço que misturava o frio e o calor era um abraço protetor e seguro, mesmo assim nunca me sentia pressa nos braços de Marcos. Era como se ele me deixasse livre para voar, mas me desse à garantia de que sempre estaria ali para me receber de volta. Eu podia não acreditar no amor romântico, mas acreditava fielmente que amava Marcos. Amava-o... E nunca, jamais, diria isso em voz alta. Tão pouco precisava.

–Vamos ajudar meu novo submisso; depois tenho que ver como andam os nossos iniciados e as escolas...

–Deixou seu serviço atrasado, não?

–Nem tanto. Nakamura é anjinho, papai – comentei já no corredor – Ele adiantou muita coisa. Só precisarei conferir.

–Você e seus meninos...

[...]

Dizer ou não dizer... Processei isso na cabeça até estar mais do que decidida a dizer. Já havia falado com, Marcos, estava certa do que queria e devia fazer, mesmo assim estava receosa. Bati na porta.

–Thalia – disse; a voz forçando uma animação que não chegava aos olhos – Eu...

–Nós precisamos conversar Katie. Não vai ser algo muito agradável.

–Como assim? Aconteceu algo?

–Quero arrumar a bagunça que minha vida tem se tornado. E você faz parte dela.

–Eu nunca quis...

–Não se preocupe. Entre nós duas eu sou a única culpada.

–Bom, entre.

Aquela conversa demoraria, mas seria um peso a menos sobre mim.

Notas finais
Conseguiram deduzir algo? Perdoem qualquer errinho... E o próximo é Hidden! Té mais ;D