Gimme More

11 Capítulo 11


Capitulo onze –

–Nesta manhã foram encontrados os membros do cidadão que havia informado ter conhecimento sobre a Máfia. Os legistas ainda não encontraram qualquer rastro ou pista que os liguem a um suspeito. As partes do corpo foram separadas por toda a cidade e um bilhete anônimo foi encontrado na porta de uma delegacia...

Mudei de canal.

–Thalia Grace, a filha mais nova do famoso Zeus, foi vista na boate do momento com as filhas de outros grandes nomes dos EUA – uma foto minha naquela noite foi posta na tela da TV – A moça foi educada e atenciosa com os fotógrafos que faziam o possível para assediá-la:

“-Thalia. Thalia. Thalia! – no vídeo eu andava pelo corredor que daria a saída da boate depois de ter me divertido muito lá dentro; parei bem próxima ao repórter e ao seu cinegrafista com um sorriso no rosto – Como você lida com isso? Como aguenta a pressão da mídia sobre você?

Dei outro sorriso doce. Ai, Abelle...

–Eu compreendo que é um trabalho, uma profissão. Não faz nenhum sentindo para mim, rebaixar empregos ou desvalorizar profissões. Também acredito que isso vá contra os valores com os quais fui educada...”

Mudei de canal.

O cientista que prometia revolucionar nossas armas continua desaparecido. A população começa a suspeitar de que a Máfia se apossou de certos conhecimentos e que ainda mantêm o profissional como refém embora não haja qualquer insinuação...

Desliguei a televisão da sala de refeições. Ainda era cedo e não havia muito movimento na casa. Eu havia preparado uma salada de frutas enquanto tinha que esperar pelo café da manhã com todos os membros da família Grace. Ainda de pijamas, eu pensava em uma forma de ignorar os surtos da manhã de Deméter. Me ocorreu que o café da manhã não seria muito descente; peguei minha salada de frutas e corri para a cozinha. Olhei alguns armários a procura de alguma coisa gostosa para comer...

– Muito esperta você... Já está assaltando a geladeira... – Hermes, também estava apenas de pijamas. Os cachos escuros bagunçados reforçavam a idéia de que ele não teria levantado cedo se não fosse à ameaça de não ter um café da manhã como se deve. – Isso é salada de frutas? Divide comigo?

Sentei-me na bancada e meu irmão se apressou a pegar uma colher para si. Graças a deus eu havia cortado bastantes frutas. Ao longe ouvimos a voz rabugenta de nossa tia. Trocamos um olhar de terror e começamos a comer mais rápido. A cena era cômica. Meu celular vibrou sobre o mármore; chequei a mensagem... Hum, mas que interessante...

Hermes colocou a louça na pia e juntos fomos enfrentar o tormento de nossa família. Lado a lado caminhamos; estava distraída respondendo a mensagem... Hermes pousou a mão em meu ombro como para me lembrar de “algo”; ergui meus olhos para ele e meu irmão acenou para frente. Segui seu olhar e encontrei minha família parada a nossa frente; tia Deméter com um olhar mais sério, ao seu lado Katie, uma menina da minha idade, talvez mais velha, talvez mais nova, eu não sabia.

Sorri. Caminhei até minha prima e dei um abraço forte nela muito bem correspondido.

–Nossa, que saudade eu estava de você! – comentei sorrindo e a examinando: os cabelos eram lisos quase escorridos (beiravam o oleoso) em um tom doentio de castanho, os olhos eram verde oliva, os lábios eram finos e estavam ressecados, a pele estava bronzeada, mas não um bronzeado bonito do tipo “acabei de sair da praia” , mas algo como “minha mãe psicótica me força a trabalhar como uma condenada no jardim de casa”. O corpo magro quase sem curvas... Estava pensado na hipótese da menina ser anoréxica quando me toquei de quem era sua mãe.

–Eu também. – sua voz era igualmente fina; ela era de longe uma menina tímida – Faz quase seis anos que não nos vemos!

Nós rimos e nos abraçamos novamente. Voltei a parar na frente da tia Deméter. Segurei-lhe as mãos e lhe dei um sorriso brilhante e animado.

–Senti sua falta, tia. Como tem passado? — perguntei docemente ainda sorrindo. Eu a vi trocar um olhar duvidoso com meu pai, mas ignorei Zeus. Eu sabia que meus irmãos se corroíam de inveja por eu conseguir mentir na frente dos dois adultos.

–Muito bem, estaria melhor se minha única sobrinha estivesse aqui para me receber na noite passada. Também soube que não me queria aqui — seu olhar tornou-se frio e a voz já era naturalmente ríspida. Não me abalei; o sorriso continuou intacto.

–Acho que foi um erro de comunicação, pensei que viriam no outro fim de semana. Não nego o que disse; queria que viessem por outras condições, mas mesmo assim me alegra vê-la.

Ela não tinha uma resposta e eu percebia meu sorriso desconcertá-la. Era o sorriso de Abelle; ela dizia que era o sorriso cinco estrelas, dizia que sempre que necessitava de algo, apenas sorria e a mágica acontecia sozinha. Aprendi que ela estava certa desde muito cedo. Eu tinha mais da minha mãe do que pensava.

Deméter trocou outro olhar perdido com Zeus.

–Me daria alguns minutos seus, Thalia? Gostaria que pudéssemos conversar um pouco a sós.

–Mas é claro, tia.

Segui a mulher até estarmos em um dos corredores da casa.

–Seu pai me chamou aqui porque diz que você não parece mais com a mesma menina de antes...

–Tia, eu não mudei, só deixei de me fingir feliz.

–Como assim...?

–Zeus nunca está em casa, nunca deseja um "boa noite" ou um "bom dia". Eu só o vejo em um intervalo de dois meses... Isso a doze anos. Não sou minha mãe; não vou mentir por mais tempo. E a senhora, com todo o respeito, não vai mudar o que penso ou o que sinto. Espero sinceramente que não se ofenda e compreendendo ou não minhas palavras, peço que me respeite. Aproveite a estadia aqui em casa, mas te peço que não tente nada comigo.

Dei as costas aquela conversa e subi para meu quarto; eu tinha que relaxar, eu precisava disso. Vesti uma roupa qualquer, peguei a bolsa, o celular e as chaves do carro e voltei a descer as escadas. Não podia sair pela porta da frente sem ter tomado café junto deles. Sentei a mesa, sentindo um peso nos ombros desconfortável. Sem dizer uma única palavra, engoli todo aquele cereal seco sem reclamar...

–Thalia, retire esse celular da mesa...

–Retire seu jornal e eu retiro meu celular. — desafiei Zeus. Contrariado ele baixou o jornal. Dei-lhe um sorriso falso e guardei o celular; mas só um velho mesmo para ler um jornal — Ares, você conseguiu algo sobre aquele homem que foi desmembrado? — perguntei soando preocupada. Era minha função levar o que a policia sabia.

–Não precisa se estressar, Lia. Logo não haverá mais nenhuma Máfia para fazer mal a pessoas inocentes.

–Vai me manter informada, eu espero.

–Claro. — ele tomou um gole de suco. Ingênuo; a Máfia sempre existirá... E logo será minha. – Acho maravilhoso esse seu interesse no meu trabalho, pequena – eu apenas sorri e me virei para a outra menina presente a mesa.

–Katie, eu vou fazer compras agora e depois do almoço vou ao SPA. Quer vir? Estava pensando em chamar minhas amigas, mas precisamos recuperar esse tempo perdido. – Eu pisquei e ela sorriu.

–Claro, será muito divertido. Eu geralmente não saio muito de casa.

–E a noite eu vou te levar a uma festa.

–O que? — ignorei todos os olhos e ouvidos atentos a nossa conversa.

–Um amigo me convidou para uma festa na casa dele, eu falei sobre você e ele disse que adoraria que você também fosse. Afinal, é minha prima; é uma convidada de honra.

–Você não vai a essa festa sem a minha permi... — Ignorei Zeus e continuei a falar com Katie.

–Não precisa ficar nervosa. Meus amigos estarão lá e Percy, o anfitrião da festa, é muito gentil.

–Bom... — ela olhou para a mãe — Eu não sei, Lia...

–Vamos! Será divertido...

–Thalia! Eu disse que você não vai... — olhei para o homem com raiva.

–Quer mesmo mantê-la trancada aqui também? Qual foi a razão pela qual Katie veio? Ela precisa se enturmar mais, ver pessoas diferentes. — voltei a sorrir olhando para Katie — Ela é maravilhosa, só não percebeu ainda... Mas podemos fazer isso mudar.

[...]

No fim convenci mãe e filha; Zeus não podia dizer não, pois seria visto como rude e malvado com a sobrinha. Fizemos compras à manhã toda e mal tivemos tempo para o almoço. Tive que "renovar" grande parte das malas da menina. Agora, no SPA, pedi que a deixassem o mais apresentável possível sem nada exagerado; algo simples para não alarmá-la. Eu estava relaxando, depois de um tratamento com algas. Fiz uma hidratação nos cabelos e pintei as unhas; já era o bastante.

Katie saiu renovada. Fiquei de queixo caído observando a menina tímida caminhar até mim: as sobrancelhas estavam bem feitas, os cabelos com um corte recém feito e hidratado (lê-se não ensebado), as unhas brilhavam com base e a pele reluzia de tão limpa (depois de uma depilação completa). Pedi que ela vestisse uma das roupas novas que havíamos comprado: um short de cintura alta, uma camiseta combinando e um sapato com um salto mediano.

–Você está muito linda, Katie — ela sorriu constrangida; um rubor subiu sobre seu rosto — Fica bem mais madura mostrando as pernas, sabia? — seu rosto ficou em chamas; pisquei para ela enquanto voltávamos para a casa.

–Me sinto tão... Tão diferente. — ela parecia extasiada.

–Ah querida, você está diferente... E se depender de mim, podemos te melhorar ainda mais.

Em casa Katie foi à atenção geral; Apolo não parava de fazer comentários sobre sua nova aparência, Deméter não tinha palavras (não sei se a favor ou se desgosto) e Zeus olhava para mim, não para ela; o olhar era tão pesado e profundo que me incomodava... O toque do meu celular foi a minha salvação. Pedi licença e sai do cômodo lotado.

–Alô.

–Você vai à festa do Jackson? — a voz de Bianca soava despreocupada — Estou pensando em ir com o Nico...

–Eu vou e vou levar a Katie...

–Aquela fazendeira? Vocês não se vêem a, o que? Doze anos?

–Seis... Bom, talvez sejam dez anos no máximo. E as outras?

–Annabeth está fazendo compras; ficou animada demais com essa festa — senti o sorriso malicioso da menina — Clarisse disse que iria demorar, mas que marcaria presença, eu suspeito que ela esteja concertando uma moto com os gêmeos. Rachel disse que vai fugir de casa para ir à festa porque a mãe dela queria fazer um jantar em família.

–Que saco! Eu também fugiria.

Bia riu.

–Não é? Mas então, você renovou a sua prima? Tipo, não quero que se rebaixe ou perca o nível... Me entende?

–Claro. Katie está linda no sentido mais simples da palavra. Ela é muito tímida então... Me entendeu?

–Ah, mas é claro! Não se preocupe. Eu vou cuidar de tudo inclusive para o meu maninho. Já separei uma roupa exclusiva para ele. Vamos bombar essa noite!

Foi a minha vez de rir.

–Claro. Nos vemos lá?

–Nos vemos lá!

[...]

O céu estava estrelado e a lua brilhava no céu quando Katie e eu saímos de casa. Nossas roupas eram bem simples: short jeans, camisetas, e saltos. A diferença ficava para os acessórios e maquiagem. Parei em frente à mansão dos Jackson. Os portões de ferro eram a coisa mais simples que se via: no que a maioria das casas tem de jardins, os Jacksons tem de piscinas. Poseidon, pai do Percy, já havia sido campeão de natação nas Olimpíadas e Percy treinava para a mesma coisa. Nas férias, ou nos raros intervalos em que não estavam molhados, a família viajava para sua casa de campo. Hobe: cavalos.

–Ah meu deus! — a voz de Katie soou tremida enquanto seus olhos não sabiam o que deveriam ver — Isso não é uma casa.

–É claro que não, querida. — dei um sorriso de deboche e entramos. Havia, no mínimo umas 30 pessoas nas piscinas; localizei Kelli e Tammi em seus conjuntos fio-dental se exibindo para mais rapazes do que conseguiriam dar conta. Tentei não rir, mas foi difícil. Entramos na "casa" propriamente dita: a sala havia sido transformada em uma pista de dança, a cozinha estava sendo utilizada por chef's especialistas e em um canto bem chamativo estava montado um pequeno bar. Conduzi a menina até lá e nos sentamos nos bancos próximos ao balcão. Minhas garotas apareceram alguns minutos depois.

–Lia! — cada uma veio me abraçar e cumprimentaram Katie com bastante entusiasmo. Nico estava ao lado de Bianca com as bochechas rosadinhas; apoiei meu cotovelo sobre a mesa e o rosto na mão. Ergui uma sobrancelha e esbocei um sorriso ao menino. Nico parecia um tomate.

–Cada o Jackson? — perguntei — Não acredito que ele não tenha a coragem de receber os convidados.

–Assim você me magoa, querida! — Percy vinha caminhando com um copo na mão; sem camisa, com uma bermuda e descalço, os cabelos de Jackson estavam úmidos. Eu tinha certeza de que ele havia se atracado com alguma menina na piscina. Ele me "abraçou" (lê-se quase não nos tocamos; na frente dos outros nos mantínhamos longe, mas...).

–Jackson, essa é Katie Gardner; Katie, esse imprestável é o Percy Jackson.

–É um prazer — a vozinha dela era meiga e doce demais... Percy sorriu e lhe beijou as mãos; afastei o garoto da minha prima por dois motivos: Katie estava bem constrangida e Annabeth estava ficando estressada. Ela não gostava de ver seus ficantes com outras. Afinal, quem gosta?

–Já deu, né Jackson? Minha prima é demais para você.

Ele pôs as mãos no peito.

–Mais uma vez me magoando — depois riu — Vamos tomar alguma coisa, meninas... Ah! E ai Nico? Nem te vi baixinho, vamo lá com a rapaziada... — é incrível o que ser beijado em público pode fazer por uma pessoa.

–Vai querer o que? — perguntei a Katie — Você já bebeu álcool antes, certo?

–Já, mas... Acho melhor nós não bebermos nada... Minha mãe...

–Ela não está aqui, meu bem — coloquei uma mecha de cabelo hidratado atrás da sua orelha — Se quiser beber, não direi nada a ela, se não quiser, não vou forçá-la.

–Eu acho melhor não... — e me deu um sorriso de desculpas. Pedi dois sucos de laranja... Entreguei o copo a Katie e vi Bianca fazendo mesmo com o irmão. Os dois repetiram as doses diversas vezes e o meu sorriso aumentava a cada copo dela. Minha bebida intocada... Deixei Katie sozinha e fui dançar. As batidas eletrônicas eram envolventes e dançantes. Annabeth e eu dançávamos dando pouco de nós. Não era ali que nós queríamos dançar; não era para aquelas pessoas que íamos nos exibir.

[...]

A madrugada reinava e já não havia ninguém, com exceção de nós cinco, que estaria em seu estado sóbrio. Katie e Nico eram os mais bêbados, sendo que eram os únicos que beberam sem saber. Coitada. Quero saber como vou explicar sua ressaca para a família... Acho que terei mais problemas.

Will Solace estava encostado em uma parede, o copo de tequila vazio nas mãos os olhos fixos nos meus quadris que se moviam em um ritmo hipnotizante junto a música. Luke estava a seu lado; seus olhos eram incógnitas... Will se aproximou e grudou nossos corpos por trás. Não deixei de dançar no ritmo da música; a cada movimento feito eu sentia sua ereção. Com a perna direita, acariciei o lado interno das suas pernas, mas fiz questão de bater com força em seu membro. Solace caiu de joelhos no chão e eu me afastei da pista ouvindo gritinhos. Precisava beber.

Uma boa taça de licor poderia me acalmar. Antes que eu tivesse a chance de encostar na taça de cristal outra mão a pegou e tomou todo o seu conteúdo. Castellan estava ali lindo e com os olhos inexpressíveis fixos em mim. Mas bêbado. Indiscutivelmente bêbado.

–Você... O Will... Você... — suas palavras eram bem bagunçadas; sua mão pousou sobre a minha e seu corpo se desequilibrou. Amparei-o e tentei não sorrir vendo seu estado lastimável. Eu podia me aproveitar dele. É isso. Oras, por que não?

Segurei sua mão e olhei para os lados. Percy tentava encoxar Annabeth, Nico estava encolhido vomitando em um canto, Katie estava encharca (deveria ter sido jogada na piscina), mas sorria e eu não encontrava mais ninguém conhecido a quem eu devesse prestar atenção... É. Por que não? Puxei Luke para longe da festa indo para os fundos da casa do Jackson.

Eu sabia exatamente para onde seguir. Já havia estado ali incontáveis vezes quando criança, no intervalo remoto em que Zeus e Poseidon ainda tinham tempo para serem "irmãos". Não, não irmãos de sangue, mas os grandes amigos que já foram.

Não importa.

Abri a porta que levava a uma sala retangular pequena. Era tão sofisticada quanto simples. Poseidon cuidava de seus negócios ali. Nas prateleiras alguns troféus, nas paredes várias medalhas e um sofá ao canto. Empurrei-o para o móvel e seu corpo caiu ruidosamente no estofado. Tranquei a porta.

–Luke, você... Não sei, você gosta de roubar? — falei devagar em tom baixo, mas muito facilmente compreendido.

–Roubar? — sua voz se arrastou — É... É legal... — sua cabeça tombou para o lado. Não consegui esconder o esboço de um sorriso. Aquele era apenas o começo: ficamos minutos trancados em um interrogatório sutil e depois um pouquinho mais apimentado. Fiquei sabendo seus hobis, seus passatempos, o que fazia depois da escola. Com exceção de "gostar de roubar" Luke era ainda um garoto imaturo e sem sonhos futuros. Nada tão gritante.

Estava um tanto decepcionada. Eu esperava mais desse ser.

Levantei chateada. Estava seguindo para a porta quando sua mão voltou a me prender o pulso. Seu corpo bem próximo ao meu e sua respiração forte carregada de álcool em meu pescoço.

–Não vai... Vamos... Vamos brincar um pouco... — sua voz falhava, mas consegui compreender onde ele queria chegar. Empurrei-o contra a parede e abri o fecho da sua calça jeans. Introduzi minha mão e apertei o volume em sua cueca. Castellan gemeu.

–É isso o que quer? — apertei seu membro com mais força e o gemido que lhe escapou foi mais alto.

–É... É. Por favor!

Sorri ouvindo-o implorar. Abaixei suas roupas sem tirá-las e bem rápido. De joelhos, brinquei com seu pênis com as mãos escutando-o suspirar e pedir desesperadamente para eu parar de torturá-lo. Eu amava a sensação de controle, amava ouvi-lo implorar. Meus lábios roçaram levemente no seu sexo e Luke arfou.

Parei de maltratá-lo.

Coloquei seu membro na boca aos poucos, mas logo ele estava por inteiro em minha boca. O rapaz arfava e tentava se segurar na parede lisa. Seus suspiros me motivavam a ir cada vez mais rápido. Seus olhos rolaram de prazer e sua mão foi parar em meus cabelos puxando-os de leve, me incentivando a não parar... Mas eu parei. Parei quando ele estava perto de gozar.

Sorrindo maldosamente, mas com um olhar misterioso, me afastei dele e saí pela porta. O interessante era que esta noite havia rendido de diversas formas... E ninguém se lembraria dela com clareza.