Gift Of Destiny! Illusory Freedom!
12 Capítulo 11
Notas iniciais
— Sua!— Encho-me de alegria em dize isso. Ô meu deusinho eu sou dele e isso me deixa tão feliz. — Eu gosto de ser sua.
— Diga Isabella! — Sua voz rouca me atinge deixando-me ainda mais desperta. — Diga que é minha...
— Sou sua... Só sua! — Minha voz sai com dificuldade, às imagens se projetando em minha mente de nossa ultima noite juntos. Não sei quanto tempo se passou ate meu ogro voltar a falar.
— Tenho que desligar. — Ouvi seu suspiro baixo.
— Amanhã nos falamos? — Sussurrei.
— Sim, amanhã nos falamos. — Mais silencio. — Boa Noite Isabella.
— Boa noite meu ogro. — Sorri e ele me acompanhou.
— Você não tem jeito menina. — Falou com a voz carregada. — Vou me lembra de aplica-lhe um corretivo por ser tão teimosa.
— Se o corretivo for feito a aula de sinuca — Ouvi sua respiração se possível ficar mais intensa. — Vou amar cada segundo desse corretivo.
— E vou amar aplica-lhe. Agora preciso realmente desligar... Se cuide e ate amanhã... Minha menina.
— Ate amanha meu... Ogro.
...
Uma hora depois de ter desligado e depois de um banho frio Edward ainda rolava na cama. Era impressionante como Isabella mexia com ele.
Uma menina! – Repreendeu-lhe sua consciência.
—Não, uma mulher... — Disse a si mesmo. — Uma mulher... Minha... Mulher.
Um sorriso se formou em seus lábios como a muito não sorria, e a responsável era ela, mesmo a quilometro de distancia tinha um efeito assustador sobre ele, sobre seu corpo que ficava acesso com o som de sua voz.
— Isabella!— Sussurrou seu nome. — Você me tira dos trilhos menina...
Fechou os olhos permitindo que o cansaço do dia agitado tomasse conta de seus sentidos.
...
Isabella ainda estava sem entender toda aquela agitação. Mal haviam voltado e tudo estava de pernas para o ar. Seu pai só as deixou em casa e rumou para a empresa. Sua mãe não saiu como de costume, para o assombro de Isabella, ela estava organizando um jantar e só comunicou a sua filha que seu pai fazia questão da presença dela.
Por esse motivo Isabella ficou impossibilitada de fugir como tinha planejado para fazer uma surpresa ao seu ogro.
— Esta me ouvindo Isabella?— Renée estava parada de frente a filha, esperando impacientemente por sua resposta.
— Desculpe mamãe. — Isabella piscou voltando a realidade. — Não ouvi sua pergunta.
— Estou avisando que às três horas temos um compromisso. — Olhou para a governanta que acabava de servir o lanche da filha. — Anna enquanto estiver fora supervisione o pessoal do Buffet qualquer coisa me ligue. — Voltando sua atenção pra sua filha. — Temos hora marcada no SPA não se atrase!
— PRAQUEISSONÃOGOSTODESSASFRESCURAS. — Falou apresada mordendo seu apetitoso sanduíche de atum, sua boca estava cheia d’água. — Hummmmmquedelicia Anne,porfavorpodeprepararoutro?
— Tenha modos!— Repreendeu-a Renée. — Onde já se viu falar de boca cheia, espero que tenha um comportamento melhor na frente de nossos convidados hoje à noite.
— Desculpe-me. — Isabella limpou a boca e tomou um gole de seu suco de morango. — Estou com fome, mas isso não vai acontecer na frente de SEUS convidados, mas por via das duvidas eu poderia ficar em meu quarto, evitaria que a senhora passasse por qualquer tipo de constrangimento. — Falou debochada.
— Não adianta mocinha. — Falou no mesmo tom debochado da filha. — Não vai ficar trancada em seu quarto, hoje é uma noite especial e participará do jantar que estou organizando e vai se comportar como uma boa menina educada que é, de acordo com a educação que recebeu, e desde já lhe aviso, não vou tolerar qualquer tipo de gracinha. — Seu tom de voz mudou totalmente, alertando que não estava de brincadeira. — Se aprece, temos hora marcada e não gosto de me atrasar.
— Posso terminar meu lanche?— Olhou para o seu celular sobre a mesa e ainda não era nem 10 hrs. — Temos muito tempo ainda.
— Nada disso, temos que passar em dois lugares antes de irmos ao SPA.
— Mais...
— Sem mais Isabella, termine logo com isso e vá se arrumar, não me deixe esperando-a. — Sem se importar com a cara de poucos amigos da filha Renée saiu rumo à escada.
— Ghaaaaahuu! — Isabella fazia careta e sons esquisitos na direção que a mãe saiu, assustando o troglodita que acabara de entrar na cozinha e arrancando um sorriso mal disfarçado de sua fiel governanta. — Tem certeza Anna que sou filha dela?— Indagou chorosa. — Acho que fui trocada na maternidade.
— Minha menina — Aproximando-se dela sua governanta sorriu alisando seu rosto. — Não, não foi trocada, ela é realmente sua mãe.
— Então porque ela me odeia tanto? — Fez cara de choro.
— Dona Renée não lhe odeia, ela só é...
— Chata! Ranzinza!
— Não...
— Tudo bem Anna... Tudo bem... — Fez mais uma careta feito uma criança malcriada. — Não é correto eu falar assim de minha mãe.
— Isso mesmo!— Sorriu. — Mais um sanduiche? — Indagou mudando de assunto.
— Lógico e mais um pouco desse delicioso suco. — Sorriu satisfeita. — O que seria de mim sem você aqui Anna?
— O que? Qualquer um sabe passar atum no pão. — Respondeu brincalhona fazendo Isabella sorrir.
— Você sabe que não é disso que estou falando. — Saltou do banco onde comia e caminhou ate a mulher que sempre lhe deu amor carinho e atenção quando sua mãe saltava de eventos. — Por sempre cuidar de mim. — Depositou um beijo no rosto de sua protetora. — E por passar tão bem atum nesse pão! — Brincou votando ao seu lugar.
Saboreou seu segundo sanduiche em silencio, olhando seu celular voltou a reler as mensagens trocadas com seu ogro durante a semana e sem conseguir resistir enviou-lhe a primeira mensagem do dia.
Bom dia!
Já estou de volta... Estou com saudade...
Bjs
Sua Bella.
Sorriu ao enviar e ficou olhando, esperando a luz piscar indicando que receberá a resposta, que não chegou de imediato como estava acostumada. Isso foi o suficiente para lhe tirar o sorriso em seu rosto.
Ele deve está ocupado sua boba! — Disse a si mesma enquanto subia os degraus que a levaria a seu quarto. — Quando tiver um tempinho vai ler e responde-la.
— Isabella já está pronta? — Renée indagou da porta em um tom nem um pouco amigável.
— Já vou descer. — Respondeu entrando no banho. — Serei rápida.
— Não me deixe esperando!
...
Edward ainda não tinha parado para almoçar quando sua mãe foi anunciada em sua sala.
— Espero não está atrapalhando. — Sorriu.
— A senhora nunca atrapalha. — Foi de encontro a Esme, recebendo-a com um abraço caloroso. — A que devo a honra dessa visita?
— Estava por perto e decidi vir resgatar meu filho. — Sorriu. — Pensei que poderíamos ir almoçar o que acha?
— Acho uma maravilhosa ideia. — Voltou ate sua mesa pegando as chaves de seu carro juntamente com o celular e carteira que havia abandonado desde o momento que entrará. — Tem preferência por algum lugar ou podemos almoçar aqui mesmo no hotel?
— Poderia ser na sua suíte? — Indagou desviando do olhar investigativo do filho.
— Está acontecendo alguma coisa mamãe? — Não escondeu sua curiosidade. — Papai está bem? — Interfonou avisando a sua secretaria que estaria em sua suíte e que as ligações importantes fossem direcionadas para lá.
— Não está acontecendo nada, eu só gostaria de poder conversar com meu filho em tranquilidade. — Respondeu aceitando o abraço do filho e caminhando com ele para o elevador privado que os levaria diretamente a sua suíte.
— Se é só isso. — Sorriu.
— Lógico que é, o que mais poderia ser?
Logo que chegaram, Edward ofereceu uma bebida a sua mãe que não recusou, e interfonou fazendo o pedido. Pouco tempo depois estavam acomodados na mesa impecavelmente organizada e conversando sobre o trabalho dele.
Edward ainda tentava descobrir o que sua mãe estava querendo colher, quando casualmente ela iniciou.
— Sabe filho estou organizando uma reuniãozinha esse final de semana e gostaria de saber se posso contar com sua presença? — Seu sorriso se ampliou quando Edward a encarou desconfiado. — Gostaria muito que todos estivessem presentes. — Tocou a mão do filho. — Posso contar com você? Já faz um bom tempo que não nos reunimos.
— Pode sim. — Respondeu antes de servi-la com mais suco. — O que esta programando?
— Nada demais, um final de semana em família.
— Sei.
–- Então — Esme mexeu em seu prato. — Vai acompanhado?
Edward apertou os olhos estudando o semblante de sua mãe. Lá estava ela, com suas artimanhas, querendo arruma-lhe uma esposa novamente?
— Dona Esme, dona Esme o que anda aprontando? — Indagou sustentando o olhar da mãe.
— Nada! Ora essa Edward, tenho que me organizar, por isso a pergunta sabe que não gosto que nada saia errado.
— Nunca esses seus finais de semana sai errado dona Esme. — Respondeu sem desviar de seu olhar. — Fale-me logo, o que andou aprontando. — Como a mãe desviou de seu olhar inquisidor, teve ate medo de perguntar. — Não convidou nenhuma de suas amigas com suas filhas encalhadas na esperança de jogar-me nessa velha armadilha não é mesmo DONA ESME?
— Lógico que não!— Respondeu indignada. — O que passa nessa sua cabeça? — Destinou ao filho um olhar magoado.
— Na minha não passa nada! — Respondeu. — Mas gostaria de saber o que anda passando na sua!
— Juro que não armei nada. — Suspirou entregando os pontos. — Lógico que quero ver-lhe casado Edward e me dando netos. — Suspirou resignada. — Qual o mal de uma mãe querer o bem pro seu amado filho?
— Mal nenhum quando o filho em questão quer, o que não é o meu caso, não estou à procura de companhia...
— Então... _ Insistiu.
— Então...
— Edward! Fale-me logo, vai com alguém?
— Talvez....
— Humm, seria Isabella? — Sorriu.
— Não sei mamãe. — Sorriu ao ouvir o nome dela. — Não sei...
— Esse sorriso me diz que sim!— Esme se levantou, abraçando o filho. — Gostei de Isabella. — Depois mais seria continuou. — Não está brincando com essa menina não é Edward, ela me parece uma boa moça, bem diferente das outras que você costumava aparecer.
— Dona Esme freie seus pensamentos! — Conhecendo sua mãe tinha ate medo.
— Deixe de besteira! — Deu um tapa carinhoso em seu braço e voltou a ficar seria. — Espero que estejam se cuidando, e lembre-se Isabella ainda me deve uma visita, fiquei preocupada com ela.
Ele também, mas não comentaria para não agravar a curiosidade da mãe, mas daria um jeito de Isabella fazer a visita que Esme estava cobrando.
— Não se preocupe Isabella está bem e logo vai ao seu consultório.
— Assim espero. — Sorriu — Então, quando vamos conhecer a família dela?
— Mamãe! Puxe o freio.
...
Isabella ainda xingava mentalmente sua mãe por fazê-la anda de loja em loja obrigando-a a provar aquelas roupas horrorosas e como se não bastasse ainda tinha essa, era obrigada a vestir o que ela escolhera.
— Isabella esse vestido é lindo! — O cabeleireiro particular de Renée estava terminando de prender o cabelo de Isabella. — Sua mãe tem um bom gosto, tenho certeza toda atenção estará voltada para você. — Isabella estremeceu só de imaginar.
— Pode ficar com ele. — Disse antes de gritar e fazer uma careta para ele através do espelho. — Espetou minha cabeça coisa ruim.
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